Quinteto Violado – A Feira

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“O Quinteto Violado é um grupo surgido no início da década de 1970, no estado de Pernambuco. A proposta do grupo era pesquisar ritmos e gêneros populares brasileiros, e fazer um som que misturasse as influências musicais de seus integrantes com a riqueza musical brasileira, com ênfase nos ritmos nordestinos. Esse disco, de 1974, é associado a uma montagem cênica, cujo tema são as feiras do interior do nordeste.

O disco tem clássicos da música nordestina, como Assum Preto, e composições próprias, como a deliciosa Dona Aninha. E tem também arranjos lindíssimos para ‘Procissão’, de Gilberto Gil, ‘Disparada’, de Geraldo Vandré, e ‘Ave Maria’, de Caetano. Maravilhoso esse disco!”

Quinteto Violado – A Feira
1974 – Philips

01- Assum preto (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
02- Pau de Arara (Luiz Gonzaga – Guio de Moraes)
03- Procissão (Gilberto Gil)
04- O gemedor (Gilvan Chaves)
05- Ave Maria (Caetano Veloso)
06- Dona Aninha (Toinho Alves – Roberto Santana)
07- Disparada (Geraldo Vandré – Théo)
08- Terra terra (Toinho Alves – Marcelo Melo)
09- A lua girou (Fernando Lona – Julio Ricardo)
10- Ave Maria dos retirantes (Alcivando Luz – Carlos Coqueijo)
11- O bom vaqueiro (Poema de Zé da Luz – adapt. De Roberto Santana – Marcelo Melo)

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Sanfoneiro Guidô – Arrastapé Quente

Mais um disco do Sanfoneiro Guidô.

Este sanfoneiro apareceu em várias coletâneas…

… mas são poucos os discos de carreira que eu conheço.

Sanfoneiro Guidô – Arrastapé Quente
1980 – Nossa Terra

01 Dance esta (Roberto Stanganelli)
02 O lavrador (Roberto Stanganelli)
03 Gastando sapato (Santana)
04 Roseiral do norte (Roberto Stanganelli)
05 Rapaz boêmio (Roberto Stanganelli)
06 Lacinho azul (Santana)
07 Roceiro feliz (Roberto Stanganelli)
08 Fon fon (Luís de Andrade)
09 Confidente (Roberto Stanganelli)
10 Recordando Pixinguinha (Santana)
11 Chorosa (Roberto Stanganelli)
12 Chora triste coração (Roberto Stanganelli)

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Luiz Gonzaga – São João Na Roça

Colaboração do Arlindo, as capas são do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB.

Participação especial de Marinês na faixa “Mané e Zabé” de Luiz Gonzaga e Zé Dantas.

Reedição do LP homônimo de 10 polegadas de 1958, acrescido de quatro outras músicas: “Fogueira de São João” de Luiz Gonzaga e Carmelina Albuquerque; “Festa No Céu” de Edgar Nunes e Zeca do Pandeiro); “São João no Arraiá” de Zé Dantas; e “O Passo da Rancheira” de Luiz Gonzaga e Zé Dantas; todas elas retiradas de discos de 78rpm publicados anteriormente.

Destaque para a “Dança da Moda” de Luiz Gonzaga e Zé Dantas.

Luiz Gonzaga – São João Na Roça
1962 – RCA Victor

01. São João na Roça (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
02. Fogueira de São João (Luiz Gonzaga / Carmelina Albuquerque)
03. Festa No Céu (Edgar Nunes / Zeca do Pandeiro)
04. Olha Pro Céu (Luiz Gonzaga / José Fernandes)
05. Noites Brasileiras (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
06. São João Antigo (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
07. São João no Arraiá (Zé Dantas)
08. O Passo da Rancheira (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
09. Dança da Moda (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
10. Lenda de São João (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
11. Mané e Zabé (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
12. São João do Carneirinho (Guio de Morais / Luiz Gonzaga)

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Adolfinho – Reboliço

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Colaboração do Zé Lima, de Niteroi – RJ e do José de Sousa, de Guarabira – PB; As capas foram enviadas pelo Rômulo Nóbrega, de Campina Grande – PB.

