Carmélia Alves e Sivuca – 78 RPM

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Em 1947 o baião é criado por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Gonzaga era o Rei do Baião e o ritmo se popularizou na década de 50.

Carmélia Alves viaja, em 1951, para nordeste cantando o repertório do Gonzagão e em Recife descobre Sivuca que era de um regional local e o convidou para acompanhá-la em suas apresentações.

Na última apresentação da turnê, o público pedia que ela cantasse músicas de Gonzaga e Sivuca a propôs fazer um pot-pourri, ele um gênio precoce e com uma musicalidade fora do comum dava o tom e ela o seguia. O auditório gritava rainha, rainha do baião.

A fórmula deu certo e quando voltou para o Rio gravou com Sivuca o pot-pourri “No mundo do baião”, com baiões de diferentes autores. O 78 rpm que apresentaremos nesse domingo é a terceira e quarta parte desses sucessos. (Texto e disco enviados pelo DJ Rick)

Carmélia Alves e Sivuca
78RPM – Continental

Lado A – No Mundo do Baião IIIº (Eu vou…) – H. Teixeira-G. de Moraes – l. Menezes – L. Bittencourt – L. Gonzaga – Zé Dantas – Sivuca – M. Araujo – H. Cordovil

Lado B – No Mundo do Baião IVº (Adeus Pernambuco) – H. Teixeira- L. Rodrigues- H. Cordovil – M. Araujo – J. de Barro – A. Almeida – C. Nunes – M. Genari – L. Bandeira – H. Barbosa – L. Alves

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CD – Quenga de coco – Amor de sertão

Quenga de Coco foi uma banda de forró pé-de-serra pernambucana, no seu início nadou contra a corrente e sustentou ideológicamente o nosso querido forró, sem as variações tão comuns no nordeste.

No final da década de 1990, a banda mostra o novo fôlego com a entrada de Geraldo Lins para o grupo. Músicos convidados, muito especiais, como Camarão e Quartinha.

Este é o segundo trabalho da banda, composições de autores renomados como Jorge de Altinho, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Dominguinhos, detaque para “Amor de Sertão” de Geraldinho Lins e Luciano Barros, carro-chefe do CD.

Quenga de coco – Amor de sertão

01 Amor de sertão (Geraldinho Lins – Luciano Barros)
02 Todo amor (Jorge Silva do Recife – Jorge de Altinho)
03 Retrato escondido (Diego Reis)
04 Olhar de passarinho (Petrúcio Amorim)
05 Danou-se um coração (Geraldo Lins – Luciano Barros – Adriano Barros)
06 Qui nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
07 Quando chega o verão (Dominguinho – Abel Silva)
08 Forró chorão e festejo (Mestre Camarão)
09 O velho arvoredo (Maciel Melo)
10 Que nem pudim (Diego Reis – Carlinhos Neves)
11 Vida viola (Janduhy Finizola)

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Gordurinha…um espetáculo

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Waldeck Artur Macedo, conhecido artísticamente como Gordurinha, começou sua carreira aos 16 anos de idade aprendendo a tocar violão e como todo “bom universitário”, cursou até o segundo ano de medicina e abandonou os estudos para seguir a carreira artística. Uma curiosidade é que ele ganhou o apelido de Gordurinha dos amigos de rádio por sua magreza.

Um artista de grande importancia para a música brasileira, tanto como cantor, lançando dezenas de álbuns, como compositor, autor de diversas músicas renomadas, e ainda como produtor musical ajudando a fazer os melhores discos, na minha opinião, do Trio Nordestino.

Várias de suas composições fizeram muito sucesso em diversas vozes, mas gostaria de ressaltar o samba “Chiclete com banana”, um grande sucesso gravado por Jackson do Pandeiro com parceria de Almira Castilho. Este samba, além de peça de teatro, foi tema de uma tira de histórias em quadrinhos, do desenhista Angeli e foi nome de uma banda de música baiana.

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Citando mais alguns artistas de extrema relevância que gravaram seus trabalhos: Ary Lobo, a dupla Venâncio e Corumbá, Jorge Veiga, Trio Nordestino, o cantor Macalé, Gilberto Gil e por ai a lista se estende.

