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Cícero Freire – Pastel da japonesa

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Colaboração do DJ Cris, de São Paulo – SP

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A curiosidade é ter Dió de Araújo dentre os ritmistas que particiaram da gravação deste álbum.

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Arranjos de Henáuro do Acordeon, destaque para a faixa título, o “Pastel da japonesa” de Henáuro do Acordeon e Douglas Tadeu; e para “Pague meu dinheiro Veaco” de Gilberto Silva.

Cícero Freire – Pastel da japonesa
1987 – Beverly

01 Pastel da japonesa (Henáuro do Acordeon – Douglas Tadeu)
02 Brincando de amor (Zé Conrado – Cícero Freire)
03 Coisas que não tolero (Zé Conrado – Cícero Freire – Bio Miguel)
04 Pagode na ribeira (Cícero Freire – Anunciada Xavier)
05 Arrepia no forró (Cícero Freire – Sebastião Gomes)
06 Xótis dos fofoqueiros (J. Nascimento – Cícero Paulo)
07 Chamego no salão (Cícero Freire – Zuleide Vieira)
08 Noite de São João (Cícero Freire – Geovando Leite)
09 Nega açanhada (Cícero Freire – Nelício Vieira)
10 Pague meu dinheiro Veaco (Gilberto Silva)

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Zé Paraíba – O Rei do Forró

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Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

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Curiosamente, para os bons observadores, na contra capa, a autoria de todas as músicas é creditada ao Zé Paraíba, porém, nos selos do disco, os créditos vem todos para Zé Paraíba em parceria com João Caetano.

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Lançado em 1982, pelo selo Som, que era um dos selos da Copacabana, vários ritmos e cadências bem pra frente, destaque para o choro “Uma noite em Copacabana” e para o xote “As meninas de lá”.

Zé Paraíba – O Rei do Forró
1982 – Beverly

01 – Tem que ter as manhas (Zé Paraíba)
02 – Sou romeiro (Zé Paraíba)
03 – Meu tempo bom (Zé Paraíba)
04 – Uma noite em Copacabana (Zé Paraíba)
05 – Uma noite no forró (Zé Paraíba)
06 – Teléco-téco (Zé Paraíba)
07 – Vida de cigano (Zé Paraíba)
08 – Este ano eu vou (Zé Paraíba)
09 – Boa viagem (Zé Paraíba)
10 – As meninas de lá (Zé Paraíba)
11 – Lascando brasa (Zé Paraíba)
12 – Meu velho rancho (Zé Paraíba)

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Zé Paraíba – Tá tudo aqui

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Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

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Curiosamente, nos selos do disco, a autoria de todas as músicas vem creditada a Zé Paraíba em parceria com João Caetano, porém na contra capa a informação é outra. Consideramos como verdadeiras as da contra capa. Estamos certos?

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Quase todas as músicas são de exclusiva autoria do Zé Paraíba, exceto “Baião alegre” que é de Roberto Stanganelli em parceria com Zé Paraíba.

Zé Paraíba – Tá tudo aqui
1982 – Beverly

01 – Sanfoninha matuta (Zé Paraíba)
02 – Xotes maluco (Zé Paraíba)
03 – Assanhadinho (Zé Paraíba)
04 – Forró no brega (Zé Paraíba)
05 – Misturada (Zé Paraíba)
06 – Reprisado bom (Zé Paraíba)
07 – Xamegando (Zé Paraíba)
08 – Xotes paraibano (Zé Paraíba)
09 – As coisas de lá (Zé Paraíba)
10 – Alegria no salão (Zé Paraíba)
11 – Baião alegre (Roberto Stanganelli – Zé Paraíba)
12 – Tá tudo aqui (Zé Paraíba)

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Zé Paraíba – O rei da sanfona

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Colaboração do sergipano Everaldo Santana.

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A primeira vez que ouvi esse disco, achei que estava com o andamento um pouco acelerado, se fosse num toca discos normal, eu teria mexido no pitch com toda certeza do mundo. Mas é só a primeira impressão, o danado do sanfoneiro que é rápido nos dedos.

