Anastácia – Tem que mexer pra adoçar

Lucinete Ferreira, compositora e cantora nasceu em Recife PE em 30/05/1941. Começou a se interessar por música aos sete anos, quando costumava acompanhar um cantor de coco do bairro de Macaxeira, onde morava. Já como profissional, de 1954 a 1960, cantou na Rádio Jornal do Comércio de Pernambuco, indo depois para São Paulo – SP.

Participou de shows no interior de São Paulo, primeiro com a Caravana do Peru que Fala, de Sílvio Santos, e em seguida com Venâncio e Corumba. Contratada pela Chantecler, em 1960, gravou seu primeiro compacto duplo com as músicas Noivado longo (Max Nunes), Chuleado, A Dica do Deca e Forró fiá (Venâncio e Corumba). Sua primeira composição gravada foi Conselho de amigo (com Italúcia), interpretada por Noite Ilustrada, em 1963.

Nos anos seguintes gravou quatro LPs pela Continental, com boa aceitação no Nordeste. Em 1968, ao participar do programa Noite Impecável, de Luís Gonzaga, na TV Continental, do Rio de Janeiro RJ, conheceu o acordeonista Dominguinhos, que se tornou nesse mesmo ano seu parceiro, inicialmente em Um Mundo de amor, que concorreu ao Festival de Música Regional Nordestina, promovido em 1969 pela TV Bandeirantes, de São Paulo, e ainda De amor eu morrerei (que tirou o segundo lugar), ambas defendidas por Marinês.

Levada por Luís Gonzaga para a RCA, gravou em selo Calb o LP Caminho da roça, em 1969, disco do qual participou cantando em duas faixas: Minha gente, eu vou-me embora (Antônio Barros) e Feira de pobre (Oneldo Almeida). Em 1970 lançou um LP só com músicas suas, Canto do sabiá, e gravou, no LP Festival nordestino, duas faixas de sua autoria em parceria com Dominguinhos: De amor eu morrerei e Um Mundo de amor.

Em 1971 lançou outro LP, com músicas suas, Torrão de ouro. Suas composições de maior sucesso são Eu só quero um xodó (com Dominguinhos), que alcançou enorme sucesso na interpretação de Gilberto Gil, e teve mais de 20 gravações; De amor eu morrerei, gravada por Gal Costa em 1974, e Amor que não presta não serve pra mim, gravada por Angela Maria também em 1974. Em 1994 Gilberto Gil regravou Tenho sede (parceria com Dominguinhos) no CD Unplugged, pela Warner. Com mais de 30 LPs gravados, Anastácia é uma instituição viva do forró e continua se apresentando em shows.

Fonte: Enciclopédia da música brasileira: erudita, folclórica e popular. São Paulo, Art Editora, 2000.

Produção da própria Anastácia, que divide os arranjos com Oswaldinho, que gravou as sanfonas do disco. Zabumba de Dió de Araújo, pandeiro de Zezum e triângulo de Zequinha.

Anastácia – Tem que mexer pra adoçar
1988 – CID

* 01. Tenho muito gás (Anastácia – Zezum)
* 02. Olha eu outra vez (Anastácia – Cyro)
* 03. Pra machucar (Anastácia – Liane)
* 04. Passa lá em casa (Anastácia – Renato Moreno)
* 05. Quero te dar vida (Anastácia – Zezum)
* 06. Beijo de mel (Anastácia – Domingos Nogueira)
* 07. Jogo de cintura (Anastácia – Jorge Mello)
* 08. Tem que mexer pra adoçar (Anastácia – Zezum)
* 09. Fricoteiro do amor (Anastácia – Domingos Nogueira)
* 10. Saudade roedeira (Anastácia – Renato Moreno)
* 11. Gosto de verdura (Anastácia – Liane)
* 12. Reforma agrária (Renato Moreno – Manoel Vicente)

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CD – Silvério Pessoa – Bate o mancá (O povo dos canaviais)

CAPA DO ENCARTE p

Esse é um disco que muito me agrada. Na época eu peguei um cópia do áudio com o DJ Xeleléu, lá do Rio de Janeiro – RJ. Tive a oportunidade de ir ao show de lançamento desse álbum, e vi um dos melhores shows de forró, até hoje.

