CD – Oswaldinho do Acordeon – Krakatoa

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Colaboração do Raul Victor.

cd

Esse disco tem a curiosidade de ser quase igual ao CD Vesúvio, de 1993, com a diferença de ter uma música a menos.

contra

Qual dos discos foi lançado primeiro? Vesúvio ou Krakatoa? Qual é o original e qual o relançamento?

Oswaldinho do Acordeon – Krakatoa

01. Krakatoa (Oswaldinho do Acordeon)
02. Got a Match? (Chick Corea)
03. Vesúvio (Oswaldinho do Acordeon)
04. Tico-tico no Fubá (Zequinha de Abreu)
05. Pra Ti Sevilla (Oswaldinho do Acordeon / Marcos Farias)
06. Route 405 (Hirotaka Izumi)
07. Bandoneon (Astor Piazzolla)
08. Juberlam (Pedro Sertanejo)
09. Looking Up (Michel Petrucciani)
10. Pau-de-Arara (Guio de Morais / Luiz Gonzaga)

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Texto – Forró pra gringo ouvir – Por Érico Sátiro

*Colaboração do Érico Sátiro, originalmente publicado no Ralabucho Podcast.

No final de 2016, uma lista de suas músicas preferidas para praticar atividades físicas, divulgada pelo ex-presidente dos EUA Barack Obama, tornou-se notícia no Brasil por uma inclusão inusitada: a faixa “Perro Loco”, da banda Forro in The Dark, grupo formado em Nova York no ano de 2002, por três brasileiros lá radicados, e que mistura ao forró elementos da música pop, como a adição de guitarras e saxofones. Será então que o nosso forró definitivamente se popularizou no exterior? Ainda não tanto, até porque “Perro Loco” não é exatamente uma canção de forró tradicional, porém, isso não quer dizer que o ritmo nordestino não tenha uma boa aceitação em terras estrangeiras. Muito pelo contrário, basta perceber o sucesso que os músicos do estilo conseguem ao realizar turnês em outros países, em especial na Europa. Além disso, assim como o Forro in The Dark, há outros grupos formados no exterior explorando o forró, a exemplo do Matuto, também nos Estados Unidos, e o Bel Air de Forro, na França, o que ajuda a difundir o gênero ao redor do mundo.

A admiração do público e da crítica estrangeira é grande a ponto de haver determinados discos de música nordestina que foram lançados exclusivamente no exterior, até mesmo de artistas consagrados no estilo. Sivuca, Oswaldinho, Dominguinhos, Camarão e João do Vale são exemplos de músicos brasileiros que tiveram álbuns lançados ou reeditados somente no exterior. Há algum tempo, não havia alternativa ao público brasileiro para escutar tais discos, senão comprá-los em outros continentes. Com o advento da internet, surgiu a oportunidade de importá-los através de lojas online ou “baixar” os arquivos por meio de sites de compartilhamento. Atualmente, embora ainda exista a possibilidade de adquiri-los em sites estrangeiros de CDs, pode-se ouvir a maioria desses álbuns em plataformas de streaming como Spotity ou Deezer. O reconhecimento do público estrangeiro ao valor do forró não é novidade, mas a existência desses discos é mais uma mostra, em tempos de invasão do “breganejo” e dos “forrós de plástico” nas festas juninas, que a autêntica música nordestina nunca vai acabar. Confiram abaixo alguns desses CDs que foram lançados ou reeditados somente no exterior:

oswaldinho Forró Novo – Oswaldinho (1997) – Com apresentações e participações em festivais em diversas partes do mundo, o acordeonista Oswaldinho, conhecido por explorar ritmos como jazz, rock, blues e até o erudito em seus discos, lançou na Alemanha, pelo selo Piranha´s, o seu disco mais nordestino da carreira, utilizando apenas sanfona, triângulo e zabumba. São 13 faixas instrumentais gravadas pelo filho do forrozeiro Pedro Sertanejo, mesclando canções de sua autoria com clássicos de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, em um dos melhores álbuns de sua discografia.

