Zé Calixto – Baile em sua casa

Mais uma colaboração do camarada Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Esse é o LP de 1976, depois de passar pelos selos Sinter, Phillips, Fontana e Tropicana, ele lança pela Tapecar mais esse belíssimo trabalho.

Um álbum instrumental, do começo ao fim. Mais um item indispensável na discoteca de qualquer forrozeiro que se preze.

Direção de produção de Oséas Lopes, assistência de produção de Bastinho Calixto

Zé Calixto – Baile em sua casa
1976 – Tapecar

01. Forró Em Cubati (Zé Calixto)
02. Alegra Meu Povo (Luizinho)
03. Se Tiver Mulher (Bastinho Calixto – Zé Calixto)
04. Vamos Dançar Gente (Luizinho)
05. Numa Festa Junina (Zé Calixto)
06. O Bilhete (Bastinho Calixto – Oséas Lopes)
07. Raiou o Dia (Bastinho Calixto)
08. Currais Novos (Manoel Serafim – Zé Calixto)
09. Testa Com Testa (Manoel Serafim – Antonio Rodrigues)
10. O Baile Em Sua Casa (Luizinho – Bastinho Calixto)
11. Só Choro Assim (Zé Araújo)
12. Pedra Lavrada (Bastinho Calixto)

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Trio Nordestino – No meio das meninas

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O áudio é mais uma colaboração do Francisco Edvaldo Silveira, de Morrinhos – CE, as capas são do Tick.

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O áudio está excelente! Essa discografia é realmente inestimável, ainda mais dessa fase da CBS.

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Direção artística de Abdias, destaque para “Procurando tú” que se tornaria o hino do trio, para a faixa título “No meio das meninas” e para outras duas que não ficaram tão conhecidas e são dois belíssimos baiões “Mais baião” e “Eu sou assim”.

Trio Nordestino – No meio das meninas
1970 – CBS

* 01. São João Batizador (João Silva – J. B. de Aquino)
* 02. Procurando tu (Antonio Barros – J. Luna)
* 03. Intupidinho de amor (João Silva – J. B. de Aquino)
* 04. Duas são demais (Elias Soares – Antonio Bezerra)
* 05. Eu sou assim (Carlos Diniz)
* 06. Mais uma carta (Zito de Souza)
* 07. Coração em festa (Antonio Barros)
* 08. No meio das meninas (Lindolfo Barbosa)
* 09. Mais baião (João Silva – J. B. de Aquino)
* 10. Agradecimento (Severino Ramos – Jacy Santos)
* 11. Ingratidão (Antonio Barros)
* 12. Voltarei se puder (D. Matias – Evaldo Lima)

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Sandro Becker vol.1

Mais uma colaboração do Jalon Cabral Neto, ele disse:

“Este disco, apesar de não ser o primeiro do Sandro, é considerado o volume 01
Por que? Porque o 1º mesmo foi gravado pela somlivre e não era de forró, nem de malícia.”

Arranjos de Chiquinho e Sivuca, destaque para a faixa inicial “Vá à América” de Édson Mello e para “Nabo Seco (Mulher do Cego)” música tradicional do pastoril profano de Pernambuco, adaptado por Nivaldo Barjud.

Sandro Becker – vol.1
1981 – Copacabana

01. Vá à américa (Édson Mello)
02. Caubói do Ceará (Catulo de Paula)
03. Fofinho e charmoso (Sandro Becker – Ademar Pinheiro)
04. Amor de criança (Melô do Pipi) (Sandro Becker – Sônia Banjar)
05. Tá faltando ôme (Zebé – Mingo – Dercy Gonçalves)
06. Nabo seco (Mulher do cego) (Tradicional – Adpt. Nivaldo Barjud)
07. Mesa de um só (Sandro Becker – Oscar Barbosa – Tábata)
08. O bicheiro (Carlos Santorelli – Alcymar Monteiro)
09. Faças o Bem e Não Olhes a Quem (Sandro Becker)
10. Vai prá casa Padilha (Arthur Moreira – Tião da Vila P)
11. Pescaria na lagoa (Sandro Becker – Geraldinho)
12. O periquito (Tradicional – Adpt. Nivaldo Barjud)

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Azulão – Azulão

Esse disco é fruto da última aquisição que eu e o Tick fizemos via internet, não é um disco raro, mas aos poucos, raros ou não, vamos tentar disponibilizar toda a discografia sobre forró que ficou registrada nos vinis, sendo assim, aqui está mais um disco do Azulão.