Mas hoje vamos nos dirigir ao disco de 1963 “Gordurinha…um espetáculo”, e como o próprio título nos diz, um espetáculo de disco muito bem produzido com arranjos orquestrados. Disco que vem a comemorar seus 25 anos de rádio. Destaque para as músicas “Fornalha” e “Baião bem”. (Texto e disco enviado por DJ RICK)

Gordurinha…um espetáculo
1963 – Copacabana

01. Fornalha (Gordurinha)
02. Nordeste sangrento (Elias Alves)
03. Se chovesse no Nordeste (Gordurinha)
04. Estou com raiva (Eloide Warthon)
05. Baião bem (Gordurinha)
06. Derrotoa (Eloide Warthon)
07. Baixo relevo (Eloide Warthon)
08. Viva o samba (Gordurinha)
09. Tudo e nada (Gordurinha)
10. A lágrima não deixa cicatriz (Eloide Warthon)
11. Fazer bem sem ver a quem (Eloide Warthon)
12. Cinquenta megations (Eloide Warthon)

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Jackson do Pandeiro – O dono do forró

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Falar sobre Jackson do Pandeiro, realmente, é sempre uma coisa muito dificil. Jackson simplesmente foi um artista maravilhoso, deixando um imenso legado para a música brasileira.

Um fato interessante sobre Jackson é o fato de ele nunca ter ficado muito tempo em uma gravadora. Jackson ao contrário de muitos artistas, como por exemplo Luiz Gonzaga que sempre foi da RCA, sempre gravou um disco aqui, outro ali… Nessas suas andanças passou pela Philips, Columbia, CBS, Copacabana, CantaGalo, Chantecler… praticamente por todas as grandes gravadoras de sua época.

Nesse LP lançado em 1971 pela CBS Jackson canta diversoas sucessos como “Forró em Campina” e “Morena bela”. Eu destaco nesse LP a faixa “Aquele pé de pitomba”, de Barbosa da Silva.

Jackson do Pandeiro – O dono do forró
CBS – 1971

01. Morena bela (Onildo Almeida – Juarez Santiago)
02. Forró em Campina (Jackson do Pandeiro)
03. Meu fracasso (Severino Ramos – Elias Soares)
04. Cachimbo chato (Zé Catraca)
05. Sereno cai (Delmiro Ramos – Severino Ramos)
06. O bom torcedor (Bras Marques – Jackson do Pandeiro)
07. Eu não vou chorar (Durval Vieira – Jackson do Pandeiro)
08. Chô piau (J. S. Horta – Hernando do Santo)
09. Aquele pé de pitomba (Barbosa da Silva)
10. Madalena (Juarez Santiago – José Sales)
11. Você e eu (Jackson do Pandeiro – Durval Vieira)
12. Balanço de Maria (Buco do Pandeiro – Geraldo Gomes)

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Trio Sabiá – Maria Grande

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Um dos melhores trios que já vi tocar, atualmente na sua terceira formação e tendo lançado no ano passado um disco em comemoração aos seus 20 anos. Hoje a formação é Tio Joca, Aluízio e Zito, mas esse disco é da época do início do trio, ainda na sua primeira formação. Sanfonas de Oswaldinho do acordeon.

‘O Trio Sabiá nasceu em São Paulo, no final de 1985, mais precisamente no lendário Forró do Pedro Sertanejo, na Rua Catumbi, 183, bairro do Brás. A iniciativa foi do baiano João Davi Cruz, que cantava na casa e resolveu convidar João Oliveira de Almeida, o Tio Joca, irmão de Pedro, para formar um trio. Tio Joca relutou, mas acabou aceitando o convite e convidaram também outro baiano, José Miranda de Lima, o Roxinho, para tocar zabumba. Esse trio, que ainda não tinha nome começou se apresentando no Forró do Pedro.

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Em seguida gravaram um tape, que o cantor e compositor Geraldo Nunes encaminhou para a gravadora Arca, editar um LP e lançar o Trio no mercado. Voltaram para a Bahia e começaram a se apresentar em várias regiões do nordeste. Neste período foram gravados quatro LPs, dois deles pela gravadora Arca e dois pela Pipoco, com a ditribuição feita pela gravadora Continental.’ (Trecho extraído do site do Trio Sabiá)

Trio Sabiá – Maria Grande
1986 – Arca

* 01. Maria grande (Antônio José – Pilão – Geraldo Nunes)
* 02. Conjunto de mulher (Durval Vieira – Pilão)
* 03. Vamos nos amar (Tio Joca – Xandú do Samba)
* 04. Eu vou amar você (Di Lourdes – Adilson Santos)
* 05. Forró colado (Miraldo Aragão – Pilão)
* 06. Vou me desquitar (Miraldo Aragão – Rochinho)
* 07. Vovô e vovó (Zezé Martins – Geraldo Nunes)
* 08. Não pode cochilar (Di Lourdes – Adilson Santos)
* 09. Quanto mais velho melhor (Anastácia – Julinho do Acordeon)
* 10. Visite a Bahia (Antônio José – Di Lourdes)
* 11. Amizade (Roque Sena – Amancio da Bahia)
* 12. Ingratidão (Di Lourdes – Pilão)

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Gerson Filho – 8 baixos brasileiros Vol.11

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Aproveitando a deixa do fim de semana, com um aperitivo de Gerson Filho, pedi também ao Cacai Nunes, pesquisador e músico de Brasília – DF, um disco completo deste grande sanfoneiro de 8 baixos. Cacai estará esse ano no Festival Rootstock 2007 apresentando sua pesquisa. Para ver outros discos do seu acervo ou interagir com ele, acessem o blog Acervo Origens.

