Elba Ramalho – Ao Vivo

capa LP

Colaboração do Sandrinho Dupan, de Campina Grande – PB

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capa cdcd

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Produção de Zé Américo, as faixas 06 e 14 são encontradas apenas na versão CD.

verso LP

Gravado ao vivo no Palace – São Paulo, nos dias 24 a 26 de novembro de 1989.

Elba Ramalho – Ao Vivo
1990 – Philips – Polygram

01. Feitiço de Gafieira (Tadeu Mathias / Jaguar)
Banquete de Signos (Zé Ramalho)
Jogo de Cintura (Nando Cordel)
Brasil (Benedito Lacerda / Aldo Cabral)
Feitiço de Gafieira (Tadeu Mathias / Jaguar)
02. Pau-de-Arara (Guio de Morais / Luiz Gonzaga)
03. Filho das Índias (Vinícius Cantuária)
A Volta dos Trovões (Bráulio Tavares / Fubá)
Um Índio (Caetano Veloso)
04. Imaculada (Ary Sperling / Aldir Blanc)
05. Miss Celie’s Blues (Quincy Jones / Rod Temperton / Lionel Richie)
06. Tango de Nancy (Chico Buarque / Edu Lobo)
07. Las Muchachas de Copacabana (Chico Buarque)
08. Ouro Puro (Cecílio Nena / César Rossini)
09. Doida (Nando Cordel)
Vê Estrelas (Nando Cordel)
10. Veja (Margarida) (Vital Farias)
11. Beatriz (Edu Lobo / Chico Buarque) Participação: Tadeu Mathias
12. Marim dos Caetés (Alceu Valença)
13. Popular Brasileira (Moraes Moreira / Fred Góes)
14. Nordeste Independente (Imagine o Brasil) (Bráulio Tavares / Ivanildo Vilanova)
Asa Branca (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira)

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Elba Ramalho – Devora-me

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Colaboração do Sandrinho Dupan, de Campina Grande – PB

seloaselob

Esse disco foi lançado em CD, LP e K-7.

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Destaque para “Eu Quero Meu Amor” de Assisão.

Elba Ramalho – Devora-me
1993 – Polygram

01. Cora Coração (G. Monroig / Vrs. Cláudio Rabello)
02. Devora-me Outra Vez (P. Hernandez / Vrs. Fausto Nilo)
03. Magalenha (Carlinhos Brown)
04. Ouro (Armandinho Macedo / Fausto Nilo)
05. Porto Seguro (Durval Lelys)
06. Indiado (Carlinhos Brown)
07. Força Interior (Fuerza Interior) (G. Monroig / Vrs. Cláudio Rabello)
08. Desesperada (Desesperado) (M. Spiro / K. C. Porter / G. Monroig / Vrs. Ronaldo Bastos)
09. Trampolim (Ary Sperling / Cláudio Rabello)
10. Eu Quero Meu Amor (Assisão)
11. Eu Sou O Carnaval (Moraes Moreira / Antônio Risério)
12. Coração da Gente (Nando Cordel / João Wash)

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CD – Coletânea – Casa do Forró

capa

Colaboração do Francisco Alves, Várzea Alegre-CE

CD

Seguindo a série ‘Casas’, tendo ‘Casa da Bossa’ e ‘Casa do Samba’, esse é o volume dedicado ao forró. Na época as gravadoras costumavam fazer esse tipo de mistura: de artistas tradicionais consagrados com artistas de outras tendências musicais.

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Achei esse descritivo do disco na internet, é interessante ver como os gringos olham para a nossa música.

