Negrão dos oito baixos – A moça dos presentes

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Há um bom tempo, peguei uma gravação do ”Forró de latada”, com uma mudança de ritmo no refrão, de um forró para um carimbó ou algo parecido, que dá um balanço muito interessante.

Intrigava-me, porém, quem seria o intérprete, quem seriam os autores, qual ano foi lançado, qual gravadora, etc?

Pouco tempo depois descobri e aqui está: Negrão dos oito baixos. Reunimos vários discos dele, a maioria pela Copacabana, das décadas de 1970 e 80, mas não conseguimos saber mais nenhuma informação.

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Esse disco tem detalhes curiosos como o fato de ter sido produzido por Zenilton, com arranjos de Oswaldinho do acordeon e com várias composições de duplo sentido de autores como Zé Duarte, Alcymar Monteiro e Kim de Oly, em xotes, forrós e arrasta-pés balançados, muito bons para se dançar.

Negrão dos oito baixos – A moça dos presentes
1984 – Copacabana

01. A sobrinha do seu Brás (João Caetano – André Araujo)
02. Antes do amor (Zé Duarte – André araujo)
03. A moça dos presentes (Cesário Silva – Antonio Sima)
04. A receita do doutor (João Caetano – André Araujo)
05. Não quero mais você (Kim de Oly – Elias alves)
06. Dente de ouro (Alcymar Monteiro – André Araujo)
07. Viagem a Espanha (João Caetano – André Araujo)
08. No urro do leão (Bráulio de Castro – Moskemberg)
09. Vamos aproveitar (Zé Duarte – André araujo)
10. Bairro do Catete (João Caetano – André Araujo)
11. Você quer fugir comigo (Cesário Silva)
12. Forró de latada (Kim de Oly – André Araujo)

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Zé Gonzaga – 78 RPM – 1954

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A esse 78 RPM, agradeço mais uma vez a participação dos frequentadores do Blog, é com vocês e somente com a ajuda de vocês que tornaremos esse projeto uma referência dentro do estilo. Aqui todos podem baixar e escutar livremente grandes sucessos e raridades que não são encontradas por ai fácilmente.

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Esse já é o segundo 78 RPM de Zé Gonzaga, o primeiro foi nos enviado pelo Dj Rick e era de 1950, agora vamos avançar um pouco na carreira dele e publicar um de 1954. Nesse 78 RPM encontramos o galope “Galope a beira mar” e o chote “Cascatinha” (nota-se que escrevi aqui chote com CH, e é assim mesmo que ele era grafado na época dos 78 RPM, só depois que ele passou a ser representado como xote, com X).

Zé Gonzaga – 78 RPM
Continental – 1954

01 – Cascatinha (Zé Gonzaga)
02 – Galope à beira mar (Zé Gonzaga – Zé Praxedi)

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CD – Trio Virgulino – O beijo que você me deu

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Formado por Enok Virgulino (sanfona), Adelmo Nascimento (triângulo) e Roberto Pinheiro, (zabumba) o trio faz parte da história do forró. Com 26 anos de carreira foram os responsáveis pelo resgate do forró pé de serra no cenário do sudeste.

Em 1980 Adelmo deixou a enxada de lado e saiu da cidade de Parnamirim–PE, rumo a São Paulo onde em seguida encontraria Enok Virgulino e seu irmão Jaime. Inicialmente essa era a formação do trio, que não acreditava muito que um ritmo tão nordestino pudesse ganhar admiradores na cidade grande.

Quando a situação já parecia sem solução participaram de um programa de calouros na Rádio Clube de Americana, que oferecia uma cesta básica ao ganhador. Na seleção o violeiro que acompanhava todos os calouros não conseguiu acompanhar o tom, rapidamente Enok pegou sua sanfona e acompanhou os calouros. O radialista Geraldo Pinhaneli ficou tão feliz que o trio ganhou a cesta básica e um salário para participar dos programas.

