CD – Severino Januário – Forró lascado

Severino Januário, compositor e instrumentista, nascido dia 04/10/1918 em Pernambuco, um dos vários irmãos de Luiz Gonzaga, mudou-se para o Rio de Janeiro com a família na década de 1940.

Em 1955 gravou seu primeiro disco, pela Sinter, nesse início com músicas em parceria com o irmão famoso, com o passar do tempo, ganhou novos parceiros e aos poucos foi se firmando como compositor.

Gravou por toda década de 1960 e 1970, declinando durante a década de 1980 até sua morte em 1989, curiosamente o mesmo ano em que faleceu Luiz Gonzaga.

Esse CD, de 1997, lançado pelo selo Brasis, reúne dois LPs lançados em 1978 pela Arlequim, “Coriscando o forró” e “Forró lascado” que acabou cedendo o nome para essa coletânea.

Músicas instrumentais do início ao fim, forrós, baiões, xaxados e arrasta-pés, um disco bom pra tocar no começo do baile.

Severino Januário – Coriscando o forró
LP – 1978 – Arlequim

01. Afunhanhado (Severino Januário)
02. Arrasta-pé na escalada (A. Chibante – N. Garcia)
03. Forró sergipano (Severino Januário)
04. Arrasta-pé do rosado (Cassimiro Vereda)
05. Forró na serra (Severino Januário)
06. Coriscando o forró (Cassimiro Vereda – N. Garcia)
07. Xaxado do Tamborete (Severino Januário)
08. Arrasta-pé mirim (Severino Januário)
09. Forró roncador (Cassimiro Vereda)
10. Arrasta-pé na madrugada (Severino Januário)
11. Luciano no forró (Severino Januário)
12. Recife no arrasta-pé (N. Garcia)

Severino Januário – Forró lascado
LP – 1978 – Arlequim

01. Lascado (Severino Januário)
02. Arrastão (Severino Januário)
03. Caidinho (Severino Januário)
04. Em Timbauba (N. Garcia)
05. Emburrado (Severino Januário)
06. No tororó (N. Garcia)
07. Sertanejo (Severino Januário – Pedro Maranguape)
08. Em Pirangi (Severino Januário – Pedro Maranguape)
09. Piedoso (Raimundo Nonato)
10. Araponga (Severino Januário)
11. Aquela rosa (João Bosco – Capataz do Rojão)
12. Saudades (Severino Januário)

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Manoel Serafim – Hoje tem forró

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Há um tempo vi aqui no blog algumas pessoas pedindo para postarmos um disco do Manoel Serafim, como havia muitas coisas que queriamos postar ele foi sendo adiado.

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Mas hoje chegou o dia, um ótimo disco do Manoel Serafim, que também é compositor, gravado por grandes nomes do forró como Abdias, Zé Calixto, Jackson do pandeiro e Os 3 do nordeste.

Esse disco é muito bom, muitas da músicas me agradam, destaque para “Mulher se trata com carinho”.

Manoel Serafim – Hoje tem forró
Continental – 1986

01. Hoje tem forró (Paulo Patricio – Manoel Serafim)
02. Enquanto a chaleira não chia (João Silva – Zé Mocó)
03. Até o sol raiar (Manoel Serafim – Bezerrão)
04. Com você na minha mão (Cecéu)
05. Minha morena (Manoel Serafim – Fenha Valemtim)
06. Forró da gota (Onildo Almeida)
07. Coceira nos olhos (Belinho – Tony Rais – Pachola)
08. Mulher se trata com carinho (Aluizio J. Silva – Zinho)
09. Esquenta muié (Antonio Barros – Manoel Serafim)
10. Forró pimenta (Cecéu)
11. Farinha pouca, meu pirão primeiro (Zé Mocó – Gebardo Moreira)
12. Inventor de forró (Buco do Pandeiro – Manoel Serafim)

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Jacinto Silva e Osvaldo Oliveira – É caco pra todo lado

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Já faz algum tempo que eu vejo que é pedido por aqui algum disco do Osvaldo Oliveira, essa semana eu estava com vontade de postar mais alguma coisa sobre o Jacinto Silva, então escolhi esse grande álbum onde os dois cantores aparecem juntos, dividindo um LP, um lado fica com Jacinto Silva e o outro com Osvaldo Oliveira.