julinho Accordeon do Brasil – Julinho do Acordeon (1992) – o acordeonista e maestro cearense João Aguiar Sampaio, o Julinho, falecido em 2008, é autor de canções como “De Juazeiro a Crato” (Julinho/Luiz Gonzaga), “Dengo maior” (Humberto Teixeira/Julinho) e “Carapeba” (Julinho/Luiz Bandeira), todas gravadas por Luiz Gonzaga, além de “Magoada” (Julinho/João do Vale), interpretada por Clara Nunes, e da instrumental “Baiãozinho bom” (Julinho/Evaldo Gouveia), uma de suas composições mais conhecidas. Exímio instrumentista, Julinho também se apresentou em vários países e gravou diversos LPs em sua carreira, além desse CD lançado na França, em 1992, pelo selo Kardum. No encarte, texto escrito pela francesa Dominique Dreyfus, biógrafa de Luiz Gonzaga.

camarão Camarão plays forró – Camarão (1998) – Reginaldo Alves Ferreira, o Camarão, falecido em 2015, recebeu em 2003 o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, o que demonstra a importância do sanfoneiro para a cultura do seu Estado. Dono de um estilo próprio de tocar acordeon, o músico gravou em 1995, no Recife, as músicas do CD Camarão plays Forró, lançado somente na Europa, em 1998, pelo selo Nimbus, da Inglaterra. Com capa extraída de tela da artista plástica Isa Galindo, o CD, com interpretações no autêntico estilo pé de serra, traz ainda o também falecido Arlindo dos 8 Baixos em quatro faixas, além de contar com a participação da cantora Joana Angélica nos vocais.

music for maids Brazil: Forró – Music for maids and taxi drivers (1990) – Apesar de ter uma versão lançada no Brasil, esse disco não poderia faltar na lista. Em 1981, o produtor e músico pernambucano Zé da Flauta gravou, em condições estruturais improvisadas e experimentais, duas fitas com músicas de Toinho de Alagoas e Duda da Passira, autênticos representantes do forró. Após vendê-las para a Visom Digital, recebeu o pedido de mais duas fitas, que foram gravadas com Heleno dos 8 Baixos e José Orlando, em 1982. Vários anos depois, os quatro discos foram compilados e lançados nos Estados Unidos e Europa com o título de “Brasil: Forró – Music for maids and taxi drivers”. O sucesso foi tão grande que, além de ter recebido um prêmio na Inglaterra de melhor capa de CD internacional, em 1990, pela xilogravura de Marcelo Soares, o disco foi indicado ao Grammy Awards na categoria traditional folk, em 1991. “Por causa de um disco de forró, estávamos na festa de premiação dando de cara com nomes como Natalie Cole, Keith Richards (Rolling Stones), Aerosmith, Billy Idol, Quincy Jones…”, relembra Zé da Flauta. O êxito da empreitada também acabou rendendo uma edição nacional do CD e um novo disco de forró: Pé de Serra Forró Band.

forro band Dance music from the countryside – Pé de Serra Forró Band (1992) – Com o sucesso do “Music for maids and taxi drivers”, Zé da Flauta foi procurado por Tiago de Oliveira Pinto (brasileiro radicado na Alemanha), do Departamento Latino-Americano da Haus Der Kulturen Der Welt (Casa das Culturas do Mundo), de Berlim, para fazer um disco semelhante, a ser lançado na Alemanha. O produtor reuniu, então, Duda da Passira (acordeon), Heleno dos 8 Baixos (fole de 8 baixos), Tavares da Gaita (gaita, reco-reco), Raminho (zabumba, triângulo) e Quartinha (zabumba, triângulo) para formar o Pé de Serra Forró Band. “Eles (Casa das Culturas do Mundo) têm um estudo completo sobre o pífano e possuem todos os ritmos nordestinos escritos em partituras, coisas que nós não temos”, impressiona-se Zé da Flauta. As gravações foram feitas no Recife, em fevereiro de 1992, e o disco lançado na Alemanha pela própria Haus Der Kulturen Der Welt.

joão do vale O poeta do povo – João do Vale (1965) – Autor de centenas de músicas, o cantor e compositor maranhense João Batista do Vale teve, no entanto, uma curta discografia. “O poeta do povo”, seu primeiro disco de carreira, foi lançado no Brasil em 1965, com boa aceitação do público e da imprensa especializada. “Nesse LP, João do Vale canta com muita convicção, muita naturalidade e fervor, um punhado de composições suas, acompanhado por um bom violão e ritmo”, enfatizou o crítico L. P. Braconnot¹, à época do lançamento. Apesar da qualidade, a obra nunca foi editada em CD no nosso país. Em 2014, no entanto, pelo selo Doxy Music, o LP ganhou uma reedição na Europa em que, junto com o bolachão, vem uma versão em compact-disc. Entre as faixas, clássicos como “Carcará” (João do Vale/José Cândido), “Pisa na fulô” (João do Vale/Ernesto Pires/Silveira Jr.), “A voz do povo” (João do Vale/Luiz Vieira” e “Peba na pimenta” (João do Vale/José Batista/Adelino Rivera).

