Lenita Santos – 1981 – Compacto duplo

capa

Colaboração do DJ Vinny, de Belo Horizonte – MG

seloaselob

Arranjos e regência do Maestro Chiquinho.

verso

Gravado no Rio de Janeiro – RJ.

Lenita Santos – Compacto duplo
1981 – CBS

01 Segura coração (Chico Xavier)
02 Um minuto sequer (Chico Xavier)
03 Coco da minha terra (D. Matias – Hamilton Oliveira)
04 A feira do ver o peso (D. Matias – Osvaldo Oliveira)

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CD – Orquestra do Fubá – Fábrica de Sonhos

capa

Colaboração da Talita Widmer, de Zurique, Suíça.

cd

“O Fubá está de volta com o novo projeto Fábrica de Sonhos, dando continuidade às saborosas experimentações musicais dos dois álbuns anteriores. Nele podemos encontrar o mesmo apurado gosto pela melodia e pelos arranjos sutis ou vigorosos. O Fubá caminha pelas fronteiras das tradições brasileiras e latinas (Descolado, Desdém, Feito um leito de prazer, Impasse, Forró de graça, Desconcertada), da canção francesa (Linha 171 adaptada de « Poinçonneur des Lilas » do Serge Gainsbourg, Les Beaux Jours adaptada de « Abri a Porta » do Gilberto Gil e Dominguinhos, Etiqueter composta em francês por Fernando Cavaco) e atravessa territórios em cores mais pop (Fábrica de Sonhos), funk (Generosa Estrela, Angú) ou reggae (Boca do Caixa).

verso

Gravado em Paris, Londres, São Paulo e Barcelona (onde vivem os membros deste grupo cosmopolita), Fábrica de Sonhos nos faz descobrir o Fubá em uma nova formação, agora constituído por Cristiano Andrade (voz e violão), Fernando Cavaco (voz e cavaquinho), Damien Fleau (saxofone), Zé Moura (sanfona), Natallino Neto (baixo), Mathieu Gramoli (bateria) e Wander Pio (percussão).

Fábrica de Sonhos com convidados de talento prodigioso: podemos encontrar Philippe Baden Powell no piano, Frédéric Viale na sanfona, Munir Hossn e André Scarabelot nos violões, Boris Giraud no violão de 7 cordas, Anthony Winzenrieth na guitarra e no Rhodes, Adriano Tenório DD na percussão e Meroh Alvez nos vocais.” (Fonte)

Orquestra do Fubá – Fábrica de Sonhos
2012

01 – Descolado
02 – Fábrica de sonhos
03 – Feito um Leito de Prazer
04 – Desdém
05 – Generosa Estrela
06 – Boca do Caixa
07 – Impasse
08 – Etiqueter
09 – Les Beaux Jours (Abri a Porta)
10 – Forró de Graça
11 – Piste 11
12 – Angú
13 – Desconcertada

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Texto – Pedro de Almeida e Silva originário do sertão baiano foi um dos pais do forró

*Colaboração do Abílio Neto.

Hoje, 26/08/2015, resolvi fazer uma homenagem a um artista que foi um dos pioneiros do forró. E começo fazendo uma pergunta: alguém aí sabe quem foi Pedro de Almeida e Silva? Eu ajudo: ele nasceu em 26/04/1927, no município de Euclides da Cunha/BA, localidade que abrange a região onde se deu a matança de Canudos feita pelo Exército Brasileiro, dizimando os seguidores de Antonio Conselheiro. Em nome de que? Do preconceito contra os incultos que se organizaram sob a autoridade de um beato. Não eram jagunços e muito menos cangaceiros, ao contrário, seguiam os ensinamentos cristãos. O massacre final aconteceu em 05/10/1897. Mas quanto à pergunta, nada ainda? Vou ajudar. Seu pai foi um grande tocador de sanfona de oito baixos, o mestre Aureliano. Identificou agora? Ele deixou um filho chamado Oswaldo de Almeida e Silva que, segundo Zé Gonzaga, é o maior sanfoneiro do Brasil. Não matou a charada? Vou dar meu último auxílio: esse rapaz, Oswaldo Silva, é conhecido artisticamente como Oswaldinho do Acordeon. E seu pai, o nome já lhe veio na mente? Não, pois então fique sabendo que Pedro de Almeida e Silva era o Pedro Sertanejo, infelizmente, falecido em 1996 aos sessenta e nove anos.