Arrependo-me amargamente de não ter comprado uma cópia original, imaginando que iria conseguir compra-la posteriormente, mas quem disse que se acha esse disco por ai? Sendo assim, para completarmos essa postagem recebemos as capas do Nilton Maia, do Rio de Janeiro – RJ.

ENCARTE 1 p

Nesse CD, Silvério Pessoa, logo após sair da banda Cascabulho, realizou um trabalho de resgate da obra de Jacinto Silva e regravou alguns de seus grandes sucessos. Regravou de forma espetacular, com muito bom gosto e altíssima qualidade.

ESTOJO PARTE INTERNA p

No início de cada faixa, há uma fala do próprio Jacinto Silva, falando sobre as frugalidades do forró, e com isso passando um pouco do romantismo da história e origem desse ritmo nosso, tão querido e que, aos poucos, vai se perdendo, assim como todo o conhecimento que não é transcrito e fica somente na memória dos mais antigos.

ESTOJO PARTE DE TRÁS p

“Silvério Pessoa é cantor e compositor, nascido na zona da mata no norte de Pernambuco, na cidade de Carpina. Cresceu ouvindo músicos de forró no Rádio e passou a admirar o estilo de Jacinto Silva de quem tornou-se fã. Sua mãe, professora de acordeon e sua vó, freqüentadora assídua dos programas de auditório de Recife nas décadas de 1940 e 1950, tiveram grande influência em sua formação musical, na qual também muito contribuiram as programação das rádios do interior.” (Fonte)

Silvério Pessoa – Bate o Mancá (O Povo dos Canaviais)
2000 – Natasha

01 Carreiro novo (Jacinto Silva)
02 Sabiá da mata (Jacinto Silva – Ivan Bulhões)
03 Casa de aranha (Fernando Borges – Jacinto Silva)
04 Puxe o fole Zé (Jacinto Silva)
05 Amor de capinheiro (Jacinto Silva – Antonio Clemente)
06 O cantador (D. Matias – Jacinto Silva)
07 Chora bananeira (Onildo Almeida – Jacinto Silva)
08 Gírias do norte (Onildo Almeida – Jacinto Silva)
09 Côco do m (Jacinto Silva – Zé do Brejo)
10 Rabo de saia (Pereira – Elino Julião)
11 Côco da Paraíba (João Silva – Miguel Lima)
12 Corrope de Jaboatão (Jacinto Silva – Antonio Clemente)
13 Pra rapaziada (João Silva – Pedro Cruz)
14 Aquela rosa (Jacinto Silva)

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CD – Trio Nordestino – Xodó do Brasil

O áudio é uma colaboração do Francisco Edvaldo Silveira, de Morrinhos – CE, que nos enviou a discografia completa do Trio Nordestino. Com o tempo publicaremos toda a discografia do Trio, por enquanto vamos publicando os discos que temos as capas.

‘Em maio de 1958 três jovens baianos. Evaldo dos Santos (Coroné), Lindolfo Mendes Barbosa (Lindú) e José Pedro Cerqueira (Cobrinha), se juntaram no Pelourinho com um único sonho: ” Fazer Sucesso na Música “. Logo conheceram Gordurinha, grande radialista da época os viu tocar e ficou encantado com aqueles três meninos colocando platéias ao delírio e lhe fez um convite: ” O de ir para o Rio de Janeiro “, ele lhes prometeu uma gravadora e assim foi feito, vieram para o Rio e em 1962 gravaram o seu primeiro sucesso: ” Chupando Gelo “, daí foi quase um disco por ano e um sucesso atrás do outro: ” Pau de Arara é a Vovozinha, Vamos Xamegar, No Meio das Meninas”, dentre outros.

