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Abdias – Forró do Pé Rapado

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

“As músicas são as mesmas do disco de 1962, ‘O Fabuloso Abdias’.

A diferença está nas capas e nos selos.”

Abdias – Forró do Pé Rapado
1971 – CBS

01. Forró do pé rapado (Adpt. Abdias Filho)
02. Forró em Mapirunga (Adpt. Abdias Filho)
03. Bom dia sertão (Adpt. Abdias Filho)
04. Zé Tempero (Adpt. Abdias Filho)
05. Chorão (Luiz Gonzaga)
06. Apanhei-te Cavaquinho (Ernesto Nazareth)
07. Abdias no frevo (Abdias Filho)
08. Oito baixos e sete cordas (João Silva / K-Boclinho)
09. Forguedo de Viano (Adpt. Abdias Filho)
10. Bode chiné (Adpt. Abdias Filho)
11. O cachorro (Adpt. Francisco Abdias)
12. Ô mané (João Silva / K-Boclinho)

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Marinês – Na peneira do amor

O áudio é uma colaboração do Dj Viotti, de Brasília – DF, e as capas são do DJ Viny, de Belo Horizonte – MG.

Um raríssimo LP da rainha do Xaxado.

Direção artística de Abdias, destaque para “O que será de nós” e para o “Nosso amor foi uma aposta”, ambas de Antonio Barros.

Marinês – Na peneira do amor
1971 – CBS

01. Roda no escuro (Florival Ferreira)
02. O que será de nós (Antonio Barros)
03. Nem falta me fez (Amadeu Macedo)
04. Amor sem fim (J. B. de Aquino – Antonio Barros)
05. E a seca continua (D. Martins)
06. Desse jeito não dá pé (Antonio Barros)
07. Bem melhor é brincar (Zé Pretinho da Bahia – Lindolfo Barbosa)
08. Nosso amor foi uma aposta (Antonio Barros)
09. Eu vi sim (Dominguinhos – Anastácia)
10. Na peneira do amor (J. B. de Aquino – Sebastião Rodrigues)
11. Me deixe na lama (Antonio Barros)
12. Amor que nasceu (Antonio Barros)

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Coronel Ludrú – Coronel Ludrú no forró

Colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

Direção artistica de Abdias, texto e participação de Luiz Queiroga e participação especial de Alberico Bruno.

Coronel Ludrú – Coronel Ludrú no forró
1971 – CBS

01. Coronel Ludrú no forró (Luiz Queiroga)
02. Garruncha renitente (Francisco Azulão / J. Severino)
03. Coronel Ludrú na escola (Luiz Queiroga)
04. A ordem é minha (Jacinto Silva / Brito Lucena)
05. Filé de jumento (Luiz Queiroga)
06. Os novos capangas (Luiz Queiroga)
07. Candidato Ludrú (Luiz Queiroga)
08. O burro (Elino Julião)
09. Moça da rabeira (Tiago Duarte / Antônio Silva)
10. São João da Paraíba (Elias Soares / Antônio Ceará)

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Silvinho do acordeon – Meu lugar

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

“Silvinho do acordeon, iniciou sua carreira aos 12 anos de idade, quando recebeu de seu pai uma sanfona de 12 baixos; neste instrumento foi exercitando suas primeiras melodias, que naquela época (1961), eram captadas através do Rádio. Silvinho é um sanfoneiro auto-didata, não teve o privilégio de ter um professor de musicalização, portanto cada música que tocava, era memorizada pouco a pouco, a cada vez que era executada nas emissoras de rádio.

Com o passar do tempo, seu pai que era fazendeiro do baixo Amazonas, percebeu que o filho estava sendo muito solicitado para bailes, festas e circos que vinham para região, então decidiu comprar uma sanfona melhor, desta vez comprou um acordeon de 120 baixos; daí por diante Silvinho não parou mais, seguiu para capital Belém do Pará, onde conquistou prestígio o suficiente para fazer seu primeiro disco em 1971, no Stúdio Gravodisc em São Paulo, que até hoje existe na rua General Ozório, próximo a São João.

Na época o estúdio pertencia a gravadora Continental, e foi lá, naquele local, que Silvinho construiu grandes amizades com os nomes que mais tarde marcariam a hístória da música nordestina, como Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Trio Nortista, Anastácia, Severino Januário, Pedro Sertanejo e outros. Por motivos familiares, Silvinho teve de deixar São Paulo e regressar para Belém, onde fixou residência e seguiu sua carreira.