A cidade de Euclides da Cunha tem ligação direta com o episódio de Canudos. Alguns pontos turísticos fazem referência à guerra, como a casa onde se hospedou o major Moreira César, na praça da Bandeira; o painel de azulejos, na praça Duque de Caxias, que retrata a guerra de Canudos; e o acervo do escritor e poeta José Aras, que ocupa uma sala do Educandário Oliveira Brito.

Durante a guerra de Canudos, as ditas forças republicanas antes de partirem para o ataque ao arraial de Conselheiro, permaneceram em acampamentos em Euclides da Cunha, que se chamava Cumbe, à semelhança de um quartel-general. Hoje, a cidade leva o nome do famoso jornalista-escritor que imortalizou a saga de Antônio Conselheiro através do clássico “Os Sertões”.

Pedro Sertanejo é uma lenda do forró! Menino pobre, chegou da Bahia a São Paulo para vencer na vida e se tornar um ídolo. Foi grande tocador de fole de botão, ótimo compositor, afinador de sanfonas, produtor de discos e radialista, pois tinha um programa de rádio assim como Ivan Ferraz, Ivan Bulhões, J. Luna, Elias Lourenço e outros no Nordeste. Além disso, foi dono da gravadora Cantagalo e de uma casa de forró: Forró de Pedro Sertanejo.

O forró em São Paulo só cresceu graças a ele porque teve a coragem de em 1966 fundar o forró que levava seu nome, ali no Brás, na rua Catumbi, 183. Todos os grandes nomes do gênero tocaram lá. Era uma casa feita pros nordestinos. Aquelas branquinhas paulistas de bochechinhas rosadas não visitavam sua casa de shows porque, naquela época, forró era sinônimo de paraíba, de peixeira, de briga, coisa de gente sem instrução, sem nível, que ia do Nordeste pra São Paulo a fim de fugir da seca e não morrer de fome e sede. O forró sofreu forte preconceito. Ainda hoje sofre!

Pedro foi um visionário. A sua gravadora Cantagalo foi fundada para que ele desse impulso à sua carreira, mas também para auxiliar muita gente de talento do Nordeste que não tinha voz nem vez nas grandes gravadoras. Dominguinhos começou a gravar lá. Camarão, Zé Gonzaga, Geraldo Correia, Ary Lobo e Anastácia também fizeram discos com Pedro. Até Jackson do Pandeiro! Só Luiz Gonzaga e Marinês não gravaram na Cantagalo.

Da visão de Pedro foi que veio o impulso para que o filho Oswaldinho estudasse música clássica por treze anos e tivesse mestres como Paulo Feolla e Dante D’Alonzo. O reconhecido talento do filho lhe rendeu uma bolsa de estudos no exigente Conservatório Dante de Milão. Hoje, os grandes nomes do acordeom espalhados pelo mundo afora lhe rendem homenagens. Oswaldinho é a maior obra de Pedro Sertanejo!

Se Pedro Sertanejo não tivesse composto as mais de quinhentas músicas que fez, só duas bastariam para inscrever seu nome na galeria dos grandes compositores de forró. Os forrós “Rato Molhado” e “Roseira do Norte” são verdadeiras antologias do gênero. O primeiro fez sozinho e o segundo em companhia de Zé Gonzaga.

Hoje, pouca gente fala no pai de Oswaldinho. Está condenado ao esquecimento como muitos outros. Mas alguns insistentes como eu não deixam cair a peteca e com a bênção do Portal RN em Rede, seu nome vai à praça de novo. Aquecidas as lembranças, só falta escutar a sua mais famosa composição, “Rato Molhado”, música essa que mereceu uma resposta de um cabra de Serra Talhada, também grande sanfoneiro de oito baixos, em composição de Luiz Moreno. Esse outro aí é que está esquecido mesmo, mas é tema para outra postagem.

Então, com vocês, o mestre Pedro Sertanejo com o seu “Rato Molhado”. É forró para ouvinte nenhum botar defeito. E quem não gosta de um bom “pé-de-serra” é corno porque toda mulher dança, pula, roda, mexe e ainda faz requebradinho, conforme o que disse o Mestre João Silva. Não é, seu besta admirador do forró de plástico?