‘Forró Instrumental é sempre porreta. E vindo de uma sanfoninha de 8 baixos, ainda é melhor. Temos aqui um dos grandes representantes dos 8 baixos, ô instrumento difícil de se executar.

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O alagoano Gerson Filho começou a gravar em 1953 e este disco, de 1978, traz músicas de sua autoria e de outros compositores. Destaque para “Forrozando” de Anastácia, “Balanço da Negra” de Silvano e Gerson Filho e ainda “Maria Pé de Bumbo” do próprio Gerson Filho.’ (Palavras do Cacai Nunes)

Gerson Filho – 8 baixos brasileiros Vol.11
1979 – Musicolor

01 Forró no rancho novo (José Vieira de Melo – Gerson Filho)
02 Chotes na ribeira (Gerson Filho)
03 Quadrilha sertaneja (Gerson Filho)
04 Forrozando (Anastácia)
05 Baile de gafieira (José Vieira de Melo – Gerson Filho)
06 Forró no pilá (Silvano – Gerson Filho)
07 Vai que é mole (José Vieira de Melo – Gerson Filho)
08 Balanço da negra (Silvano – Gerson Filho)
09 Forró no cabaré (Gerson Filho)
10 Forró no tabuleiro (Silvano – Gerson Filho)
11 Maria pé de bumbo (Gerson Filho)
12 Até o conde D’eu (Silvano – Gerson Filho)

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Gilvan Chaves – Encantos do Nordeste

Essa é uma colaboração de um dos frequentadores do blog, Gilvan Chaves, Jr. filho do glorioso Gilvan Chaves que gravou esse disco entre muitos outros, atuando fortemente dentro da música brasileira na década de 1950.

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As capas coloridas, foram enviadas posteriormente pelo Goes.

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O LP “Encantos do Nordeste” foi gravado em 1958 na Columbia e também foi premiado, a exemplo do anterior “Caiçara” gravado em 1957. Gilvan deixou Olinda pelo Rio de Janeiro em 1956 para assinar contrato com a Columbia do Brasil.

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O seu primeiro contrato com gravadora (Mocambo-Rozemblit) vigorou de 1953 até 1956 e lá gravou diversos 78rpm e um LP 5 polegadas com 8 músicas que obteve grande sucesso entre a crítica e audiência.

Já viajava pelo nordeste em “temporadas” pelos clubes sociais e em programas de rádio, na época com auditório ao vivo.

“Encantos do Nordeste” contém a primeira gravação pelo Gilvan de seu maior sucesso, “Prece ao Vento”, que já havia sido gravada por outros intérpretes como o Trio Nagô. Gilvan deu a parceria desta música ao filho do folclorista Luiz da Câmara Cascudo e este, sem sua autorização, incluiu mais tarde o Alcyr Pires Vermelho.

“Encantos do Nordeste” faz uma viagem desde o interior até o litoral e inclui piadas e pequenos “causos” e “matutadas” como Gilvan costumava chamar suas poesias. Na contra capa, um emocionado depoimento do Mestre Câmara Cascudo sobre o Gilvan, a quem nomeou membro titular da Sociedade Brasileira de Folclore. Divirtam-se com Encantos do Nordeste!

Gilvan Chaves – Encantos do Nordeste
1958 – Columbia

01 – Benvindo nortista (Gilvan Chaves)
02 – Aboio do carreiro (J. Alex)
03 – Derna de piquinininho (Gilvan Chaves)
04 – As 4 coisas do mundo (D. P. adap. Fernando Luis da Câmara Cascudo – Gilvan Chaves)
05 – Moleque de cancela (Gilvan Chaves)
06 – Sete folegos (Gilvan Chaves)
07 – Serenata (Fernando Luis Camara Cascudo)
08 – Topada (Gilvan Chaves)
09 – Sina danada (Nazareno de Brito – Gilvan Chaves)
10 – Cabôca da peste (Gilvan Chaves)
11 – Ida e volta (Gilvan Chaves)
12 – Prece ao vento (Gilvan Chaves – F. L. Câmara Cascudo – Alcyr P Vermelho)
13 – Matuto (J. Cavalcante)
14 – Pregões diversos (D. P.)
15 – Vovó Sabina (J. Cavalcante)

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Gerson Filho com conjunto e coro – 78 rpm

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Em um dia desses conversando com o DJ Ivan ele me fez uma sugestão, postar mais material do Gerson Filho, que com certeza, por sua importância, é uma referência da musicalidade e da cultura nordestina. Então nesse domingo, nós da equipe Forró em Vinil, prestamos mais uma homenagem ao maravilhoso trabalho de Gerson Filho.