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Após esse disco, eles lançaram também um segundo em parceria, que é o “Jogo do amor” em 1970, também gravado pela CBS.

Desse disco eu destacaria duas faixas que muito me agradam, uma é a própria “É caco pra todo lado”, de autoria de Osvaldo Oliveira e R. Conceição e cantada por Osvaldo Oliveira, e a outra cantada pelo Jacinto Silva “Luar de Campina” de autoria de José Ferreira.

Jacinto silva e Osvaldo Oliveira – É caco pra todo lado
CBS – 1969

01. No pézinho da fogueira – Osvaldo Oliveira (Antonio Barros)
02. É caco pra todo lado – Osvaldo Oliveira (Osvaldo Oliveira – R. Conceição)
03. O canto do galo – Osvaldo Oliveira (Jorge Paiva)
04. Lembrança medonha – Osvaldo Oliveira (Osvaldo Oliveira – Antonio Bezerra)
05. A voz da razão – Osvaldo Oliveira (Osvaldo Oliveira – R. Conceição)
06. Serrador de primeira – Osvaldo Oliveira (Agripino Aroeira – Osvaldo Oliveira)
07. Vem cá morena – Jacinto Silva (Juarez Santiago – Djalma Lourenço)
08. O tocador quer beber – Jacinto Silva (Jacinto Silva – R. Sandoval de Melo)
09. Luar de Campina – Jacinto Silva (José Ferreira)
10. Orgulho de vaqueiro – Jacinto Silva (José Antonio – Jacinto Silva)
11. Cante cantador – Jacinto Silva (João Silva – Jacinto Silva)
12. Pagode na serra – Jacinto Silva (D. Matias – Jacinto Silva)

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Genival Lacerda – Vamos Mariquinha

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Outro dia encontrei o DJ Rick e ele me disse que ia postar um 78 RPM do Genival Lacerda. Óbviamente fiquei curioso, mas fazer o que? O negócio é esperar até domingo e enquanto isso, podemos ouvir um pouco do LP de 1976.

Gordurinha e Onildo Almeida assinam duas faixas, entre diversas composições de duplo sentido, a maioria de parceria do próprio Genival e de João Gonçalves, sem deixar de citar Durval Vieira e Joci Batista.

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Produção de Lindolfo Barbosa, lançado pela SOM, um ramo da Copacabana, gravado no Rio de Janeiro, embora a faixa título fale do minhocão paulistano. Destaque para “Sanfoneiro Alagoano” de Brito Lucena.

Genival Lacerda – Vamos Mariquinha
1976 – SOM

01. Vamos Mariquinha (Durval Vieira – Joci Batista)
02. Forró da gente (Onildo Almeida)
03. É ai que você se engana (João Gonçalves – Genival Lacerda)
04. Az de copas (João Gonçalves – Genival Lacerda)
05. É uma beleza (Durval Vieira)
06. Mungusá de côco (João Gonçalves – Genival Lacerda)
07. Porco mecânico (João Gonçalves – Genival Lacerda)
08. Burrico da Gabriela (João Gonçalves – Genival Lacerda)
09. Sanfoneiro alagoano (Brito Lucena)
10. Eu preciso namorar (Gordurinha)
11. Você já me fez sofrer (João Gonçalves – Genival Lacerda)
12. A mulher da cocada (João Gonçalves – Genival Lacerda)

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10 polegadas – Três Marias e Leal Brito – Baião nº1

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“Com o lançamento da coleção Baião na Musidisc, marca o início de uma série de discos L.P. com o ritmo mais popular do Brasil: o Baião.
Nesta primeira seleção, vamos encontrar os mais famosos baiões dos últimos tempos, apresentados em arranjos novos pelo trio vocal As Três Marias e o pianista Leal Brito.” (texto da contra-capa do disco)

As Três Marias foi um grupo vocal feminino brasileiro, destacaram-se principalmente na década de 1940, período em que acompanharam inúmeros artistas em programas e em gravações em discos e filmes. Passaram por cinco formações distintas e embora fosse bastante prestigiado, o grupo se desfez em 1957.

