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Forrofiando – Forrofiando

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Arranjos, acordeon e regência de Agostinho Ferreira da Silva.

Um repertório bem variado, bom pra dançar do começo ao fim.

 Forrofiando – Forrofiando
1985 – Columbia

01. Forró do rela bucho (Luiz Wanderley)
02. Forró da zabumba (Ceará da Bocada – José Reis)
03. Pescaria em Boqueirão (João Gonçalves – Genival Lacerda)
04. Pra tirar coco (Messias Holanda – Hamilton de Oliveira)
05. Forrozar (Zé Reis – Pedrinho)
06. A gurizada (Pilombeta)
07. Severina xique, xique (João Gonçalves – Genival Lacerda)
08. Forró do esquenta mulher (Célio C.M.)
09. Asa branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
10. Procurando tu (Antonio Barros – J. Luna)
11. Olha pro céu (Luiz Gonzaga – José Fernandes)
12. Quero beber garapa (Laranjeiras – Pedrinho)
13. Puxa o fole Zé (Zé Bettio – Inhozinho)
14. São João na roça (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)

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Jackson do Pandeiro – Nortista Quatrocentão – Compacto Duplo

Colaboração do Arlindo.

Estas músicas também foram publicada em dois discos de 78RPM, também no ano de 1958.

Jackson do Pandeiro – Nortista Quatrocentão – Compacto Duplo
1958 – Columbia

01. Pacífico Pacato (Rosil Cavalcanti) Rojão
02. Nortista Quatrocentão (Jackson do Pandeiro / Luis Wanderley) Baião
03. Tum-tum-tum (Ari Monteiro / Cristóvão de Alencar) Baião
04. Boa Noite (Jackson do Pandeiro / Alventino Cavalcanti / Tito Neto) Baião

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Gilvan Chaves – Caiçara

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“Gilvan de Assis Chaves nasceu em Olinda, Pernambuco, em 1919. Sua primeira apresentação ocorreu ainda no colégio, em Olinda, a adolescência. Aos 17 anos, já demonstrava enorme talento como cantor e compositor, e compôs sua primeira canção, chamada “Tiro Errado”, que nunca chegou a gravar. A carreira profissional de Gilvan Chaves começou aos 25 anos, quando ele ingressou na Rádio Clube de Pernambuco, a convite do maestro Nelson Ferreira, para tocar violão e cantar toadas e cantigas regionais. Na Rádio, Gilvan conheceu gente como Luiz Bandeira, Sivuca, Paulo Molin e José Tobias. Nos anos seguintes, atuou como vocalista nos conjuntos Ases do Ritmo, Os Boêmios e Grupo Paraguassu. Como cantor teve o prazer de inaugurar a Rádio Jornal do Commercio, em 1949 e a Rádio Tamandaré, em 1951.

Ainda na década de 1950, Gilvan fixou residência no Rio de Janeiro, buscando, obviamente, mais oportunidades em sua carreira de músico e compositor. No sul, Gilvan fazia questão de manter-se fiel à música e à cultura nordestinas, e, exatamente por isso, acabou ganhando fama como divulgador do folclore nordestino. E não foi só como intérprete e compositor que Gilvan conseguiu espaço. Ele era ótimo contador de histórias, em que ele inseria seu humor fino e tipicamente nordestino. Foi no Rio de Janeiro, então, que Gilvan se firmou como intérprete, compositor e humorista das coisas do nordeste. Gilvan foi também um grande radialista, e contribuiu significativamente para a modernização do Rádio, ocorrida na década de 1970.

Ele apresentou, durante anos, o programa Eu de Lá, Você de Cá, na Rádio Nacional de Brasília. O programa tinha audiência enorme, porque colocava os ouvintes no ar, e assim eles podiam se comunicar diretamente com suas famílias distantes. O sucesso foi imediato, e o programa está até hoje no ar, sendo apresentado por Luiz Alberto. Na Rádio Nacional, Gilvan Chaves era conhecido como Titio Gilvan, e até hoje os radialistas que conviveram com ele contam que aprenderam muito. O atual apresentador do Programa Eu de Lá Você de Cá disse uma vez: “Eu aprendi com o titio Gilvan Chaves que quando eu tô apresentando o programa, eu me transporto para o ambiente do ouvinte. Quando estou falando para o caminhoneiro, eu me transporto para a cabine do caminhão. E procuro falar a liguagem dele. Acho que esse é o sucesso. Colocar o ouvinte em primeiro lugar, como cidadão.