Antes de ouvirmos as músicas vamos conhecer um pouquinho mais sobre a história dessa gravação, em 1954 Gerson Filho venceu o concurso de calouros “Caminho da vitória” na Rádio Guanabara. Devido ao grande sucesso foi contratado pela emissora. No mesmo ano lançou o disco que apresentaremos hoje, esse que até então foi seu segundo álbum, com os baiões: “Baião do soldado” e “Baião em Caxias” ambos de sua autoria com parceria de Antonio Filho, Estanislau Silva e Agnaldo Assis. (Texto e disco enviados por DJ RICK, que se apresentará no Festival Rootstock 2007)

Gerson Filho com conjunto e coro – 78 rpm
1954 – Todamérica

Lado A – Baião do Soldado
(Gerson Filho – Antonio Filho)
Lado B – Baião em Caxias
(Estanislau Silva – Gerson Filho – Agnaldo Assis)

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CD – Gilberto Gil – Eu, tu, eles

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Gilberto Passos Gil Moreira, ou apenas, Gilberto Gil, nascido em Salvador – BA em 26 de junho de 1942, e é, sem sombra de dúvida, um dos maiores cantores, instrumentistas e compositores brasileiros. Desde sua aparição, como músico e compositor, na década de 1960, Gil participou intensamente dos movimentos musicais e políticos nacionais.

Do tropicalismo e das músicas de protesto, ao exílio, e do exílio de volta ao sucesso e à construção de uma carreira sólida. Carreira que o levou a ser ministro da cultura, cargo governamental dificilmente almejado por um músico.

Este CD é a trilha sonora do filme Eu, tu, eles, lançado em 2000 pela Warner, aproveitando o embalo de mídia em que o forró estava na virada do século, Gil re-grava vários sucessos do Gonzagão e execerba suas origens num álbum marcante.

Gil exímio violonista e multi-instrumentista, grava voz, violão e até acordeon em uma das faixas. Acompanhado por músicos de primeiríssima linha, como Marcos Suzano, Carlos Malta e Cicinho de Assis e Heraldo do Monte, entre outras feras. Participação de Dominguinhos, tocando sanfona em duas faixas.

Destaque para “Óia eu aqui de novo” um belo xaxado de Antônio Barros e para “Lamento sertanejo” letra do próprio Gil e música de Dominguinhos.

Gilberto Gil – Eu, tu, eles
2000 – Warner

* 01. Óia eu aqui de novo (Antonio Barros)
* 02. Baião da Penha (Guio de Morais)
* 03. Esperando na janela (Manuca – Raimundinho do Acordeon – Targino Gondim)
* 04. Juazeiro (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 05. Último pau-de-arara (Corumbá – Venâncio – José Guimarães)
* 06. Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 07. Qui nem jiló (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 08. Assum preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
* 09. Pau-de-arara (Guio de Morais)
* 10. A volta da asa branca (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
* 11. O amor daqui de casa (Gilberto Gil)
* 12. As pegadas do amor (Gilberto Gil)
* 13. Lamento sertanejo (Dominguinhos – Gilberto Gil)
* 14. Casinha feliz (Gilberto Gil)

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Os 3 do nordeste – Pra gente se amar

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“Isso sim, é forró” são as primeiras palavras escritas na contra capa. Já na década de 1990, Os 3 do nordeste experimentam sua quarta formação. Com a saída do Zinho, quem ocupou os vocais do trio foi Aécio, que gravou 2 LPs e saiu em 1990, deixando o lugar para Marrom, no triâgulo e voz.

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Gravado em 16 canais em Recipe – PE e lançado pela Unacam, do saudoso Antônio Ramos, com arranjos, produção e sanfonas de Zé Pacheco. É um disco bem pra frente, com um forró atras do outro.

Destaque para “Eu piso e você pisa” de autoria do Anastácio e “Sanfonada” de Joca do acordeon.

Os 3 do nordeste – Pra gente se amar
1993 – Unacam

* 01. Vem moreninha (Parafuso – Zé Pacheco)
* 02. Eu piso e você pisa (Anastácio)
* 03. Sanfonada (Joca do Acordeon)
* 04. Vem cair no forró (Calumbi – J. Afonso)
* 05. Remelexo (Roberto Morais – Zé Gaudino)
* 06. Inveja de você (Parafuso – Zé Pacheco)
* 07. Paquerador (Marrom – Aluisio j. Silva)
* 08. Enquanto o mundo for mundo (Aristeu Nelo – Parafuso)
* 09. Ai eu quero ver (Marcos Antonio – Geraldo Tavares)
* 10. Pra gente se amar (Parafuso – Marrom – Aristeu Nelo)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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