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CD – Maurício Jorge – Tour 2011 – Ao vivo

Colaboração da Polyana Monteiro

“Maurício Jorge, cantor e compositor cearense nascido em Juazeiro do Norte, se destaca na música nordestina como legítimo representante do autêntico Forró Pé-de-Serra.

Grava seu primeiro CD em 2006 intitulado “Apelo de um Baião”, em seguida “Ao vivo em Porteiras” e por último “Saudade Medonha” em 2009.

Seu Show é repleto de canções que marcaram gerações como Elba Ramalho, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Nando Cordel, Dominguinhos, além de suas próprias composições que são muito pedidas e executadas em muitas rádios.

Maurício Jorge, se destaca por um extraordinário trabalho na música nordestina, numa produção incessante de criação, execução e revalorização do Autêntico Forró Pé-de-Serra.” (Trechos de seu release)

Maurício Jorge – Tour 2011 – Ao vivo
2011

01 Dificil demais
02 Brasilidade
03 Caia por cima de mim
04 Menino sem juízo
05 Vá embora
06 Pense n´eu
07 Parte da minha vida
08 Sonho por sonho
09 Reluz
10 Vem cá
11 Não lhe solto mais
12 eu só quero um xodó
13 Seis cordas
14 Se ainda existe amor
15 Voa beija flor
16 Timidez
17 Xô aperreio
18 Pedras que cantam
19 Vida boa aperriada
20 Olhinhos de fogueira
21 É de dar água na boca
22 São João na roça
23 A raposa e as uvas
24 Frevo mulher

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Manoel Honório dos 8 Baixos

*Link enviado pelo Everaldo Santana.

Participação do Manoel Honório dos 8 Baixos no 7º Encontro de Sanfoneiros.
Encontro que aconteceu no dia 11/12/2010 no Jardim São Vicente no Embu das Artes – SP.

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CD – Adelmario Coelho – Basta acreditar

Colaboração da Luiza Galvão, de Brejões – BA

Adelmario Coelho lançou seu mais novo CD, intitulado “Basta acreditar” – nome que batiza também a canção de trabalho no inicio de abril. O 18º álbum do artista traz 15 canções inéditas que evidenciam o mais puro forró, além de duas faixas bônus com músicas que fizeram sucesso em 2010.

Sobre Adelmario Coelho – Nascido em Barro Vermelho – distrito de Curaçá na Bahia, o artista que já serviu ao Exército, foi motorista de táxi e trabalhou no Pólo Petroquímico de Camaçari, é hoje dono de uma voz inigualável e destaque no cenário do ritmo nordestino por manter a qualidade e autenticidade sempre presentes na sua carreira e priorizar os principais instrumentos que compõem a base do forró, como a sanfona, triângulo e zabumba.

Com referências musicais do mestre Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e o Trio Nordestino, o cantor é presença garantida não só nos festejos juninos, mas também em diversos eventos e festas particulares pelo Brasil, realizando um verdadeiro espetáculo com apresentações de danças típicas como o xaxado, capoeira, maracatu, quadrilhas e é claro, o pé-de-serra.

Carreira – seu primeiro disco “No Balanço do Forró”, foi gravado em 1994 em Caruaru – PE. Em 1995, foi a vez de “Não Fale Mal do Meu País”, que teve como destaque a música que leva o nome do próprio álbum. Em 2000, com o CD Adelmario Coelho Ao Vivo, conquistou o lugar do segundo CD mais vendido na Bahia e com o Adelmario Coelho Acústico – visita ao Trio Nordestino 1, vendeu mais de 300 mil cópias, ocupando o 24º lugar entre os discos mais vendidos no Brasil.