Gilvan é autor de dezenas de músicas lindíssimas, dignas de constar no rol das melhores composições brasileiras. Então, se a Bahia nos deu Dorival Caymmi, Pernambuco nos brinda com Gilvan Chaves. Ele faleceu no dia 12 de agosto de 1986, na cidade de São Paulo. Conforme sua vontade, seu corpo foi cremado, e as cinzas jogadas no mar de Olinda.
O LP Caiçara, conforme a fotografia da capa indica, está repleto das canções praieiras que falam, com simplicidade poética, de amor e saudades, curtidos à beira-mar, sob a sombra dos coqueiros. Todas elas são belíssimas, mas destacamos Mocambo de Paia e Lenda do Pescador.”

Gilvan Chaves – Caiçara
Columbia

01- Lenda do pescador (Gilvan Chaves)
02- Sem ninguém (Gilvan Chaves)
03- Mocambo de paia (Gilvan Chaves)
04- Eu não tenho a quem beijar (Gilvan Chaves)
05- Pescadô preguiçoso (Gilvan Chaves)
06- O peixe e a muié (Gilvan Chaves)
07- Jangada não anda só (Gilvan Chaves)
08- Onda vem, onda vai (Gilvan Chaves)

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Coletânea – Sucessos de Sanfoneiros do Povo – 14 grandes Sucessos

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Criação e seleção de repertório de Oséas Lopes.

Tiveram suas músicas reunidas nessa coletânea: Noca do Acordeon, Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Abdias, Zé Calixto, Geraldo Correia, Pedro Sertanejo e Severino Januário.

Coletânea – Sucessos de Sanfoneiros do Povo – 14 grandes Sucessos
Columbia

01 – Baião da saudade (Leonel da Cruz – Adauto Pereira Matos) (Noca do Acordeon)
02 – Pagode russo (Luiz Gonzaga) (Dominguinhos)
03 – O Líbano (Oswaldinho – Nivaldo Gomes) (Oswaldinho do Acordeon)
04 – Apanhei-te Cavaquinho (Ernesto Nazareth) (Abdias)
05 – Escadaria (Pedro Raymundo) (Zé Calixto)
06 – Forró em Cajazeira (Geraldo Correia – Cel. Narcizinho) (Geraldo Correia)
07 – Na onda do forró (Pedro Sertanejo) (Pedro Sertanejo)
08 – Pertinho do céu (Noca do Acordeon) (Noca do Acordeon)
09 – Vira e mexe (Luiz Gonzaga) (Luiz Gonzaga)
10 – Falou e disse (Zé Calixto – Nourival Bahia) (Zé Calixto)
11 – Forró do pé rapado (Abdias) (Abdias)
12 – Forró nas Alagoas (Pedro Sertanejo) (Pedro Sertanejo)
13 – Forró em campo de boi (Geraldo Correia) (Geraldo Correia)
14 – Asa Branca da serra (Severino Januário) (Severino Januário)

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Elino Julião – O melhor de

Colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

Mais uma boa coletânea do Elino Julião.

Todas as músicas foram lançadas originalmente pela CBS.

Elino Julião – O melhor de
1984 – Columbia

01. Olá bicho (Jacinto Limeira / Magda)
02. Meu cofrinho de amor (Elias Soares / João Martins)
03. Meu bauzinho de felicidade (Elias Soares / Hamilton Oliveira)
04. Siri…siridó (Elino Julião)
05. Vou te conseguir (Elino Julião)
06. O homem invisível (Cecéu)
07. Forró e mulher (Luiz Rodrigues / Ciço do Pará)
08. Foi morar com o guarda (Messias Holanda / Luiz Correia)
09. Pra ninguém desconfiar (Tony Batista / Luiz Roberto)
10. Amor enchucalhado (José Cândido)
11. Coração louco (Ivan Peter / Nilda Ribeiro)
12. O mela mela (Elino Julião)

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Jackson do Pandeiro – Jackson do Pandeiro

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Colaboração do DJ Dinei, de São Paulo – SP, mais um importante registro da voz do rei do ritmo, Jackson do Pandeiro.