No início da inesquecível década de 70 o primeiro sucesso: ” Procurando Tú “, este foi a grande consagração do Trio Nordestino, pois ficou 90 dias nas paradas de sucesso vendendo mais de 1.000.000 de discos, ficando atrás apenas do Rei Roberto Carlos. Ainda na década de 70 o Trio teve a felicidade de gravar muitos sucesso como: ” Forró Pesado, Chililiqui, Chinelo da Rosinha, Petrolina Juazeiro, Chap Chap ” dentre outros.’ (Trecho extraído do sítio do Trio)

Esse foi o primeiro disco lançado pelo trio após a saída de Genário, que substituiu Lindú durante algum tempo, e o falecimento de Cobrinha. Coroné convidou Beto Souza e Luiz Mário para dar continuidade à maravilhosa carreira do Trio Nordestino.

A curiosidade fica pelo uso da gravação original da voz do saudoso Lindú interagindo com a voz de seu filho e atual vocalista do trio, Luiz Mário. Neste álbum eles homenageiam Luiz Gonzaga, Jackson do pandeiro e o próprio Trio, em pout pourris.

Trio Nordestino – Xodó do Brasil
1997 – Brasis

#01. Procurando tu (Antonio Barros Silva – J. Luna)
#02. Só quero um xodó (Dominguinhos – Anastácia)
#03. Homenagem a Luiz Gonzaga
Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Paraíba (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Assum Preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
#04. Súplica cearense (Gordurinha – Nelinho)
#05. Mambo da cantareira (Gordurinha – Nelinho)
#06. Bom demais (Dominguinhos)
#07. Homenagem a Jackson do pandeiro
Forró do Limoeiro (Edgar Ferreira)
Canto da Ema (Ayres Viana – Alventino Cavalcanti – João do Vale)
Um a um (Edgar Ferreira)
#08. Sempre assim (Beto do Acordeon – Robson Silva)
#09. Último pau de arara (Venâncio – Corumba – J. Guimarães)
#10. Homenagem a Luiz Gonzaga
Cintura fina (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Ovo de codorna (Severino Ramos)
#11. Morena tropicana (Alceu Valença)
#12. Mulher rendeira (D. P.)
#13. Madalena (Isolino)
#14. Homenagem ao Trio
# Meu Pitiguari (Agripino Aroeira – Rosilda Santos)
# Na emenda (Manoel Euzébio – Juarez Santiago)

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Trio Nortista – Cipó Cheiroso

Esse é mais um ótimo disco do Trio Nortista, é o último que tenho aqui em casa, os demais estão publicados já. Provavelmente é um disco da década de 1980, pois os meninos já estão mais crescidos do que estavam nas capas de 1982 e 83.

Aproveito essa postagem para homenagear um grande amigo, de quem sou grande fã, Seu Zequinha de Andrade, irmão do Jonas de Andrade e atual músico do trio Xamego.

Destaque para o forró “Sanfoneiro Bom” de Jonas de Andrade e Guajará, para os xotes “A Velha Debaixo da Cama”, “Eu Quero o Seu Amor” e “Faço Tudo Pra te Amar” todas elas de autoria de Jonas de Andrade.

Trio Nortista – Cipó Cheiroso
Brasidisc

* 01. Pra Lá de Bom (Kim de Oli e gandula)
* 02. São João Alegre (Olimpio Filho – Oliveira e Eurides)
* 03. Sanfoneiro Bom (Jonas de Andrade – Guajará)
* 04. Galope do Jumento (Correirinha e Jonas de Andrade)
* 05. As Coisas Mudaram (Edson Junior – Tampinha- Antônio B. Lima)
* 06. A Velha Debaixo da Cama (Jonas de Andrade)
* 07. Eu Quero o Seu Amor (Jonas de Andrade)
* 08. Milagre do Meu Padrinho (Jonas de Andrade – Fran Pereira)
* 09. Julieta (Roendi Caetano – F. C. Santos – Enoque)
* 10. Cipó Cheiroso (José G. Caspar – Jonas de Andrade)
* 11. Faço Tudo Pra te Amar (Jonas de Andrade)
* 12. De Fortaleza à Belém (Jonas de Andrade – Luiz A. da Silva)

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Tenente Jesus e sua gente – Forró bom que doi

Esse é um disco que se dependesse da capa, muito provavelmente ele teria ficado lá na prateleira do sebo. Eu estava passando pelo centro e Sampa, junto com meu camarada DJ Vinícius de BH, e encontrei esse disco.