dominguinhos Domingo Menino Dominguinhos – Dominguinhos (1976) – Contando com um time de primeira ao seu lado, formado, entre outros, por Wagner Tiso (piano elétrico), Gilberto Gil (violão), Toninho Horta (guitarra), Moacyr Albuquerque (baixo) e Jackson do Pandeiro e seus irmãos Tinda e Cícero (percussão), Dominguinhos gravou, em 1976, um dos grandes discos de sua brilhante carreira. Misturando jazz aos ritmos tradicionais da música nordestina, o acordeonista pernambucano imprimiu a sensibilidade marcante do seu instrumento em cada faixa do álbum, deixando-o mais com cara de MPB do que de forró. “Tem que tocar pra fora, com alegria, com prazer, senão, mando todo mundo embora. O Wagner Tiso e o Toninho Horta, acostumados a tocar com o Milton Nascimento, de vez em quando começavam a entortar, a fazer aquele som fechado, de lata velha. Mas aí, eu explicava que meu som é diferente, e como eles são flexíveis, compreendiam”, declarou um exigente Dominguinhos². A incorporação do jazz e outros elementos em sua música também gerou a incompreensão de alguns críticos, como o jornalista José Ramos Tinhorão, que, à época, teceu pesados comentários sobre o disco³. A edição em CD do disco permanece inédita no Brasil, tendo sido lançada somente no Japão, em 2015. No repertório, quase todas as faixas são de autoria do próprio Dominguinhos e de Anastácia, com exceção para “Gracioso”, do flautista Altamiro Carrilho.

samba nouvelle Samba Nouvelle Vague – Sivuca (1961/1962) – Embora este não seja um disco de forró, não poderia faltar na relação, principalmente pela importância do autor para a música nordestina. Foi durante o período em que residiu na França, que Severino Dias de Oliveira, o Sivuca, paraibano de Itabaiana, gravou os álbuns “Sivuca e os ritmos brasileiros de Silvio Silveira” (1961) e “Samba Nouvelle Vague” (1962), interpretando choros e diversas canções da bossa nova, como “Samba de uma nota só” (Newton Mendonça/Tom Jobim). Nas gravações, que também contaram com outros músicos, Sivuca foi o responsável, além do acordeon, pelos pianos, vocais, arranjos e guitarras (somente no disco de 1962). Em 2005, a Universal Music da França reuniu os dois álbuns em um único CD, com o mesmo título do LP de 1962. Foi disponibilizado na Europa e ainda é possível encontrá-lo com certa facilidade em lojas estrangeiras na internet.

richard Richard Galliano au Brésil – Vários (2014) – Apesar do título, o CD nada mais é que a trilha sonora do documentário “Paraíba, meu amor”, do diretor suíço Bernard Robert-Charrue, que se apaixonou pelo forró ao conhecer o ritmo e produziu este filme sobre o gênero, direcionado ao público europeu e lançado em 2008. Nas gravações, o acordeonista francês Richard Galliano passeia, toca pela Paraíba e observa o som de nomes como Dominguinhos, Chico César, Pinto do Acordeon, Aleijadinho de Pombal e Os 3 do Nordeste. O repertório do disco, disponibilizado somente na Europa em 2014, em formato de CD duplo, é composto pelos áudios extraídos exatamente dos números musicais do filme.

acustico 1acústico 2 Forró Acústico – Accordéon du Nordeste du Brésil, volumes 1 e 2 – Vários (2007/2008) – Em 2006, o produtor belga Damien Chemin, então residente em Sergipe, idealizou um projeto de pesquisa de artistas do forró, principalmente naquele estado e em Alagoas, que resultou na coletânea “Forró Acústico – Accordéon du Nordeste du Brésil”, lançada em dois volumes pelo selo francês Cinq Planètes. As gravações, que foram realizadas nas próprias casas e bairros dos músicos, fora dos padrões convencionais de estúdio, traziam nomes pouco conhecidos em outras regiões como Olivan do Acordeon, Cachoeira, Bodocó e Batista do Acordeon, ao lado de músicos de maior destaque como os irmãos Mestrinho e Erivaldinho, filhos do também forrozeiro Erivaldo de Carira. Os discos circularam pela Europa e Japão, tiveram boas vendas e ganharam destaque na imprensa internacional, como a revista francesa Mondomix⁴.