Destaque para “Dona Tereza” de Elias Soares, “Barra dos coqueiros” de Genésio Guedes, F. Azulão e Djalma da Hi-fi, “A blusa dela” de F. Azulão e Ivan Bulhôes e para “Amor tenho pra lhe dar” de F. Azulão, João da Comdil e Sebastião Porfirio.

Azulão – Azulão
1976 – Esquema

#01. Dona Tereza (Elias Soares)
#02. Barra dos coqueiros (Genésio Guedes – F. Azulão – Djalma da Hi-fi)
#03. O tipo da menina (José Silva – Rosa Maria)
#04. Caruaru do passado (José Pereira)
#05. Não sou culpado (Brito Lucena)
#06. Adeus meu amor (Juarez Santiago – Teonas Santiago)
#07. A blusa dela (F. Azulão – Ivan Bulhôes)
#08. Mania de te querer (Brito Lucena)
#09. Apanhadeira de café (Brito Lucena – F. Azulão)
#10. Amor tenho pra lhe dar (F. Azulão – João da Comdil – Sebastião Porfirio)
#11. Iracema (J. Santiago – Alondo da Modinha)
#12. Cochicha meu bem (Thiago Duarte)

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Savinho do acordeon – Forró da pesada

Mais uma colaboração do Maicon Fuzuê, do Trio Araçá. Esse é um LP gravado no começo da década de 1980, no Conservatório pernambucano de música, é o primeiro LP gravado pelo Savinho do acordeon, à frente da banda “Forró da Pesada”, com a qual se tornaria bastante popular em Pernambuco.

Cunhado de Dominguinhos, irmão da cantora Guadalupe, ficou conhecido por ser eclético e tocar vários estilos na sua sanfona, do forró tradicional aos ritmos gaúchos. Savinho do acordeon nasceu em Fazenda Nova – PE e aos oito anos já estava nos palcos improvisados das fazendas, ao lado de sua mãe, famosa cantora regional.

Produção, arranjos e sanfonas de Dominguinhos, violão de Neném, contra baixo de Magrito, 7 cordas de Dilson, cavaquinho de Eduardo, zabumba de Paulinho, triângulo de Lulito e agogô de Toinho Mariola.

Savinho do acordeon – Forró da pesada
1983 – Memória

01 Homenagem ao sítio Jucá (Savinho)
02 Presente de São João (Savinho)
03 Compromisso com a solidão (Savinho)
04 Menina ingrata (Savinho)
05 Dia claro (Dominguinhos – Clodô)
06 Volta (Savinho)
07 Não tem perdão (Savinho)
08 Meus velhos (Camarão)
09 Novo amor (Savinho)
10 Corpos suados (Guadalupe – Epaminondas Netto)

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CD – Forróçacana – Forróçacana

‘Depois de atingir projeção internacional com seu CD – Vamo que Vamo – que recebeu indicação para o Grammy Latino 2001 – o Forroçacana continua apresentando um trabalho autoral e inédito, assinando a direção, arranjos e produção musical de seu segundo CD.

Neste CD, o Forroçacana traz composições de todos os músicos da banda, além de ‘Forró do Malagueta’, composta especialmente para o grupo por Zeca Baleiro, e ‘Hágua’, de Seu Jorge, Gabriel Moura e Jovi. Apesar de manter-se no estilo que o consagrou – o forró e suas variações (xote, xaxado, galope e baião) – o Forróçacana arrisca a mistura de outros ritmos, como samba (em Praiana) – que lembra muito o estilo de Jackson do Pandeiro e reggae (Hágua).

Marcos Moleta, não contente com sua performance na rabeca, no bandolim e na guitarra, inventa de tocar a tal “guitarra-cítara” em ‘O Acaso’, o que aponta a inegável semelhança entre as músicas árabe e nordestina. Duani continua excentricamente virtuoso com a sua “zabumbatera” (zabumba + meia bateria), os baixos, o derbak, o pandeiro árabe, o violão, além de outros instrumentos percussivos e sua inconfundível voz.