Seu primeiro álbum em Long Play, num disco com 12 faixas, algumas foram lançadas em 78rpm, porém, ao contrário das coletâneas, foram lançadas concomitantemente ou posteriormente ao álbum. Lançado em 1959 é o disco que imortalizou sua voz em um de seus maiores sucessos, senão o maior, “Chiclete com banana” de Gordurinha e José Gomes.

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José Gomes, para quem não sabe, é o próprio Jackson. Curiosamente a música é registrada na maior parte das suas re-gravações, como sendo de autoria de Gordurinha e Almira Castilho. O motivo dessa discrepância é que na época, as composições só podiam ser assinadas por dois autores, e teóricamente a música é de autoria dos três.

Destaque para o “Forró na gafieira” de Rosil Cavalcanti e para “Cantiga do sapo” de Jackson do Pandeiro e Buco do Pandeiro.

Jackson do Pandeiro – Jackson do Pandeiro
1959 – Columbia

#01. Forró na gafieira (Rosil Cavalcanti)
#02. Acorrentado (Jackson do Pandeiro – José Bezerra)
#03. Casaca de couro (Ruy de Moraes e Silva)
#04. Leva teu gereré (Jackson do Pandeiro – José Bezerra)
#05. Vou buscar Maria (Jackson do Pandeiro – Severino Ramos)
#06. Baião do bambolê (Antonio Barros Silva – Almira Castilho)
#07. Cantiga do sapo (Jackson do Pandeiro – Buco do Pandeiro)
#08. Lamento cego (Jackson do Pandeiro – NIvaldo da silva Lima)
#09. Forró do surubim (José Batista – Antonio Barros Silva)
#10. Chiclete com banana (Gordurinha – José Gomes)
#11. Penerou gavião (Jackson do Pandeiro – Odilon Vargas)
#12. Quadro negro (Rosil Cavalcanti – Jackson do Pandeiro)

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Abdias – Festa com oito baixos

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Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Mais um raríssimo LP que o Lourenço desenterrou.

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Ao que tudo indica, esse é o segundo LP do Abdias e o último lançado pela Columbia. A partir dai, Abdias passaria a gravar pela CBS.

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Quatro dessas músicas foram lançadas também em 78 RPM, são elas “Carraspana” de Reginaldo Alves, “Catingueira” de João Silva e Oliveira Batista, “Ramalho no frevo” de Arnobio Araújo e “Chique chique” de Reginaldo Alves. Pra quem não sabe, Reginaldo Alves é o Camarão.

Abdias – Festa com oito baixos
1962 – Columbia

#01. Forró de Chico Gato (Abdias Filho)
#02. Carraspana (Reginaldo Alves)
#03. Riacho escuro (Abdias Filho)
#04. Camondongo (Waldir Azevedo)
#05. Catingueira (João Silva – Oliveira Batista)
#06. Um chorinho diferente (El Gaúcho)
#07. Ramalho no frevo (Arnobio Araújo)
#08. Ensaio de São João (Abdias Filho)
#09. Macambira (Orlando Villa)
#10. Garimpeiro (Abdias Filho)
#11. Chique chique (Reginaldo Alves)
#12. Arraiá da Serra Grande (Abdias Filho)

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A bandinha do Coroné Fuleiro – São João Alegre

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Mais uma colaboração do Jirrê, de Salvador – BA. Dessa vez para comemorar o dia de São Pedro, outro disco de quadrilhas e marchinhas juninas. Ele disse: “Gravado em 1985, o destaque vai para os compositores. No mais, são músicas conhecidas de todos.

A arte da capa não é muito convidativa, mas o som que está ali escondido no vinil, é de muito boa qualidade. A gravação foi muito bem feita, com duas sanfonas bem separadinhas pelo stereo e uma caixa pra cetralizar e dar a cadência.

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Quem quiser fazer uma festinha em casa, a animação da quadrilha já está garantida, pra ninguém ficar parado. Vários clássicos, um na sequência do outro, quisera eu que todo mundo pudesse ter um som como esse como referência.

A bandinha do Coroné Fuleiro – São João Alegre
1985 – Columbia

Lado A
01. Arraiá do la vai um (quadrilha marcada, de Agostin do Fole)
02.

  • São João alegre (Agostin do Fole e P. Tuba)
  • Festa no arraiá (Agostin do Fole e P. Tuba)
  • O sanfoneiro só tocava isso (Haroldo Lobo e Geraldo Medeiros)

Lado B
03.

