Benício Guimarães – Vitamina tipo D

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Tudo que sei sobre o sanfoneiro Benício Guimarães é que ele é pai do Zé Neto, zabumbeiro do Trio Araripe. Ele andou fazendo alguns shows aqui em São Paulo há uns dois anos, infelizmente não pude ir a nenhum, mas o PC foi e disse que é muito bom.

Com seu nome registrado em todas as músicas desse disco, Benício Guimarães é um grande compositor, autor de diversas canções, algumas gravadas por grandes nomes do forró como Azulão de Caruaru, Os 3 do nordeste e Jackson do pandeiro, entre outros.

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Gravado em 16 canais, com o Zé Neto tocando zabumba e o próprio Benício na sanfona, com duas instrumentais, as últimas de cada lado do disco, destaque para a faixa título, um xote bem safado, “Vitamina tipo D” e para “forró na fazenda” regravada nesses últimos tempos pelo Trio Araripe na voz de Tiziu.

Benício Guimarães – Vitamina tipo D
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01. Vitamina tipo D (Benicio Guimarães – Galileu)
02. Decisão junina (Benicio Guimarães – Mathuzalem)
03. Tipo de criança (Benicio Guimarães – Ramira Gentille)
04. Forró na fazenda (Benicio Guimarães)
05. Sapo realejo (Benicio Guimarães – Zé do Rojão)
06. Reforma agrária (Benicio Guimarães – Renato Moreno)
07. Baião da boa vontade (Renato Moreno – Tito Mendes)
08. A siricora (Benicio Guimarães)
09. Flor morena (Benicio Guimarães – Chico Santana)
10. Chá de moringa (Benicio Guimarães)

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Edson Duarte – Bicho papão

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Embora ainda faltem diversos artistas para postar aqui no blog para vocês, postamos hoje um disco do Edson Duarte.

Me lembro ainda hoje o dia em que comprei esse disco. Estava eu e o Ivan passeando pelos sebos das galerias do centro de São Paulo, quando nos deparamos com esse disco. Na época ainda conheciamos poucas coisas do Edson Duarte. Lembro termos ficado em dúvida sobre comprá-lo ou não.

Mas para a minha felicidade acabei comprando-o. Esse disco tem certamente a música que mais sucesso fez aqui pelos forrós do sudeste nos últimos tempos. Quem nunca cantou ao som da discotecagem, ou ao próprio som ao vivo de Edson Duarte, o famoso refrão “Vou me embebedar”? Muitos pensam que esse é também o nome dessa música, porêm o nome dela é “Outra como ela” de composição de Cecéu. Para todos aqueles que sempre me pediram essa música, aqui está.

Edson Duarte – Bicho papão
Veleiro – 1981

01. Sopa de pique (Juarez Santiago – Edson Duarte)
02. Pra lá de bom (Chico Xavier – Edecio Lopes)
03. Reci-fe-e-fe (D. Matias – J. B. de Aquino)
04. Mania de querer (Florival Ferreira – Edson Duarte)
05. Simbolo de Maceió (Florival Ferreira – Edson Duarte)
06. A moça e o papagaio (Chico Xavier)
07. Outra como ela (Cecéu)
08. Indio quer comer feijão (Chico Xavier – Tito mendes)
09. Bicho papão (D. Matias – Hamilton de Oliveira)
10. Traição (Bastinho Calixto)
11. Chave do amor (Florival Ferreira – Oscar Barbosa)
12. Convite de Macaubas (Edson Duarte)

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Marinês ao vivo em Itaúnas – ES

Embora nossa proposta seja de publicar apenas discos de vinil, creio que essa seja uma exceção bastante aceitável, para homenageá-la e para que as próximas gerações possam, mesmo que numa gravação, ouvir o talento e o carisma de Marinês.

Filha do ex-cangaceiro do bando de Lampião Manoel Caetano de Oliveira e da dona de casa Josefa Maria de Oliveira, dona Donzinha, a menina Maria Inês Caetano de Oliveira nasceu em 16 de novembro de 1935, em São Vicente Ferrer – Pernambuco.

Neste show, que aconteceu em Itaúnas em julho de 2006, ela estava com seus 70 anos, porém esbanjando vitalidade e alegria, considero um grande privilégio ter assistido esse show ao vivo, guardarei para sempre na memória a única vez que a vi. Nessa gravação, Marinês foi acompanhada pelo seu filho com Abdias, Marcos Farias, o Marquinhos, Dió de Araújo no zabumba, Zequinha no agogô e Zinho no triângulo.

