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CD – Trio Sabiá – Forró pra lá de bom

Esse CD tem uma história curiosa, quando conheci o Trio Sabiá, creio que em 1997, esse disco tinha sido prensado no ano anterior e nem o próprio Trio tinha uma cópia sequer. Falei com o Tio Joca e ele me disse pra eu procurar a gravadora Unacam, em Campinas – SP, lá conheci o Seu Antonio Ramos, que gentilmente me cedeu as duas últimas cópias que estavam em arquivo lá.

Entreguei uma cópia pro Tio Joca e a outra, guardada com muito carinho, está aqui. Creio que esse disco é mais raro do que muitos vinis. Produzido por Ligeirinho e Trio Sabiá, arranjos de Tio Joca e Trio Sabiá, sanfonas de Oswaldinho do acordeon e Cézar do acordeon.

Belas composições e um balanço espetacular. Destaque para os xotes “Pra te dar amor” de Gilvan Neves, “Saudade delas” de Manoel Fernandes e Tio Joca e “Quero ser seu dono” de Catarino Cardoso e Tio Joca, e para o forró “Desabafo” de Edson Pereira Azevedo e Somasso Italiano.

Trio Sabiá – Forró pra lá de bom
1996 – Unacam

#01. Êh… Ôh… (João Silva – Geraldão – Iranilson)
#02. Viemos pra alegrar (Trajano Menezes – Zito)
#03. Pra te dar amor (Gilvan Neves)
#04. Forró fim de semana (Miraldo Aragão – José Salvador)
#05. Saudade delas (Manoel Fernandes – Tio Joca)
#06. Desabafo (Edson Pereira Azevedo – Somasso Italiano)
#07. Forró safadim (João Silva – Zé Mocó – J. Marques)
#08. A festa é nossa (Antonio José)
#09. Quero ser seu dono (Catarino Cardoso – Tio Joca)
#10. Onde tem forró tem amor (Aluízio Cruz)
#11. Pé de esperanção (Tonia Santos – Aluízio Cruz)
#12. Vem meu amor (Osvaldo Aragão – Tio Joca)

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CD – Camarão – Camarão plays forró

“Um dos maiores sanfoneiros do Nordeste brasileiro, Reginaldo Alves Ferreira, mais conhecido como Camarão ou Maestro Camarão, nasceu em Fazenda Velha, Brejo da Madre de Deus, Pernambuco, no dia 23 de junho de 1940.

Aprendeu a tocar sanfona observando os movimentos do seu pai, o sanfoneiro Antônio Neto, que o levava para as festas onde tocava. Depois, segundo ele, se aperfeiçoou “ao ouvir Luiz Gonzaga e ao estudar os métodos de Mário Mascarenhas”.

Aos 18 anos, conheceu Luiz Gonzaga, que considera seu grande mestre, embora não esqueça os ensinamentos paternos. Foi um grande amigo e parceiro do rei do baião, com quem participou de 28 gravações, entre discos long plays, 78 rotações e CDs.

Formou com os músicos Jacinto Silva e Ivanildo Leite seu primeiro conjunto musical, o Trio Nortista e, em 1968, criou a primeira banda de forró do Brasil, a Banda do Camarão, e ainda a Orquestra Sanfônica de Caruaru.

Contemplado como Patrimônio Vivo de Pernambuco, através da Lei estadual nº 12.196, de 2 de maio de 2002, Mestre Camarão segue ensinando a sua arte, que, no Brasil, tem um sotaque bem nordestino.” (Trechos extraídos de um texto de Lúcia Gaspar, no sítio da Fundação Joaquim Nabuco)

Essa é uma colaboração do Arlindo, que mora há um tempão na França, é fã do nosso Blog e não consegue deixar de ouvir o nosso querido forró.

Esse CD foi gravado no Teatro Apolo, em Recife – PE, em 11 de Setembro de 1995. Os músicos foram: Reginaldo Alves Ferreira “Camarão” (acordeon); Joana Angélica, Léo (vocais); Paulo Guimarães (Violas de 6 & 10 cordas); Arlindo dos oito baixos (Fole de oito baixos); Quartinha (zabumba); Zeca Preto (triângulo); e Menininho (agogô).A curiosidade fica pelo fato de que só foi lançado no exterior, por esse selo inglês, Nimbus.