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Um disco todo instrumental

Adolfinho – Reboliço
1967 – Chantecler

01. Macaíba (Oliveira Batista)
02. Mimosinho (Carlos Diniz – Adolfinho)
03. Fagundes no Forró (Adolfinho – Fagundes da Silva)
04. Cafundó (Luiz Guimarães – Adolfinho)
05. Forró na Cabaninha (Luiz Guimarães)
06. Passeio na Roça (Adolfinho – Fagundes da Silva)
07. Forró Em Triunfo (Zé Dande – Elias Soares)
08. Reboliço (Jackson do Pandeiro)
09. Dois Amigos (Zé Dande – Adolfinho)
10. Pitiguari (Gerêncio Cardoso)
11. Forró no Zabelê (Rosil Cavalcanti)
12. Forró no Ciridó (Adolfinho)

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Sivuca – Rendez Vous a Rio

O áudio é uma colaboração do Arlindo, as capas foram cedidas pelo Eugênio Cavalcanti, de João Pessoa – PB

Sivuca: Acordeon, Piano; Claude Civelli: Flauta; Bill Tamper: Trombone; Ney de Castro: Bateria; Dimas Sedicas e Silvio Silveira: Percussão; Nestor Campos: Violão; Marcel Hrasko: Clarinete; Alphonse Masselier: Contrabaixo; Arranjos: Sivuca

Destaque para “Tico-tico no Fubá” de Zequinha de Abreu; e para “Apanhei-te Cavaquinho” de Ernesto Nazareth.

Sivuca – Rendez Vous a Rio
1965 – Barclay

01. Samba de Uma Nota Só (Tom Jobim / Newton Mendonça)
02. Fala Amor (Djalma Ferreira / Luiz Antônio)
03. Não Me Diga Adeus (Paquito / Luis Soberano / João Correia da Silva)
04. Deixe o Breque Pra Mim (Altamiro Carrilho)
05. Maria Ninguém (Carlos Lyra)
06. Recado (Djalma Ferreira / Luis Antônio)
07. Sempre (K-Ximbinho)
08. Tico-tico no Fubá (Zequinha de Abreu)
09. Desafinado (Tom Jobim / Newton Mendonça)
10. Rapaz de Bem (Johnny Alf)
11. Fita Amarela (Noel Rosa)
12. Apanhei-te Cavaquinho (Ernesto Nazareth)
13. Hô-bá-lá-lá (João Gilberto)
14. Rosinha (Sivuca)
15. Flor do Abacate (Álvaro Sandim “Santini”)

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CD – João Lacerda – Herança do meu pai – Ao vivo – Áudio do DVD

Colaboração do Parafuso

Acima as imagens das capas do DVD, que inclui duas músicas que não estão aqui nesse áudio…

… são elas “Me dá um tempo”, de Assis Guerra; e “Amor Maluquinho”, de Gilvan Neves.

João Lacerda – Herança do meu pai – Ao vivo – Áudio do DVD

01 Abertura
02 Amor querer e paixão (João Caetano – Ricardo Reis)
03 Anjo querubim (Petrúcio Amorim)
04 Confidência (Petrúcio Amorim – Jorge de Altinho)
05 Devagar (Petrúcio Amorim)
06 A filha da vizinha (Adilson Medeiros)
07 Tá bom, tá divino (Geraldinho Lins – Genival Lacerda)
08 Eu só quero um xodó (Dominguinhos – Anastácia)
09 Petrolina Juazeiro (Jorge de Altinho)
10 Pedras que cantam (Dominguinhos – Fausto Nilo)
11 Chuva miúda (Assisão)
12 Gemedeira (Robertinho do Recife – Capinam)
13 O canto da ema (Alventino Cavalcanti – Ayres Viana – João do Vale)
14 Eu gosto de você (Novinho da Paraíba – Accioly Neto)
15 Nódoa de caju (Adilson Medeiros)
16 Virou minha cabeça (Louro Santos)
17 La vai o Zé (Adilson Medeiros)
18 Quem dera (Nando Cordel – Genival Lacerda)
19 Galeguim do zói azu (João Gonçalves – Genival Lacerda)
20 Se não fosse o forró (Adilson Medeiros)
21 Severina Xique Xique (João Gonçalves – Genival Lacerda)
22 Radinho do pilha (Nicéias Drumont – Graça Góes)
23 Naquela casa amarela (Pinto do Acordeon)
24 Somente frescurinha (Junior Vieira)
25 Quero estar com você (João Silva – Genival Lacerda)
26 Fogaréu (Walter Queiroz)
27 No lume da fogueira (Missinho)
28 Amor querer e paixão (João Caetano – Ricardo Reis)

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CD – Josildo Sá – Forró e samba de latada – Ao vivo em Sertânia – PE

Colaboração do Josildo Sá

O disco é composto pela gravação de um show realizado em Sertânia – PE.

O áudio foi dividido em cinco faixas de ‘pot pourris’.