“The irregular releases of the Casa series — as in Casa da Bossa, Casa do Samba, and in this case Casa do Forró — present artists of fundamental importance in their respective styles in duets with comparatively unknown artists; it’s a case of commercial opportunism and a test tube for the unknowns, and it’s cheaper to give them trial runs in compilations rather than in dedicated releases. This volume is dedicated to forró, a generic umbrella denomination for music of northeastern Brazil. Interpreting a repertoire of genre classics are genuine northeastern artists who are obviously tied to this music, along with southeastern artists with no connection to the genre. The album begins well, with Zé Ramalho and a convincing performance by the outsider Paulinho Moska, followed by the artist Geraldo Azevedo and the pop singer Ivete Sangalo — she is not a choice artist, but is a genuine Bahian. Trio Nordestino with pop singer/composer and northeasterner Zeca Baleiro are next in the track sequence, and Elba Ramalho and Chico César, the pair who follow, are also good proponents. The problems begin in the fifth track, shared by Lenine (a good artist in the genre) and Frejat — a pop blues-rocker with no sensibility or knowledge of the Northeast. The next track is even worse, bringing the appropriate Amelinha together with romantic singer Maurício Mattar (in fact, not a singer but a bad soap opera actor who explores his huge popularity in a mellifluous romantic career). “Sabiá” brings together poet Nando Cordel and pop singer Patrícia Marx, and an energetic association between Antônio Barros, Cecéu, and Alcione follows. The next track brings Falcão (a northeastern humorist who uses music as a vehicle) and Genival Lacerda (a genuine forrozeiro, lost in an abusive repertoire). Capital do Sol are a faithful regional group, but their work is lost with the cheesy Sidney Magal. Limão com Mel also know the grooves, but Terra Samba are a terrible “pagodinho romântico” group. Marinês is a longstanding successful northeastern artist, but Elymar Santos is a minor romantic singer. Brucelose are a new punk rock group from the Northeast who also play pop/rock, and The Fevers are an old corny band trying to resuscitate themselves. The last song attempts to meld the incredible Dominguinhos with the typical confusion of provincial festivals, gathering everybody on the stage.”

Coletânea – Casa do Forró
1998 – Polygram

01. Pedras Que Cantam (Dominguinhos / Fausto Nilo) Zé Ramalho / Paulinho Moska
02. De Volta Pro Aconchego (Dominguinhos / Nando Cordel) Geraldo Azevedo / Ivete Sangalo
03. Isso Aqui Tá Bom Demais (Dominguinhos / Nando Cordel) Trio Nordestino / Zeca Baleiro
04. Espere Por Mim Morena (Gonzaguinha) Elba Ramalho / Chico César
05. Pagode Russo (Luiz Gonzaga / João Silva) Lenine / Frejat
06. Os Dez Mandamentos (Dadá di Moreno / Jeová de Carvalho) Amelinha / Maurício Mattar
07. Sabiá (Luiz Gonzaga / Zé Dantas) Nando Cordel / Patrícia Marx
08. Forró do Xenhenhem (Cecéu) Antônio Barros / Cecéu / Alcione
09. Forró Cheiroso (Miraldo Aragão / Clemilda) Genival Lacerda / Falcão
10. Lembrança de Um Beijo (Accioly Neto) Capitão do Sol / Sidney Magal
11. Derramaro o Gai (Luiz Gonzaga / Zé Dantas) Banda Limão Com Mel / Terra Samba
12. Bate Coração (Cecéu) Marinês / Elymar Santos
13. Frevo Mulher (Zé Ramalho) Brucelose / The Fevers
14. A Vida do Viajante (Luiz Gonzaga / Hervé Cordovil) Dominguinhos / Coro Casa do Forró

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CD – Alceu Valença – Ao Vivo

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Um belo registro ao vivo do Alceu.

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Lançado originalmente em LP em 1985 e depois remasterizado e relançado em CD em 1997.

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Gravado ao vivo, acredito que em 1982, no Festival de Montreux – Suiça.

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Esse show deve ter chacoalhado o velho mundo, reparem que no acordeon, o sanfoneiro é o Severo.

Alceu Valença – Ao Vivo
1985 – Barclay
1997 – Polygram

01. Guerreiro (Alceu Valença)
02. Cavalo de Pau (Alceu Valença)
03. No Balanço da Canoa (Toinho de Alagoas)
04. Talismã (Geraldo Azevedo / Alceu Valença)
05. Casinha de Buinha (Alceu Valença)
06. Eu Te Amo (Alceu Valença)
07. Pelas Ruas Que Andei (Alceu Valença / Vicente Barreto)
08. Rainha de Tamba (Zé do Norte)
09. Fé na Perua (Zé da Flauta / Alceu Valença)
Papagaio do Futuro (Alceu Valença)
Ziguezague (Alberto Paz / Edson Menezes)
Deixa Isso Pra Lá (Alberto Paz / Edson Menezes)
10. Lenha no Fogo (Carlos Fernando)
11. Pelas Ruas Que Andei (Alceu Valença / Vicente Barreto)

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Nando Cordel – Folha, rama, cheiro e flores

Este me parece ser o primeiro LP do Nando Cordel.

Arranjos e regência de José Alves e acordeons de Dominguinhos.