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Todas as músicas desse disco são instrumentais, a maioria de autoria do próprio Zé Paraíba.

Zé Paraíba – O rei da sanfona
1982 – Beverly

01 Forró pesado (Renato Leite)
02 Terezinha (Renato Leite)
03 Jaboatão (Zé Paraíba)
04 Choro em Patos (Zé Paraíba)
05 Arrasta pé em Maringá (Zé Paraíba)
06 No meu roçado (Zé Paraíba)
07 Campo Grande (Zé Paraíba)
08 São José de Lagoa Tapada (Zé Paraíba)
09 Paulo Afonso (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
10 O xote das meninas (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
11 Imperatriz (Zé Paraíba)
12 Caruarú (Zé Paraíba)
13 Forró em Belo Jardim (Zé Paraíba)
14 Forró em Salgueiro (Zé Paraíba)

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Zé Paraíba – De São Paulo ao Ceará

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Colaboração do sergipano Everaldo Santana, um belo disco do famoso sanfoneiro Zé Paraíba.

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O sucesso de seu nome foi e ainda é algo tão notório que surgiram alguns outros ‘Zés Paraíbas’, e o nome acabou se tornando sinônimo de sanfoneiro bom. Já vi mais de três sanfoneiros diferentes que usam esse mesmo nome.

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O álbum tem várias composições de outro renomado sanfoneiro e cantor, Renato Leite, além de músicas próprias e uma regravação, um disco importante para os fãs da sanfoninha bem tocada.

Zé Paraíba – De São Paulo ao Ceará
1974 – Beverly

01 – De São Paulo ao Ceará (Renato Leite)
02 – Bagunceiro (Zé Paraíba)
03 – São João na roça (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
04 – Teimoso (Renato Leite)
05 – Sarrabuiado (Zé Paraíba)
06 – Remoido bom (Oscar Teodoro)
07 – Fumaçando (Zé Paraíba)
08 – Revendo Brasília (Renato Leite)
09 – Forró no Juazeiro (Renato Leite)
10 – Xodó de 8 baixos (Zé Paraíba)
11 – Remelexo (Renato Leite)
12 – Reboliço (Zé Paraíba)

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Cachimbinho e Livardo Alves com seu Grupo Peneira – Com muito amor e pimenta

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Colaboração do Arlindo. Um disco de dois consagrados cantadores de embolada, com um acompanhamento de primeira, bastante dançante, para agradar todos os forrozeiros de plantão.

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Cachimbinho, ou Tomás Cavalcante da Silva, nasceu em 06/04/1935, em Guarabira – PB, começou cantando aos 13 anos, tocava nos sítios e em comícios políticos. Já de Livardo Alves não consegui levantar muita coisa, apenas que é paraibano também, só que é natural de Jaguaribe.

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Algumas faixas são cantadas pelo Cachimbinho alternadas com faixas cantadas pelo Livardo Alves. O acompanhamento ficou por conta do Grupo Peneira, formado por Baby – viola, contra-baixo e vocal, Vasconcelos – cavaquinho, gaita e vocal, Rubinho – violão, triângulo e vocal, Paulo Batera – percussão e a direção musical é de Livardo Alves.

Destaque para “O quiabo” de Livardo Alves e Gilvan de Brito, na voz de Livardo Alves.

Cachimbinho e Livardo Alves com seu Grupo Peneira – Com muito amor e pimenta
1991 – Beverly

01 Coco do papa capim (Cachimbinho) Cachimbinho
01 Parai be a ba leia (Livardo Alves – Jessé Anderson) Cachimbinho
03 Se canta côco é assim (Cachimbinho) Cachimbinho
04 A água passa, o rio fica (Livardo Alves – José Maria de Oliveira) Livardo Alves
05 As modas de hoje em dia (Cachimbinho) Cachimbinho
06 Mané Gostoso, cara de pau (Livardo Alves – Parrá) Livardo Alves
07 O quiabo (Livardo Alves – Gilvan de Brito) Livardo Alves
08 Minha dita é desse jeito (Cachimbinho) Cachimbinho
09 Pirarucú (Livardo Alves) Livardo Alves
10 Sonhei que fui ao céu (Cachimbinho) Cachimbinho
11 Com muito amor e pimenta (Livardo Alves – Rubinho) Livardo Alves
12 La na lua é diferente (Cachimbinho) Cachimbinho

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Bastinho Calixto – Naquele baile

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Colaboração do Everaldo Santana, forrozeiro sergipano fã e colecionador dos LPs do tocadores de Pé-de-bode.