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Britinho, João Adelino Leal Brito, nascido dia 05/05/1917 em Pelotas – RS, instrumentista, pianista, regente e compositor. Aos dez anos de idade estudou violino. Com 18 começou a aprender piano. Em 1939 mudou para São Paulo. Em 1942 transferiu-se para o Rio de Janeiro a fim de atuar na orquestra de Fon-Fon. Em 1944 formou seu próprio conjunto. Gravou piano para os maiores artistas da época.

Três Marias e Leal Brito – Baião nº1
10 polegadas – 1953 – Musidisc

01. Paraíba / Delicado (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga – W. Azevedo)
02. Baião vai, baião vem / Maringá(H. Cordovil – J. Carvalho)
03. Esta noite serenou / Chuva miudinha (H. Cordovil – M. Araujo – F. Lobo)
04. Pé de manacá / Ta-HI (H. Cordovil – J. Carvalho)
05. Eh! Boi / Adeus, adeus morena (H. Cordovil – M. Araujo)
06. Marilú / Macapá (Britinho – H. Teixeira – L. Gonzaga)
07. Saia de bico / Baião (J. de Barro – H. Teixeira – L. Gonzaga)
08. Peixe vivo / Baião de dois (H. Teixeira – L. Gonzaga)

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10 polegadas – Três Marias, Leal Brito e Catulo de Paula – Baião nº2

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“Esta é a segunda coleção de baiões, lançada pela Musidisc. Na primeira seleção, apresentamos os maiores sucessos dos últimos anos, e agora, lançamos seis novas músicas, juntamente com duas adaptações.

Na parte vocal, ao lado das Três Marias, aparece pela primeira vez a personalíssima voz de Catulo de Paula, e na instrumental, o pianista Leal Brito e seu sexteto que executam ‘Ciranda no baião’ e ‘Concerto no baião’.” (texto da contra-capa do disco)

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Catulo de Paula, nascido em 13/02/1923, violonista e cantor cearense, iniciou-se na vida artística em um programa de calouros de Campina Grande (PB). Em 1944 foi para Recife, onde trabalhou na Rádio Clube. Alguns anos mais tarde, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e se apresentava em casas noturnas. Nos anos 60, com a decadência do gênero regional, passou a atuar em outras áreas, fazendo trilhas para filmes. Considerado um purista do gênero, suas composições tiveram mais de 100 gravações. Entre elas, destaca-se “Como Tem Zé na Paraíba”.

Três Marias, Leal Brito e Catulo de Paula – Baião nº2
10 polegadas – 1953 – Musidisc

01. Onda do mar (Leal Brito – Paulo Soledade) Três Marias
02. Chuveu to vortando (Catulo de Paula – Carlos Galindo) Catulo de Paula
03. Celeste no baião (Nilo Sergio) Leal Brito sexteto
04. Concerto no baião (Adap. de L. Brito – N. Sergio)
05. Ciranda no baião (Adap. de Nilo Sergio) Leal Brito sexteto
06. Tico-tico de Campina (Jorge Faraj – Leal Brito) Três Marias
07. Mania do Mane (Catulo de Paula – Carlos Galindo) Catulo de Paula
08. Baião moreno (Barraquinha – Caco Velho) Três Marias

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João Gonçalves – Forró pra gente bem

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João Gonçalves é músico e compositor. Mas certamente ficou muito mais conhecido como compositor, diversas músicas famosas do forró são de sua autoria.

João Gonçalves sempre teve a forte característica de trabalhar as músicas de duplo sentido. Certamente o seu maior sucesso foi “Severina Xique Xique”, gravada por Genival Lacerda. Essa também foi a sua primeira música a fazer um grande sucesso.

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Diversos artistas já gravaram suas músicas, dentre eles Dominguinhos, Elba Ramalho, Genival lacerda, Elino Julião, Trio Nordestino, Os 3 Do Nordeste e Quinteto Violado.

Nesse disco de 1986 eu destacaria duas músicas. “Eu tô assim” e “Forró pra gente bem”, ambas de autoria de João Gonçalves com outros parceiros.

