Zé Gonzaga – Asa branca

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Esse deve ser o último LP do Zé Gonzaga, seguindo a tradição de sempre regravar a “Asa branca” música que com o decorrer da história tornou-se um dos símbolos que juntamente com Luiz Gonzaga, representam o forró pé-de-serra.

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Outra regravação é o “Baile da tartaruga”, música que foi título de um LP lançado dez anos antes desse álbum, pelo próprio Zé Gonzaga. Curiosamente a autoria das músicas, em sua maioria são do Zé em parceria com Pedro Maranguape, grande compositor que teve suas músicas gravadas por Ary Lobo, Jacinto Silva e Edson Duarte, entre outros.

Destaque para as faixas instrumentais “Recordando Januário” e “Naquela noite”, ambas de Zé Gonzaga e Pedro Maranguape.

Zé Gonzaga – Asa branca
1992 – Beverly

* 01. Baile da tartaruga (Osmar Safety – Augusto Mesquita – Jaime Florence)
* 02. Asa branca (luiz gonzaga – Humberto teixeira)
* 03. Não corto e nem penteio (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 04. Ninon Zé gonzaga (adap. braguinha)
* 05. Você não gosta de mim (irmãos Valença)
* 06. Forró no ceará (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 07. Recordando januário (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 08. Quadrilha nordestina (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 09. Casamento no sertão (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 10. Adeus pernambuco (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 11. Naquela noite (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)
* 12. Pagodinho português (Zé gonzaga – Pedro Maranguape)

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Coletânea – O fino do pau de sebo vol.8

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Quando comecei a postar aquela série de coletâneas, há pouco tempo, eu na verdade tinha começado a procurar essa aqui: “O fino do pau de sebo, vol.8”. Não achei, acabei achando outras e publicando várias, menos a que eu queria.

A primeira vez que vi esse disco foi nas mãos do meu amigo DJ Xeleléu, lá no Rio, e é pra ele, cujo lugar está garantido, que eu dedico a postagem de hoje. Como procurei na casa toda e não achei, resolvi de forma simples, fui lá no Tick e peguei mais um dos repetidos dele.

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Destaque para as faixas que abrem cada lado. No lado A, “Espelho de barrigudo”, um xote balançadíssimo na interpretação do Trio Juazeiro da música de Genival Lacerda e Luiz Santa Fé. No lado B, “Forró quentinho” na voz e no ritmo de Jackson do pandeiro, em uma música de autoria de sua esposa Almira Castilho.

Coletânea – O fino do pau de sebo vol.8
1980 – Chantecler

* 01. Espelho de barrigudo – Trio Juazeiro (Luiz Santa Fé – Genival Lacerda)
* 02. Soca pilão – Zé Maringá (Zé Maringá – Jorge Paulo)
* 03. Caiu na ponte – Zenilton (Cecéu)
* 04. Chapéu de couro – Pedro Sertanejo (Pedro Sertanejo – Jorge Paulo)
* 05. Morena dos olhos pretos – Clemilda (Gerson Filho – J. Luna)
* 06. Gosto não se discute – Siri do Forró (José Batista de Oliveira)
* 07. Forró quentinho – Jackson do Pandeiro (Almira Castilho)
* 08. Surubim – Oswaldo Silva (Oswaldo Silva)
* 09. Molhadinha de suor – Sandoval Santos (Durval Vieira)
* 10. De Fortaleza a Sobral – Noca do Acordeon (Adauto Mattos)
* 11. Esse côco é meu – Genival Lacerda (Barbosa da Silva – Genival Lacerda)
* 12. Quadrilha na cidade – Gerson Filho (Gerson A. Filho)

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Walmir Silva – Forró pra frente

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Esse disco tem todas as características de ser um trabalho independente, o que mostra que, já no início da década de 1980, o espaço que os artistas brasileiros tinham dentro das gravadoras foi reduzido em função do esquema de mídia, radio e TV, que começava a dominar o mercado e na época preferia introduzir ferozmente músicas internacionais.

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Como essa moda forçada nos foi aplicada, os músicos tentaram acompanhar as novas tendências externas, resultando em desfigurações do forró mais tradicional que se enfraquecia aos poucos. Fato esse que fez com que o glorioso pernambucano, Walmir Silva, se afastasse um pouco das gravações.