Em apenas três dias ficaram conhecidos na cidade de Americana, conseguindo destaque em todo interior de São Paulo. No final de 1982 Jaime retornou para Pernambuco e foi assim que Roberto, amigo de infância de Enok, passou a integrar o trio. Aos poucos o sonho foi se tornando realidade, em 1986 gravaram o primeiro trabalho independente “Beijo Moreno” e em 1996 “Trio Virgulino Ao Vivo”. No início dos anos 90 o Virgulino recebeu convites para se apresentar em Universidades.

O primeiro show foi realizado na Unicamp, o sucesso foi tão grande que receberam convites para se apresentar também na USP e na PUC. A cada dia o público universitário ia se tornando mais fiel, acompanhando todos os shows. Foi assim que nasceu o “Forró Universitário” grande responsável pelo surgimento de bandas como: Falamansa, Bicho de Pé e Rastapé. Na época seus integrantes eram universitários que curtiam os shows do Trio Virgulino. (texto retirado do site do Trio Virgulino)

Trio Virgulino – O beijo que você me deu
Candeeiro – 1999

01. Doce chamego (Carlinhos Axé – Erismar Silva)
02. Forró de sangue novo (João Silva)
03. Você fica muito mais bonita (Chico Xavier – Nem)
04. Quando é de manhã (Dominguinhos – Climério)
05. Forró de Itaúnas (Enok Virgulino)
06. Flor de Alecrim (Enok Virgulino)
07. Calendário do amor (Carlinhos Axé – Enok Virgulino – Ever Silva)
08. Coladinho, coladinho (Enok Virgulino)
09. O beijo que você me deu (Roberto Agra – Helder Alencar – Roberto Pinheiro)
10. Jogo de amor (Wallace Elias – Enok Virgulino)
11. Forró dos infernos S.A. (Lula Queiroga)
12. Doce mel (Carlinhos Axé – Enok Virgulino)
13. Forró pra lá de bom (Bosco de Carvalho – Enok Virgulino – Donizete Batista)
14. Pra gente se merecer (João Silva)
15. Forró do trio (Beleleu)
16. Fim dos tempos (Enok Virgulino – Bosco de Carvalho)

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Trio Mossoró – Forró do Velho Inácio

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O Trio Mossoró foi formado em 1950, na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, pelos irmãos João Batista “João Mossoró”, Hermelinda “Ana Paula” e Carlos André “Oséas Lopes”. Oséas Lopes é o fundador do grupo e conhecido sanfoneiro da Rádio Tapuyo, de Mossoró.

Na década de 50 Oséas Lopes foi morar no Rio de Janeiro e em seguida convidou os irmãos para irem para lá e darem continuidade a carreira do trio. Em 1954 o trio recebeu o Troféu Elderde, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, esse troféu era considerado, na época, o mais importante da música popular brasileira.

O primeiro disco gravado pelo trio foi o “Rua do Namoro”, lançado em 1962, pela Copacabana.

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Esses dados foram retirados do “Dicíonario da música do Rio Grande do Norte”, um livro de Lei de Câmara que conta tras toda a história da música desse estado, recomendo que tenham esse livro em suas coleções, para maiores informações, acessem o site da autora.

Nesse disco o Trio Mossoró tras músicas de grandes compositores, como Antonio Barros, Cecéu, Anastácia e Dominguinhos. Quatro músicas me chamam a atenção em especial nesse disco, “Quem relar bucho não entra”, “Forró do Velho Inácio”, “Você vai se machucar” e “Amor que plantei”.

Trio Mossoró – Forró do Velho Inácio
Copacabana – 1975

01. Quem relar bucho não entra (Antonio Barros)
02. Forró do Velho Inácio (Cecéu)
03. Precisamos dar um jeito (Anastácia – Jorge Rangel)
04. Festa de cores (Dominguinhos – Anastácia)
05. Canto de amor (João Mossoró – Sergio Moreira)
06. Você vai se machucar (Cecéu)
07. Era fogo (Cecéu)
08. Agonia (Anastácia – Dominguinhos)
09. Amor que plantei (Cecéu)
10. Nós brinca, nós namora (José Cândido – Enock Figueiredo)
11. Me case mamãe (Severino Ramos – Nito Canhete)
12. Todo mundo é irmão (Anastácia – Dominguinhos)

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Quinteto Violado – Enquanto a Chaleira não Chia

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Em 1971 surgiu em Pernambuco um grupo musical que traçava um novo caminho para a MPB. O ‘Quinteto Violado’ apresentava uma proposta fundamentada nos elementos musicais da cultura regional, através de trabalhos de pesquisa e da própria vivência de cada um dos seus integrantes, todos nordestinos.