João Gonçalves – Forró pra gente bem
Continental – 1986

01. Mané coió (João Gonçalves – Glorinha – Oseinha)
02. Mulher é bicho bom (Cabeção – João Gonçalves – Glorinha)
03. Nega maluca (J. Batista Filho – João Gonçalves – Glorinha)
04. Forró do minhocão (Inacinho – João Gonçalves – Oseinha)
05. Letra Z (João Gonçalves – Glorinha – Oseinha)
06. Apelo (Ramos de Freitas – João Gonçalves – Glorinha)
07. Use alcool (Oscar Barbosa – Glorinha)
08. Negócio de otário (Ubirajara Pereira – João Gonçalves – Glorinha)
09. Tormento (Maria Diva – João Gonçalves – Glorinha)
10. Eu tô assim (João Gonçalves – Glorinha – Oseinha)
11. Forró pra gente bem (João Gonçalves – Glorinha – Bezerrão)
12. Liberdade (João Gonçalves – Glorinha)

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Ademilde Fonseca – 78 RPM

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Dessa vez realmente fui surpreendido. Agora nosso caro colega Dj Rick pegou muito pesado, um 78 RPM simplesmente sem comentários.

Ademilde Fonseca Delfim, nasceu em 03 março de 1921 Macaíba -RN. Aos quatro anos de idade, foi viver com a família em Natal – RN onde morou até o início da década de 1940. Desde criança gostava de cantar. Ainda na adolescência, começou a se interessar pelas serestas e travou conhecimento com músicos locais. Pouco mais tarde casou-se com um desses seresteiros, Naldimar Gedeão Delfim. Com ele mudou-se para o Rio de Janeiro em 1941, onde conheceu Waldir Azevedo, compositor e cantor, ambos trabalharam em diversas músicas em parceria.

Em 1951, gravou em 78 rpm o baião “Delicado”, de Waldir Azevedo e Ari Vieira, foi uma das suas gravações mais marcantes. Delicado, também regravada posteriormente por artistas consagrados como Canhoto, Chiquinho do Acordeon, Oswaldinho do Acordeon, Zé Calixto, Toco Preto, Biro do Cavaco, Pepeu Gomes, Dominguinhos e por ai vai. A segunda música desse 78 rpm é o baião “Arrastapé” composto por Rafael Carvalho, que é uma homenagem ao gênero musical, o Arrastapé, que tem como significado literário farra, confusão e desordem. Então como diz a letra da música “vamos cair no sertão para ver como é que é…”. (dois últimos parágrafos escritos por Dj Rick)

Essa é a primeira vez em que escuto a versão de delicado cantada, se alguem tiver notícias de outras gravações dela cantada ficaremos muito gratos com a colaboração.

Ademilde Fonseca – 78 RPM
Todamerica – 1951

01. Delicado (Ari Vieira / Waldir Azevedo)
02. Arrastapé (Rafael de Carvalho)

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CD – Trio Forrózão – Trio Forrózão

O grupo foi surgiu no Rio de Janeiro em 1993, e começou tocando na tradicional Feira de São Cristóvão, conhecido reduto nordestino, casualmente, quando Bastos, até então um modesto porteiro de condomínio, resolveu perder a vergonha e colocar o dom que trazia desde menino pra fora, decidiu então cantar em uma barraca a convite de um velho amigo.

Com seis CDs gravados, atualmente sua formação é Sebastião Brilhante, o Bastos (Voz) de Pombal – PB; José Bonifácio, o Zézinho Boni, de Campina Grande – PB (Acordeon); Edson Belo, o Chupa cabra (Triângulo) de Olinda – PE; e Josenaldo Inácio, o Miudinho (Zabumba) de Mamanguape – PB que antes integrava o Trio Jerimum, junto com Ratinho e Zécimar.

Esse é o primeiro disco do trio, gravado ao vivo em 1998 e lançado pelo selo Natasha Terra. Naquele ano o zabumbeiro ainda era Nicodemus e o sanfoneiro Chiquinho. A curiosidade é que o baixo foi gravado posteriormente em estúdio. Com um repertório finamente escolhido, bom de dançar do início ao fim, destaque para “Cabra desmantelado”.

