Jacinto Silva – Cantando

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Colaboração do Silveira, de São Paulo – SP, ele nos enviou esse belíssimo disco do Jacinto Silva, que, além de ser muito bom e dançante, é um LP bastante raro.

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Todas as músicas são interessantes e permitem que o Jacinto Silva desenvolva toda sua versatilidade ao cantar os côcos, brincando com a divisão ritmica e com as letras, todas elas bastante ligadas às suas raízes e as coisas do campo, realidade que o inspirava.

Destaque para “Côco sincopado” de Jacinto Silva e Zezé da Lojinha.

Jacinto Silva – Cantando
1965 – CBS

#01. Pra rapaziada (João Silva – Pedro Cruz)
#02. No pinicado (K-Boclinho – Fernando Silva)
#03. Flor da Gameleira (Agripino Aroeira – Jacinto Silva)
#04. Amor de capinheiro (Antonio Clemente – Jacinto Silva)
#05. O cantador (D. Mathias – Jacinto Silva)
#06. Corrope de Jaboatão (Antonio Clemente – Jacinto Silva)
#07. Girassol (Antonio Clemente – Jacinto Silva)
#08. Rabo de saia (Elino Julião – José Pereira)
#09. Côco na ciranda (Antonio Clemente – Jacinto Silva)
#10. Côco do M (Zé do Brejo – Jacinto Silva)
#11. O pau vai cantar (João Silva – Sebastião Rodrigues)
#12. Côco sincopado (Jacinto Silva – Zezé da Lojinha)

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Os Caçulas do baião – Novo Lampião

Esse disco, lembro-me de ter visto em diversas contra capas de outros LPs, quando surgiu a oportunidade de comprá-lo, não perdi tempo, a curiosidade foi mais forte.

Esse é um re-lançamento pelo selo Cartaz, o disco foi lançado originalmente em 1965 pelo selo inspiração, de propriedade do Roberto Stanganelli. Uma produção de boa qualidade, mas creio que com muitas dificuldades técnicas. Algumas músicas são instrumentais e outras cantadas, reparem nos ritmos descritos junto a cada faixa.

Os caçulas do baião – Novo Lampião
1965 – Inspiração

01 Novo lampião (Os caçulas do baião) Baião
02 Casamento matuto (Domingos Tenório) Polca
03 Ai Ceará (Os caçulas do baião) Xótes
04 Vôo da araponga (Roberto Stanganelli – Domingos Tenório) Forró
05 Adeus Alagoas (Juarez Major – Zito Pereira) Baião
06 Forró no Igací (Domingos Tenório – Zito Pereira) Forró
07 Forró na ponta da faca (Domingos Tenório – Antonio Tenório) Forró
08 Saudades do Carirí (Antonio Levino – Juarez Major) Maxixe
09 Frevo nas Alagoas (Domingos Tenório – José Reveron) Frevo
10 Lua de mel no casamento (Domingos Tenório – Walter Viana) Xótes
11 O amor faz poesia (Domingos Tenório) Baião
12 Três estados do norte (Juarez Major – Domingos Tenório) Baião

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Osvaldo Oliveira – Ê Cariri

O áudio é uma colaboração do Kalino, as capas foram cedidas pelo Eugênio Cavalcanti, de João Pessoa – PB.

O cantor e compositor paraense Osvaldo Oliveira, o Vavá da Matinha, iniciou sua carreira no final dos anos de 1950, nos programas de auditório da Rádio Clube. Osvaldo fez sucesso com músicas com balanço semelhante às de Jackson do Pandeiro, porém criadas sob a influência do norte do país. Assim, Vavá da Matinha realizava um samba distinto do baiano e do carioca.

“Começou a cantar na década de 50 e tornou-se sucesso nos muitos programas de rádio em Belém. Em 1959, mudou-se para o Rio de Janeiro, com uma carta de recomendação de Edyr Proença para a rádio Tupi. No ano seguinte, gravou duas músicas numa coletânea da Continental e, com o sucesso, ganhou o próprio 78 rotações. Em 61 gravaria ainda outro “compacto” e o primeiro elepê, “Eternas lembranças do Norte”, que continha basicamente forró e no qual assinava quatro músicas. Vavá estava na nata dos forrozeiros da época, entre Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga.