Esse é um LP do Bastinho Calixto, instrumentista, cantor e produtor artístico, um dos irmãos de Zé Calixto, de uma família de tocadores de sanfonas de oito baixos, instrumento, que cada vez tem menos adeptos, talvez pela dificuldade técnica que exige do seu tocador.

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Direção artística de Oséas Lopes, destque para, dentre as cantadas, Chegue pra cá pra eu Joana” de Bastinho Calixto e Buco do Pandeiro, e dentre as instrumentais, para “Só pra pertubar” de Bastinho Calixto e Oséas Lopes.

Bastinho Calixto – Naquele baile
1975 – Beverly

01. Se eu te pegar te Laço (Bastinho Calixto / Walter Costa / Julio César)
02. Gostozinho (Elias Soares)
03. Carrapeta (Manoel Serafim / Bastinho Calixto)
04. Puxa o fole (Bastinho Calixto)
05. Meu par (Bastinho Calixto / Cícero Batista)
06. Eu morro mas não volto pra você (Chico Xavier / Nem)
07. Chegue pra cá pra eu Joana (Bastinho Calixto / Buco do Pandeiro)
08. Naquele baile (Manoel Serafim / Ary Lobo)
09. Você não crê em festa (Zelita Calixto)
10. Oito baixos em festa (Bastinho Calixto)
11. Só pra pertubar (Bastinho Calixto / Oséas Lopes)
12. Pode reclamar (Chico Xavier / Nem)

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Joci Batista – Joci Batista

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Colaboração do Jorge Paulo, dessa vez um raro e excelente álbum do Joci Batista Oliveira. Dedico essa publicação ao amigo, músico e radialista, Palito do Nordeste, que estava a procura de uma das músicas desse disco.

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Um disco muito dançante, do início ao fim. Realmente um belo registro da época de ouro do forró, alguém saberia dizer qual a data de lançamento desse disco?

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Destaque para duas faixas que falam dos vários artistas nordestinos que residiam em São Paulo na época, são elas “Briga de artista” de Durval Vieira e para “Forró do Zé” de Durval Vieira e Jalon Cabral.

Joci Batista – Joci Batista
AMC

#01. Ai que saudade (Severino Ramos – Joci Batista)
#02. Côco do pé (Durval Vieira)
#03. Coração vazio (Elino Julião)
#04. Salvador (Juracy Coelho – J. Luna)
#05. Saudades de Maceió (Tororó do Rojão – Eduardo Alves)
#06. A fogueira clareou (Justino Alves – Batalhinha)
#07. Briga de artista (Durval Vieira)
#08. Vai dormir teu sono (Waldick Soriano – Waldemir Farias)
#09. Forró do Zé (Durval Vieira – Jalon Cabral)
#10. Aboio de vaqueiro (Jacinto Silva – Antonio do Baião)
#11. Dance o côco raça (Guriatã de Coqueiro – Joci Batista)
#12. Aquela mulher (Valdete – Otavio Rodrigues de abreu)

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Germano Mathias – Germano Mathias

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Para ilustrar a publicação do livro do Caio Silveira Ramos, temos aqui uma colaboração extra do Jorge Paulo. Só pra dar uma variadinha no forró, um disco de samba de primeiríssima linha. Abaixo um trecho de um texto de Dafne Sampaio.