Já com vários CDs no mercado, em 1997 inaugurou sua própria gravadora e editora, com o nome AR Music, onde lançou vários artistas paraenses, e teve em seu catálogo mais de 180 produtos com gêneros diferentes do forró, que valorizavam a cultura paraense. Por este empreendimento Silvinho se destacou como um dos maiores empresários do ramo fonográfico paraense, e teve a oportunidade de ajudar artistas que hoje fazem parte do cenário nacional.

Depois de 13 CDs, Silvinho volta a São Paulo para lançar seu primeiro DVD, com o mais autêntico forró pé-de-serra. O DVD é uma amostra dos shows que Silvinho vem apresentando pelo Brasil, foi gravado em Belém do Pará, com um público de aproximadamente 20.000 pessoas que prestigiavam seu querido sanfoneiro.

Além de músicas inéditas, apresenta uma seleção dos melhores clássicos do forró pé de serra e a interpretação da música de maior sucesso de Silvinho, obra intitulada “Vida do lavrador”, brilhante composição do compositor Carlos Guilherme, que conta a história do homem sofrido, que trabalha de sol a sol, no serviço pesado na lavoura no Sertão, obra que se tornou um clássico paraense nas noites de São João.” (Extraído do perfil do Orkut)

Silvinho do Acordeon – Meu lugar
1971 – Gravodisco

01.
Xote ciumento (Silvinho do Acordeon)
Xotezinho de pé de serra (Silvinho do Acordeon)
Xote agarradinho (Piúca)
02. Meu lugar (Silvinho do Acordeon)
03. Respeite o verde (Jorge Lisboa)
04. Professora do amor (Cezarino Silva)
05. Fruta gostosa (Miguel Lima – Paulo Gesta)
06. Minha esmeralda (Silvinho do Acordeon)
07. Meus desejos (Cezarino Silva)
08. Gaiteiro do norte (Silvinho do Acordeon)
09. Saudade é companheira (Piúca)
10. Nosso segredo (Cezarino Silva)

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Zé Honório – O maior 8 baixos do Brasil

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB.

Um disco todo instrumental para o deleite dos tocadores e dos dançarinos também.

Direção artística de Alfredo Corleto, coordenação artística de Mário Zan, destaque para “Forró campinense” de Geraldo Correia.

Zé Honório – O maior 8 baixos do Brasil
1971 – RCA

01. Limoeiro quente (Zé Honório – Edinho)
02. Zé Honório no chôro (Túlio Ricardo – Zé Honório)
03. Xodó de 8 baixos (Zé Honório – Julio Antonio)
04. Meu tempo de menino (Zé Honório – Mario Zan)
05. Forró campinense (Geraldo Correia)
06. Festa do Chitão (Zé Calixto – De Castro)
07. Revendo Vicência (José Elthon – Zé Honório)
08. Ladeira do Pelourinho (Túlio Ricardo)
09. Pernambucando (Zé Honório – Mario Zan)
10. Forró no Jabaquara (Zé Honório – Mario Zan)
11. Sombra do juazeiro (Zé Honório)
12. Na beira do rio (Zé Mariano de Farias)

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Negrão dos Oito Baixos – Sertão no forró

Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

Dois xotes muito conhecidos foram regravados, “Procurando tu” de Antonio Barros e J. Luna; e “Cintura fina” de Luiz Gonzaga e Zé Dantas.

Produção artística de Marumby, destaque para “Toque de pife” de Dominguinhos; e para o choro “Dedo de ouro” de João Batista e Otávio R. de Abreu.

Negrão dos Oito Baixos – Sertão no forró
1971 – Premier

01 – Procurando tu (Antonio Barros – J. Luna)
02 – Forró em andorinha (Antonio Félix Angelim)
03 – Meu xodó (Carlos Diniz)
04 – Ceará no frevo (João Batista – Otávio R. de Abreu)
05 – De Salvador a Belém (J. Luna – Milton Yamada)
06 – Toque de pife (Dominguinhos)
07 – Adeus ingrata (Geraldo Nunes)
08 – Gamadinha eu gosto (Rosalvo Alves – Marumby)
09 – Sertão no forró (André Araújo – J. Luna)
10 – Cintura fina (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
11 – Dedo de ouro (João Batista – Otávio R. de Abreu)
12 – Cantiga de roda (Elias Alves)

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Osvaldo Oliveira – Amor de primeira

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Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte.