As letras seguem o padrão do disco anterior: tratando de assuntos do dia-a-dia, são composições simples, como segue o próprio estilo musical do forrobodó, a música que surgiu nos bailes do povo. E é exatamente essa simplicidade poética, mesclada com a sofisticação musical que faz do Forróçacana uma banda extremamente popular, sem cair no empobrecimento cultural.’ (Trechos do texto de Elaine Teixeira, fonte)

Forróçacana – Forróçacana
2002 – Epic

01 Matilde (Duani – Cachaça – Chris Mourão)
02 Bola de meia (Duani)
03 Sorriso amigo (Cachaça – Mará)
04 Toda minha (Cachaça)
05 Esverdear (Chris Mourão)
06 A vida é como um forró (Cachaça – Aninha)
07 O acaso (Marcos Moletta)
08 Sua pele branca (Marcos Moletta)
09 Rodopiando (Duani)
10 Pitomba (Duani)
11 Praiana (Cachaça)
12 Hágua (Seu Jorge – Gabriel Moura – Jovi Joviniano)
13 Inspiração (Mará)
14 Forró no Malagueta (Zeca Baleiro)

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CD – Rastapé – 2009

Recebi esse CD do Rastapé, é o último trabalho deles, ainda sem uma capa oficial, sendo assim, essas imagens são do envelopinho provisório com o qual o CD está sendo distribuido, por enquanto apenas nos shows da banda.

Maiores Informações: www.rastape.com.br

“O som da sanfona e da zabumba tomou mesmo conta do cenário musical brasileiro. E o Rastapé, um dos expoentes do forró universitário, tem toda responsabilidade sobre a transformação em que passa o gênero, oriundo do Nordeste. Formado em São Paulo em 1999 por Seu Jorge (acordeon), seus filhos Tico (guitarra, violão) e Jorge Filho (percussão e voz), todos três naturais da Paraíba, e dois paulistas, Jair (triângulo e percussão) e Marquinhos (zabumba ), o grupo arrasta multidões por onde passa e vem se firmando cada vez mais nesse mercado concorrido e em crise devido à queda das vendas de Cds.” (Trecho inicial de uma entrevista com a banda, Fonte)

Rastapé – 2009
2009

01 Não sou daqui (Jorge Filho – Tico – João Mar)
02 Tarde quente (Jorge Filho – Tico)
03 Seu sorriso (Jorge Filho – Tico)
04 Nos camos do abandono (Jorge Filho)
05 Tem que ser assim (Jorge Filho – Tico)
06 Mais uma noite (Jorge Filho – Tico)
07 Olha o coco (Jorge Filho – Tico)
08 In my life (Jorge Filho)
09 A vida passa (Jorge Filho)
10 No balanço da morena (Jorginho do acordeon)
11 Da cor do verão (Jorge Filho)

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Zé do X – Um paraibano em oito baixos

Mais uma colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Dessa vez ele garimpou e nos mandou um LP de um sanfoneiro de oito baixos que ainda não tínhamos publicado nada.

“Aqui está um artista na verdadeira ascepção da palavra: Zé do X. Iniciando sua carreira na Paraíba do norte, sua terra natal, o nosso Zé do X logo despontava nos primeiros forrós tocando sua sanfoninha de oito baixos.

Como detalhe curioso, Zé do X nos conta que para adiquirir seu primeiro instrumento, teve que trocar uma cabra com dois cabritos com uma sanfoninha de oito baixos completamente furada. Teve ele, então, que fazer vários remendos no instrumento para conseguir executar os primeiros números musicais.” (Trecho do texto do Coronel Narcizinho, extraído da contra capa)

Zé do X – Um paraibano em oito baixos
SOM

01. Descendo o Rio Capibaribe (Zé do X – Coronel Narcizinho)
02. Na Fazenda Farinha (Wilson Vieira – Zé do X)
03. Um Chorinho no Cariri (José Benvenute – Manoel de Oliveira)
04. Arrasta-pé no tanguinho (Coronel Narcizinho – Zé do X)
05. Forró Em Guarabira (Wilson Vieira – Zé do X)
06. Folha Seca (José Benvenute – Manoel de Oliveira)
07. Tico tico na ladeira (Zé do X – Coronel Narcizinho)
08. Saudade de Pocinho (Zé do X – Wilson Vieira)
09. Chorou o Bacurau (Wilson Vieira – Zé do X)
10. Este Eu Fiz Para Conceição (Coronel Narcizinho – Zé do X)
11. Balanceio Em Rio Tinto (Zé do X – Wilson Vieira)
12. Chegando à Feira de Santana (Zé do X – Coronel Narcizinho)

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Zinho – De documento na mão

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Há umas duas ou três semanas, encontrei com o Maicon Fuzuê, sanfoneiro do Trio Araçá, que está residindo atualmente aqui em São Paulo – SP. Ele estava indo para Maceió – AL pra fazer uns shows e ficou de me trazer uns LPs de lá. Ele trouxe cerca de 20 LPs que eu ainda não tinha, muitos que eu ainda não conhecia.