Camarão – Camarão plays forró
1998 – Nimbus Records

01. Forró pro Quartinha (Camarão)
02. De mala e cuia (Anastácia – Dominguinhos)
03. Dedilhando (Camarão)
04. Tenha dó (Kim de Oly – Lucimar)
05. Arredor da macambira (Januário)
06. Quadrilha pernambucana (Arlindo dos oito baixos)
07. Que nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
08. Canhoto (Camarão)
09. Sabiá (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
10. Forró da pesada (Camarão)
11. Meu Cariri (Rosil Cavalcanti)
12. Em cima da linha (Arlindo dos oito baixos)
13. Forro beberibe (Arlindo dos oito baixos)
14. Tareco e mariola (Petrúcio Amorim)
15. Forro chorão (Camarão)
16. Medley

  • Paraíba(Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
  • Algodão (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)

17. Lamento sertanejo (Dominguinhos)
18. Neném mulher (Pinto do acordeon)
19. Baiao (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
20. O fole roncou (Nelson Valença – Luiz Gonzaga)

Esse trabalho não está disponível aqui no Brasil, para baixá-lo, clique aqui.

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Zé Calixto – Segura o fole Calixto!

Zé Calixto, Sua Sanfona de 8 Baixos e Conjunto, Segura o fole, Calixto! Esse é o terceiro álbum do Zé Calixto. Essa é mais uma colaboração do camarada Lourenço Molla, sanfoneiro e garimpeiro de vinis, de João Pessoa – PB, ele que, além desse, nos mandou mais vários LPs do Zé Calixto, discos que serão publicados aqui em doses homeopáticas. Valeu sanfoneiro!

“Zé Calixto é o maior nome no Brasil em sanfona de oito baixos. Sua incrível técnica e sua imensa musicalidade causam momentos da mais pura música popular brasileira. Há vida, movimento, poesia, alegria e sobretudo, talento de sobra em suas execuções. é um artista consagrado.” (trecho extraído da contra capa)

Não me canso de ouvir esse disco, é muito bom. Considerando as limitações tecnógicas da época, fico impressionado com a mixagem final dos vários instrumentos que participam da gravação, cada um com seu espaço e, ao mesmo tempo, todos em função do pé-de-bode. Instrumentais em diversos ritmos que compõe o forró. Falar que seus choros e forrós são muito bons é ‘chover no molhado’, então, destaque para o xote “Moxotó” de Rosil Cavalcanti em uma bela versão solada.

Zé Calixto – Segura o fole Calixto!
1962 – Philips

01. Chorando no Samba (Julio Santana – Zé Calixto) Choro
02. Pelo Bem Que Eu Te Quero (Otavio Filho) Samba
03. Segura o Fole Calixto (João Mello) Baião
04. Forró do Camponês (Zé Calixto) Forró
05. Moxotó (Rosil Cavalcanti) Xote
06. Frevo do Bi (Braz Marques – D. Bezerra) Samba
07. Escurrêgo (Zé Calixto) Polca
08. Forró Em Garanhuns (Adão Ferreira – Zé Calixto) Forró
09. Rinsumindo (Otavio Filho) Xote
10. Na Casa do Biu do Rêgo (Zé Calixto) Forró
11. Limoeirinho (Zé Calixto – Adão Ferreira) Choro
12. Saudade de Tambaú (Zé Calixto) Forró

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Genival Lacerda – O rei da munganga

Esse é um dos discos do Genival que eu mais gosto, da sua melhor fase. Infelizmente não consta a data, provavelmente é de 1970, mas não tenho certeza. Embora o Genival Lacerda seja mais conhecido pelos clássicos de duplo sentido, nesse disco fica fácil de perceber que ele é muito melhor do que apenas isso.

Há um bom tempo eu queria saber o significado de ‘Muganga’, que é uma palavra que vi em vários discos do Genival, mas nunca soube o que realmente significava. Perguntei então ao sanfoneiro Bacural, dos Filhos do Nordeste, e ele me disse que são os trejeitos performáticos e irreverentes que o Genival tem quando sobe no palco.

Como marca registrada, um show de ritmo e divisão, com composições de Antonio Barros, Rosil Cavalcanti, Elias Soares, Elino Julião e do próprio Genival, entre outros. Destaque para “Forró em Catolé do Rocha” de Elino Julião e Genival Lacerda.