De cara parece um disco de músicas juninas, quando olhei as músicas e a participação especial, resolvi tentar ouvir o disco antes de trazê-lo pra casa. Felizmente nesse sebo específicamente o dono é gente boa e deixou um toca discos lá pra galera conferir antes de comprar.

Ouvi a primeira faixa e resolvi pegar o disco, afinal de contas, só havia ouvido a voz do José do Patrocínio em algumas coletâneas. As duas faixas iniciais são cantadas pelo José do Patrocínio, um xote e um samba.

De forró temos o “Forró em Copacabana” e “Brasa no teclado”, mas vale a pena ouvir o disco todo pelos choros e sambas que aqui estão, além dos boleros, valsas e xotes, é claro.

Tenente Jesus e sua gente – Forró bom que doi
1973 – Itamaraty

* 01. Chamego da mulata (José H. Patrocinio – Raimundo alves)
* 02. Gosto do que não presta (Raimundo alves – M. J. Pereira)
* 03. Tenente no choro (Raimundo Alves – tenente do acordeon)
* 04. Forró em Copacabana (Coronel Narcizinho – Raimundo Alves)
* 05. Valsa do amor (Ataide Pereira – M. J. Pereira)
* 06. Sensação (Laesso Miranda – Raimundo alves)
* 07. Tenho lembrança (Raimundo alves – M. J. Pereira)
* 08. Apesar de não merecer (Otavio Crim – Raimundo Alves)
* 09. Quantas noites (Raimundo Alves – Chandico)
* 10. estou apaixonado (Raimundo Alves – Antonio Passo)
* 11. Vou deitar (Raimundo alves – M. J. Pereira)

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Zé Calixto – Vamos ter arrasta-pé

Mais uma colaboração de Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, sanfoneiro e apreciador da boa música brasileira, se for instrumental, melhor, e mais ainda quando se fala em Zé Calixto.

Zé Calixto e Abdias são os primeiros nomes que vem à mente quando se fala em fole oito baixos, temos o privilégio de publicar a maior parte da sua discografia, assim como outros tantos discos de forró que recebemos, graças as belas colaborações que temos recebido, colaborações que a cada dia nos surpreendem e nos alegram muito.

Produção de Pedro Sertanejo, destaque para “Brasileirinho”, música de Waldir Azevedo, que eternizou-se e hoje é um dos símbolos da música brasileira, tanto aqui no Brasil quanto lá fora, onde normalmente sabem dar mais valor para nossa música do que nós mesmos.

Zé Calixto – Vamos ter arrasta-pé
1975 – Tropicana

01. Só no Remelexo (Zé Calixto – Zé Pretinho)
02. Forró do Seu Ulisses (Manoel Serafim)
03. Vamos Ter Arrasta-pé (Zé Calixto)
04. No Serrotão (Zé Calixto – José Araújo)
05. Tempo de Vintém (Zé Calixto)
06. Brasileirinho (Waldir Azevedo)
07. Vou Tocar Por Aí (Manoel Serafim – Zé Calixto)
08. Se Dançar Paga (Manoel Serafim – Nito Canhete)
09. Badeco no Frevo (Buco do pandeiro – José Araújo)
10. O Sanfoneiro Dormiu (Zé Calixto)
11. Quitandinha (Waldir Azevedo)
12. Até Bem Cedo (Zé Calixto)

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Coronel Narcizinho – Hora sertaneja

Recebemos o áudio desse disco do Thiago Silva, de Recife – PE, as capas são cortesia do amigo, músico e pesquisador de Brasília – DF, Cacai Nunes, que assim como o ‘Forró em vinil’, batalha pela música brasileira de boa qualidade.