Depois do sucesso do CD “15 Anos de Puro Forró”, lançou em 2010 o CD promocional “Ao Vivo no Festival de Verão 2009”, com 24 grandes sucessos e duas músicas inéditas “Relaxe, Relaxe”, composição de Targino Gondim, Otoniel Gondim, Everaldo Soares e “Só pra te dizer” – composição de Geraldo Cardoso, Ari Persiano, Antônio L. Rodrigues, tornando-as carro-chefe durante todo o ano.(Retirado de seu sítio oficial www.adelmariocoelho.com.br)

Adelmario Coelho – Basta acreditar
2011

01. Renascença (Onildo Almeida – Celso da Silveira)
02. Basta acreditar (Zezito Doceiro)
03. Conectar o que? (Anderson Lata)
04. Casa de tapera (Geraldo Cardoso)
05. Assim não dá (Lu Almeida – João Sereno – Manuca Almeida)
06. Pout-Pourri
Entupidinho de amor (João Silva – J. B. Aquino)
Me bote no colo (Severino Ramos – Antonio Rodrigues)
07. Muitos Brasis (Israel Filho)
08. Sem você, só você (Ilmar Cavalcanti)
09. Dois em um (Flávio Leandro)
10. Fazendo história (Eralson Romão)
11. Amor emprestado (Nanado Alves – Ilmar Cavalcanti)
12. Primeira vista (Luiz Mira)
13. Cabeça dura (João Sereno)
14. Livre, leve e solta (Flávio Leandro)
15. Até a natureza chora (Onildo Almeida)
16. Só pra te dizer (Geraldo Cardoso – Ari Persino – Antonio Rodrigues)
17. Relaxe, relaxe (Targino Gondim – Otoniel Gondim – Everaldo Soares)

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Coletânea – Pau de sebo novo

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Disco composto por pot pourris, com apenas duas longas faixas, uma de cada lado.

Participação de Antonio Marcelo nas músicas “Costume sertanejo” de Jerôncio Cardoso; e “Mané quem vai tocar” de Severino Januário.

Coletânea – Pau de sebo novo
1977 – SOM

01.
São João na roça (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Arrasta-pé na mata grande (Severino Januário)
Asa branca no sertão (Severino Januário)
Costume sertanejo (Jerôncio Cardoso)
Arrasta-pé do Dionizio (Severino Januário)
Arrasta-pé na várzea da roça (Waldomiro)

02.
Mané quem vai tocar (Severino Januário)
Forroviando (Zé Paraíba)
Fumaçando (Zé Paraíba)
Teimoso (Renato Leite)
Zé Beleu no forró (Severino Januário)
Forró em Taguatinga (Severino Januário)

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Luiz Gonzaga – Lua

Colaboração do Danilo Silva, de Santa Cruz do Capibaribe – PE

Raro disco do rei ‘Lua’.

Destaque para “Dedo mindinho” de Luiz Gonzaga.

Luiz Gonzaga – Lua
1961 – RCA Victor

01. Capitão Jagunço (Paulo Dantas / Barbosa Lessa)
02. Baldrama macia (Arlindo Pinto / Anacleto Rosas Júnior)
03. Creuza morena (Ingazeira do Norte) (Lourival Passos / Luiz Gonzaga)
04. Dedo mindinho (Luiz Gonzaga)
05. Amor que não chora (Erasmo Silva)
06. O tocador quer beber (Carlos Diniz / Luiz Gonzaga)
07. Na cabana do rei (Jaime Florence “Meira” / Catulo de Paula)
08. Aroeira (Barbosa Lessa)
09. Rosinha (Nelson Barbalho / Joaquim Augusto)
10. Corridinho canindé (Luiz Gonzaga / Lourival Passos)
11. Só se rindo (Alvarenga / Ranchinho)
12. Alvorada da paz (Luiz Gonzaga / Lourival Passos)

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Pedro Lima – Pedro Lima e sua Sanfona de 8 Baixos

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Um disco todo instrumental.

Destaque para “Baião amoroso” de Humberto Martins e Miguel Lima.

Pedro Lima – Pedro Lima e sua Sanfona de 8 Baixos
AMC

01 – Forró na Serra Negra (Garcia Santos)
02 – Sanhaço (Garcia Santos)
03 – Baião amoroso (Humberto Martins – Miguel Lima)
04 – Fofoquinha (Ary Monteiro – S. Garcia)
05 – Arrasta-pé devagar (Garcia Santos)
06 – Galo de Campina (Zé Aragão)
07 – Chico Piteira no Choro (Garcia Santos)
08 – Vai que é mole (Garcia Santos)
09 – Balançando o esqueleto (Garcia Santos)
10 – Um chorinho no bosque (amadeu Macedo)
11 – Forró na matinha (Ary Monteiro – S. Garcia)
12 – Escadinha (Ary Monteiro – S. Garcia)

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Severino Januário – Fuzuê no salão

Colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

mais um raro disco do Severino Januário, destaque para “Forró em Campo Grande” de Severino Januário e Nelson Macedo.