Josildo Sá – Forró e samba de latada – Ao vivo em Sertânia – PE

01
02
03
04
05

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Banda de Pífanos de Caruaru – Raízes dos pífanos

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

O fundador da Banda de Pífanos de Caruaru é Manoel Clarindo Biano. Ele nasceu em Alagoas, em 1890, e casou-se com Maria Pastora em 1910. O casal gerou vários filhos, mas sobreviveram somente Benedito, Sebastião, Antônio, Maria José e Josefa. Sebastião nasceu em 1919, e Benedito em 1912, em Olho D’água do Chicão, em Alagoas. Manoel trabalhava na roça, e levava com ele os dois garotos. Eles eram bem pequenos, e como não conseguiam ainda trabalhar na lida, ocupavam o tempo com outras coisas, como pegar o talo da folha da abóbora, fazer nele uns furinhos e soprar. Claro que os dois meninos não queriam tocar flauta por inspiração divina. Eles imitavam o pai e o tio, que tocavam em bandinhas cabaçais da região. O pai deles, Manoel, tocava zabumba. Ele ficou empolgado vendo o interesse dos filhos em tocar o pífano, e encomendou duas flautinhas para os meninos. Ele sabia executar umas poucas músicas no pífano, e foi com esse pequeno conhecimento que se transformou no primeiro professor de seus filhos.

Os garotos eram obstinados, e foram pegando habilidade com as flautinhas. Tanto que o pai começou a tocar com eles em eventos da comunidade, principalmente festas religiosas. A família Biano possuía, como muitas famílias do sertão nordestino, um hábito de vida praticamente nômade. Eles se fixavam em um lugar por alguns poucos anos ou meses, e, quando a seca arrochava, saiam em retirada em busca de um lugar melhor. Então, em 1926, saíram de Mata Grande, a pé, para tentar chegar em Juazeiro, no Ceará. Pararam no meio do caminho, em Pernambuco, e moraram em uma fazenda entre os municípios de Custódia e Flores. Moraram lá por 3 anos, e a seca os fez mudar para Triunfo, também em Pernambuco; depois, foram para Bonito de Santa Fé, na Paraíba; voltaram para Pernambuco, precisamente para o município de Poço Comprido.

Nessas retiradas, Benedito sofreu um acidente com fogos de artifício, e feriu as mãos. Conseguiram levá-lo ao médico, a quilômetros de distância, que queria amputar-lhe a mão. Mas Manoel não deixou, e a mão de Benedito foi costurada. Ele perdeu a ponta dos dedos, ficou com seqüelas, mas conseguiu reaprender a tocar o pífano. Em 1933, eles foram para Buíque, em Pernambuco, e lá Benedito conheceu Maria Alice, com quem se casou em 1940. Em 1939, sem Benedito, a família mudou-se novamente, agora para Pesqueira, em Pernambuco; no mesmo ano, passaram por Belo Jardim também. No dia 15 de julho de 1939, viajaram de noite na boléia de um caminhão que os deixou, ao amanhecer do dia, na entrada da cidade de Caruaru. Encontraram uma casa abandonada e a ocuparam.

O dono da propriedade, depois, deixou que a família ficasse lá. Algum tempo depois, Benedito, que tinha se casado, apareceu por lá com sua esposa Maria Alice. Foi então, nesse mesmo ano de 1939, que a família formou a banda, com Manoel na Zabumba, Sebastião e Benedito nos pífanos e as duas filhas da família no triângulo e na voz. Foi assim, então, a pré-história da mais célebre banda de pífanos de todo o Brasil. Há vários outros discos da Banda de Pífanos de Caruaru aqui no Acervo Origens (Banda de Pífanos de Caruaru – 1973 – Vol.II; Banda de Pífanos de Caruaru – 1979 e Banda de Pífanos de Caruaru), com mais pedaços da história fantástica dessa família musical. O disco da postagem de hoje foi gravado logo depois que o grupo, já com outra formação (porque foram várias, ao longo de sua história), foi morar em São Paulo. Foi o primeiro disco com o selo Copacabana. È sabido que a Banda de Pífanos de Caruaru alterou várias de suas características originais buscando maior inserção mercadológica. Esse disco representa o início desse processo.