cobra Forró do Baú – Cobra Verde (2009) – Admirado com o talento do sanfoneiro sergipano Soenildo Santos Mendonça, ou simplesmente Cobra Verde (também participante da coletânea “Forró Acústico – Accordéon du Nordeste du Brésil”), o diretor do selo Cinq Planètes, Philippe Krümm, famoso na Europa pelo seu conhecimento sobre o acordeon, pediu que Damien Chemin produzisse um disco solo de Cobra Verde para seu selo. O CD foi gravado em Aracaju, em 2009, mas foi lançado na França e distribuído na Europa, EUA e Japão pela L’autre Distribution. Com embalagem caprichada, trazendo livreto com várias fotos em 28 páginas, o álbum apresenta cinco execuções instrumentais e diversos convidados nos vocais nas outras faixas, como o cantor, repentista e instrumentista Genovitor, a falecida cantora Clemilda e o baiano Adelmário Coelho, que interpreta “Carreiro Novo”, de Jacinto Silva. “Chamamos diversos artistas e amigos para participar do CD. Todos gostaram da idéia de participar do primeiro trabalho solo de Cobra Verde, que é muito respeitado em Sergipe”, afirma Chemin. Bem recebido pela crítica europeia, o disco impulsionou o músico em uma pequena turnê pela França e Bélgica, além de participação em um festival de música popular na Argentina.

festa A festa – Luiz Gonzaga (1981) – Lançado em abril de 1981 e recebido pela crítica com certa discrição, o 39º LP do Rei do Baião trouxe regravações clássicas como “Paraíba” (Humberto Teixeira/Luiz Gonzaga) – canção criada inicialmente como um jingle para a campanha política de José Américo de Almeida, na Paraíba – e “Cacimba Nova” (José Marcolino), ao lado de outras músicas que, embora não tenham se tornado emblemáticas, deram brilho à continuidade do consistente e autêntico repertório de Luiz Gonzaga. O álbum registra também diversos convidados especiais: Emilinha Borba, Gonzaguinha, Nelson Valença, Dominguinhos, Zé Marcolino e Milton Nascimento. Sobre este último, que participa da faixa “Luar do Sertão” (Catulo da Paixão Cearense), Gonzaga relatou: “O contato com Milton Nascimento foi simples. Nós nem ensaiamos, todo mundo sabe cantar essa música. Só tive cuidado em afinar com ele, porque ele tem uma extensão de voz muito grande(…). Ele é uma figura interessante, fala pouco, muito pouco”⁵. Embora o disco tenha sido disponibilizado neste ano em plataformas digitais, a edição em CD permanece inédita no Brasil, tendo sido lançada no Japão, em 1995, pela BMG Ariola. Raríssima, a mídia em compact-disc é oferecida atualmente pela bagatela de quase mil reais no site do Mercado Livre.

Referências:
1. Braconnot, L. P. Coluna Discos, Tribuna da Imprensa, 25 de outubro de 1965.
2. Souza, Tárik de. Coluna Acontece, Jornal do Brasil, 1º de agosto de 1976.
3. Tinhorão, J.R. “O sanfoneiro que subiu para cair”, Jornal do Brasil, 16 de agosto de 1976.
4. http://blogs.mondomix.com/accordeon.php/2010/09/25/forro-la-musique-des-cacheros-du-nordest.
5. Dreyfus, Dominique. Vida do viajante: a saga de Luiz Gonzaga. Editora 34, 1996, 1ª edição.

Coletânea – Forró na Palhoça – Vol.2

capa

Colaboração do João Gabriel, de Niterói – RJ.

seloaselob

Coletânea de músicas lançadas entre 1973 e 1975.

verso

Essa coletânea reúne Adolfinho, Messias Holanda, Elino Julião, Jackson do Pandeiro, Zenilton, Oswaldinho e Zé Paraíba.