Severino Januário – Fuzuê no salão
1964 – RCA Victor

01. Ingazeiros (Severino Januário)
02. Cachorro zangado (Severino Januário / Arino Nunes)
03. Alma do brasileiro (Demetrio Silva / Reinaldo Fernandes)
04. Quem me dera (Adão Ferreira / Pedro Pacheco)
05. Chegar e brincar (Tito Martins / Edmundo Silva)
06. Fuzuê no salão (Tito Martins / Silvio Noronha)
07. Forró em Campo Grande (Severino Januário / Nelson Macedo)
08. Agarra o Bastião (Olegário Bastos / João Barone)
09. Dorinha (Joca de Castro / Nelson Macedo)
10. Brumadinho (Severino Januário / Miguel Lima)
11. Confusão (Olegário Bastos / João Barone)
12. Forró balanceado (José Guimarães / Zé Araújo)

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Camarão – A bandinha do Camarão vol.2

Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte

Um raríssimo disco do Camarão, onde ele mostra várias tendências musicais aplicadas ao forró.

Destaque para a faixa “Baião jovem” de Camarão.

Camarão – A bandinha do Camarão vol.2
1970 – RCA Camden

01 O barqueiro (Fabio Block)
02 Disse me disse (Getulio Cortes)
03 Baião jovem (Camarão)
04 Isto é lá com Santo Antonio (Lamartine Babo)
05
Vida de vaqueiro (Luiz Gonzaga)
Sala de reboco (Zé Marcolino – Luiz Gonzaga)
A vida do viajante (Luiz Gonzaga – Hervé Cordovil)
06 Casatschok (Boris Rubaschkin)
07 Camarão no oriente (Camarão)
08 Mah na Mah na (Piero Umiliani)
09 Rio antigo (Altamiro Carrilho)
10 Agora eu sei (I´ve been hurt) (Ray Witley; versão:Rossini Pinto)
11 Vendi os bois (Dom)
12 Canto da sereia (Osvaldo Nunes)

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Pré-Entrevista com Paulo Tito

*Link enviado pelo Felipe Campos Batista

Pauta, Filmagens e Edição: Vinícius de Oliveira.
Entrevistadores: Vinícius de Oliveira e Dayhenni Molick

“Seresteiro e compositor, Paulo Peres Tito, 80, é natural de Natal e foi criado no bairro das Rocas. Filho do pescador Francisco Tito, ele conta que sempre teve uma infância humilde. Do seu pai ele herdou o dom da música, além de alguns bens materiais após a sua morte. Aos treze anos, quando trabalhava numa relojoaria, que tinha como proprietário Carlos Farach, um dos donos da Rádio Educadora de Natal (REN), ele teve sua primeira oportunidade como músico. Certo dia, enquanto estava trabalhando, ele começou a cantar alto, o que chamou a atenção de todos, inclusive do dono, que logo o chamou para cantar em sua rádio. Na oportunidade, ele participou de um concurso e ficou em primeiro lugar. Foi aí que surgiu o contato com a Rádio e a sua carreira começou.

Mais maduro, em 1951, por vontade própria, foi para Pernambuco à procura de melhores oportunidades. Foi quando Tito fez um teste na Rádio Regional do Comércio, em Recife, onde foi contratado por três anos. Em 1954, quando ainda estava na Rádio Regional do Comércio, Paulo Tito teve contato com Luiz Gonzaga. No período, o Rei do Baião estava sem o seu Zabumbeiro, que não compareceu à apresentação que estava por acontecer. Foi quando Tito se ofereceu a Luiz Gonzaga para substituir seu integrante. Após a apresentação, Tito disse que Luiz ficou encantado com o seu trabalho, tanto que o convidou para trabalhar no Rio de Janeiro. Um mês depois, chegou o telegrama de Luiz Gonzaga o convidando para trabalhar na Rádio Nacional. Após receber ajuda de custo do Rei para a viagem, Tito partiu para a Cidade Maravilhosa. Lá ele morou por 26 anos, onde não foi só cantor e compositor, mas também produtor e diretor musical, trabalhando nos bastidores da música.