“O Brasil perdeu hoje sua rainha do forró, nossa querida Marinês, a primeira grande cantora nordestina que aparece nos anos 50, inaugurando um ciclo de ouro da voz feminina na música do Nordeste. Teve um papel extraordinário com profundas raízes na alma do povo brasileiro. Era uma pessoa muito próxima, cativante e autêntica, casada com Abdias, um grande sanfoneiro nordestino e filha de cangaceiro. Fez do forró sua alforria para a criação plena, enfrentando todos os preconceitos com sorriso largo, intenso, firme e verdadeiro.

Com as bênçãos do mestre Gonzaga, que a ajudou a colocar a voz feminina de uma forma decisiva nas canções brasileiras, Marinês parte e deixa conosco o testemunho da força da mulher brasileira. Nossa Maria Bonita da música nordestina”.(palavras de Gilberto Gil, em nota oficial do Minc. em 14/05/2007)

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Trio Nordestino – É forró que vamos ter

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Tai um dos discos que demorei mais para conseguir para a minha coleção, uma preciosidade lançada em 1968 pela CBS. As capas foram enviadas pelo José de Souza.

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O Trio Nordestino começou a gravar discos em 1962 quando lançaram o álbum de nome “Trio Nordestino” pela gravadora Copacabana, seus 3 próximos Lps também foram lançados pela Copacabana. Porém em 1967 eles sairam da Copacabana e passaram a gravar pela CBS.

Pela CBS o nordestino gravou 7 LPs, de 1967 a 1972. Esse “É forró que vamos ter”, é o segundo, que foi lançado depois do LP “Vamos xamegar”.
Após sair da CBS o trio voltou a lançar seus discos pela Copacabana.

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Nesse grande LP podemos encontrar músicas de grandes compositores da música nordestina, como Antônio Barros, Gordurinha, Jacinto Silva, Riachão entre muitos outros. Destaque para duas composições, a primeira é “Rosinha indiferente”, um lindo xote de Agripino Aroeira e Lindolfo Barbosa, o Lindú, vocalista do Trio Nordestino, e a segunda é “Chega de chorar” do Antônio Barros.

Trio Nordestino – É forró que vamos ter
CBS – 1968

01. Naquele São João (Antonio Barros)
02. Véio mole (Rosil Cavalcante)
03. Uma prece para os homens sem deus (Gordurinha)
04. Atire no bicho (Agripino Aroeira – Onildo Almeida)
05. Não levo Maria (D. Matias – Jacinto Silva)
06. Jardim do amor (Lindolfo Barbosa – Antonio Ceará)
07. Vamos pular, gente (Riachão)
08. Rosinha indiferente (Agripino Aroeira – Lindolfo Barbosa)
09. Chega de chorar (Antonio Barros)
10. ABC da saudade (Onildo Almeida)
11. É forró que vamos ter (Antonio Barros)
12. Se teu pai deixar (Lindolfo Barbosa – Dilson Doria)

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Sivuca e Rildo Hora – Sanfona e realejo

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Este é certamente um dos discos que eu mais gosto, músicas pra ouvir e músicas pra dançar, definitivamente um trabalho completo e irretocável.

De um lado Sivuca, o Severino Dias de Oliveira, nascido em Itabaiana – PB, no dia 26/05/1930, um dos maiores músicos brasileiros, com enorme repercussão internacional e sem dúvida um dos melhores acordeonistas que já existiu.

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Do outro lado Rildo Hora, o Rildo Alexandre Barreto da Hora, pernambucano de Caruaru, nascido no dia 20/04/39, aos seis anos de idade, começou a estudar, por conta própria, a harmônica de boca, também conhecida como gaita, a partir dai passou a dedicar-se totalmente à música, tornando-se um grande produtor musical, violonista, cantor e um dos maiores gaitistas brasileiros.

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Arranjos e produção de Sivuca e Rildo Hora, na capa lá em cima, um rabisco do mestre e quanto às músicas, destaque para o “Forró do ABC” e para o “Forró bachiano”.