Começou sua carreira em 1961 pela Rosenblitz, passando pela Tapecar e pela Tropicana. Não gravava um disco há pelo menos quinze anos e acaba de lançar, em maio de 2007, o CD: “Desabafo de artista” pela Coreto Records. Nesse LP, destaque para a faixa título.

Walmir Silva – Forró pra frente
1980

* 01. Guarda de trânsito (Walmir Silva)
* 02. Que será de mim (Deda da Oficina)
* 03. Porque você me machuca (Genésio Guedes)
* 04. Filha de Alagoas (Sinval Francisco – Walmir Silva)
* 05. Ela foi embora (Walmir Silva)
* 06. Nesse tom não vou cantar (Walmir Silva)
* 07. Vida do pobre e do rico (Walmir Silva)
* 08. Forró pra frente (Walmir Silva)
* 09. Deixa ela sofrer (Walmir Silva)
* 10. Namoro escondido (Walmir Silva)
* 11. Com você não quero nada (Walmir Silva)
* 12. Moça ameninada (Walmir Silva)

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Genival Lacerda – Meu nordeste

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Esse é o primeiro álbum lançado pelo glorioso Genival Lacerda, atualmente, sem sombra de dúvida, o rei da divisão. Essa capa acima é a original, com as marcas do tempo e de ter passado por muitas mãos que acabaram por riscar algumas faixas do disco.

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Outro dia o Tick me mostrou um anúncio na internet de um re-lançamento desse primeiro disco, Genival Lacerda – No forró do Limoeiro, com outra capa e dessa vez pelo selo Tropicana, não hesitamos, com a ajuda do PC, compramos e aqui está, diretamente do fundo do baú.

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Reparem como o timbre de voz do Genival é totalmente diferente do das gravações que o tornaram nacionalmente conhecido. Nessa época, sem influências externas, o forró era baseado no sanfoneiro e seu regional, nesse caso Martins da sanfona e sua gente.

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Destaque para “O coco da umbigada” do próprio Genival em parceria com Bartolomeu Medeiros, “A resposta do mata sete” de Antônio Barros e para a instrumental “Saudade da Lagoa dos gatos”.

Genival Lacerda – Meu nordeste
1965 – Audience

* 01. Rojão do trapiá (E. Ferreira – Henrique de Almeida)
* 02. O côco da umbigada (Genival Lacerda – Bartolomeu Medeiros)
* 03. 1×1 (Edgar Ferreira)
* 04. Resposta de mata sete (Antonio Barros)
* 05. Recife sangrento (Edgar Ferreira)
* 06. Segura a conversa (Martins da Sanfona – Gerson Rosa)
* 07. Machuca a sanfona (Edgar Ferreira)
* 08. 17 na corrente (Edgar Ferreira)
* 09. Menu do côco (Edgar Ferreira)
* 10. Ele disse (Edgar Ferreira)
* 11. Forró em Limoeiro (Edgar Ferreira)
* 12. Saudade da Lagoa dos gatos (Martins da Sanfona)

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Dominguinhos – Garanhuns

Bom, depois de passar praticamente uma semana sem postar aqui no blog, por ter ficado sem computador e por trabalho, cá estou eu de volta. Espero essa semana poder voltar a postar tudo certinho, para não sobrecarregar nosso querido amigo Dj Ivan.

Escolhi para postar hoje um Dominguinhos. Não preciso nem citar que trata-se de um ótimo disco, pois só o fato de ser ‘Dominguinhos’, isso é o mínimo a se esperar. Sempre que vejo esse disco lembro de um amigo, o Uirá, pois ele sempre me pedia para tocar a música “Balança sanfoneiro”, então dedico a ele a postagem de hoje.

Tirando a música que citei acima, que me agrada bastante, esse disco também trás, na minha opinião, mais duas músicas que muito me agradam, são elas, “Já vi tudo” de Jorge Silva do Recife e Jorge de Altinho e a música instrumental “Limpa banco” de Guadalupe e Dominguinhos.

