Cascatinha e Inhana – Cantando Prá Você

Capa

Colaboração do ZéMaria, do Blog Música Amiga.

Contracapa

Coletânea de músicas gravadas originalmente em 78RPM, entre 1952 e 1955.

Cascatinha e Inhana – Cantando Prá Você
1955 – Todamérica

01 Solidão [Che Picassu-Mi] [E. Martinez, José Asunción Flores, M. Cardoso, vrs. José Fortuna] guarânia
02 Queira-Me Muito [Quiereme Mucho] [Gonzalo Roig, vrs. Serafim Costa Almeida] bolero
03 Iracema [Mário Zan, Nhô Pai] rasqueado
04 Meu Primeiro Amor [Lejania] [H. Gimenez, vrs. José Fortuna, Pinheirinho Jr.] canção
05 Desilusão [Paulo Freitas, Manoel Freitas, Zuzo] guarânia
06 Assuncion [F. Riera, vrs. José Fortuna] guarânia
07 Recordando [Mário Pinto da Mota] guarânia
08 Índia [José Asunción Flores, Manuel Ortiz Guerrero, vrs. José Fortuna] guarânia

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Zetinha – É o norte que canta

capa

Colaboração do Jhonatas Pasternack, de São Paulo – SP

verso

“Esse Lp foi gravado no ano de 1973 pelo selo “TAL” um dos selos da gravadora “TODAMERICA”,
Um Lp repleto de Côcos e Baiões que fazem contraste co alguns Xotes.”

Zetinha – É o norte que canta
1973 – Todamerica

01. Coco de Alagoas (Juvenal L0pes)
02. Sonhei Com Ela (Raimundo Batista Cena)
03. Rosa Encarnada (Raimundo Batista Cena)
04. Viva os Três Santos (Juvenal L0pes)
05. Morena Linda (José Conceição Dias – Zetinha)
06. Exclamação de Amor (José Conceição Dias – Zetinha)
07. Fantasia de São João (José Dutra Filho)
08. Namoro Agarradinho (Juvenal L0pes)
09. Minha Partida (José Lima Rodrigues – Zetinha)
10. Deitada em Meus Braços (Zetinha)
11. Desprezo Cruel (José Conceição Dias – Zetinha)
12. Venha Cá (Raimundo Batista Cena)

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CD – Coletânea – Gerson Filho

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Por melhor que seja a seleção de repertório para uma coletânea, ela sempre vai reunir apenas uma pequena parte da carreira do artista, ainda mais quando se trata de Gerson Filho, instrumentista de primeira, com uma vasta discografia.

Coletânea – Gerson Filho
2000 – Todamérica

01 – Choveu na minha roça (Gerson Filho)
02 – Maracanã (Gerson Filho)
03 – Canaã (Gerson Filho)
04 – Catingueira no sertão (Gerson Filho)
05 – Frevo maluco (Gerson Filho – Irmãos Orlando)
06 – Penera o baixo (Gerson Filho – Miguel Lima)
07 – Baião calado (Gerson Filho – Salvador Miceli)
08 – Comendo e chorando (Gerson Filho)
09 – Quadrilha na roça (Gerson Filho)
10 – Quadrilha na cidade (Gerson Filho)
11 – Baião da alta roda (Gerson Filho – José S. Pacheco)
12 – Choramingando (Gerson Filho)
13 – Baião paulista (Gerson Filho – Ermírio Vale)
14 – Macaco é Tio Antonio (Gerson Filho)
15 – Candonga (Gerson Filho – Miguel Lima)
16 – Sete quedas (Gerson Filho – Miguel Lima)
17 – Sarita (Santos Rodrigues – B. Toledo)
18 – O dia do papai (Gerson Filho)
19 – Três e trezentos (Gerson Filho – Miguel Lima)
20 – Mangaba (Gerson Filho)

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Volta Seca – Cantigas de Lampeão

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Colaboração do DJ Rogérinho, de São Paulo – SP. Esse é um raríssimo 10 polegadas, de um artista único e de uma história de vida bastante pitoresca.

Volta Seca foi cangaceiro do bando de ‘Lampeão’ e gravou, em 1957, o LP, com apenas oito músicas, “As cantigas de Lampeão”, com arranjos e direção do maestro Guio de Moraes. Algumas faixas desse mesmo disco, foram re-lançadas, décadas depois, pela Eldorado, num LP com o título “A Música do Cangaço”.

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Volta Seca chamava-se originalmente Antonio Alves de Souza, sergipano, nascido em Saco Torto, povoado de Itabaiana, provavelmente por volta do ano de 1911, entrou para o cangaço aproximadamente com 12 anos, a convite do próprio ‘Lampeão’, no sertão da Bahia.

Preso no início de 1932 e levado para a Casa de Detenção da Bahia, Volta Seca cumpriu uma pena de 20 anos. Casou-se, teve sete filhos e recomeçou a vida através da música, influenciando artistas como Luiz Gonzaga, dentre outros diversos artistas nordestinos.

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A Todamérica lançou esse documentário apresentando Volta Seca como o compositor e intérprete responsável por salvar parte do repertório dos grupos de cangaceiros. Músicas ligadas ao dia a dia no cangaço e dos costumes, aventuras e hábitos dos cangaceiros, canções como “Mulher Rendeira” e “Acorda Maria Bonita”.