Coletânea – Forró na Palhoça – Vol.2
Harmony

01- Vou beijar você (João Gonçalves – Tupan) Messias Holanda
02- Saudoso Ceará (Zé Catraca – José Gustavo) Elino Julião
03- Adivinhação (Jackson do Pandeiro – Edilio Fragoso) Jackson do Pandeiro
04- Namoro no escuro (Carlos Diniz) Zenilton
05- So quero um xodó (Anastácia – Dominguinhos) Oswaldinho
06- Forró Alagoano (Pedro Sertanejo) Zé Paraíba
07- Relampiou (D. Martins – Clarinha Rodrigues) Elino Julião
08- Carimbolando (Osvaldo Oliveira – Mary Monteiro) Messias Holanda
09- Gemedeira (Durval Vieira – Zenilton) Zenilton
10- Rio das Pedras (Pedro Sanfoneiro) Oswaldinho
11- Bagunçado (Zé Paraíba) Zé Paraíba
12- Cutuca a Dama (De Castro – Assis Barros) Adolfinho

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CD – Oswaldinho do Acordeon – Ao vivo em Euclides da Cunha

Ao vivo em Euclides da Cunha - frente cd

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Ao vivo em Euclides da Cunha - verso cd

Infelizmente não temos os nomes de todas as faixas, mas dá pra ter uma idéia de como é um show dele.

Oswaldinho do Acordeon – Ao vivo em Euclides da Cunha
1993 –

01 – Feira de Mangaio
02 – Sala de reboco_Riacho do Navio
03 – Ziriguidum
04 – Cantiga do Sapo
05 – Sabiá
06 – A vida do viajante
07 – Sebastiana_Forró no escuro
08 – Pedras que cantam
09 – Asa branca_Brasileirinho
10 – festa do interior
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16 – Brasileirinho
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CD – Oswaldinho do Acordeon – Ao vivo com Orquestra

Ao vivo com Orquestra - frente cd

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Ao vivo com Orquestra - verso cd

Disco gravado ao vivo em 3 atos.

Oswaldinho do Acordeon – Ao vivo com Orquestra

01 – 1º Ato
02 – 2º Ato
03 – 3º Ato

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CD – Oswaldinho do Acordeon & João Parahyba – 1973 – Instrumental no CCBB

Oswaldinho & João Paraíba - frente cd

Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

Oswaldinho & João Paraíba - verso cd

Apresentações épicas do Oswaldinho, nas seis primeiras faixas, e de João Parahyba, nas demais faixas, no CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil.

Oswaldinho do Acordeon & João Parahyba – Instrumental no CCBB
1973

01 – Sorriso de Samantha (Oswaldinho)
02 – Bom e bonito (Oswaldinho)
03 – Um tom para Jobim (Oswaldinho – Sivuca)
04 – Guada e Livi no Forró (Dominguinhos – Guadalupe)
05 – Corre pra não apanhar (Oswaldinho)
06 – Tico Tico no Fubá (Zequinha de Abreu)
07 – Killer John (João Parahyba)
08 – Central do Brasil (João Parahyba)
09 – Samba ácido (João Parahyba)
10 – Dezomensnamata (João Parahyba)
11 – Casa das Almas (João Parahyba)
12 – Leite Ninho (João Parahyba)
13 – Nacundá (João Parahyba)
14 – Timbacia (João Parahyba)

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CD – Coletânea – Eu só quero um forró vol.1 e 2

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Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

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Seleção de repertório de Tárik de Souza e Carlos Alberto Sion.

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Uma bela coletânea que reúne artistas e canções de duas gerações do forró.

Coletânea – Eu só quero um forró
BMG

Vol.1

01 Cabeça Feita_Tililingo_Tem Pouca Diferença – Gal Costa e Luiz Gonzaga
02 Isso Aqui Tá Bom Demais – Dominguinhos e Chico Buarque
03 Numa Sala de Reboco – Luiz Gonzaga
04 Forró do Chic Tak – Fagner e Elba Ramalho
06 Bomba de Estrelas – Zé Ramalho
07 Mané e Zabé – Luiz Gonzaga e Marinês
08 Bom Demais – Quinteto Violado e Jorge de Altinho
09 Forró no Escuro – Luiz Gonzaga
10 Feira de Mangaio – Sivuca
11 Depois da Derradeira – Dominguinhos
12 Chameguinho – Elba Ramalho
13 Pra Clarear – Alceu Valença
14 Baiano não é Palhaço – Gordurinha

