Mario Zan – Brincando de escola

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Colaboração do Jhonatas Pasternack, de São Paulo – SP

seloaselob

“LP de Mario Zan gravado em 1959 pela RCA Victor.
Uma curiosidade é que um dos intérpretes é o Wanderley Cardoso cantando um belíssimo baião de Heitor dos Prazeres.

verso

Eis a faixa que destaco desse Lp, Canção do Jornaleiro de Heitor dos Prazeres na voz de Wanderley Cardoso.”

Mario Zan – Brincando de escola
1959 – RCA Victor

01. Brincando De Escola (Osmar Zan / Ruby) Coro Infantil / Vircério
02. Criança Sapeca (Mário Zan / Nonô Basílio) Coro Infantil / Vircério
03. Vou Estudar (Osmar Zan / Ruby) Coro Infantil / Ida Maria
04. Uma História Divertida (Piraci) Piraci
05. Homenagem À Mamãe (Nonô Basílio / Osmar Zan) Coro Infantil
06. Quarto Centenário (Mário Zan / J. M. Alves) Coro Infantil
07. Nosso Brasil (Mário Zan / Arlindo Pinto) Coro Infantil / Ircério
08. Festinha do Papai (Nonô Basílio / Osmar Zan) Coro Infantil / Ida Maria
09. Canção do Jornaleiro (Heitor dos Prazeres) Wanderley Cardoso
10. Não Vou Brincar (Mário Zan / Arlindo Pinto) Coro Infantil
11. Pedido a Papai Noel (Ado Benatti) Nilton Batista
12. Boas Festas (Assis Valente) Coro Infantil

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Marinês – Compacto duplo – Oito da Conceição

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Colaboração do Jhonatas Pasternack, de São Paulo – SP

seloaselob

“…segue um raríssimo compacto da Marinês, lançado em 45 RPM.

verso

Destaco as faixas ‘Mais um Pau de Arara’ lançada tambem em 78 rpm e ‘Oito da Conceição’ gravada posteriormente por Gordurinha o próprio autor.”

Marinês – Compacto duplo – Oito da Conceição
1959 – Sinter

01. Oito da Conceição (Gordurinha)
02. Balanço Da Saudade (Antônio Barros / Silveira Júnior)
03. Coco Rebolador (Antônio Barros / Silveira Júnior)
04. Mais Um Pau-de-Arara (Antônio Barros / Silveira Júnior)

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Julinho e Seu Acordeon – Sertão Alegre

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O áudio é uma colaboração do poeta Léo Medeiros;e as capas foram cedidas pelo Seu Eugênio, foram fotografadas e enviadas pelo Érico Sátiro, ambos de João Pessoa – PB.

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Esse é o primeiro LP do Julinho.

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Destaque para “Baiãozinho Bom” de Julinho do Acordeon e Evaldo Gouveia.

Julinho e Seu Acordeon – Sertão Alegre
1959 – Polydor

01. Baiãozinho Bom (Julinho do Acordeon / Evaldo Gouveia)
02. Um Passeio a Tibáu (Julinho do Acordeon)
03. Sertão Alegre (Julinho do Acordeon / José Plácido)
04. Baião Macumba (Julinho do Acordeon / Evaldo Gouveia)
05. Nuvens Que Passam (Julinho do Acordeon)
06. De Pé no Chão (Julinho do Acordeon)
07. Cabeça Chata (Julinho do Acordeon / Manezinho Araújo)
08. Caco de Pote (Luiz Assunção)
09. Francy (Luiz Roseo)
10. Ceará no Baião (Julinho do Acordeon)
11. Alvorada (Moreira Filho)
12. Hei de Esperar Por Ti (Julinho do Acordeon)

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Sivuca – Brasília Ritmos – Ritmos do Brasil

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Colaboração do Arlindo

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Formação: Waldir Azevedo (Cavaquinho), Sivuca (Acordeom), Norato (Trombone), Jorge Santos (Violão), Eliseu (Pandeiro), Swing (Voz, Ritmo), Wilma Valéria (Voz), Tião Marinho (Contrabaixo), Édson (Bateria) e Trio Fluminense: Roberto, César e Cisney (Ritmos)

Wilma Valéria canta as faixas: 2, 6, 11 e 12; Swing canta as faixas: 2, 9; Waldir Azevedo sola nas faixas: 1, 4, 7, 8 e 10; Sivuca sola nas faixas: 1, 3, 8; e Norato sola nas faixas: 5, 7 e 10.