Dominguinhos – Garanhuns
RGE – 1992

01. Coisa linda (Cecéu – Antonio Barros)
02. Fofa chão (Oliveira – Dominguinhos)
03. Faz de mim (Dominguinhos – Nando Cordel)
04. Pouco importa (Oliveira – Dominguinhos)
05. Estrela Gonzaga (J. Michiles)
06. Fazenda corisco (José Clementino)
07. Balança sanfoneiro (Savinho)
08. Já vi tudo (Jorge Silva do Recife – Jorge de Altinho)
09. Chamego e xodó (João Silva)
10. Meu Garanhus (Zezum)
11. Sem rumo e sem prumo (Chico Xavier – Julinho do Acordeon)
12. Limpa banco (Guadalupe – Dominguinhos)
13. As moças de Angical (Climério – Dominguinhos)

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A história do nordeste – Na voz de Luiz Gonzaga

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Durante a história da música popular brasileira, vem os ritmos do longínquo nordeste ganhando foros de civilização, deixando as rústicas cabanas de taipa – onde é dançada no chão de barro batido, à luz bruxoleante de fumacentos lampiões – para ascender aos mais aristocráticos ambientes.

Todavia, há um fato importante a observar, a popularidade da música nordestina (côco, rojão, frevo, baião, etc.) se deve a um sanfoneiro, um músico e compositor que fez escola. Trata-se evidentemente, de Luiz Gonzaga, carinhosamente apelidado de “Lua”.

Luiz Gonzaga aproveitou motivos de sua terra e incorporou-se em luzentes composições musicais representados neste álbum. Gravado pela RCA Victor esse LP de 8 polegadas apresenta oito números bem representativos da literatura musical nordestina, seis dos quais de co-autoria do próprio Gonzaga. (Texto e disco enviados pelo DJ RICK)

A história do nordeste – Na voz de Luiz Gonzaga
RCA Victor

01 – Paraíba (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
02 – Respeita Januário (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
03 – Saudade de Pernambuco (Sebastião Rosendo – Salvador Miceli)
04 – O Xote das Meninas (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
05 – O ABC do Sertão (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
06 – Acauã (Zé Dantas)
07 – Algodão (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
08 – Asa Branca (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)

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CD – Os 4 Mensageiros – Tá no ponto

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Uma das maiores revelações no cenário do forró, aproximando-se de seu quarto aniversário, hoje postaremos o primeiro CD dos 4 Mensageiros.

Tendo como filisofia que a existência do grupo não é apenas para tocar forró, mas também para, através dele, transmitir alegria, simplicidade e irreverência.

Tendo como componentes: o balanço de Vinicinho na zabumba, o carisma de Piaba, a simpatia e a firmeza no compasso de Zezinho no triângulo e a técnica e a dedicação de Japa no acordeon.

Destaque nesse disco para “Tá no ponto”, polêmica música que lhes foi presenteada pelo mestre, e para os sucessos “Forró de magnata ” e “Ói a cera, sanfoneiro”.

No player abaixo, disponibilizamos as faixas desse álbum para que você possa escutar e conferir a qualidade do trabalho.

Os 4 Mensageiros – Tá no ponto
2005

01. Tá no ponto (Mestre Zinho – Zezinho Mensageiro)
02. Vou pro Bacurau (João Silva – Messias Holanda – Pedro Maranguape)
03. Galera do Forró (Batoré)
04. Forró de Magnata (Duda Santos – Matias)
05. Senti Saudade (Zezum)
06. Saudade (Tião Marcolino)
07. Kojak do Pirulito (Kojak do Forró – Aluízio Silva – Artur Moura)
08. Ói a cera, sanfoneiro (Mestre Zinho)
09. Seu rei sou eu (Tião Marcolino – Douglas Marcolino)
10. Sanfoneiro a sanfonar (Antonio Poderoso – João do Rosário)
11. No balanço do vapor (Tiziu)
12. Bela menina (Fúba de Taperoá – Leréu do Pandeiro)
13. Remelexo (Eraldo Trajano)

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Onildo Almeida – O homem da feira

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Quem não conhece a música “A feira de Caruaru”, célebre baião cantado por Luiz Gonzaga? Esse disco é do autor da tão famosa homenagem a uma das maiores referências comerciais e artísticas de Pernambuco e do nordeste brasileiro.

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“A feira surgiu há mais de 200 anos e sua origem se confunde com a da cidade. O local era ponto de parada para vaqueiros que traziam o gado do Sertão para o Litoral e de mascates que faziam o sentido inverso.