Toinho Alves, voz e contrabaixo do Quinteto Violado, é o responsável pela coordenação musical dos arranjos, repertório, produção artística dos discos e direção musical dos espetáculos.
Fernando Filizola, violeiro e sanfoneiro desde a primeira formação do Quinteto Violado.
Marcelo Melo, violão e voz predominante do Quinteto Violado, passou também a tocar viola de 12 cordas, após a saída de Fernando Filizola.
Luciano Pimentel, explorava bastante os acessórios percussivos, tinha o hábito de usar um ganzá enquanto tocava a bateria, proeza que instigava a curiosidade dos músicos e dos observadores mais atentos.
Luciano Medeiros, é um dos integrantes mais antigos do Quinteto, toca violão em alguns arranjos.
Sando, tinha apenas 13 anos de idade quando entrou para o Quinteto, antes da gravação do primeiro disco, estudava flauta desde os sete anos e chamava a atenção pelo seu virtuosismo, saiu em 1977. Da formação inicial foi o primeiro a abandonar o grupo.
Um músico que passou pelo Quinteto e deve ser citado é o recifense Zé da Flauta, que entrou em 1977, deixou o grupo em 1981 e hoje é um ativo produtor fonográfico da nova cena musical pernambucana.

Conseguindo extrair das mais simples manifestações populares a sua essência rítmica e melódica, o Grupo criou uma nova concepção musical, cujo traço fundamental é a interação entre o erudito e o popular, sem desfiguração, reafirmando a idéia de que toda arte é sempre a universalização do popular.

O Quinteto Violado foi um dos primeiros artistas brasileiros a incorporar o conceito de grupo musical-empresa. Para viabilizar uma mobilidade que se fazia necessária, atendendo às exigências da infra-estrutura de som e cenários que as apresentações demandavam, a saída foi comprar um ônibus, que permitiu ao Quinteto realizar a proeza de percorrer mais de 1 milhão de quilômetros por estradas de todas as regiões do Brasil – alcançando ainda alguns países da América do Sul. (Informações extraídas do site oficial do Quinteto)

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Os ritmos do forró predominam neste LP, voltado para o período junino, que traz as participações especiais de Luiz Gonzaga, na marchinha “Lorota Boa”, e de Dominguinhos, em “A Fé do Lavrador”.

Foi o único lançamento do Quinteto Violado pela RCA, destaque para a produção de Oséas Lopes, do Trio Mossoró e para a música: “O forró ta cheio” de João silva e Manoel Euzébio.

Quinteto Violado – Enquanto a Chaleira não Chia
1984 – RCA

01. Enquanto a Chaleira não Chia (João Silva – Zé Mocó)
02.
Noites Brasileiras (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
Fogueira de São João (Luiz Gonzaga – Carmelina Albuquerque)
Lorota Boa (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
03. Bom Demais (Jorge de Altinho)
04. Erva Doce (João Neto – Maciel Melo)
05. Último Pau de Arara (Venâncio – Curumbá – José Guimarães)
06. Pipoca Real (Fernando Filizola)
07. O Forró tá Cheio (João Silva – Manoel Euzébio)
08. De Viola e Rabeca (Toinho Alves)
09. A Fé do Lavrador (Dominguinhos – Janduhy Finizola)
10. Amar é… (Toinho Alves)
11. Azul Maceió (Marcelo Melo – Edson José)
12. Aracajú (Toinho Alves – Ciano)

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Zito Borborema e seus sucessos

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Começamos agradecendo ao nosso grande amigo Conrado por ter nos enviado esse lindo disco de Zito Borborema. Gostaria de pedir a todos que continuem contribuindo com o nosso projeto, assim a cada dia o tornaremos melhor. Aos que já nos enviaram arquivos ainda não publicados, não esquecemos de vocês não, em breve os postaremos por aqui.