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Não tenho como expressar minha gratidão ao Maicon e aos outros colaboradores que fielmente tem nos ajudado a manter a constância aqui nas publicações. Sendo assim, aos poucos, vou passá-los para o computador e publicarei essa nova e maravilhosa colaboração. A primeira publicação será essa, do Mestre Zinho, um dos prediletos do Maicon, em um dos seus primeiros discos solo.

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Produção do próprio Mestre Zinho, que na época era conhecido apenas como Zinho, ainda sem o pré-nome de mestre. Destaques para a faixa título “De documento na mão” de Antonio Barros e para “Cintura de viola” de Pinto do acordeon.

Zinho – De documento na mão
1990 – Polydisc

01 Mulher e babado (Cecéu)
02 Pano de cuscuz (Zinho)
03 Forró pra dois (Zinho)
04 Teu tempero (Antonio Barros)
05 Queijinho do amor (Antonio Barros – Cecéu)
06 Aqui tá muito bom (Zinho)
07 De documento na mão (Antonio Barros)
08 Cintura de viola (Pinto do acordeon)
09 Amor reprodução (Cecéu)
10 Cho-ro-ro (Zinho)
11 Desencanto (Pinto do acordeon)
12 Amor e desprezo (Rossini Pinto)

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Dominguinhos – Aqui tá ficando bom

“José Domingos de Morais, o Dominguinhos, filho de Francisco Domingos e Dona Maria de Farias, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1941, lá pras bandas das terras de Garanhuns, cidade serrana, no estado de Pernambuco… …Seu pai, conhecido também como mestre Chicão, foi um famoso tocador e afinador de fole de oito baixos, nascendo daí uma infância ligada a um mundo musical, com certeza, um mundo de simplicidade, reflexo da região rústica e da ingenuidade das pessoas que compunham aquela realidade social.”

“Um artista que hoje encanta as mais variadas platéias, indo dos exigentes e aficcionados dos festivais de jazz aos dançadores de forrós pé-de-serra, foi uma criança nordestina que trabalhou o solo agreste, ‘puxando cobra pros pés’, num dizer bem nosso, e cedo, junto com os irmãos, tocou nas portas dos hoteis, nas praças ou em festinhas populares, ao som da sanfona, do pandeiro e do melê” (Trechos do texto de José Lira, extraídos da contra capa)

Acima temos duas peças fundamentais quando pensamos nas gravações de forró feitas em São Paulo – SP, o guitarrista Heraldo do Monte e o sanfoneiro Chiquinho do acordeon, reparem que lá está Dominguinhos ao fundo, junto com o Chiquinho.

Produção do próprio Dominguinhos, participação especial de Guadalupe na faixa “Vários caminhos”, destaque para o xote “Retrato redondinho” de João Silva e Gebardo Moreira e para o instrumental “Chorinho pra ele” de Hermeto Pacoal.

Dominguinhos – Aqui tá ficando bom
1990 – Continental

* 01. Todo ano (Nando Cordel – Dominguinhos)
* 02. Ilusão (Alcymar Monteiro – Francisco Carin)
* 03. Gonzaga coração (Otanildo Medeiros – Juarez – Zé Sanfoneiro)
* 04. Chorinho pra ele (Hermeto Pascoal)
* 05. Ingratidão (Zé do Baião)
* 06. Não faz assim (Nando Cordel – Dominguinhos)
* 07. Prá lá de bom (João Silva – Luiz Guimarães)
* 08. Retrato redondinho (João Silva – Gebardo Moreira)
* 09. Vários caminhos (Dominguinhos – Liv)
* 10. Fuga pro nordeste (Dominguinhos)
* 11. Um aperto de mão (Dominguinhos – Oliveira)
* 12. A verdade doi (João Gonçalves)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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