Sivuca – Brasília Ritmos – Ritmos do Brasil
1959 – Odeon

01. Vê Se Gostas (Waldir Azevedo / Otaviano Pitanga)
02. Manjericão (Humberto Teixeira / Cícero Nunes)
03. Sivuca no Frevo (Nelson Ferreira)
04. Delicado (Waldir Azevedo)
05. Na Glória (Raul de Barros / Ari dos Santos)
06. Eu Não Morro Sem Ver Paris (Alcyr Pires Vermelho / Roberto Roberti / Arlindo Marques Júnior)
07. É Luxo Só (Ary Barroso / Luiz Peixoto)
08. Brasileirinho (Waldir Azevedo)
09. Mulata Assanhada (Ataulfo Alves)
10. O Apito no Samba (Luiz Bandeira / Luis Antônio)
11. Sinfonia do Café (Humberto Teixeira)
12. Copacabana (João de Barro / Alberto Ribeiro)

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Sivuca – Vê Se Gostas

O áudio é uma colaboração do Arlindo; as capas foram cedidas pelo Eugênio Cavalcanti, de João Pessoa – PB

Mais um raríssimo disco do Sivuca.

Destaque para “André de Sapato Novo” de André Victor Correia; e para “Guriatã de Coqueiro” de Ratinho.

Sivuca – Vê Se Gostas
1959 – Odeon

01. Vê Se Gostas (Waldir Azevedo / Otaviano Pitanga)
02. Faceira (Ary Barroso)
03. André de Sapato Novo (André Victor Correia)
04. Sai o Trem (Leda Moutinho / Sivuca)
05. Meu Bem Me Deixou (Eddy Édson / Waldir Cardoso)
06. O Lapes do Lopes (Barredo / Simões)
07. Fita Amarela (Noel Rosa)
08. Guriatã de Coqueiro (Ratinho)
09. Apanhei-te Cavaquinho (Ernesto Nazareth)
10. Cante Novamente (Paulo Gilvan / Édson França)
11. Praias de Nazaré (Humberto Teixeira)
12. Cidade Maravilhosa (André Filho)

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Ivon Cury – Para ouvir sorrindo

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“Esse é o segundo disco de Ivon Cury postado no Acervo Origens. O primeiro, uma coletânea, está disponível aqui. Lá tem também anotações sobre a biografia desse cantor/humorista espetacular.

Nesse LP, que está sem data, de forma que não sabemos como foi lançado, Ivon selecionou um repertório de músicas com letras cômicas, e põe nelas a interpretação singular do artista que é tão bom como cantor quanto como ator.

Além das músicas, Ivon nos presenteia com um pequeno texto na contracapa do disco, em que ele discorre filosoficamente sobre a arte de fazer rir. Uma delícia de disco!”

Ivon Cury – Para ouvir sorrindo
1959 – RCA Victor

01. Sete Mentiras (Zé da Zilda / Zilda do Zé)
02. Receita de Mandar Mulher Embora (Billy Blanco)
03. Vem Comigo (Eduardo Patané / Almeida Rego)
04. História de Um Pranto (Pedro Rogério / Lombardi Filho)
05. Não Bula Comigo (Hianto de Almeida / Chico Anísio)
06. Baião de Roda (Tradicional / Adpt. Jair Amorim)
07. Forró do Beliscão (João do Vale / Ary Monteiro / Leôncio Tavares)
08. Idéias Erradas (J. Ribamar / Dolores Duran)
09. Foi Num Trem (Luis Cláudio de Castro / Nazareno de Brito)
10. Baião do Café (Ivon Cury / Mário Meira Guimarães)
11. Banquete de Capim (Rosalino Senos / Milton Gomes)
12. Pé de Cana (Buck / Silvio Barreto)

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Pernambuco do Pandeiro – No arraial de Santo Antonio

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“Na madrugada do dia 09 de julho, sábado passado, nosso querido Pernambuco do Pandeiro fez sua passagem para o outro lado, depois de 86 anos absolutamente bem vividos. Ele sofria de diabetes, foi acometido por uma pneumonia, sofreu falência de múltiplos órgãos e não resistiu. Até pouco antes de adoecer, víamos sempre, em rodas de choro aqui em Brasília, cidade em que viveu por décadas, o velho homem, de baixa estatura, olhar vivo e capaz de fazer o diabo com um pandeiro na mão. A comunidade candanga do Choro tem muito a lhe agradecer, pois foi ele um dos fundadores do Clube do Choro. Em um dos momentos em que o Clube passou por dificuldades, Pernambuco chegou a vender uma coleção de passarinhos para angariar fundos para equipar a casa de shows. Esse disco da postagem de hoje é nossa homenagem a esse grande homem.