Volta Seca – Cantigas de Lampeão
1957 – Todamérica

#01. Acorda Maria Bonita (Volta Seca)
#02. A laranjeira (Volta Seca)
#03. Ia pra missa (Volta Seca)
#04. Mulher Rendeira (Volta Seca)
#05. Se eu soubesse (Volta Seca)
#06. Sabino e Lampeão (Volta Seca)
#07. Escuta donzela (Volta Seca)
#08. Eu não pensei tão criança (Volta Seca)

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Gerson Filho – Oito baixos

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Pra encerrar a semana com chave de ouro, aqui vai uma preciosidade. Essa é uma colaboração do Goes, forrozeiro e assíduo frequentador do blog, ele disse:

“Esta é uma verdadeira raridade. Espero que apreciem, pois trata-se do primeiro LP de Gerson Filho lançado pela Todamérica.”

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‘A fábrica brasileira que lhe abriu o caminho para o êxito, proporcionando-lhe a oportunidade de confirmar seus reais méritos de sanfoneiro, foi a mesma em que hoje o artista se encontra – a Todamérica. E é nesta etiqueta que assinalou a sua estréia que o artista vê reunidos, no presente LP, oito de suas magníficas criações, quatro inéditas e outras tantas já consagradas pelo seu numeroso público. Fêz bem a Todamérica em oferecer aos ouvintes brasileiros esta excelente coletânea valorizada pela interpretação de um Legítimo ás do panorama musical do País.’ (Palavras de Djalma Sobrinho, extraídas da contra capa)

Gerson Filho – Oito baixos
1957 – Todamérica

01. Cantingueira do Sertão – Baião (Gerson Filho)
02. Bonitinho – Baião (Gerson Filho – Miguel Lima)
03. Frevo Maluco – Frevo (Gerson Filho – Irmãos Orlando)
04. Três e Trezentos – Baião (Gerson Filho – Miguel Lima)
05. Canaã – Rancheira (Gerson Filho)
06. Penéra o Baixo – Calngo (Gerson Filho – Miguel Lima)
07. Candonga – Baião (Gerson Filho – Miguel Lima)
08. Sanfona na Escócia – Polca (Gerson Filho)

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Gerson Filho com conjunto e coro – 78 rpm

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Em um dia desses conversando com o DJ Ivan ele me fez uma sugestão, postar mais material do Gerson Filho, que com certeza, por sua importância, é uma referência da musicalidade e da cultura nordestina. Então nesse domingo, nós da equipe Forró em Vinil, prestamos mais uma homenagem ao maravilhoso trabalho de Gerson Filho.

Antes de ouvirmos as músicas vamos conhecer um pouquinho mais sobre a história dessa gravação, em 1954 Gerson Filho venceu o concurso de calouros “Caminho da vitória” na Rádio Guanabara. Devido ao grande sucesso foi contratado pela emissora. No mesmo ano lançou o disco que apresentaremos hoje, esse que até então foi seu segundo álbum, com os baiões: “Baião do soldado” e “Baião em Caxias” ambos de sua autoria com parceria de Antonio Filho, Estanislau Silva e Agnaldo Assis. (Texto e disco enviados por DJ RICK, que se apresentará no Festival Rootstock 2007)

Gerson Filho com conjunto e coro – 78 rpm
1954 – Todamérica

Lado A – Baião do Soldado
(Gerson Filho – Antonio Filho)
Lado B – Baião em Caxias
(Estanislau Silva – Gerson Filho – Agnaldo Assis)

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Ademilde Fonseca – 78 RPM

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Dessa vez realmente fui surpreendido. Agora nosso caro colega Dj Rick pegou muito pesado, um 78 RPM simplesmente sem comentários.

Ademilde Fonseca Delfim, nasceu em 03 março de 1921 Macaíba -RN. Aos quatro anos de idade, foi viver com a família em Natal – RN onde morou até o início da década de 1940. Desde criança gostava de cantar. Ainda na adolescência, começou a se interessar pelas serestas e travou conhecimento com músicos locais. Pouco mais tarde casou-se com um desses seresteiros, Naldimar Gedeão Delfim. Com ele mudou-se para o Rio de Janeiro em 1941, onde conheceu Waldir Azevedo, compositor e cantor, ambos trabalharam em diversas músicas em parceria.

Em 1951, gravou em 78 rpm o baião “Delicado”, de Waldir Azevedo e Ari Vieira, foi uma das suas gravações mais marcantes. Delicado, também regravada posteriormente por artistas consagrados como Canhoto, Chiquinho do Acordeon, Oswaldinho do Acordeon, Zé Calixto, Toco Preto, Biro do Cavaco, Pepeu Gomes, Dominguinhos e por ai vai. A segunda música desse 78 rpm é o baião “Arrastapé” composto por Rafael Carvalho, que é uma homenagem ao gênero musical, o Arrastapé, que tem como significado literário farra, confusão e desordem. Então como diz a letra da música “vamos cair no sertão para ver como é que é…”. (dois últimos parágrafos escritos por Dj Rick)

Essa é a primeira vez em que escuto a versão de delicado cantada, se alguem tiver notícias de outras gravações dela cantada ficaremos muito gratos com a colaboração.

Ademilde Fonseca – 78 RPM
Todamerica – 1951

01. Delicado (Ari Vieira / Waldir Azevedo)
02. Arrastapé (Rafael de Carvalho)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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