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“Só mesmo quem ainda não ouviu é que não gosta da voz de Osvaldo Oliveira. O ‘bicho’ é bom, é paraense, canta afinado e tem ritmo que faz gosto. Todo ano agrada onde canta e onde chega.” (Palavras de Paulo Santos, extraídas da contra capa)

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Esse é um dos últimos registros do Osvaldo Oliveira cantando os forrós, antes de direcionar sua carreira para o lado romântico, cantando boleros e afins. Direção artística de Abdias, destaque para “Amor de primavera” de Onildo Almeida; e para “Naquela renguenguela” de Anatalicio.

Osvaldo Oliveira – Amor de primeira
1971 – CBS

01. Veio pra mim matrimônio (D. Matias / Arino Nunes)
02. Lá vem Maria (Luis Kalaff / Ernesto Escudero)
03. Baiana faceira (Lindolfo Barbosa / Raimundo Evangelista)
04. Água de serrinha (Geraldo Gomes / Onofre Silva)
05. Horário de Bragança (Osvaldo Oliveira / J. Cavalcanti)
06. Mulher invejosa (Osvaldo Oliveira / Anatalicio)
07. Vamos brincar de amor (Zé Pretinho da Bahia / Marcos Antônio)
08. Não me importa (Anatalicio)
09. Amor de primavera (Onildo Almeida)
10. Fole velho (Antônio Barros)
11. Naquela renguenguela (Anatalicio)
12. Não podes impedir de te amar (Joceval Costa / Fernando Garcia)

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Coronel Ludugero – Muita saudade

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Colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

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Essa é uma coletânea do Coronel Ludugero, lançada logo após o seu falecimento no trágico acidente que vitimou também Otrope, seu fiel companheiro de arte.

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Seguindo a linha de seus trabalhos anteriores, o disco alterna músicas e textos, todos com muito humor e inteligência.

Coronel Ludugero – Muita saudade
1971 – Harmony

01 A carta da Véia Filomena (Texto de Luiz Queiroga)
02 Mulé traidêra (Luiz Queiroga – Luiz Jacinto)
03 Festa do casamento (Música; João do Pife – Texto de Luiz Queiroga)
04 Abc do amor (Jacinto Silva – Juarez Santiago)
05 A carta do Coronel (Texto de Luiz Queiroga)
06 O rabo do jumento (Dilson Dória – Elino Julião)
07 Desquite de Ludugero (Texto de Luiz Queiroga)
08 A volta do regresso (Onildo Almeida – Irandir Costa)
09 O cheleléu (Elino Julião – Luiz Jacinto)
10 Zé da tuba (Luiz Queiroga – Luiz Jacinto)

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Compacto – Benedito Nunes

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Colaboração do DJ Cris, de São Paulo – SP.

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Aqui deve ter acontecido uma daquelas trocas de capa, pois as capas são de um compacto duplo de 1972 e o disco em si é um compacto simples de 1971, ambos da mesma gravadora e que coincidentemente tem duas músicas em comum.

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Mesmo com essa pequena confusão, o compacto está super bem conservado, como se fosse novo.

Compacto – Benedito Nunes
1971 – Continental

01 Seu reverendo (Elias Soares – Genival Lacerda)
02 Trabalha paulista (Luis Wanderley – Elias Soares)

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Ciço do Pará – Forrozão

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Colaboração do DJ Cris, de São Paulo – SP

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“Forrozão ou torradão?
Torrado é como se chama no nordeste.
Em São Paulo, foi ‘crismado’, chama-se forró!
Assim sendo seu aumentativo deverá ser forrózão.”
(Início do texto de Venâncio,extraído da contra capa)

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Coordenação de produção de Venâncio, destaque para “Cachaça” de Jacy Silva.

Ciço do Pará – Forrozão
1971 – Chantecler

01 Forrozão (Venâncio – Kazinho)
02 Coco de furar (Ciço do Pará – Luiz Rodrigues)
03 Cabeça chata (Venâncio – Curumba)
04 Feira do Itapema (Guriatã de Coqueiro)
05 Tim tim por tim tim (Bráulio de Castro)
06 Cachaça (Jacy Silva)
07 A seca de 32 (Almerindo Santana)
08 Comigo não (Ciço do Pará)
09 Não cante esse côco (Lino Barros – Coruja do Pandeiro)
10 Lembrança da Paraíba (Guriatã de Coqueiro – Zé Luiz)
11 Bolo de tapa (Luiz Rodrigues – Ciço do Pará)
12 Pinguruta (Bráulio de Castro)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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