Genival Lacerda – O rei da munganga
Continental

#01. Êsse côco é bom (Barbosa da Silva – Genival Lacerda)
#02. Palavras do vôvô (Rosil Cavalcanti)
#03. O dedo de deus (Julio Ricardo – Alvaro Castilho)
#04. O casamento deu e Maria (Antonio Barros – Alvaro Castilho)
#05. Não é da conta de ninguém (Dilson Dória)
#06. Forró de lascar (Elias Soares – Eraldo Monteiro)
#07. Racha chão (Geraldo Nunes – Alvaro Castilho)
#08. Bem juntinho (Geraldo Nunes – Oscar Barbosa)
#09. Forró em Catolé do Rocha (Elino Julião – Genival Lacerda)
#10. Cabo Boró (Antonio Lima)
#11. Cuidado constâncio (Fogo Cerrado – Genival Lacerda)
#12. Volta ao mundo em oitenta dias (José Cardoso – Ary Monteiro)

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Trio Nordestino – O alegríssimo

Colaboração de Francisco Edvaldo Silveira, de Morrinhos – CE, as capas são minhas. Esse é um disco maravilhoso do Trio, com gravações de muito boa qualidade e música belíssimas, algumas que foram para as coletâneas e ficaram amplamente conhecidas, e outras que por falta de espaço, ficaram em segundo plano e não se tornaram tão famosas.

Eu estava conversando com o Marcos Antônio, de Patos – PB e ele me contou a história de como o Pinto do acordeon apresentou a música “Arte Culinária”, faixa inicial desse álbum, para o Lindú.

“Falando em ‘Arte culinária’, Pinto me disse que quando foi mostrá-la a Lindú, em 1975, no hotel, chegou todo envergonhado, e começou a cantar sem sanfona. Quando cantou a primeira estrofe Lindú disse: pega o gravador e a sanfona… O resto já sabemos… Pega o gravador e a sanfona… E gravou na hora…”

Produção de Lindolfo Barbosa. “Arte culinária”, ao lado de “Chap chap” e “Me bote no colo” são as que mais foram mais difundidas, e portanto, destaco as músicas, também muito boas e que ficaram no dito ‘lado B’, são elas “Cadeira de balanço”, “Cochilou cachimbo cai”, “O chineleiro” e “A separação”.

Trio Nordestino – O alegríssimo
1976 – Copacabana

#01. Arte culinária (Pinto do Acordeon – Lindolfo Barbosa)
#02. Forró brasileirão (Severino Ramos)
#03. Mineira (João Silva – Sebastião Rodrigues)
#04. Cadeira de balanço (Assisão – Lindolfo Barbosa)
#05. Cochilou cachimbo cai (Jota Lima)
#06. Cintura de abelha (José Marcolino)
#07. Chap chap (José Batista Filho – Raimunda Andrelina)
#08. Eu sou mais jesus (João Silva)
#09. O chineleiro (João Silva – J. B. de Aquino)
#10. Me bote no colo (Severino Ramos – Antonio Rodrigues)
#11. A separação (Jorge de Altinho – Felix de Barros – Giza da Rocha)
#12. Baiano bom era meu pai (Toninha – Lindolfo Barbosa)

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Jota Lima – O novo nordeste

As capas e selos foram cedidos pelo próprio Jota Lima e o áudio é uma colaboração do Kalino, que nos enviou também as seguintes palavras sobre o artista e o disco:

“Considero este o melhor disco de forró que tenho. É mais um destes artistas que sugiram, fizeram uma obra-prima e ninguém sabe quem foi… Jota Lima fala da esperança do povo nordestino, natureza e coisas da vida.”

“Jota Lima, mais um destes poetas que surgiram em um determinado espaço de tempo para deixar esta obra-prima que descreve a evolução do nordeste com o lindo papel da natureza. O Grande Reinado de suas composições está crescendo graças a amigos que compartilham deste mesmo gosto! Forró! Com a colaboração do amigo Marco, este grande reinado está circulando o mundo. Sempre Simples Equilibrando no Caminho ao amanhecer no sertão.”

Não consegui descobrir quase nada sobre o Jota Lima, só sei que seu nome é citado diversas vezes como compositor em discos dos maiores expoentes da nossa música nordestina, como Trio nordestino, Os 3 do nordeste, Genival Lacerda, Zenilton e Marinês, além de outros artistas que não ficaram tão conhecidos, como Lucymar, Benedito Nunes, Zé do Baião, Severina e Zé do Forró.