Nando Cordel – Folha, rama, cheiro e flores
1982 – Polygram

01. Folha rama cheiro e flores (Nando Cordel)
02. Azougue (Nando Cordel / Nicéas Drumont)
03. Boca de pêssego (Nando Cordel)
04. Cor de milho (Nando Cordel)
05. Andorinha linda (Manoel Tácito Correia)
06. Flor de cheiro (Nando Cordel)
07. Pra valer (Nando Cordel)
08. Terra e céu (Nando Cordel)
09. Barragem (Nando Cordel)
10. Olhos de saudade (Nando Cordel)

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Jackson do Pandeiro – Isso é que é forró

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Aproveitando a deixa da entrevista publicada no domingo, aqui está um dos discos do Jackson que mais me agrada, embora a maioria das suas músicas seja desconhecida do grande público, ele reúne arranjos belíssimos, foi gravado com uma qualidade excelente e prova que forró e samba tem tudo a ver.

Nele foram gravadas duas músicas que se tornaram clássicos bastante conhecidos pelos forrozeiros de plantão. São elas “Tem pouca diferença”, um xote de Durval Vieira e o forró “Cabeça feita” de Sebastião Batista da Silva em parceria com o próprio Jackson.

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Acordeon gravado por Severo, zabumba por Cícero e triângulo por João Gomes, sendo que esses últimos dois são irmãos de Jackson. Destaque para três forrós sambados de primeiríssima qualidade, “Herança de meu pai” e “Eu vou pra lá”, de Benício Guimarães, e “São tomé” do Jackson em parceria com Assunção Correa.

Jackson do Pandeiro – Isso é que é forró
1981 – Polygram

* 01. Cabeça feita (Jackson do Pandeiro – Sebastião Batista da Silva)
* 02. Tem pouca diferença (Durval Vieira)
* 03. Herança de meu pai (Benicio Guimarães)
* 04. Mãe solteira (Severino Ramos – Antonio Rodrigues)
* 05. Samambaia trepadeira (Gervásio Horta)
* 06. Eu vou pra lá (Benicio Guimarães)
* 07. Competente demais (Jackson do Pandeiro – Valdemar Lima)
* 08. Quem tem um não tem nenhum (Durval Vieira – Jorge Paulo)
* 09. Mundo cão (Jackson do Pandeiro – Rogéria Ribeiro)
* 10. São Tomé (Jackson do Pandeiro – Assunção Corrês)
* 11. Bola de pé em pé (Jackson do Pandeiro – Sebastião Batista da Silva)

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Elba Ramalho – Paisagem

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Elba é prima de Zé Ramalho, ambos tiveram influência da música importada sobre suas origens nordestinas. Estilos variados, mas sempre com muita influência do forró dentro de cada música gravada por Elba.

Nesse disco, temos um arranjador diferente pra cada música, nas faixas que tem sanfona, Dominguinhos ou Oswaldinho, entre os percussionistas, Durval e Marcos Suzano.

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Destaque para duas re-gravações, “A massa” de Raimundo Sodré e Jorge Portugal e para “Tudo passa” de Antônio Barros e Cecéu, que originalmente chamava-se “Dor de cabeça”, era apenas de autoria de Antônio Barros e tinha uma estrofe a menos.

Elba Ramalho – Paisagem
1995 – Polygram

* 01. Proibir pra quê (Dalmo Medeiros – Carlos Pita)
* 02. Paisagem na janela (Lô Borges – Fernando Brant)
* 03. Caranguejo dance (Moraes Moreira)
* 04. O bom da vida (Jorge Zarath – Dito)
* 05. Eu quero é botar meu bloco na rua (Sergio Sampaio)
* 06. Nascido em 22 de abril (Altay Veloso)
* 07. Incendia, incendiê (Cláudio Rabello – Francisco Gileno)
* 08. Água fria (Emiliano Zuleta)
* 09. A massa (Jorge Portugal – Raimundo Sodré)
* 10. Tudo passa (Cecéu – Antônio Barros)
* 11. Que baque é esse? (Lenine)
* 12. Acaba quando começa (Gerônimo – Saul Barbosa)
* 13. Contradições (Fausto Nilo – Dominguinhos)

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Dominguinhos – Tá bom demais

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Um disco bastante fora dos padrões, se ainda é hoje, imaginem na época. Dominguinhos, inspiradíssimo, mais uma vez revoluciona, misturando nas músicas, as partes intrumentais com o coro substituindo o que seria um vocalista ou apenas na hora do refrão. Com esse coro feminino, Dominguinhos não canta em nenhuma faixa, mas em compensação, como toca sanfona…

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Várias regravações, de músicas que se tornaram clássicos do forró na voz de Luiz Gonzaga, Jackson e do próprio Dominguinhos em parceria com Anastácia. Um disco pra se dançar do início ao fim.