Trocou a Continental pela CBS, onde gravou três elepês e integrou uma famosa caravana de forró, que percorria o Brasil levando o talento de gente como Marinês, Trio Nordestino e Messias Holanda.” (Trechos do texto de EDSON COELHO DE OLIVEIRA, extraído do Brega-pop)

Osvaldo Oliveira – Ê Cariri
1965 – CBS

#01. Xote em fá (João Silva – Zé Calixto)
#02. Ê cariri (Pedro Cruz – João Silva)
#03. Torrado do Rio (Isabel Biluca – João Silva)
#04. Fico aqui o que (Osvaldo Oliveira – Itu Peixoto)
#05. Forró do brejo velho (K-Boclinho – Zezinho)
#06. Revendo Pernambuco (Aru Custódio)
#07. Vendedor de renda (João Silva – Sebastião Rodrigues)
#08. Balaio de Maria (Amadeu Macedo – Sebastião Rodrigues)
#09. Só no kakiado (João Silva – Dilson Dória)
#10. Respeito no pagode (João Silva – José Pereira)
#11. De mãos abanando (Manuel Assunção Corrêa – José Cardoso)
#12. Saudade do Ceará (Manuel Assunção Corrêa – José Alves)

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Zé Calixto – Tá feito o forró

Essa é mais uma colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, que aos poucos nos ajuda a registrar e a publicar a trajetória e a obra do Zé Calixto. Esse é o quinto álbum, de 1965. O quarto disco já está publicado aqui no Blog, é o “Sanfoneiro pai d´egua”, de 1964.

“A concertina – sanfona, harmônica ou simplesmente fole de 8 baixos – é dos instrumentos musicais o mais complexo, possívelmente um dos mais difíceis de ser executado.”

“Homem simples, não se abate quando o chamam de ‘pau-de-arara’. Pelo contrário, faz questão de salientar sua origem e propala a todo vapor: ‘Sou filho do povoado de Araticum, município de Campina Grande, no Estado da Paraíba do Norte'”

“Possui tal domínio sobre a harmônica que parece tocá-la displicentemente. Conhece-lhe os truques e sabe utilizar os ‘macetes’ na hora precisa. Descobriu-lhe todos os segredos e, com melhor som imaginável, toca um simples baião e também executa choros de difícil manejo, como “André e sapato novo”, que faz parte deste disco.” (Trechos assinados pelo produtor João Mello, extraídos da contra capa)

Zé Calixto – Tá feito o forró!
1965 – Philips

#01. Forró lá na serra (Luiz Guimarães)
#02. Arapuá (Alventino Cavalcanti – Zé Calixto)
#03. Vou te contar (J. Santos)
#04. Camalifu (Luiz Guimarães – Zé Calixto)
#05. Forró em Soledade (Luiz Guimarães – J. Lima)
#06. Saudade do pai (arr. e adap. de Zé Calixto)
#07. Tem rapapé (Luiz Guimarães – Zé Calixto)
#08. Faiscando (Avelino Santos – Zé Calixto)
#09. Parnamirim (paulo Viana – Dilson Dória)
#10. Saudade do Maranhão (Luiz Guimarães)
#11. André de sapato novo (André V. Corrêa)
#12. Calumbi (Rosil Cavalcanti -Zé Calixto)

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Ary Lobo – Zé Mané no côco

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Gabriel Eusébio dos Santos Lobo, nascido em Belém – PA, dia 14/08/1930, ficou conhecido como Ary Lobo, cantor e compositor com mais de 700 músicas gravadas, por ele e outros cantores, músicos e intérpretes.

Começou se apresentando em programas de calouro na Rádio Clube do Pará, quando ainda era soldado da aeronáutica. Foi para o Rio de Janeiro e em 1958 gravou o seu primeiro disco, pela RCA, depois disso ainda emplacou vários sucessos nos anos 50 e 60 em seus nove LPs lançados pela RCA.