Jota Lima – O novo nordeste
1964 – Musicolor

01 Novo nordeste (Jota Lima – Luiz Rodrigues) Baião
02 Lindo papel (Jota Lima) Sambaião
03 Menina moça (Edinho – Irene) Baião maxixe
04 O grande reinado (Jota Lima – M.J. Pereira) Baião
05 Homem não chora (Jota Lima) Baião
06 Pássaro teimoso (Jota Lima) Baião
07 Ao amanhecer no sertão (Jota Lima – Benedito Chagas) Toada
08 Morena linda (Jota Lima) Baião
09 Seu Zezé (Jota Lima) Baião
10 Vem cá meu bem (Jota Lima) Baião
11 Homem pequeno (Jota Lima) Baião
12 Expressão da verdade (Jota Lima) Chótis

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Zenilton – Eu vou pedir o quati

O próprio Zenilton se orgulha de não repetir os chapéus que usa nas capas de seus discos, sendo assim, ele deve ter uma bela e grande coleção de chapéus, pois se repararmos bem, não repete mesmo e são mais de 40 álbuns entre CDs e LPs.

Direção artística de Juvenal de Oliveira, direção de produção Talmo Scaranari e arranjos de Chiquinho do acordeon. Na faixa “Deus devolva nosso rei”, Zenilton homenageia Luiz Gonzaga, marcando o ano de seu falecimento.

Destaque para o xaxado “Tá na hora de rimar” de Zenilton e João Lourenço, para o forró “É carinho e desejo” de Juarez Santiago e Zenilton, e para outro forró cujo refrão dá nome ao disco, “Jardim zoológico” de Zenilton e João Lourenço.

Zenilton – Eu vou pedir o quati
1989 – Copacabana

01. Mulher gosta de carinho (João Lourenço – Zenilton)
02. Tá na hora de rimar (Zenilton – João Lourenço)
03. Aposentadoria (Zenilton – João Lourenço)
04. Reforma agrária (João Lourenço – Zenilton)
05. Deus devolva o nosso rei (Zenilton – João Lourenço)
06. É carinho e desejo (Juarez Santiago – Zenilton)
07. Jardim zoológico (Zenilton – João Lourenço)
08. Aguardente de cana (Zenilton – João Lourenço)
09. Quando eu quero ela não quer (João Lourenço – Zenilton)
10. A cama (Zenilton – João Lourenço)
11. A Gata (João Lourenço – Zenilton)
12. Meu Sergipe (Zenilton – Genésio Guedes)

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CD – Dominguinhos – Você vai ver o que é bom

Esse é o CD lançado em 1999 pelo Dominguinhos, que atualmente é, incontestavelmente, a referência quando se fala em forró autêntico. Antes de começar a cantar, ele já se revelava um ótimo instrumentista, quando essas duas qualidades se somaram, surgiu um artista completo, carismático e absolutamente genial.

O álbum tem arranjos de Heraldo do Monte e Dominguinhos, Sanfonas de Genaro e Dominguinhos, guitarras de Heraldo do Monte e Lú Bahia, zabumba de Dió de Araújo e percussões de Fúba de Taperoá e Zezum.

Destaque para o xote “Fogo e gasolina” de Dominguinhos e Nando Cordel, e para outro xote, só que este é instrumental “O xote do coice” do Dominguinhos, música que me faz lembrar do meu amigo e sanfoneiro Lino de França.

Dominguinhos – Você vai ver o que é bom
1999 – Velas

#01. Não prende minhas asas (Dominguinhos – Nando Cordel)
#02. Brincadeira na ribeira (Jorge de Altinho)
#03. Fogo e gasolina (Dominguinhos – Nando Cordel)
#04. Rato enfrentando gato (João Gonçalves)
#05. Bem querer (Carlinhos Rouxinol – Henauro)
#06. Relembrando meu pai (Dominguinhos)
#07. Forrózão (Zezum)
#08. Prece a Luiz (Dominguinhos – Climério)
#09. Nem pra tu nem pra eu (Azulão)
#10. Quem eras tu (Dominguinhos – Nando Cordel)
#11. Moça de feira (Arnaldo Antunes – J. Portela)
#12. O riacho do imbuzeiro (Dominguinhos – Zé Dantas)
#13. O xote do coice (Dominguinhos)
#14. A quadrilha (Dominguinhos – João Claudio)
#15. A quadrilha (Dominguinhos)

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CD – Trio Cristalino – Ao vivo

O Trio Cristalino aqui de São Paulo – SP ainda não gravou um disco próprio em estúdio e tudo mais, mas já participou de coletâneas e há um bom tempo vem batalhando pelo forró autêntico aqui na capital e imediações. Atualmente a formação do trio é Val, voz e zabumba, Damião na sanfona e Naldo, voz e triângulo.