Nesse LP, Zito tras grandes sucessos gravados anteriormente em 78 RPM pela mesma gravadora RGE. Podemos conferir aqui músicas como “Mata sete” e “Corô-co-tum” ambas de Venâncio e Corumba e “Forró do Alecrim” também de Venâncio mas dessa vez em parceria com Zito Borborema.

Um disco indispensável na coleção de um bom colecionador, uma pérola da música nordestina, espero que todos gostem também desse disco.

Zito Borborema e seus sucessos
RGE – 1961

01. Côco brejeiro (Zito Borborema – Antonio Barros)
02. Mata sete (Venâncio – Corumba)
03. Vizinha faladeira (Venâncio – Jorge Costa)
04. Padre Cícero (José Cavalcanti – Dilson Dória)
05. Bichinho da Goitana (Elias Soares – Antonio Vilarinho)
06. Corô-co-tum (Venâncio – Corumba)
07. Forró do alecrim (Venâncio – Zito Borborema)
08. O bom vaqueiro (Alventino Cavalcanti – Aires Viana)
09. Casamento encrencado (Elias Soares – João Rodrigues)
10. Tudo errado (Gerôncio Cardoso)
11. Rendeira (Zé Dantas)
12. Prego batido ponta virada (Porfírio Costa – Luis Vieira)

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Zé Gonzaga – Noites de Junho

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Na postagem anterior do Zé Gonzaga, falamos um pouco da sua vida e de suas primeiras gravações, na postagem de hoje podemos observar como evoluiu de 1950 até a década de 1980, tanto nos arranjos, quanto na tecnologia de gravação e na concepção do forró em si.

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Esse disco foi lançado originalmente em 1979, pelo selo Japoti, o exemplar do qual o audio foi extraído, é um re-lançamento dee 1982, pelo selo Bervely. Várias instrumentais, forrós, baiões e arrastapés, intercaladas por alguns xotes cantados, destaque para o forró “Saudade de Iracema” e para o xote “Diga Marieta”.

Zé Gonzaga – Noites de Junho
1979 – Japoti

01 Chorar pra que (Maria Clara)
02 Lembrança de meu pai (Zé Gonzaga)
03 Noites de Junho (João de Barro – Alberto Ribeiro)
04 Forró do Pedrinho (Zé Gonzaga)
05 Olha pro céu (Luiz gonzaga – José Fernandes)
06 Zé Calixto no forró (Zé Calixto)
07 Diga Marieta (Manuel da França Alencar)
08 Casamento dee Oswaldinho (Zé Gonzaga)
09 O jacu (Zé Gonzaga)
10 Eu sei mas não digo (Zé Gonzaga)
11 Eu só sei (Maria Clara)
12 Saudade de Iracema (Zé Gonzaga)

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Fúba de Taperoá – Forró temperado

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O cantor e compositor paraibano Fúba de Taperoá pode ser classificado como uma pessoa folclórica sem tom pejorativo. Com uma criatividade rítmica inata e natural, como beber água.

Esse artista de origem humilde e vida simples tem histórias hilárias e tristes para contar dos seu mais de quarenta anos como forrozeiro. Traz no nome artístico o da sua cidade de natal.

Gravou seis discos e participou em vários paus de sebo (coletâneas da gravadora do sanfoneiro Pedro Sertanejo). Sua semelhança física e rítmica com o mestre Jackson do Pandeiro é pura coincidência.

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Fúba chegou ao Rio de janeiro na década de 1960 em cima de um caminhão de sal. Foram trezes dias de viagem, literalmente a água e sal. Em São Paulo dormiu em bancos da Praça da Sé. Aos sessenta anos luta para não cair no esquecimento tão comum no mundo artístico. Toca no Trio de Dominguinhos há 16 anos e trilha sua carreira com um vigor de um jovem e a maturidade de quem conhece as pedras do caminho. Com um coração generoso e muito forró nas veias vai cantando para espantar as dificuldades e não ser engolido pelo modismo.