Sivuca e Rildo Hora – Sanfona e realejo
1987 – 3M

01. O amanhã (João Sérgio)
02. Forró do ABC (Moraes Moreira – Patinhas)
03. Toada (Zé Renato – Claudio Nucci – Juca Filho)
04. Sanfona e realejo (Sivuca)
05. Seleção de choros:
·Doce de coco (Jacob do Bandolim)
·Vale tudo (Jacob do Bandolim)
·Apanhei-te cavaquinho (Ernesto Nazareth – Hubaldo Sciangula)
06. Forró bachiano (Sivuca – Armandinho)
07. San Vicente (Milton Nascimento – Fernando Brant)
08. Espraiado (Rildo Hora – Sérgio Cabral)
09. Os meninos da mangueira (Rildo Hora – Sérgio Cabral)
10. Você é linda (Caetano Veloso)

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Zito Borborema – 78 RPM

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Depois de uma sequência de dois domingos postando compactos, hoje publicamos um 78 RPM, dessa vez Dj Rick nos presenteou com um dos primeiros discos lançados por Zito Borborema.

Zito Borborema fez sua primeira gravação em carreira solo em 1956. Conseguimos resgatar aqui o seu segundo disco, gravado no mesmo ano ainda pela RGE: Zito Borborema e Seus Cabras da Peste.

A primeira faixa é o rojão “Mata Sete” composta por Jorge e Venâncio, grande sucesso do artista. A segunda faixa é o forró “Vizinha Faladeira” também composta por Jorge e Venâncio. (disco e texto enviado por Dj Rick)

Zito Borborema – 78 RPM
RGE – 1956

01. Mata Sete (Jorge / Venâncio)
02. Vizinha Faladeira (Jorge / Venâncio)

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CD – Trio Jerimum – Meninos

Um dos melhores trios que eu já vi tocar, o Trio Jerimum gravou apenas um CD, em 2001 de forma independente.

Na época, era formado por dois irmãos, filhos de José e Josefa Inácio, e um sobrinho, todos paraibanos, Zécimar no vocal e no triângulo, Miudinho no zabumba e o sanfoneiro Ratinho que começou a tocar com 9 anos de idade e desde cedo, junto com Miudinho, participava do Trio Jovens Forrozeiros, que era uma prévia do Trio Jerimum.

Essa formação durou algum tempo, mas foi desfeita, Miudinho foi para o Trio Forrózão e Ratinho, um dos melhores acordeonistas que conheci, foi para o Trio Classe A, até o trágico acidente de carro que lamentamos até hoje.

Esse disco foi produzido pelo conceituado baixista Eraldo Trajano (Lau), com arranjos de Dominguinhos, que gravou as sanfonas junto com Ratinho, e a participação de Fubá de Taperoá.

Em seu repertório, a mistura de algumas canções inéditas com regravações consagradas como “Taturana” e “Sou do mundo”.

Trio Jerimum – Meninos
2001 – Independente

01 Meninos (Juraíldes)
02 Taturana (Cecilio – Genival Lacerda)
03 Alcalino (Lima Júnior – Luiz Dihar)
04 Sou do mundo (Dominguinhos – Climério)
05 Garotinha linda (Carlos Benitz – Juca Medalha)
06 Te jurei (João Silva)
07 O menino e a boneca (Edson Duarte – Chico Xavier)
08 Jerimum em Itaúnas (Zecimar – Miudinho – Ratinho)
09 Te jurei (Geraldo Nunes)
10 Bundinha de tanajura (Papalo Monteiro)
11 No deserto do meu peito (Edgar Mão Branca)
12 Forró, cachaça e mulher (Geraldo Nunes)
13 Mentira cabeluda (Geraldo Nunes – Joca de Castro)
14 Tô berando (João Silva)

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Chiquinha Gonzaga – Penerô xerém

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Atendendo ao pedido do Fabinho, hoje postamos esse maravilhoso disco de Chiquinha Gonzaga.

Francisca Januária dos Santos, conhecida como Chiquinha Gonzaga, irmã de Luiz Gonzaga, Zé Gonzaga e Severino Januário, compositora, sanfoneira e cantora. Nos anos de 1950, Chiquinha Gonzaga mudou-se para o Rio de Janeiro, na esteira de seu famoso irmão. Quando criança ela costumava tocar a sanfona do pai as escondidas.

Iniciou sua carreira artística em 1950 fazendo coro com suas irmãs para Luiz Gonzaga. Ainda em 1950 participou com os irmãos do show de inauguração da TV Tupi. Em 1952, fez com os irmãos e seu pai, o seu Januário, então chamados de “Os sete Gonzagas”, uma temporada de sucesso na rádio Tupi do Rio de Janeiro. Até a década de 80 gravou 5 LPs. Em 1982 foi se afastando da vida artística após a morte de seu marido. (texto retirado da comunidade da artista no Orkut)

Esse disco é um disco muito bom, ele tras o legítimo forró pé-de-serra porém com a marcação do baixo bem à frente, bem destacada. Destaque para a regravação do sucesso de Gonzaga “Tacacá” e o forró “Na fazenda sabonete”.