Esse ‘disco’ foi gravado ao vivo numa espécie de passagem de som numa das melhores casas de forró que já existiram aqui em São Paulo. Na época, o zabumbeiro do trio era o Ooni Lima, também conhecido como Tony Maceió e o Val tocava triângulo e cantava. Nessa gravação temos duas sanfonas, a de Damião e a de Chiquinho Alves, atual sanfoneiro do Trio Xamego. Agradeço aos amigos DJ Rick de SP e Maicon Fuzuê do Trio Araçá, pelas informações sobre o repertório.

Pra quem gosta do repertório dos 3 do nordeste (pós 1979) e do Mestre Zinho, esse é um prato cheio, numa gravação bem balançada, é um ‘ao vivo’ de boa qualidade. curiosamente, duas músicas vieram com os nomes diferentes no encarte, a segunda faixa veio com o nome de “Eu quero mais”, mas na verdade ela se chama “Coração chorão” e a outra veio com o nome de “Ter meu querer”, e é na verdade “Forró lá e cá” de João Silva, bem diferente da versão original na voz do Mestre Zinho.

Trio Cristalino – Ao vivo
2002

01 Forró novo (João Silva – Zé Mocó)
02 Coração chorão (João Silva)
03 Forró fun (Zinho – Aluizio Silva – Luiz Wanderley)
04 Os 3 mosqueteiros do forró (Pinto do Acordeon)
05 Caipora do mato (Cecéu)
06 Forró lá e cá (João Silva)
07 De documento na mão (Antonio Barros e Cecéu)
08 Na base do chililique (Zinho)
09 Festa do boi (Zinho – Agá)
10 O metropolitano (Cecéu)

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Sandro Becker – Vol. 5

Essa é mais uma colaboração do Jalon Cabral Neto, que nos mandou a discografia do Sandro Becker, assim como algumas curiosidades sobre a sua carreira. Pedi ao Jalon, que é amigo pessoal do Sandro, que comentasse os discos, ele disse:

“Todos os discos do Sandro gravados pela Copacabana tem os arranjos do Maestro Chiquinho do acordeon, o mesmo Maestro do Rei Lua. Neste disco tem uma música “Vou pra Maceió” que é composição de Deveraldo Santos, um amigo nosso, do Sandro e do Jalon Cabral, meu pai. Jalon Cabral é radialista e jornalista aqui em Alagoas e durante muito tempo teve no ar o programa “Correio nordestino”, foi o programa de maior audiência no rádio alagoano por onde passaram vários artistas de forró, entre eles o Rei Luiz Gonzaga. O “Correio nordestino” além de ter muito forró, tinha muita prestação de serviços, pois na época não existia o telefone e ele servia para mandar recado dos ouvintes para seu povo no interior do estado.”

Jalon nos mandou também um histórico do sobre a vida e a obra do Sandro, aos poucos, junto com os discos, publicaremos tais informações.

“Sandro acaba de lançar seu 28º CD e apresenta aos sábados das 12h às 14h. O Programa ‘FORRÓ TOTAL’ na SIM TV -Canal 17 de Natal/RN-Afiliada a REDETV.De março de 2007 até agora o seu programa vem liderando a audiência naquêle estado,as Bandas e Cantôres que se apresentam no programa,tem que tocar ao VIVO,exigência do apresentador e também cantor, que com seu humor diz…sou o contrário dos outros,adoro brincar em serviço!!!” (Trecho do release)

Sandro Becker – Vol. 5
1985 – Copacabana

01. Briga de Barriga (Bráulio de Castro / Nando Cordel)
02. A Menina É Sua Fã (Durval Vieira / Dodé)
03. Alucinação (Petrúcio Amorim)
04. Vou Pra Maceió (Sandro Becker / Deveraldo Santos / J. Cabral)
05. O Cobrador (Assisão / Carlos Franco)
06. A Resposta de São José dos Cacetes (Cachimbinho / Geraldo Mouzinho)
07. Disfarce (Petrúcio Amorim)
08. Minha Cama (Durval Vieira / Zé da Silva)
09. Pra Tudo Ficar Legal (Sandro Becker / Nitinha)
10. O Mentiroso (Durval Vieira / Cazuzinha)
11. Se Deus Quiser (Jardel / Neucy de Freitas)
12. A Pamonha (Édson Mello / Giovane)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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