Quando o genial Sivuca já estava ficando fraquinho do câncer que o acometia, aquela extraordinária figura humana que era Dominguinhos, o convenceu a gravar um disco que reuniria, a meu ver, a santíssima trindade da sanfona neste país: ele, Sivuca e Oswaldinho. Disse Dominguinhos que seria mais um tributo a Luiz Gonzaga. Não era. O homenageado seria mesmo o imortal paraibano de Itabaiana que não poderia saber dessa homenagem. Depois que ele se foi é que muita gente atentou para o fato.

O grande Zé Milton produziu o CD que foi lançado pela Biscoito Fino. É o mais arretado disco de forró instrumental lançado no Brasil. O nome do disco é “Cada Um Belisca Um Pouco”. O repertório deste CD é tudo o que há de bom no forró. E os três sanfoneiros tocam ao mesmo tempo partes de uma mesma música. Modestamente, sou capaz até de identificar o som da sanfona de cada um. A gente sem querer vai memorizando o estilo e a maneira peculiar de cada um usar o teclado e os baixos do instrumento. Do citado disco, selecionei uma faixa para tocar a título de divulgação dessa joia porque não sou de fazer pirataria.

Vamos falar nos músicos que participaram dessa gravação, além dos três mosqueteiros: João Lyra, viola; Toni, violão de sete cordas; Alceu Maia, cavaco; Durval, percussão; e Mingo Araújo, percussão. A música, aqui em ritmo de baião, é a obra prima de Pedro Sertanejo e Zé Gonzaga: “Roseira do Norte”. Zé Gonzaga que teve injustamente o nome omitido no encarte do CD como parceiro que foi do pai de Oswaldinho. Ouçam esta beleza!

Que Deus abençoe quem gosta do legítimo forró de raiz e despeje as sete pragas do Egito sobre os cornos que gostam do forró dos fuleiros que, infelizmente, tomou conta de Pindorama, porém é um tipo de música adaptada do vanerão gaúcho e feita para gente inculta e burra. Não queira fazer parte desse time ou esqueça essa gente artisticamente desprezível! (Fonte)

CD – Zé Mocó – A Tradição do Forró

capa

Colaboração do Mestrinho

cd

ficha

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Acordeons de Xameguinho e zabumba de Naldo Buchudo.

verso

Zé Mocó é dono de uma voz fantástica, vale a pena conferir.

Zé Mocó – A Tradição do Forró
2010 – Forró Alagoano

01. Pede um Carinho (Marcelino Filho – Zé Mocó)
02. Volta (Eraldo Cavalcante – Toninho Guedes)
03. Esperança (Eraldo Cavalcante – Toninho Guedes)
04. Arrependido (Eraldo Cavalcante – Toninho Guedes)
05. Não Faça Guerra (Eraldo Cavalcante – Toninho Guedes)
06. Bem Querer (Marcelino Filho – Zé Mocó)
07. Desarrepender (Henrique Cavalcante)(
08. Mais uma Ilusão (José Aristides – Zé Mocó)
09. A Saudade Dói (Toninho Guedes)
10. Aos Nossos Filhos (Eraldo Cavalcante)
11. Madr1nha Benvinda (Eraldo Cavalcante – Xameguinho)
12. O Sertanejo (Eraldo Cavalcante – Xameguinho – Zé Moco)
13. Jornal de Ontem (Eraldo Cavalcante – Zuza)
14. Amor Sincero (Toninho Guedes – Zé Mocó)
15. Doido Pra Amar (José Aristides – Zé Mocó)

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Manoel Serafim – Quente e Gostoso

Capa 1

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Selo B 1SeloA 1

Esse é o oitavo LP de carreira do Manoel Serafim.

Verso 1

Arranjos e sanfonas de Gennaro, baixo e guitarra de Carlinhos Calixto e ritmo de Durval e Manoel Serafim.

