Exposição de 60 anos do Baião

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Alguns livros que o rei gostava de ler nas horas vagas e óculos de descanso.

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Aparelho telefônico que pertenceu a Luiz Gonzaga.

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Uma das últimas Sanfonas que tocou em shows.

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Sanfona de oito baixos que pertenceu a seu pai Januário e que foi tocada por Luiz Gonzaga, Zé Gonzaga e Severino Januário.

* Fotos enviadas pelo Cleiton de Abreu

“estou lhe enviando mais algumas bem interessantes que foi da Exposição de 60 anos do Baião com 300 peças que pertenceram ao rei do baião e vieram diretamente do museu de Exu.”

Acima, link de video enviado pelo Cacai Nunes.

Câmara dos Deputados em Brasília Exposição 60 anos de Baião – Tributo a Gonzagão.
Grupo Os Gonzagas com Sérgio Gonzaga na zabumba, Chiquinha Gonzaga cantando e Joquinha na sanfona na música ‘Estrela de Ouro’.

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Joquinha Gonzaga – Joquinha Gonzaga

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Colaboração do Zé Geraldo, natural de Taperoá – PB. Um disco do sobrinho do rei, Joquinha Gonzaga, sempre apoiado e apadrinhado pelo tio.

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Participação especial do tio Luiz Gonzaga na faixa “Penera penera” de João Silva e Luiz Gonzaga e na faixa “Bom tá é lá dentro” de João Silva, Joquinha Gonzaga e J. Freitas

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A maior parte das músicas são re-gravações de sucessos do Gonzagão, produção executiva de João Silva, arranjos de Chiquinho do Acordeon, destaque para o xote “Sempre venenosa” de João Silva e Luiz Gonzaga.

Joquinha Gonzaga – Joquinha Gonzaga
1989 – Copacabana

01.
Baião (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira)
Juazeiro (Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga)
Paraíba (Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga)
Qui nem jiló (Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga)
Asa branca (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira)
A triste partida (Patativa do Assaré)
02. Légua tirana (Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga)
03. Penera penera (João Silva / Luiz Gonzaga)

04. O nosso amor é tão lindo (Joquinha Gonzaga / Tacyo / Bevilaqua)
05. Vida afora coração adentro (Lula Queiroga)
06.
Danando de bom (Luiz Gonzaga / João Silva)
Sanfona choradeira (Luiz Gonzaga / João Silva)
Forró de cabo a rabo (Luiz Gonzaga / João Silva)
De fiá pavi (João Silva / Oseinha)
Viva meu Padim (Luiz Gonzaga / João Silva)
Deixa a tanga voar (Luiz Gonzaga / João Silva)
07. Hipnotizadinho (Cecéu)
08. Bom tá é lá dentro (João Silva / Joquinha Gonzaga / J. Freitas)
09. Sempre venenosa (João Silva / Luiz Gonzaga)
10. Preciso te ver (João Silva / Talmo)

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CD – Coletânea – Pé de Serra Sudestino

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Esse disco foi lançado no começo do ressurgimento que o forró teve dentro da mídia, na virada do século, no ano 2000.

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Essa coletânea reúne artistas consagrados e outros ainda aspirantes na época, alguns deles, hoje em dia, não sei se continuam na música ou se era apenas um oportunismo momentâneo.

São eles: Trio Nordestino, Trio Xamego, Trio Sabiá, Trio Forrozão, Trio Virgulino, Trio Xapadão, Robertinha do Recife, Saisse e Os Bois, Forrótotal, Hudson de Souza e Sérgio Boi.

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Destaque para “Feliz de novo” de Léo Marques, na interpretação do Trio Sabiá.