Em 1975 voltou ao Rio Grande do Norte para lançar o disco “Reencontro”, junto com outros artistas locais a convite do então Governador Cortez Pereira, que estava pra sair do governo. Em relação a isso, Tito ainda se mostra surpreso com o acontecido, visto que Cortez Pereira fez o contrário do que normalmente acontece: promoveu uma comemoração antes de sair do governo, o que normalmente é feito no período em que os políticos querem se apossar do Poder Público. Mas Paulo Tito só voltou definitivamente ao RN em 1980, quando, segundo ele, “a idade pesou”. Atualmente ele é seresteiro aqui em Natal. Para ele, “a música é um alimento” que ele necessita consumir. Além de cantar, ele faz palestras, como fez recentemente no SESC sobre a história do samba. Também foi professor de violão durante 14 anos pelo Instituto de Música Waldemar de Almeida, da Fundação José Augusto. “Quem está preparado, trabalha”, disse Paulo Tito após ser perguntado sobre o que achava do apoio que os artistas natalenses recebiam. Segundo ele, Natal apóia os artistas da Terra. “O músico, para ter o apoio do público, do Estado ou da empresa privada, tem que estar preparado pra receber o apoio, porque ninguém vai apoiar um artista que não conheça a música”, afirmou.

Há dois anos, Tito foi homenageado no Teatro Alberto Maranhão, através do Projeto Seis e Meia, recebendo um prêmio simbólico, que, por ele estar doente, foi recebido por Leide Câmara, uma grande incentivadora do seu trabalho. Em relação ao seu estilo musical, a seresta, Paulo disse que o ritmo não perdeu espaço para outros estilos musicais, como o forró e o rock, afirmando que “a seresta não nasceu, já existia, ela é eterna”. Hoje ele diz que tudo mudou muito em relação à música, pois o que importa mais é a questão visual, e não o conteúdo. E, embora haja essa contrastante diferença, ele afirma que isso é certo, porque está de acordo com a época em que vivemos.

Atualmente, Paulo está em seu segundo casamento. O primeiro foi em 1950, e teve dois filhos. O segundo é recente, faz somente dez anos que está casado com sua companheira, que tem 34 anos de idade. Cinco anos depois, nasceu sua outra filha, que hoje tem cinco anos de idade. Sobre o assunto, Tito disse perceber o preconceito das pessoas por ele ser mais velho que sua esposa e parecer avô de sua filha.” (Extraído do www.programaxequemate.blogspot.com)

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CD – Quarteto Olinda – Quarteto Olinda

Colaboração do Cláudio Rabeca

“O grupo,surgido em 2005, reúne músicos que conviveram nos forrós, boizinhos, cirandas e bancos de cavalo-marinho da Zona da Mata e ladeiras de Olinda em meados dos anos 90.

Na junção dos percussionistas Guga Amorim, Bruno Vinezof e do baixista Yuri Rabid com o potiguar Cláudio Rabeca, nasceu o Quarteto. Em 2006, após a entrada do pandeiro de Guga Santos (o ‘Rasta’), o Quarteto manteve a poesia e humor do nome, mesmo passando a ser um quinteto.

O CD, gravado no Estúdio Carranca, no Recife, conta com doze músicas. Dessas, sete recebem assinatura dos músicos do grupo. O repertório privilegia um forró de rabeca bem cru, envolvendo outros universos como o samba de matuto (ou de latada) e o coco.”

Quarteto Olinda – Quarteto Olinda
2009

01. Desculpe Morena (Nilton Jr.)
02. Xinxim no Xenhenhen (Guga Santos – Cláudio Rabeca)
03. Cuidado Cantor (Cláudio Rabeca)
04. Samba nosso (Cláudio Rabeca – Guga Amorim – Bruno Vinezof)
05. Forro pé de uva (inst) (Luiz Paixão – Hugo Lins – Pepê – Carlos Amarelo)
06. Caldo de cana (Cláudio Rabeca)
07. Vida mansa (Yuri Rabid – Cláudio Rabeca – Guga Santos)
08. Quincé (Zé Neguinho do Côco)
09. Forró das meninas (Erasto Vasconcelos – Guga Santos – Murilo Silva)
10. A40 (Tiago Andrade)
11. Adeus meu povo (Bruno Vinezof – Fernandes Soares)
12. Passarinho (Tiné – Michael Loveman)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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