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O audio é mais uma colaboração de Thiago Silva, de Recife – PE, que nos mandou esse disco do Ary Lobo com uma qualidade incrível. Agradeço também, mais uma vez, ao amigo e colaborador o DJ Rick, de São Paulo, pelas capas que prontamente nos enviou.

Perguntei ao Thiago o que podia me falar sobre o disco, ele disse:

‘não tenho muita coisa a acrescentar não, sei que esse disco já teve um pré-lançamento e foi o que fez mais sucesso. Destaco a faixa “Joá sem espinho” e também a música “Zé mané no coco”.’

Ary Lobo – Zé Mané no côco
1965 – RCA Victor

1. Cheiro da Gasolina (Severino Ramos / Barros de Oliveira)
2. Madame Paraíba (Dilson Dória / Ari Lobo)
3. Rita Peneira (Severino Ramos / Tertuliano da Silva)
4. Batuque de Índio (Buco do Pandeiro / José Santana)
5. Adão Pecou (Luis Boquinha / Ari Custódio)
6. Volta Pra Casa Menina (Zé Araújo / J. C. Souza)
7. Sinhá Olimpia (Germano Jr. / J. C. Souza)
8. Baião Macumba (Evaldo Gouveia / Julinho)
9. Zé Mané no Coco (Luis Moreno / J. Massula)
10. Joá Sem Espinho (Zeguimar / Aricó Silva)
11. Cadê Mãe (J. Cavalcanti / Ari Lobo)
12. Mensagem ao Divino (J. Cavalcanti)

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Trio Nordestino – Aqui mora o Xaxado

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Atendendo a mais um pedido, dessa vez o do Genaro, postaremos hoje o disco do Trio Nordestino gravado em 1965, “Aqui mora o xaxado”.

Assim que começamos a ouvi-lo, podemos conferir a faixa que da nome ao disco, um belo xaxado de João Silva com parceria de K-Boclinho. Esse foi o penúltimo disco pelo trio gravado pela Copacabana na decada de 1960, após esse álbum eles começaram a gravar pela gravadora CBS, onde ficaram até 1972, quando então no disco “Primeiro e único” voltaram a Copabana.

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Nesse LP o Trio Nordestino mostra belas composições dos mais consagrados compositores como Gordurinha, Manézinho Araújo e do sambista bahiano Riachão.

Trio Nordestino – Aqui mora o xaxado
Copacabana – 1965

01. Aqui mora o xaxado (João Silva – K-Boclinho)
02. Que diabo é 9 que 10 não ganha? (Gordurinha)
03. Casinha velha (Geraldo Nunes – Oscar Barbosa)
04. Volta à Bahia (Vilobaldo Teles)
05. Homenagem a Zé do Baile (Buco do Pandeiro – Jayme A. Rosa)
06. Como tem Zé na Paraíba(Manezinho araújo – Catulo de Paula)
07. No terreiro da fazenda(João Silva – K-Boclinho)
08. Carta ao Rio(Julio Ricardo – Demetrio Silva)
09. Então vou casar(Lindolfo Barbosa – Antonio Ceará)
10. Bererê(Clodoaldo Brito)
11. Vamos simbora neném(Avarése)
12. A papuda Ouvir(Riachão)

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Jacinto Silva – Ritmo explosivo

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Tai mais uma grande preciosidade da nossa música nordestina. Esse é o primeiro LP de um cantor que trás como sua marca registrada os inumeros côcos que canta. Nesse disco Jacinto Silva é acompanhado pelo sanfoneiro de 8 baixos Abdias e seu conjunto.

Um detalhe interessante nesse disco é que metade das faixas são de autoria exclusiva de Jacinto Silva.

Nesse LP podemos encontrar a faixa “Côco na Paraíba”, que em 2000 foi regravada em um disco em homenagem a Jacinto Silva por Silvério Pessoa com a participação de Lira Paes, vocalista do Cordel do Fogo Encantado.