  • Chegou a hora da fogueira (Lamartine Babo)
  • Antonio, Pedro e João (Benedito Lacerda – Oswaldo Santiago)
  • Capelinha de melão (João de Barro – Alberto Ribeiro)

04.

  • Pula a fogueira (Getulio Marinho e João Bastos Monteiro Filho)
  • Isto é lá com Santo Antonio (Lamartine Babo)
  • Cai, cai balão (Assis Valente)

05.

  • Noites de junho (João de Barro – Alberto Ribeiro)
  • Arraial de Santo Antonio (Frederico de Freitas – Julio Dantas)
  • Olha pro céu (Luiz Gonzaga – José Fernandes)

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Alventino Cavalcanti – Não bata no meu louro

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Essa é uma colaboração do Goes, um dos frequentadores do Blog. A capa é do DJ Vinícius de BH, a contra capa e os selos são do José de Sousa.

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O cantor Alventino Cavalcanti de Souza, ou apenas Alventino Cavalcanti, pernambucano nascido em 1920, começou a atuar artísticamente como compositor na década de 1950. Em 1954, no LP “Sua Majestade, O Rei do ritmo”, de Jackson do Pandeiro, teve gravado “O canto da ema”, de sua autoria em parceria com João do Vale e Ayres Vianna, seu maior sucesso.

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Suas composições foram gravadas por diversos artistas, como Venâncio e Corumba, Aldair Soares, Almira Castilho, Zito Borborema, Emilinha Borba, Oswaldinho do Acordeon, Genival Lacerda, Carmélia Alves e Trio Nordestino, entre outros.

Um disco repleto de baiões, alguns xotes e dois frevos. Destaque para três baiões, “Maria do Amparo” de Hianto de Almeida, para a faixa título “Não bata no meu louro” de Agenor Madureira e Monito Silva e para “Bode Cheiroso” de Elias Soares e M. Fernandes.

Alventino Cavalcanti – Não bata no meu louro
1961 – Columbia

# 01. Cabra inchirido (Buco do Pandeiro/Wilson Pinho)
# 02. Quem sou (Murilo Vieira/Odilon Vargas)
# 03. Ela qué penerá (Alventino Cavalcanti/Jacobina)
# 04. Maria do Amparo (Hianto de Almeida)
# 05. Não bata no meu louro (Agenor Madureira/Monito Silva)
# 06. Paisagens de Pernambuco (Paulo Patricio)
# 07. Bode cheiroso (Elias Soares/M. Fernandes)
# 08. Amalá de Orixá (Alventino Cavalcanti/José Rosas)
# 09. A calça virou calção (Uzias Silva/Oldemar Magalhães)
# 10. Veneza brasileira (Carlos Diniz/Alventino Cavalcanti)
# 11. Cacaréco (Alventino Cavalcanti/Hilton Simões)
# 12. Tome cuidado Zé (Paulo Patrício)

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Zezé Gonzaga – 78RPM

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O 78 rpm desse domingo traz consigo o espírito natalino na voz de Maria José Gonzaga, conhecida artísticamente como Zezé Gonzaga.

Zezé, cantora e compositora, recebeu influências de seus pais também músicos, sua mãe Oraide era flautista e seu pai Rodolpho, era “luthier”, tendo inclusive construído um instrumento para Luperce Miranda. Começou a estudar canto, piano e leitura musical desde criança. Em Porto Novo fez sua primeira apresentação com 12 anos de idade, cantando a valsa “Neusa”, de Antônio Caldas (pai do cantor Sílvio Caldas), grande sucesso de Orlando Silva.

Foi integrante do grupo vocal As Três Marias. Paulo Gracindo costumava chamá-la de “minha namorada musical”, em seu programa na Rádio Nacional na década de 40. Iniciou sua carreira solo como caloura no programa de Ary Barroso em 1942 e daí em diante conquistou diversos prêmios musicais interpretando baiões, toadas, valsas, marchas, samba etc.

O disco de hoje é uma gravação da Columbia em 1956, mesmo ano em que ela veio gravar seu primeiro LP, “Zezé Gonzaga”, que foi premiado como o melhor disco do ano. (Texto e disco enviados por DJ RICK)

Zezé Gonzaga – 78 RPM
Columbia – 1956

Lado A – Natal das Crianças (Castro Perret)
Lado B – A Caminho de Belém (Black-Out)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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