Trio Forrózão – Trio Forrózão
1998 – Natasha

01-Forró da musa (Gilvan A da Silva – Damião M. Bento)
02.Viciado em forró (Agostinho Pereira dos Reis)
03-Os homi da Paraíba (Arlindo – João Tavares)
04-Zé do rock (João Silva – Raimundo Evangelista)
05-Ovo de codorna (Severino Ramos Oliveira)
06-Cabra desmantelado (Sirano)
07-Xote das meninas (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
08-Pequenininha (Assisão)
09-Espumas ao vento (Aciolly Neto)
10-Amei a toa (João Januário Maciel – João Leocádio da Silva)
11-Xote ecológico (Luiz Gonzaga – Agnaldo Batista)
12-Petrolina-Juazeiro (Jorge de Altinho)
13-É bom fazer assim (Parafuso – Zé Pacheco)
14-Casa da saudade (Coroné Caruá)
15-Sou eu sim (Renato Régis – Aluisio Silva – Lucena)
16-É proibido cochilar (Antonio Barros)

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Joquinha Gonzaga – Forró, cheiro e chamego

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Recebemos esse disco de um dos freqüentadores do blog, além do disco, nosso colaborador mandou essas palavras sobre a postagem de hoje:

“Um excelente álbum do sobrinho de Luiz Gonzaga, Joquinha Gonzaga, que hoje é o responsável por tudo que o Rei do Baião deixou em EXU (PE). A música título é dele em parceria com Nando Cordel.”

‘JOÃO JANUÁRIO MACIEL – Nascido em 01/04/52, Rio de Janeiro, filho de Raimunda Januário Muniz (segunda irmã de Luiz Gonzaga) e João Francisco Maciel. No final da década de 40 o “Rei do Baião, Luiz Gonzaga, formou o primeiro núcleo Nordestino no Sul do país trazendo sua família composta pelo pai Januário, sua mãe Santana, suas irmãs Muniz, Geni, Socorro, Chiquinha Gonzaga e seus irmãos Aluízio, Zé Gonzaga e Severino Januário. Instalaram-se em um sítio em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias mais conhecido como Sítio dos Gonzagas, no Rio de Janeiro, onde eram realizadas grandes festas tais como casamentos, batizados, aniversários, novenas, etc. Sempre com muitos convidados e músicas e comidas típicas nordestinas onde marcavam presença de grandes artistas famosos como: Marinês, Abdias, Trio Nordestino, Domiguinhos e outros – e foi neste meio que cresceu e nasceu JOQUINHA GONZAGA, nome artístico dado por seu tio Gonzagão.’ (fonte)

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Aos 14 anos ganha sua primeira sanfona do tio, um pé-de-bode, em seguida ganha um fole de 80 baixos para logo chegar ao de 120 baixos.
Ao sair do quartel passa a acompanhar o tio nos shows pelo nordeste; em 1985 Gonzagão grava uma composição sua com João Silva: “Amei a toa”; em 1986 ele resolve sair da banda do seu ilustre tio para tentar sua carreira solo; Gonzagão lhe dá todo o cachet do derradeiro show onde se apresentaram juntos e com esse dinheiro, Joquinha une-se a João Silva e grava esse álbum, de forma independente.

Em 1988 participou de uma das faixas do disco do tio, regravando “Dá licença pra mais um”.

Esse álbum não tinha a capa, como felizmente tínhamos uma cópia, passamos novamente.

A participação de todos é muito importante para nós, mandando discos, opinando, comentando ou levantando informações sobre nossos queridos artistas do forró pé-de-serra, que com o passar do tempo vão se perdendo cada vez mais rápido.

Joquinha Gonzaga – Forró, cheiro e chamego
1987 – Top Tape

01. Forró, cheiro e chamego (Joquinha Gonzaga – Nando Cordel)
02. Fruta nordestina (Joquinha Gonzaga – Bodart)
03. Aqui tem alegria (João Silva – Zé Mocó)
04. Depois a gente vê (Joquinha Gonzaga – J. Freitas)
05. Com xodó é melhor (João Silva – Pedro Maranguape)
06. Cuidado, tocador (João Silva – Zé Mocó – Manoel José)
07. Dá licença pra mais um (João Silva – Raimundo Evangelista)
08. Amor tostadim (João Silva – Iranilson)
09. Pingo de gente (Joquinha Gonzaga – João Silva – Raimundo Evangelista)
10. Pout-pourri de marchinhas (solo)
– Faz força, Zé (Luiz Gonzaga – Rosil Cavalcanti)
– Casaca de couro (Rui de Morais e Silva)
– Velhos tempos (Joquinha Gonzaga – Zé Mocó)
– Lorota boa (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

Quer saber mais da nossa história?
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Um grade abraço,
DJ Ivan

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