Inácio Pinheiro Sobrinho, o Pernambuco do Pandeiro, nasceu, como seu apelido indica, em Gravatá, Pernambuco, em 1924. Ele foi criado na Paraíba, na cidade de Lagoa da Rola de São Sebastião. Aos 12 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro com a família. Ele trabalhava como engraxate e tocava cavaquinho. Logo começou a se interessar pelo pandeiro. Além de tocar, ele impressionava a audiência fazendo malabarismos com o instrumento, sem perder o pulso da música. Na adolescência, morava no morro de São Carlos e freqüentava o ambiente boêmio da lapa. Aos 16 anos, participou de um programa de calouros da Rádio Mayrink Veiga, e acabou ganhando. A partir daí, passou a tocar em regionais de choro e a acompanhar cantores. Foi nessa época que ganhou o apelido de Pernambuco. Nos anos 40, Pernambuco acompanhou todo mundo: Araci de Almeida, Ângela Maria, Francisco Alves, Ari Barroso, Adoniran Barbosa. Ele fez parte dos regionais de Henrique Xavier Pinheiro, César Faria e Dona Paula (pais de Paulinho da Viola), Jacob do Bandolim, Claudionor Cruz, Benedito Lacerda. Ele tocou com Pixinguinha, Carlos Poyares, Waldir Azevedo, e muitos outros grandes músicos. Além do pandeiro, ele tocava caixeta, ganzá e zabumba. Embora tenha ficado conhecido como chorão, Pernambuco, assim como muitos outros músicos, atuava não só no choro e no samba, mas também no forró, principalmente porque os conjuntos regionais eram extremamente versáteis, além de serem formados por excelentes músicos, que davam conta de transitar entre diferentes gêneros.

Na década de 1950, Pernambuco criou seu próprio regional, do qual faziam parte Jorge e Nilton, nos violões de 7 e de 6, respectivamente, Ubiratan de Oliveira, no cavaquinho, e um jovem sanfoneiro, até então pouco conhecido, de nome Hermeto Paschoal. Com esse regional, gravou vários discos e excursionou pela Europa. Esse disco que nosso blog posta hoje para vocês é o último disco gravado pelo Regional de Pernambuco do Pandeiro, no ano de 1958. Ele acrescentou ao regional a tuba e o bombardinho, para dar ao regional a sonoridade de uma bandinha. Ele chamou o Mestre da Banda do Corpo de Bombeiros, chamado Agobá, para tocar o bombardinho, e José Américo, também dos bombeiros, para tocar a tuba. Além deles, o disco tem a participação do clarinetista Abel Ferreira, junto com o regional, formado por Pernambuco, Hermeto, Jorge, Ubiratan e Darli. O disco tem ritmos variados: já começa com um dobrado na primeira faixa do disco (No arraial de Santo Antônio, de Frederico Freitas e Júlio Dantas), com destaque para os metais, que deixam o regional com cara de bandinha. Tem uma polca típica (Polkinha Mineira, Faixa 3 do Lado A), de Abel Ferreira, que executa a música na clarineta. Esse disco, como o nome diz, embora tenha como base a instrumentação de um regional de choro, é um disco de forró. Ele traz três músicas de Luiz Gonzaga (A Dança da Moda, Assim Preto e Baião da Garoa), e mostra o lado compositor de forró de Pernambuco do Pandeiro, nas músicas Quando Vovô Era Menino (Pernambuco e Washington Fernandes) e Delirando (Pernambuco, Luiz Gaúcho e Rossini Pacheco). Para terminar, não posso deixar de comentar o arranjo de banda de circo para São Paulo Quatrocentão, de Garoto e Chiquinho. Simplesmente genial e brasileiríssima a mistura de banda de coreto com regional de choro e trio de forró.
Sem dúvida, nesse momento, está acontecendo uma grande Roda de Choro no céu, com nosso querido Pernambuco fazendo mirabolâncias e malabarismos no pandeiro, ao lado de São Pixinguinha e de outros grandes músicos, seus companheiros de música e vida. Adeus, velho mestre!”