Ele tem somente metade das músicas instrumentais, porque as músicas vocais têm maior apelo comercial; além disso, estão presentes também músicas não-autorais. Foi também na gravação desse disco que, pela primeira vez, a banda inseriu outros instrumentos na gravação: contrabaixo, cavaquinho e sanfona (reparem que eles estão presentes nas músicas que não são de autoria dos integrantes do grupo). A capa mostra que a banda abandonou os trajes folclóricos, e usa roupas urbanas; os cortes de cabelo black-power também evidenciam que a Banda de Pífanos queria parecer moderninha. Em muitas músicas, os pífanos, alma e essência da banda, ficam um pouco em segundo plano. Quando ouvimos os discos anteriores, percebemos que a mixagem desse disco alterou um pouco a sonoridade da banda, com efeitos como amplificação dos graves da percussão e reverb nos pífanos que, em 1982, pode ter perecido legal, mas, hoje, acho que a maioria de nós prefere o sonzinho puro e simples da banda cabaçal como ela é. Mas o disco vale pelas músicas autorais, como Casa dos festejos e Rela o Bucho, ambas de Sebastião e Benedito Biano.

Banda de Pífanos de Caruaru – Raízes dos pífanos
1982 – Copacabana

01-Cana caiana (Alceu Valença)
02-Terra seca (Tiago Duarte-Gilberto Biano-João Biano)
03-Olinda no frevo (Sebastião Biano-Benedito Biano)
04-Pife velho (Plácido de Souza-Manoel Alves)
05-Casa dos festejos (Sebastião Biano-Benedito Biano)
06-Rela bucho (Sebastião Biano-Benedito Biano)
07-Vide vida marvada (Rolando Boldrin)
08-Maria cangaceira (Maria Bonita) (Téo Azevedo)
09-Choro da morena (Sebastião Biano-Benedito Biano)
10-Pout-pourri de ciranda (João Biano)
11-As raízes dos pífanos (Sebastião Biano-Benedito Biano)
12-Rancheira (Sebastião Biano-Amaro Biano)

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CD – Adelmário Coelho – Abrindo O Baú De Luiz Gonzaga Acústico

Colaboração do Jonas Silva

“No ano em que se comemora o centenário de Luiz Gonzaga, Adelmario Coelho homenageia o ícone da música popular nordestina, lançando seu 18º CD, com 17 canções regravadas no formato acústico ao estilo do Rei do Baião.

Gonzaga alcançou fama em todo o país cantando a vida e as lutas do povo do sertão. Assim ele foi reconhecido como o maior sanfoneiro nordestino e hoje é considerado representante do autêntico forró.

Essa homenagem é para Gonzagão, “o sanfoneiro que cantou, decantou e amou o seu povo do sertão” como desejava ser lembrado.”(Fonte)

Adelmário Coelho – Abrindo O Baú De Luiz Gonzaga Acústico
2012

01. A Sorte é Cega (Luiz Guimarães)
02. Tu Qué Mingabelá? (Luiz Gonzaga)
03. Pout-Pourri:
Baião da Penha (David Nasser – Guio de Moraes)
Viva o Rei (José Amâncio Cavalcanti – José Januário Gonzaga)
04. Vê Se Ligas Para Mim (João Silva – Luiz Gonzaga)
05. Onde Tu Tá Neném (Luiz Bandeira)
06. Siri Jogando Bola (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
07. Daquele Jeito (Luiz Gonzaga – Luiz Ramalho)
08. Facilita (Luiz Ramalho)
09. Terra, Vida e Esperança (Jurandy da Feira)
10. Sertão Sofredor (Joaquim Augusto)
11. Xote Machucador (Dominguinhos – João Silva)
12. Sorriso Cativante (Anastácia)
13. Orélia (Humberto Teixeira)
14. Vou Casar Já (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
15. O Baião Vai (Elias Soares)
16. Manoelito Cidadão (Luiz Gonzaga)
17. Pra Que Mais Mulher (João Silva – Luiz Gonzaga)

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Os Caçulas do Baião – Só não chora quem não ama

Mais um disco dos Caçulas do Baião.

Muito balanço, característica marcante de seus discos.

Destaque para “Meu sabiá” de Amaro Silva e Domingos Tenório.

Os Caçulas do Baião – Só não chora quem não ama
Cartaz

01 Meu sabiá (Amaro Silva – Domingos Tenório)
02 Diga a ela (Amaro Silva – Domingos Tenório)
03 Adeus Lila Branca (Domingos Tenório – Juarez Major)
04 Teu juramento (Juarez Major – Domingos Tenório)
05 Aboio no sertão (Domingos Tenório – Antonio Tenório)
06 Cidade sertaneja (Antonio Levino – Juarez Major)
07 Só não chora quem não ama (Zito Pereira – Domingos Tenório)
08 Brincando com amor (Juarez Major – Zito Pereira)
09 Saudades comigo (Juarez Major – Zito Pereira)
10 Morena bela (Zito Pereira – Domingos Tenório)
11 Vem meu bem (Juarez Major – Zito Pereira)
12 Bonitinha pra chuchu (Antonio Levino – Domingos Tenório)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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