Cacai já havia postado esse disco no seu Blog, o Acervo Orígens, pra quem ainda não conhece, vale a pena passar por lá.

O álbum reúne como intérpretes, além do Coronel Narcizinho, Herval Lessa, Rancheiro e Rancheirinho, Geraldo Nunes, Zé Pitanga e Nhá Bastiana, Raymundinho da Sanfona, Dupla Zoológica e Ethmar Vieira e seu violão.

Algumas músicas são dançantes e outras mais pra se escutar, destaque para “Forró em Carapiá” de Monito Silva e O. Barbosa, na voz de Geraldo Nunes.

Coronel Narcizinho e sua gente – Hora sertaneja
1970 – Uirapurú

1. Marina (Coronel Narcizinho – José Cenilia) Coronel Narcizinho
2. Os cabelos de Maria (Coronel Narcizinho – José Reis) Coronel Narcizinho
3. Jangadeiro do Ceará (Armando Madureira – M. dos Santos) Herval Lessa
4. Mulher fingida (Pereirinha – Rancheiro) Rancheiro e Rancheirinho
5. Eu quero a morte da ema (M. dos Santos – Armando Madureira) Herval Lessa
6. Forró em Carapiá (Monito Silva – O. Barbosa) Geraldo Nunes
7. Plantei canaviá (Pereirinha – Zé Pitanga – G. Barbosa) Zé Pitanga e Nhá Bastiana
8. Maricota (Coronel Narcizinho – J. Reis – H. Soares / Machadinho) Raymundinho da Sanfona
9. O papagaio de Izabé (Coronel Narcizinho) Geraldo Nunes
10. Ela é (Pereirinha / Coronel Narcizinho – José Reis) Coronel Narcizinho
11. Coração selvagem (Pereirinha – Rancheiro) Rancheiro e Rancheirinho
12. Caçada em Xerém (Paulo França Vieira / Jofre Madeira) Dupla Zoológica
13. Barreiro branco (Raimundo Alves – O. Barbosa) Raymundinho da Sanfona
14. Desconhecida (Ethmar Vieira) Ethmar Vieira
15. Juras de caboclo (Coronel Narcizinho – Pereirinha) Coronel Narcizinho

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Pinto do acordeon – O rei do forró sou eu

Recebemos essa colaboração de um forrozeiro anônimo. Para poder publicar o disco recebido, faltavam algumas informações além da contra capa, sendo assim, pedi ajuda ao amigo Marcos Antônio, de Patos – PB, sanfoneiro e amigo pessoal do Pinto do acordeon.

pinto-do-acordeon-1994-o-rei-do-forra-sou-eu-contracapa

Ele disse:

“Sobre o disco “O rei do forró Sou Eu”, ele é de 1994 e todas as composições são de Pinto do Acordeon. Veja a ficha técnica conforme a contracapa:

Arranjos: Pinto do Acordeon/Genário
Acordeon: Genário
Contra-Baixo: Toninho
Guitarra: Lalá
Percussão: Ivo, Ivinho e Quartinha
Teclados: Ramalho
Flauta: Egídio
Vocal: Dôra, Lilian Raquel e Robson

OBS: Observe a música “Forró Erótico” – Pinto do Acordeon – 1994. Compare com a música “Gente Sofrida” – Flávio José – 1996 (com participação de Dominguinhos). Pinto me disse em 1997 que o grande Antonio Barros plagiou sua melodia, escrevendo a letra que deu a Flávio José.”

Pinto do acordeon – O rei do forró sou eu
1994

01 – Vou matar você na unha (Pinto do Acordeon)
02 – Só saio no lixo (Pinto do Acordeon)
03 – Forró erótico (Pinto do Acordeon)
04 – Galiléia nordestina (Pinto do Acordeon)
05 – Tempero de forró (Pinto do Acordeon)
06 – Saudade dos mitos (Pinto do Acordeon)
07 – Brasil CPI (Pinto do Acordeon)
08 – Poeta apaixonado (Pinto do Acordeon)
09 – Forró dengoso (Pinto do Acordeon)
10 – Rainha do vale (Pinto do Acordeon)
11 – Noite de forró (Pinto do Acordeon)
12 – Amor infinito (Pinto do Acordeon)

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CD – Josildo Sá e Paulo Moura – Samba de latada

Esse disco foi lançado originalmente, de modo independente, em 2006. Posteriormente, foi re-lançado pela Rob Digital em 2007. Baixei esse CD no Blog Som Barato, que recentemente foi vítima do sistema e teve seu espaço tolhido. Espero que eles possam voltar ao ar o mais breve possível, pois eram cabras de bom gosto.