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Conjuntos musicais e bandas de pífanos também são encontradas no meio da feira. É ali, na mistura de comércio, festa e arte, que os artistas populares criam uma cultura nordestina.”

Onildo Almeida – O homem da feira
1980 – Jangada

* 01. Aproveita zé (Onildo almeida)
* 02. Deixa serená (Onildo almeida)
* 03. Se saudade matasse (Onildo almeida)
* 04. Como se dança forró (Onildo almeida)
* 05. Feira do troca-troca (Onildo almeida)
* 06. Xote da menina nova (Onildo almeida)
* 07. A feira de caruaru (Onildo almeida)
* 08. Bichim que rói (Onildo almeida)
* 09. O rico e o pobre (Onildo almeida)
* 10. A espera (Onildo almeida)
* 11. A lei do mais forte (Onildo almeida)
* 12. Carne de sol (Onildo almeida)

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Severo e Teresa Rios – No forró eu e ela

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Esse é um dos últimos LPs dos 11 discos do acordeonista João Severo da Silva, ou apenas Severo, o sanfoneiro do Jackson. Após uma temporada na europa, acompanhando Elba Ramalho, Severo lança mais um trabalho, dessa vez acompanhado de Teresa Rios, que canta nas faixas que não são instrumentais.

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Regência do maestro Nilton Rodrigues e arranjos e sanfonas de Severo. A música “Mexe…mexe, funga…funga “, de Severo e Jaguar, foi gravada um ano antes, na voz da Elba Ramalho. Em 2005 participou da gravação do CD do Zé Calixto, com quem se apresentou por diversas vezes no Rio dee Janeiro, onde vive.

Destaque para “No forró eu e ela” de André do Rojão e Édson Duarte e para a instrumental “Petro-forró” de Severo e Nilton Rodrigues.

Severo e Teresa Rios – No forró eu e ela
1986 – Jangada

* 01. No forró eu e ela (André do Rojão – Édson Duarte)
* 02. Caidinho por você (Severo – Jaguar)
* 03. Petro-forró (Severo – Nilton Rodrigues)
* 04. Sem eira, nem beira (Severo – Jaguar)
* 05. Tô chegando no forró (Severo – Mariangela)
* 06. Por um dengo e um xodó (Severo – Jaguar)
* 07. Mexe…mexe, funga…funga (Severo – Jaguar)
* 08. Jackson no forró (Severo)
* 09. Jura quebrada (Severo – Jaguar)
* 10. Capucho no frevo (Paulo rafael – Zé da flauta)

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Betinho e seu conjunto – Queimando a sanfona

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Um disco que não tem apenas forró, algumas músicas são num ritmo chamado Rancheira, em compasso 3×4, como uma valsa. Na época, final da década de 1960 e início da de 1970, as polcas e valsas ainda apareciam em alguns discos junto aos ritmos que hoje caracterizam o forró, como o baião e o arrasta-pé.

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“Ouvindo esse micro-sulco, sente o discófilo as distantes paragem do sertão imenso deste Brasil, que cresce e agita, que canta e encanta, com a bonita interpretação de Betinho e seu conjunto…” (Trecho extraído da contra-capa)

Destaque para os baiões “Rompe ferro”, “Quando pego na sanfona” e “baião da peste”.

Betinho e seu conjunto – Queimando a sanfona
Discobrás

01 Queimando a sanfona – Arrasta-pé (Maria Tereza)
02 Zéfa na rancheira – Rancheira (Aguiar Filho)
03 Forró do Piripito – Baião (Aguiar Filho)
04 Vae e vem – Rancheira (Maria Tereza)
05 Rompe ferro – Baião (Aguiar Filho)
06 Toc toc – Rancheira (Maria Tereza)
07 Quando pego na sanfona – Baião (Gerson filho – Hélio Nascimento)
08 No Ceará é assim – Rancheira (Orlando Villa)
09 Baião da peste – Baião (Orlando Villa)
10 Quadrilha ta lá – Quadrilha (Maria Tereza)
11 Quadrilha nas estâncias – Quadrilha (Maria Tereza)
12 Quadrilha do lampião – Quadrilha (Maria Tereza)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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