Esse texto é a apresentação para a entrevista de Fúba concedida para o site Ritmos e Melodias no dia 1 de Maio de 2001. Para ler a entrevista completa, acesse o site.

Fúba de Taperoá – Forró temperado
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01. Feira feita (Luiz Amorim – Fúba de Taperoá)
02. O cantar da passarada (Fúba de Taperoá)
03. Já sei (Fúba de Taperoá)
04. Me deixa em paz (Antonio Veleiz – Jamelo)
05. Fuxicado (Aluísio de Souza – Fúba de Taperoá)
06. Aprendi a ler (Antonio da Paz – Fúba de Taperoá)
07. Quero negociar (João Ginçalves – Fúba de Taperoá)
08. Pout-pourri:
a) Sete meninas (Dominguinhos – Toinho)
b) Prego batido, ponta virada (Luiz Vieira – Porfirio Costa)
c) Canto da Ema ( Alventino Cavalcanti – Ayres Viana – João do Vale)
09. São JOão em Campina (Fúba de Taperoá – Ednaldo Bandeira)
10. Tempero bom (João Gonçalves – Fúba de Taperoá)
11. Vem nenê (João Gonçalves – Fúba de Taperoá)

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Abdias – 78 RPM

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Mais um domingo, mais um 78 RPM, dessa vez Dj Rick nos enviou uma preciosidade de Abdias.

Não conseguimos localizar a data de gravação desse 78 RPM, mas certamente foi no ínicio de sua carreira, entre 60 e 62, pois é de sua primeira gravadora Columbia, a partir de 1963 ele começou a gravar pela CBS.

As duas músicas desse LP são de sua própia composição, são instrumetais explêndidas, “Forró de Chico Gato” e “Rechaço do Brigé”, tocados em sua sanfona de 8 baixos. Posteriormente em 1963 ele regravou pela CBS em 78 rpm “Rechaço Do Brigé”. Confiram! (texto escrito por Dj Rick)

Abdias – 78 RPM
1962 – Columbia

01. Forró do Cabo Gato (Abdias Filho)
02. Rechaço do Brigé (Abdias Filho)

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CD – Coletânea – O Brasil da sanfona

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O Sesc reuniu grandes sanfoneiros de diversas regiões do Brasil, no projeto O Brasil da sanfona, para uma série de shows, exposições sobre a música e sobre o nosso tão amado instrumento, nesse disco, as influências nordestinas e do Brasil central no toque de fole.

Sanfoneiros de primeira linha: Camarão, Dominguinhos, Zé Calixto, Arlindo dos 8 baixos, Dino Rocha, Zino Prado e Elias Filho acompanhados por percussionistas tarimbados como Dió de Araújo, Fúba de Taperoá e Durval Pereira.

Destaque para a faixa 12 onde Patativa do Assaré declama sobre o fundo musical da sanfona de Dominguinhos. Só instrumentais, algumas boas de dançar, outras boas de ouvir, no fim das contas, sem dúvida, todas são boas.

Coletânea – O Brasil da sanfona

01 Toque de pife (Dominguinhos – Anastácia)
02 Festejo (Camarão)
03 Corumbá (Almir Sater – Guilherme Rondon)
04 – Triunfo (Dominguinhos – Anastácia) – Em cima da linha (Arlindo dos 8 baixos) – Apanhei-te cavaquinho (Ernesto Nazareth – Ubaldo mangione)
05 Arrastando as alpragatas (Dominguinhos – Anastácia)
06 – Lamento sertanejo (Dominguinhos – Gilberto Gil)
07 – Forró beleza (Camarão)
08 Choramingo (Zé Calixto)
09 Curupi (Dino Rocha)
10 Meu Mato Grosso (Zino Prado)
11 Km 11 (Constante José Aguer – Coquimarola)
12 Serelepe (Mario Zan)
13 Ao rei do baião (Patativa do Assaré)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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