Segue abaixo um texto do José Teles, do JC online do Recife, que fala sobre esse álbum, parece meio grande o texto, mas vale a pena ler!

“O forró é a mais injustiçada e discriminada das músicas que se fazem no Brasil. Por exemplo, a caudalosa discografia do forró, que teve seu auge nos anos 60 e parte dos 70, continua quase inteiramente fora de catálogo. Esta falta de cultura musical, levou as mais recentes gerações de forrozeiros a fazer e gravar basicamente xote, com letras que pouco diferem do que cantam as duplas sertanejas.

O forró é um manto sob o qual se abriga uma grande variedade de ritmos, estilos, gêneros, inclusive o samba. Aliás, antigamente, no Nordeste, forró e samba tinham o mesmo significado. O forró e o samba eram a festa, onde se tocava do baião ao chorinho. Depois que o samba carioca foi alçado à música da nacionalidade, foi que o samba passou a designar um gênero musical.

No Nordeste ele foi adaptado para a sanfona, o triângulo, a zabumba, mais violões, banjo, instrumentos de sopro. Era chamado “samba de matuto”, ou “samba de latada”. A latada, no caso, era uma extensão da casa, ou “puxada”, coberta por folhas de flandres, onde aconteciam os forrós, ou sambas. O samba de latada teve como um dos maiores intérpretes o sanfoneiro Abdias, seguido pelo paraense Osvaldo Oliveira.

40 anos depois, Josildo Sá traz de volta ao disco esta nuance esquecida do samba. E vem na companhia de um dos maiores músicos do mundo, Paulo Moura. Não poderia tal contubérnio dar noutra. Um disco que nos leva àqueles sambas de latada dos anos 60. Daqueles que rescendiam a suor, perfume barato, com os casais grudados que nem carrapato.

“Quixabinha” (Josildo Sá / Anchieta Dali) é um desses sambas com sotaque nordestino, irresistível. O “Forró de Mané Vito” (Zé Dantas / Luiz Gonzaga), virou um samba de latada ao qual Paulo Moura deu um delicioso tempero de gafieira. Josildo Sá nunca cantou tão bem, com uma voz sertaneja, o fraseado certeiro. Ele dá um banho em “Eu gosto de você”, composição de Caçote do Rojão, um samba do jeito que Abdias gostava.

Paulo Moura, por sua vez, incorporou o espírito da coisa, e caiu no samba de matuto. Está endiabrado em “Pro Paulo”. Dá para os das antigas lembrarem Jair Pimentel, um músico que gravava pela Rozenblit e pintava os canecos com um clarinete. Este disco inclusive resgata (com perdão do termo tão desgastado) o bom-humor no forró, que hoje anda muito formal, parecendo um requerimento com firma reconhecida. Paulo Moura toca neste disco como se estivesse animando um samba numa latada, numa noite enluarada num sítio no meio do mato.

A seleção do repertório não poderia ser melhor. Tem desde “Fraguei” (Osvaldo Oliveira / Dilson Dória) lançada por Abdias. Conterrâneo de Josildo Sá, nascido em Tacaratu, Anchieta Dali fez sambas que se encaixam como uma luva no projeto do amigo Josildo, que descolou uns compositores pouco conhecidos, mas talentosos, Apolônio da Quixabinha (Quixabinha, é um sítio na terra de Josildo), ou citado Caçote do Rojão. E músicos como Gennaro, cuja sanfona vai costurando as melodias, enquanto Paulo Moura vai acrescentando-lhes cores variadas. Não cheguei a perguntar aos dois como foi engendrada esta parceria, mas seja lá como for, com certeza jogaram a fórmula fora. Pense, num disco da porra!!” (José Teles – Jornalista do Jornal do Commércio Recife – PE, escritor, pesquisador e crítico musical)