Coletânea – Pé de Serra Sudestino
2000 – Nikita

01 Farinha (Sérgio Boi – Washington Duarte) Sérgio Boi
02 Carro de policia (César Brunetti) Trio Nordestino
03 É só você querer (Nando Cordel) Trio Xamego
04 Xote capixaba (João Moura – Juninho) Trio Forrozão
05 Menino bom (André Saísse) Saisse e Os Bois
06 Coladinho coladinho (Enok Virgolino) Trio Virgulino
07 Sobremesa (Robertinha do Recife) Robertinha do Recife
08 Forrototal (Adriano) Forrótotal
09 Mensageiro beija-flor (Nanado Alves) Hudson de Souza
10 Doidinho por forró (Guilherme – Tarciano) Trio Xapadão
11 Feliz de novo (Léo Marques) Trio Sabiá
12 Bem bom (Sérgio Boi) Sérgio Boi

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5ª Caminhada do Forró

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*Fotos enviadas pelo Batista Junior

“…fotos da 5ª Caminhada do Forró realizada no dia 11/06 no Bairro do Recife Antigo com mais de 80 sanfoneiros, zambubeiros e trianguistas, a caminhada segue pelas ruas do bairro e termina em um palhoção gigante com shows de vários artistas como Camarão, Petrucio Amorim, Josildo Sá…Santanna…etc…”

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Volta Seca – Cantigas de Lampeão

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Colaboração do DJ Rogérinho, de São Paulo – SP. Esse é um raríssimo 10 polegadas, de um artista único e de uma história de vida bastante pitoresca.

Volta Seca foi cangaceiro do bando de ‘Lampeão’ e gravou, em 1957, o LP, com apenas oito músicas, “As cantigas de Lampeão”, com arranjos e direção do maestro Guio de Moraes. Algumas faixas desse mesmo disco, foram re-lançadas, décadas depois, pela Eldorado, num LP com o título “A Música do Cangaço”.

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Volta Seca chamava-se originalmente Antonio Alves de Souza, sergipano, nascido em Saco Torto, povoado de Itabaiana, provavelmente por volta do ano de 1911, entrou para o cangaço aproximadamente com 12 anos, a convite do próprio ‘Lampeão’, no sertão da Bahia.

Preso no início de 1932 e levado para a Casa de Detenção da Bahia, Volta Seca cumpriu uma pena de 20 anos. Casou-se, teve sete filhos e recomeçou a vida através da música, influenciando artistas como Luiz Gonzaga, dentre outros diversos artistas nordestinos.

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A Todamérica lançou esse documentário apresentando Volta Seca como o compositor e intérprete responsável por salvar parte do repertório dos grupos de cangaceiros. Músicas ligadas ao dia a dia no cangaço e dos costumes, aventuras e hábitos dos cangaceiros, canções como “Mulher Rendeira” e “Acorda Maria Bonita”.

Volta Seca – Cantigas de Lampeão
1957 – Todamérica

#01. Acorda Maria Bonita (Volta Seca)
#02. A laranjeira (Volta Seca)
#03. Ia pra missa (Volta Seca)
#04. Mulher Rendeira (Volta Seca)
#05. Se eu soubesse (Volta Seca)
#06. Sabino e Lampeão (Volta Seca)
#07. Escuta donzela (Volta Seca)
#08. Eu não pensei tão criança (Volta Seca)

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CD – Anastácia – Coração de mulher

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Um álbum lançado pela Anastácia em 1995, época de transição entre os LPs de vinil e o CD. O disco tem arranjos beeem pra frente, com algumas poucas regravações de músicas já consagradas dentre várias composições novas.

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Músicos: Oswaldinho do Acordeom, Toninho Ruiz (Bateria), Lau (Guitarra, Baixo, Agogô), Dido (Triângulo, Timbares, Tumbadora), Dió Araújo (Zabumba), Gerson (Sax), Caixote (Teclado), além de Gradinha, Lima, Neide, Dalva e Roberto (Vocais).

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Participação especial de Cláudio Rios na faixa “Benzinho e neguinha” de Anastácia e Edimilson Silva. Destaque para “O sucesso da Zefinha” de autoria da Anastácia.