Chiquinha Gonzaga – Penerô xerém
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01. Penerô Xerém (Luiz Gonzaga – Miguel Lima)
02. Na curva do Joá (João Silva – Manoel Euzébio)
03. Na fazenda sabonete (Manoel do Exú)
04. De promessa eu ando cheia (Chiquinha Gonzaga)
05. Dois corações (Chiquinha Gonzaga – Severino Januário)
06. Chorinho da saudade (Maria do Socorro – Januário da rocha)
07. Mineirinho (Chiquinha Gonzaga – Miguel Lima – Severino Januári)
08. Tacaca (Luiz Gonzaga – Lourival Passos)
09. Jeito prá tudo (Chiquinha Gonzaga)
10. Bejú da Yayá (Chiquinha Gonzaga)
11. Roendo unha (Luiz Ramalho)
12. Arrasta-pé no nordeste (Chiquinha Gonzaga)

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Oswaldinho – Forró in concert

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Outro dia um grande amigo passou aqui em casa e me deu alguns discos, pediu pra eu passar pro computador e mandar pra ele, embora alguns fossem repetidos, aceitei, é claro!!! Esse é um deles, mais uma cortesia do sanfoneiro PC para o mundo.

“Outra coisa que muito me orgulha, é ver que Oswaldinho sempre procurou aperfeiçoar-se, e hoje, está mostrando que o acordeon é um instrumento de múltiplas possibilidades. Até algum tempo atrás, muitos pensavam que o acordeon só servia pra tocar música setaneja e nordestina, o que não é verdade. Exemplo disso é este disco, onde Oswaldinho toca, com desenvoltura, tanto um forró quanto um clássico. E como me orgulho disso!” (palavras de Pedro Sertanejo, extraídas da contra-capa)

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Décimo trabalho de Oswaldinho do acordeon, um disco predominantemente instrumental, com forrós de primeiríssima qualidade, um grande deleite para os músicos, destaque para “Língua de canivete” e para “Sinfonia no 5 de Beethoven”.

Oswaldinho – Forró in concert
1980 – Continental

01. Forró in concert (Oswaldinho)
02. Sinfonia nº 5 de Beethoven (Adaptação de Oswaldinho)
03. Côco de improviso (Edson Menezes – Alventino Cavalcanti – José Gomes )
04. Motivação (Oswaldinho)
05. Risco (Oswaldinho)
06. Forró com fritas (Oswaldinho)
07. Forró em Aracajú (Pedro Sertanejo)
08. Língua de canivete (Oswaldinho)
09. Festejo (Vicente Barreto – Antonio C. de Carvalho)
10. Cá entre nós (Oswaldinho)
11. Pesadelo (Oswaldinho)
12. Naquela noite (Zé Gonzaga – Pedro Maranguape)

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Sirí do Forró – Mandando brasa

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Está ai um grande artista cujo trabalho eu admiro muito. Nesse disco Siri do Forró apresenta uma levada que se assemelha muito ao estilo de Jackson do Pandeiro.

Nesse disco eu gostaria de destacar 3 faixas em especial, a primeira é o “Baião do bambolê” que originalmente foi gravada por Jackson em 1959 no disco “Jackson do Pandeiro”, essa música é uma composição do grande Antonio Barros em parceria com Almira Castilho.

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Outra música que me agrada nesse discos é “Passei dos trinta”, essa me lembra muito o Rouxinol Paraíbano, que para quem não conhece é um cantor que vive aqui em São paulo. E a última faixa que gostaria de destacar desse discos é “Baião no morro” uma ótima composição de Germano da Silva.

Siri do Forró – Mandando brasa
Continental – 1965

01. Gosto não se discute (José Batista de Oliveira)
02. Baião do bambolê (Antonio Barros – Almira Castilho)
03. De a Cesar o que é de Cesar (Rodrigo da Silva)
04. Vai pescador (Germano da Silva)
05. Vida de peixe (Arlindo Veloso – Nelson Santos)
06. Passei dos trinta (Severino Ramos)
07. Pegando fogo (Germano da Silva)
08. Fui a umbanda (Delmiro Ramos)
09. Baião no morro (Germano da Silva)
10. A volta do pó de mico (Siri do Forró – J. M. Pereira – Carlos alberto)
11. Silencio no forró do limoeiro (Astrogildo Silva)
12. Estou de colher (Paulo Patricio)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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