CD – Coletânea – Jacinto Silva, no coração da gente

Colaboração do Nilson Araújo, da Sala Nordestina de Música

“Façam a festa com esse CD!
O CD todo é excelente, destaque para o batismo de Spok cantando ‘Aboio de um vaqueiro’
e Flavia Wenceslau arrasa em ‘Cante cantador'”

Lançamento ocorrido na Passadisco, em Recife – PE

Spok, Zé da Flauta, Maria da Penha (filha de Jacinto), Dona Lieta (viúva de Jacinto Silva), Silvério Pessoa, Edson Barbosa (produtor do CD) e Tiago Araripe.

Spok, Zé da Flauta e Silvério Pessoa

“Falecido há nove anos, quando começava ter seu talento reconhecido por outras gerações, Jacinto Silva recebe agora um tributo à altura do papel que desempenhou na música brasileira, em geral, e na nordestina, em particular. Jacinto Silva no coração da gente, um CD em que nomes feito Tiago Araripe, Xangai, Josildo Sá, Tom Zé, Isaar, Silvério Pessoa, Cajú e Castanha e Elba, para citar apenas alguns, participam, é uma homenagem ao forrozeiro alagoano, que morou a maior parte e sua vida em Pernambuco…

‘No coração da gente’ é uma edição de luxo, com um encarte de 48 páginas e apresentação criativa, nada destas capas mambembes, quase norma na maioria dos discos de forró. Na contracapa, uma curiosidade: não há nada nela que indique ter sido o álbum realizado com incentivos governamentais. O trabalho foi gravado no estúdio Muzak, sob o selo Candeeiro. A Link, que aparece nos créditos, é uma agência de propaganda, com sede na Bahia e escritório no Recife, desde 2006. Edson Barbosa, seu presidente, um baiano de Irará, costuma bancar projetos ligados à cultura. Em discos, especificamente, foi responsável pelo elogiado Cóccix até o pescoço, de Elza Soares: ‘Gosto de fazer estes projetos com uma coisa bem nossa. Há anos fiz um trabalho com Jacinto, e então caiu a ficha. Um disco com as músicas, de um alagoano, pernambucano por opção’.

Tiago Araripe é um músico cearense que, nos anos 70, militou no udigrudi recifense, no coletivo Nuvem 33. Em seguida, em São Paulo, foi da banda Papa Poluição, gravou disco solo pela Lira Paulistana e foi parceiro de muita gente boa, entre outros, de Tom Zé. De volta a Pernambuco, como publicitário, Araripe continua envolvido em música e foi o responsável pele seleção de repertório do CD, que prima por músicas menos conhecidas, mas nem por isso inferiores aos clássicos de Jacinto Silva (que também estão presentes). O próprio Jacinto Silva canta no disco ‘Teste de cantor’, num dueto com Silvério Pessoa (extraído do último disco do forrozeiro).

Da tiragem do disco, pouco será comercializada: ‘A matriz original foi cedida à família do cantor. Vamos dar como brinde, não visamos lucro, foi também uma homenagem a Pernambuco, que tão bem nos acolheu’, diz Edson Barbosa. ” (matéria de José Teles)

Coletânea – Jacinto Silva, no coração da gente
2010

01- Aboio de um vaqueiro (Jacinto Silva) – Spok
02- Aquela Rosa (Jacinto Silva) – Margareth Menezes
03- Teste para cantador (Jacinto Silva) – Jacinto Silva & Silvério Pessoa
04- Minha professora (Jacinto Silva) – Targino Gondim
05- Cante cantador (Jacinto Silva/João Silva) – Flávia Wenceslau
06- Moleque de rua (Manoel Alves/Agenor Farias) – Caju e Castanha
07- Plantação (Jacinto Silva/Janduhy Finizola) – Maciel Melo
08- É tempo de ciranda (Onildo Almeida) – Isaar
09- Justiça Divina (Onildo Almeida) – Tiago Araripe
10- Coco de praia (Jacinto Silva) – Flor de Cactus
11- Filosofia do forró (Jacinto Silva) – Josildo Sá
12- Pisa maneiro (Jacinto Silva) – Xangai
13- Gírias do Norte (Jacinto Silva/Onildo Almeida) – Elba Ramalho
14- Coco do gago (Jacinto Silva) – Tom Zé
15- Imaginação (Jacinto Silva/Idevaldo Nunes Marques) – Petrúcio Amorim
16- Fonte de Luz (Jacinto Silva/José Roberto Souto Maior) – Aurinha do Coco

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CD – Tom Zé e José Miguel Wisnik – Parabelo

“Parabelo” é a trilha sonora de um espetáculo do Grupo Corpo, fundado em Belo Horizonte – MG em 1975, a cada ano, eles lançam um novo espetáculo com nova coreografia e trilha. Este disco foi feito com apoio do Ministério da cultura, Pronac e Ministério das comunicações.

Esse trabalho reuniu Tom Zé, Antônio José Santana Martins, nascido em 11 de outubro de 1936 em Irará -BA, compositor, cantor, arranjador e ator, tendo participado ativamente da Tropicália nos anos 1960 e se tornado uma voz alternativa influente no cenário musical brasileiro. E José Miguel Wisnik, que é músico, compositor e professor de Literatura Brasileira na USP.

Mas o que isso está fazendo num blog de forró? Simples, é nesse CD que foi gravado um dos forrós que mais fez sucessos nas pistas paulistanas na virada do século. Destaque pra ela, “Xiquexique”, com sanfonas de Toninho Ferragutti e percussão de Marcos Suzano.

Tom Zé e José Miguel Wisnik – Parabelo
1997

01 Emerê (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
02 Emoremê (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
03 Assum branco (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
04 Baião velho (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
05 Uauá (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
06 Canudos (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
07 Bendegó (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
08 Cego com cego (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
09 Xiquexique (Tom Zé – José Miguel Wisnik)

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Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

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DJ Ivan

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