Anastácia – Coração de mulher
1995 – Velas

01. Não te quero mais (Anastácia)
02. Doidinho, doidinho (Anastácia / Dominguinhos)
03. Chora viola (Venâncio / Corumba)
04. Forró do picadinho (Anastácia)
05. Quero, quero amar (Anastácia / Liane)
06. Benzinho e neguinha (Anastácia / Edimilson Silva)
07. Eu só quero um xodó (Anastácia / Dominguinhos)
08. Quando a gente namora (Anastácia / Liane)
09. Amor na tarde (Anastácia)
10. Passear de jegue é Jeguial (Anastácia / Liane)
11. Zefa cangaceira (Chico Anísio)
12. Coração de mulher (Anastácia / Edimilson Silva)
13. O sucesso da Zefinha (Anastácia)
14. Esta noite eu quero você (Anastácia / Oscar Barbosa)

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Hélcio Brenha – Forró do chapéu virado

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Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, que nos mandou esse interessantíssimo álbum e as palavras abaixo.

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“Ele mistura forró com carimbó, lambada, merengue e tudo mais… vale a pena incluir este disco na tua lista! A produção é de 1979. O disco é um show de técnica e muita harmonia desse músico fantástico.”

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Canceituado músico carioca, o saxofonista e clarinetista Hélcio Brenha, formou o conjunto “Forró do Chapéu virado”, no final da década de 1970, com o qual registrou esse álbum, prioritáriamente instrumental, as únicas faixas cantadas são: “Forró na Tripuí” e “Cabra macho” ambas de autoria de Hélcio Brenha.

Hélcio Brenha – Forró do chapéu virado
1979 – Aquarela

01 Forró do Zé Preguinho (Hélcio Brenha)
02 Vou-me embora pra São Saruê (Airton Barbosa – Proença Filho)
03 Forró do chapéu virado (Hélcio Brenha)
04 Sangue maranhense (Hélcio Brenha)
05 Cavalo nervoso (Airton Barbosa – Hélcio Brenha)
06 Peguei a reta (Porfirio Costa)
07 Sangrando peba (D. Menezes – Custódio Teixeira)
08 Violões nas paineiras (Hélcio Brenha – Ênio Brenha)
09 Forró na Tripuí (Hélcio Brenha)
10 Cabra macho (Hélcio Brenha)
11 Perito Criminal (Hélcio Brenha)
12 Buate sem luz (Hélcio Brenha)

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Hermeto Pascoal e Sivuca

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*Foto extraída do Dicionário gonzagueano, de A a Z.

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Oswaldo Silva – Fantástico

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Colaboração do DJ Viny, de Belo Horizonte – MG. Um belíssimo trabalho do Oswaldinho do Acordeon, na época em que ainda se auto intitulava Oswaldo Silva.

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Um disco todo instrumental, onde o Oswaldinho, ainda muito jovem, já mostrava que era predestinado e dava pistas do sucesso e notoriedade que atingiria, do excepcional músico que se tornaria, hoje, sem sombra de dúvida, um dos melhores acordeonistas do mundo, certamente o mais versátil.

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Direção artística de Pedro Sertanejo, destaque para o baião “Nordeste saudoso” do sanfoneiro Guidô em parceria com o Oswaldinho do Acordeon.

Oswaldo Silva – Fantástico
1973 – Tropicana

01. Retraído (Oswaldinho do Acordeon)
02. O Líbano (Oswaldinho do Acordeon / Nivaldo Gomes)
03. Técnica e alma (Adauto Mattos)
04. Flutuante (Roberto Stanganelli)
05. Comadre Rosa (Ormindo Fontes “Toco Preto”)
06. Esnobação (Joca de Castro)
07. Continente (Oswaldinho do Acordeon)
08. Nordeste saudoso (Guidô / Oswaldinho do Acordeon)
09. Fantástico (Oswaldinho do Acordeon / Nivaldo Gomes)
10. Baião do meu amor (Oswaldinho do Acordeon / Guidô)
11. Dança Chiquinha (Ormindo Fontes “Toco Preto”)
12. Urubu de bota (Oswaldinho do Acordeon)

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