Samba de latada – Josildo Sá e Paulo Moura
2006

01. Quixabinha (Josildo Sá – Anchieta Dali)
02. Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
03. Eu Gosto de Você (Caçote do Rojão)
04. Pra Virar Lobisomem (Chico Chagas)
05. Pro Paulo (Chico Chagas)
06. Nega Buliçosa (Tiago Duarte)
07. Fulosinha (Anchieta Dali)
08. Fraguei (Osvaldo Oliveira – Dilson Dória)
09. Carimbó do Moura (Paulo Moura)
10. Beijú (Anchieta Dali)
11. Cumpade Zé de Bina (Apolônio da Quixabinha)
12. Baile no Sertão (Paulo Moura – Gennaro)
13. Na Água do Bebedouro (Josildo Sá)

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CD – Trio Forrózão – Agitando a rapaziada

Ainda que cantasse desde criança, Bastos iniciou sua carreira profissional tocando na Feira de São Cristóvão – RJ em 1984. Foram doze anos na feira, tocando com diversas pessoas até chegar a conhecer no ano de 1990 Nicodemus zabumbeiro e Zezinho Sanfoneiro. Nascia aí o TRIO FORRÓZÃO que inicialmente eram um trio, com o agravamento do esforço repetitivo do triangulo Bastos não podendo mais tocar convidou Edson no ano de 1996 para integrar ao trio como triangulista, transformando em um quarteto e batizando Edson artisticamente como Chupa Cabra.

Em 1997, trocaram a feira pela apresentações em faculdades no Rio de Janeiro e aí surgia o Forró universitário. Bastos e o trio com sua interpretação marcante renderam lhe seu primeiro contrato com a gravadora NATASHA RECORDS de Caetano Veloso que acreditou e apadrinhou a banda. Posteriormente gravaram mais quatro obras. (Trecho extraído do sítio do Trio)

A banda de Forró Clássico é composta pelo quarteto Bastos (voz), Miudinho (zabumba), Chupa Cabra (triângulo) e Zezinho Bony (acordeom). Ela foi formada em 1997, na Feira de São Cristovão, conhecido reduto nordestino, na cidade do Rio de Janeiro.

Nos finais de semana, a feira costumava reunir milhares de pessoas, em sua maioria, nordestinos que buscavam relembrar seus costumes. O sucesso veio com a conquista da simpatia do público da feira, onde tocaram por mais de 10 anos.

No final dos anos 90, aproveitaram a explosão do forró no circuito universitário e diversificaram os locais de suas apresentações. Depois do primeiro disco, gravado ao vivo em 1998, lançaram o CD “Agitando a Rapaziada” no ano seguinte, atingindo a marca das 80 mil cópias. (Trecho extraído do sítio do Trio)

Trio Forrózão – Agitando a rapaziada
1999 – Natasha Records

#01. Agitando a rapaziada (Gavião – Marrom)
#02. Até mais ver (Pedrinho – Primo)
#03. Sou o estopim (Antonio Barros)
#04. Amor, amor é amar (Assisão)
#05. Xote capixaba (Juninho – Julio Moura)

#06.
A vida de viajante (Luiz Gonzaga – Hervé Cordovil)
Capim novo (Luiz Gonzaga – José Clementino)
No meu pé de serra (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)

#07.
Estrada de Canindé (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)
Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)

#08. Numa sala de reboco (Luiz Gonzaga – José Marcolino)
#09. Zé esteves (Caetano Veloso)
#10. Ela nem olhou pra mim (Alcimar Monteiro)
#11. Quando bate o coração (Accioly Neto)
#12. Mata papai (Paulinho Malacacheta)
#13. Quando os dois se quer (Antonio Barros)
#14. Em plena lua de mel (Clayton – Cleide)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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