Vol.2

01 Vem Morena – Luiz Gonzaga e Fagner
02 Pau De Arara E A Vovozinha – Elba Ramalho
03 Quatro Cravos – Marinês e Gilberto Gil
04 Derramaram O Gai – Luiz Gonzaga
05 Pagode Russo, Quero Chá, Fuga Da Africa – Oswaldinho, Dominguinhos e Sivuca
06 É De Dar Água Na Boca – Nando Cordel e Amelinha
07 Baião – Alceu Valença
08 Gavião – Marinês
09 Forró De Mane Vito – Luiz Gonzaga
10 Ai Que Saudade D’oce – Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho
11 Jeito Manhoso – Marinês e Jorge de Altinho
12 Isso é Que é Bom – Nando Cordel e Dominguinhos
13 ABC do Sertão – Luiz Gonzaga e Fagner
14 For All Para Todos – Geraldo Azevedo

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CD – Socorro Lira e Oswaldinho do Acordeon – O Samba do Rei do Baião

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Colaboração do Elivelton Costa, de Garanhuns – PE

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“…é um excelente disco com raras canções de Luiz Gonzaga, cada em um ritmo diferente.”

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Participações especiais de Osvaldinho da Cuíca, na faixa “Bamboleado” de Luiz Gonzaga e Miguel Lima; e de Susana Travassos, na faixa “Ai, Ai, Portugal” de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga.

Socorro Lira e Oswaldinho do Acordeon – O Samba do Rei do Baião
2013

01.Tudo é Baião (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
02.Tacacá (Luiz Gonzaga – Lourival Passos)
03.Bamboleado (Luiz Gonzaga – Miguel Lima)
04.Sanfonando (Luiz Gonzaga)
05.Ai, Ai, Portugal (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
06.Mariá (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
07.Rei Bantu (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
08.Aboio Apaixonado (Luiz Gonzaga)
09.Dúvida (Luiz Gonzaga – Domingos Ramos)
10.Meu Pandeiro (Ary Monteiro – Luiz Gonzaga)
11.Dona Mariquinha (Luiz Gonzaga – Miguel Lima)
12.Vamos Xaxear (Luiz Gonzaga – Geraldo Nascimento)
13.Calango da Lacraia (J. Portela – Luiz Gonzaga)
14.Fuga da África (Luiz Gonzaga)

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Foto – Dominguinhos, Sivuca e Oswaldinho

Dominguinhos, Sivuca e Oswaldinho

*foto originalmente publicada no livro “O Fole Roncou”, de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues.

CD – Oswaldinho do Acordeon e Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon e Paulo Nascimento

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Colaboração do Elivelton Costa, de Garanhuns – PE

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“…o disco é muito bem feito, com músicas maravilhosas que agradam a todos que ouvem, não é a toa que ganhou o premio TIM da música.”

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O oswaldinho a maioria dos forrozeiros já conhece, já o seu parceiro nesse disco Paulo Nascimento, nascido em Marianópolis e registrado em Adamantina – SP.

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No início dos anos 1970 migrou para a capital do estado onde gravou seus primeiros discos e adotou o nome artístico que usa até hoje. Atualmente tem cerca de 13 discos gravados e mais de 1500 canções gravadas por famosos intérpretes da MPB.

Oswaldinho do Acordeon e Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon e Paulo Nascimento
2007

01 Cada um belisca um pouco (Oswaldinho do Acordeon – Paulo Nascimento)
02 Quero te ver feliz (Oswaldinho do Acordeon – Paulo Nascimento)
03 Saudade do meu chão (Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon)
04 Forro vingado (Oswaldinho do Acordeon – Paulo Nascimento)
05 Dom de tocar (Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon)
06 Rei Luiz (Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon)
07 Segura as calças (Oswaldinho do Acordeon – Paulo Nascimento)
08 Maravilha (Café com Leite) (Oswaldinho do Acordeon – Paulo Nascimento – Elton Ribeiro)
09 Vem cá morena (Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon)
10 Tributo a Bob Marley (Paulo Nascimento – Negro Cosmo – Oswaldinho do Acordeon)
11 A saudade dói (Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon)
12 Tem do de mim (Paulo Nascimento – Oswaldinho do Acordeon)
13 Vem comigo (Oswaldinho do Acordeon – Paulo Nascimento)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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