Manoel Serafim – Quente e Gostoso
Águia Som

01. Forró do meu sertão (Antonio Barros – Manoel Serafim)
02. Quente e gostoso (Benedito Honório)
03. A bicicleta do Biró (Nilton Marinho – Nego Tiça)
04. São João na Paraíba (Deodato Borges – Jadir Camargo)
05. Dançando agarradinho (Inácio Virgulino)
06. São João em Bananeiras (Manoel Serafim – Penha Valentim)
07. Forró o ano inteiro (Manoel Serafim – Francisco Deodorio)
08. Forró do Zuza (Oscar Barbosa – Manoel Serafim)
09. Doendo de saudade (Benedito Honório)
10. Mexe com ela (Inácio Virgulino)
11. Forró doideira (Manoel Serafim – Carlos Antonio)
12. Tem muita mulher (Manoel Serafim – Aluizio Silva)

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CD – Bernardo Luiz – Meu mundo

capa

Colaboração do Everton Coroné, de Belo Horizonte – MG.

cd

Bernardo Luiz é pernambucano e está radicado em Paris.

verso

Vem desenvolvendo seu trabalho na Europa, onde divulga e difunde o forró pé de serra.

Bernardo Luiz – Meu mundo
2013

01 Meu mundo (Bernardo Luiz)
02 Tô chegando em casa (Bernardo Luiz)
03 Oceano profundo (Bernardo Luiz)
04 Ninguém avisou (Bernardo Luiz)
05 Dom de seduzir (Bernardo Luiz)
06 Forró e filosofia (Bernardo Luiz – Lígia Braz)
07 Últimas desculpas (Bernardo Luiz)
08 Sentimento vadio (Bernardo Luiz)
09 Não precisa Complicar (Bernardo Luiz)
10 Rosa (Bernardo Luiz)
11 Saudade do nordeste (Bernardo Luiz)
12 Para chuva (Bernardo Luiz)

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CD – Genaro Carvalho – Tacaratu

Tacaratu - frente

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Tacaratu - selo

Todas as músicas são de autoria do Genaro Carvalho

Tacaratu - verso

Participação especial de Dominguinhos na faixa “Vocação” de Genaro Carvalho.

Genaro Carvalho – Tacaratu
2012

01 – Gata (Genaro Carvalho)
02 – Sim (Genaro Carvalho)
03 – Tacaratu (Genaro Carvalho)
04 – De Cama (Genaro Carvalho)
05 – Nêga (Genaro Carvalho)
06 – Mande um E-mail (Genaro Carvalho)
07 – Curva de Rio (Genaro Carvalho)
08 – Chover Canivete (Genaro Carvalho)
09 – Beija Flor (Genaro Carvalho)
10 – Pé de Serra (Genaro Carvalho)
11 – Muitas maneiras (Genaro Carvalho)
12 – Vocação (Genaro Carvalho)
13 – O troco (Genaro Carvalho)
14 – Quem dera (Genaro Carvalho)
15 – Lulua (Genaro Carvalho)
16 – Sofrer sozinho (Genaro Carvalho)
17 – Janeiro (Genaro Carvalho)
18 – Tacaratu (Playback) (Genaro Carvalho)

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CD – Josildo Sá – Latada Pé de Serra

CAPA 1

Colaboração do Pablo Ferraz

Foto Grupo 1

“Esse projeto se chama “Latada PÉ de Serra”.

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Onde o cantor e compositor Josildo Sá junta-se a seu Sanfoneiro (Lu Miliano) e aos percussionistas (Nino Silva e Pablo Ferraz) e resgata a tradição do Trio de Forró, de uma forma própria e autêntica. ”

Josildo Sá – Latada Pé de Serra
2015

01 bloco 1 (Forró)
02 bloco 2 (Samba de Latada)
03 bloco 3 (Xote)
04 bloco 4 (Xote2)
05 bloco 5 (Marchinha)

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Antonio Barros – 1971 – Compacto

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Colaboração do DJ Vinny, de Belo Horizonte – MG

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Raríssimo compacto do Antonio Barros, destaque para “Pra la e pra cá” de Antonio Barros

Antonio Barros – Compacto
1971 – Fontana

01 Pra la e pra cá (Antonio Barros)
02 O nosso amor foi uma aposta (Antonio Barros)

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CD – Forró Pifado – Forró de Printemps

capa

Colaboração da Talita Widmer, de Zurique, Suíça.

cd

Banda de forró radicada em Toulouse, França.

verso

A maioria das músicas é cantada em português, mas tem uma em francês e algumas instrumentais.

Forró Pifado – Forró de Printemps

01 Xote toulousain
02 Forró de printemps
03 Boresteiro
04 I lovi u
05 Descendo a ladeira
06 Le cercle
07 Saint aubin
08 Fulejo
09 LSD
10 Olhos d´água
11 Para ti
12 Alegria no rosto
13 Forró pifado
14 Tambor
15 Naila

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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