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“Germano Mathias nasceu no dia 02 de junho de 1934 no bairro do Pari, zona leste de São Paulo. Passou infância e adolescência estudando no Centro da cidade e quando saía da escola dava de cara com as rodas de batucada feitas pelos engraxates nas praças Clóvis Bevilacqua e João Mendes.

Todos batucavam nas próprias latinhas de graxa e Germano passou então a acompanhá-los. Logo se mostrou espantosamente hábil o que lhe valeu um convite para tocar frigideira na bateria da Escola de Samba Rosas Negras. Incentivado por um amigo batuqueiro, participou em outubro de 1955 do concurso À Procura de Um Astro na Rádio Tupi.

Ganhou o primeiro lugar com um samba sincopado e logo foi contratado pela rádio que o registrou como ‘cantor e executante de instrumentos exóticos’ (a tal lata de graxa).Esse estilo de samba com divisões bem marcadas e uma batida diferente tornou-se a marca registrada do cantor, e eventual compositor.” (Veja o texto completo no seu contexto original)

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Para encerrar essa publicação, um trecho do livro ‘Sambexplícito: As vidas desvairadas de Germano Mathias’ de Caio Silveira Ramos, sobre esse disco:

“Além de “Eu e a saudade pela rua”, “Meu viver”, “Como é que pode” e o inesquecível “Deu a louca na nega” todos do compositor paraense (Kazinho), são também destaques do disco, sambas de Caco Velho, Jorge Costa, Padeirinho, Henricão e Laurindo Saudade.”

Até hoje, segundo Caio, são 17 discos de 78 RPM, 10 LPs, 3 CDs e um DVD. E segundo Bezerra da Silva: “o que Germano faz, ninguém consegue fazer igual”

Germano Mathias – Germano Mathias
1974 – Beverly – AMC

01. Na casa da Tia Ciata (Artulio Reis / Monalisa)
02. Luto no morro (Jorge Duarte)
03. Testamento de sambista (Henricão / Mário Augusto)
04. Criançada bamba (Laurindo Correia / Popó da Cuíca)
05. Zé da pinga (Padeirinho)
06. Conselho de coroa (Padeirinho)
07. Como é que pode (Kazinho)
08. Quisera que soubesses (Ari de Jesus / Rodolfo Vila)
09. Deu a louca na nega (Kazinho)
10. Não é da Bahia (Jorge Costa / Padeirinho)
11. Cachorro da vizinha (Caco Velho)
12. Meu viver (Kazinho)
13. Eu e a saudade pela rua (Kazinho)

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Trio Juazeiro – No balanço da fogueira

Colaboração do Jalon Cabral Neto. Ele mandou o comentário abaixo.

“Confesso que não conhecia o Trio Juazeiro, mas encontrei esse disco, que é de 1983, no acervo do meu pai. Ele ganhou do próprio Trio quando foi ao seu programa ‘Correio Nordestino’. O disco é todo bom, com composições e direção de produção do grande Genival Lacerda.”

Arranjos de Maestro Chiquinho, destaque para “Tem quem reze por mim” de João Gonçalves e Genival Lacerda, para “Xiquindim” de Alcymar Monteiro e Ligeirinho e para “Vida de artista” de João Silva e J.B. de Aquino.

Trio Juazeiro – No balanço da fogueira
1983 – Beverly

01 Filho de criação (João Caetano – Genival Lacerda)
02 No balanço da fogueira (Nicéas Drumont – Graça Góis)
03 Tem quem reze por mim (João Gonçalves – Genival Lacerda)
04 Favor (Empreiteiro de obra) (Namd – Graça Góis)
05 Xiquindim (Alcymar Monteiro – Ligeirinho)
06 Amor coado (Nicéas Drumont – Nando Terra – Genival Lacerda)
07 Coração sem sorte (Cecílio – Genival Lacerda)
08 Vida de artista (João Silva – J.B. de Aquino)
09 Saudade da Bahia (João Gonçalves – Genival Lacerda)
10 Vamos de monareta (João Gonçalves – Genival Lacerda)
11 São Bernardo (Nicéas Drumont – Graça Góis)
12 Briga de amor (Namd – Graça Góis)

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