O exemplar de onde retirei as músicas é um re-lançamento feito em 1986, pelo selo Fontana, mas o original é de 1975, pela gravadora Polygram. Destaque para “Imbalança/17 léguas e meia” e para “Lá e cá/Forró em Petrolina”.

Dominguinhos – Tá bom demais
1975 – Polygram

* 01.
São João do carneirinho (Guio de Moraes – Luiz Gonzaga)
Eu só quero um xodó (Dominguinhos – Anastácia)

* 02.
O cheiro da Carolina (Amorim roxo – Zé Gonzaga)
O xote das meninas (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
No meu pé de serra (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)

* 03.
Sebastiana (Rosil Cavalcanti)
Coroné Antonio Bento (Luiz Wanderley – João do Vale)

* 04.
Olha pro céu (Luiz Gonzaga – José Fernandes)
São João bonito (Dominguinhos – Anastácia)

* 05.
Maria Joana (Luiz Bandeira)
Qui nem giló (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)

* 06.
Na fugueira (Dominguinhos – Anastácia)

* 07.
Imbalança (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
17 légua e meia (Carlos Barroso – Humberto Teixeira)

* 08.
Forró tema (Dominguinhos – Anastácia)

* 09.
Siri jogando bola (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
Respeita Januário (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)

* 10.
Baião (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira)

* 11.
São João na roça (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
Tenho sede (Dominguinhos – Anastácia)

*12.
Lá e cá (Dominguinhos – Anastácia)
Forró em Petrolina (Dominguinhos – Anastácia)

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Raimundo Sodré – A massa

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O cantor e compositor Raimundo Sodré, nascido na cidade de Ipirá, no interior da Bahia, em 23 de julho de 1947, é filho de um maquinista da Leste Brasileira e de uma artesã, desde cedo já bebia na fonte do imenso caldeirão cultural da região onde cresceu.

Teve influências do candomblé da Nação Angola e das festas de Santos Reis, onde se apresentavam ao mesmo tempo, grupos de samba chula e de forró. Influências também de grandes nomes da cultura popular nordestina, como Gonzagão, Jackson, Gordurinha, Riachão e Balbino do Rojão, durante a adolescência interessou-se pelo violão e aprendeu os primeiros acordes em casa, ensinados por sua mãe.

Em 1975 após uma tentativa de viver em São Paulo, volta para a Bahia e junta-se ao Sangue e Raça, um grupo que misturava música e teatro. No final dos anos 1970, no Rio de Janeiro, deixa o grupo pra tentar sua carreira solo e faz um teste na Polygram deixando registradas algumas músicas, entre elas o “Recado Pro Pessoal Lá de casa”, “Sonho Claro”, ainda hoje inédita, “Vá Pra Casa Esse Menino, Viu?”, e “A Massa”.

Tornou-se conhecido nacionalmente através do festival da globo de 1980 com a música “A massa”, que posteriormente na década de 1990 foi regravada por Elba Ramalho. Deste LP, que reúne composições com letras dos poetas do Recôncavo – Roberto Mendes e Jorge Portugal – e traz um universo de ritmos, como a chula, samba de roda , xote e baião, típicos do recôncavo e do sertão baiano, segundo contam, a altíssima vendagem que o disco alcançou, tirou a gravadora do vermelho.

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Apesar de ter lançado mais dois trabalhos de consistência nos dois anos seguintes, o impacto nunca foi o mesmo. Sua música recheada de nordestinidade, de cunho popular, porém, recheado de uma lírica de primeira qualidade, só foi reconhecida fora do Brasil, na Europa.

Nesse disco, destaques para a sanfona de Oswaldinho do acordeon e para o baixo de Luizão. Das músicas, além de “A massa”, destaque pra “Baião pisado” e “Coió de Anália”. As demais músicas não são tão dançantes, mas mesmo assim não perdem qualidade.

Raimundo Sodré – A massa
1980 – Polygram

01. A massa (Raimundo Sodré – Jorge Portugal)
02. Recado pro pessoal lá de casa (Raimundo Sodré – Marcelo machado)
03. Moleque de recado (Raimundo Sodré – Marcelo machado)
04. Menino triste (Raimundo Sodré – Jorge Portugal)
05. Cocorocô/Chamego (Raimundo Sodré)
06. Vá pra casa esse menino, viu? (Raimundo Sodré – Jorge Portugal)
07. Baião pisado (Roberto Mendes – Raimundo Sodré – Jorge Portugal)
08. Coió de Anália (Raimundo Sodré – Jorge Portugal)
09. Resistência (Roberto Mendes – Jorge Portugal)
10. Brasileiro, profissão sonhar (Raimundo Sodré – Roberto Mendes – Jorge Portugal)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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