Pernambuco do Pandeiro – No arraial de Santo Antonio
1959 – Damic

01. Arraial de Santo Antônio (Frederico de Freitas / Julio Dantas)
02. Quando Vovô Era Menino (P. Sobrinho / Washington Fernandes)
03. Polkinha Mineira (Abel Ferreira)
04. Delirando (Rossini Pacheco / P. Sobrinho / Luis Gaúcho)
05. São João do Carneirinho (Guio de Morais / Luiz Gonzaga)
06. Noites de Junho (João de Barro / Alberto Ribeiro)
07. São Paulo Quatrocentão (Garoto / Chiquinho do Acordeon / Avaré)
08. Rio Antigo (Altamiro Carrilho)
09. No Tempo do Imperador (Guio de Morais)
10. A Dança Da Moda (Luiz Gonzaga / Zé Dantas)
11. Assum Preto (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira)
12. Baião da Garoa (Luiz Gonzaga / Hervé Cordovil)

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Luiz Gonzaga – Canta seus sucessos com Zé Dantas

O áudio é uma colaboração do Arlindo, as capas são minhas.

Acima os selos do re-lançamento.

Acima as capas do re-lançamento em CD.

Acima as capas do lançamento original da RCA Victor.

Essa é uma coletânea de sucessos gravados originalmente em 78 RPM, vejam que são todos clássicos.

Luiz Gonzaga – Canta seus sucessos com Zé Dantas
1959 – RCA Victor

01 Sabiá (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
02 O xote das meninas (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
03 Vem morena (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
04 A volta da asa branca (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
05 A letra I (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
06 O forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
07 A dança da moda (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
08 Riacho do Navio (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
09 Vozes da seca (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
10 Cintura fina (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
11 Algodão (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)
12 Paulo Afonso (Luiz Gonzaga, Zé Dantas)

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Os Brasileiros na Europa Novamente

Colaboração do Arlindo

Segunda excursão do grupo “Os Brasileiros”, formado por Sivuca, Guio de Moraes, Trio Irakitan, Abel Ferreira, Dimas Sedícias e Pernambuco.

Os Brasileiros na Europa Novamente
1959 – Odeon

01 Mulhé Rendeira (Tradicional – Arranjo de Guio de Moraes)
02 Palhaço (Robert Roberti – Arlindo Marques Jr – Nelson Silva)
03 My Bonnie lies over the ocean (Tradicional – Arranjo de Guio de Moraes)
04 Anda Jericó (Alcyr Pires Vermelho – Oswaldo Santiago)
05 Qui nem jiló (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
06 Tire a mão daí (Cristovão de Alencar – Cesar Brasil)
07 Galo garnizé (Antonio Almeida – Luiz Gonzaga)
08 Delicado (Waldir Azevedo)
09 Fogo pagô (Sivuca – Humberto Teixeira)
10 The story of my life (Hal David – Burt Bacharach) (versão Guio de Moraes)
11 Maracangalha (Dorival Caymmi)
12 Kalú (Humberto Teixeira)

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Walter Damasceno – Bossa ai é mato

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Colaboração do José de Sousa, natural de Guarabira – PB.

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Esse é um raro disco do Walter Damasceno, artista o qual não tem muitos dados disponíveis na rede, se alguém puder nos mandar algumas informações, publicaremos aqui junto com o disco.

Walter Damasceno – Bossa ai é mato
1959 – Odeon

01 Coco com C (Buco do Pandeiro / O. Freitas)
02 Fum fum (Zé Violão / Gumercindo Santos)
03 Eu também sou irmão (J. Ferreira / Mário Luis)
04 Tem jeito não (Mário Teresópolis)
05 Tres e trezentos (Miguel Lima / Gerson Filho)
06 Cabra froxo (J. Cavalcanti / J. Baptista / J. Silveira)
07 Saudade do Ceará (João da Silva / Bucy Moreira / João Sales)
08 Reminicência (Inhozinho / Tito Mendes)
09 Pó de mico (J. Roselvite / J. Ferreira)
10 Não se meta não (J. Ferreira / Arlindo Sampaio / Hélio Nascimento)
11 Eu sou pernambucano (Manoel Moreira / Antônio da Silva)
12 Burro manco (Bucy Moreira / João da Silva / Manoel Francisco)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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