Jacinto Silva – Ritmo explosivo
CBS – 1965

01. Côco mastigadinho (Eraldo Monteiro – Pedro Cruz)
02. Puxa o fole Zé (Jacinto Silva)
03. Côco machucado (Jacinto Silva)
04. Ligava liga (Julio Ricardo – Ary Monteiro)
05. Saudade de Alagoas (Jacinto Silva)
06. Vida de carreiro (Jacinto Silva)
07. Dor da saudade (Luiz Moreno – M. Messias Victor)
08. Côco na Paraíba (Miguel Lima – João Lima)
09. Na roça é assim (Jacinto Silva)
10. Toré (Miguel Lima – Pedro Cruz)
11. Ela sabia (Julio Ricardo – Ary Monteiro)
12. Adeus Corina (Jacinto Silva)

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Genival Lacerda – Meu nordeste

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Esse é o primeiro álbum lançado pelo glorioso Genival Lacerda, atualmente, sem sombra de dúvida, o rei da divisão. Essa capa acima é a original, com as marcas do tempo e de ter passado por muitas mãos que acabaram por riscar algumas faixas do disco.

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Outro dia o Tick me mostrou um anúncio na internet de um re-lançamento desse primeiro disco, Genival Lacerda – No forró do Limoeiro, com outra capa e dessa vez pelo selo Tropicana, não hesitamos, com a ajuda do PC, compramos e aqui está, diretamente do fundo do baú.

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Reparem como o timbre de voz do Genival é totalmente diferente do das gravações que o tornaram nacionalmente conhecido. Nessa época, sem influências externas, o forró era baseado no sanfoneiro e seu regional, nesse caso Martins da sanfona e sua gente.

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Destaque para “O coco da umbigada” do próprio Genival em parceria com Bartolomeu Medeiros, “A resposta do mata sete” de Antônio Barros e para a instrumental “Saudade da Lagoa dos gatos”.

Genival Lacerda – Meu nordeste
1965 – Audience

* 01. Rojão do trapiá (E. Ferreira – Henrique de Almeida)
* 02. O côco da umbigada (Genival Lacerda – Bartolomeu Medeiros)
* 03. 1×1 (Edgar Ferreira)
* 04. Resposta de mata sete (Antonio Barros)
* 05. Recife sangrento (Edgar Ferreira)
* 06. Segura a conversa (Martins da Sanfona – Gerson Rosa)
* 07. Machuca a sanfona (Edgar Ferreira)
* 08. 17 na corrente (Edgar Ferreira)
* 09. Menu do côco (Edgar Ferreira)
* 10. Ele disse (Edgar Ferreira)
* 11. Forró em Limoeiro (Edgar Ferreira)
* 12. Saudade da Lagoa dos gatos (Martins da Sanfona)

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Luiz Gonzaga – Quadrilhas e marchinhas juninas

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Aproveitando a época das festas juninas, dancemos ao som do rei Luiz, numa gravação de 1965. As capas originais foram enviadas pelo Marcelo.

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Sempre lembro do meu amigo, sanfoneiro e cantor Lino de França quando ouço arrasta-pé, ainda mais esses clássicos do Gonzagão, sem dúvida é a ele, de quem sou fã incondicional, que dedico essa postagem.

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O áudio, nesse caso específico, foi extraído de uma re-edição de 1973.

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A gravação é a mesma, só mudam as capas.

Luiz Gonzaga – Quadrilhas e marchinhas juninas
1965 – RCA

01.

  • Fim de festa (Zito Borborema)
  • Polca fogueteira (Luiz Gonzaga)
  • Lascando cano (Luiz Gonzaga – Zé Dantas)
  • Pagode russo (Luiz Gonzaga)
  • Fogueira de São João (Luiz Gonzaga – Carmelina Albuquerque)

02. Olha pro céu (José Fernandes – Luiz Gonzaga)
03. São João na roça (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
04. Fogo sem fuzil (Luiz Gonzaga – José Marcolino)
05. Quero chá (José Marcolino – Luiz Gonzaga)
06. Matuto de opinião (Luiz Gonzaga)
07. Boi bumbá (Luiz Gonzaga – Gonzaga Jr.)
08. O maior tocador (Luiz Guimarães)
09. Piriri (João Silva – Ary Rangel)

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Sirí do Forró – Mandando brasa

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Está ai um grande artista cujo trabalho eu admiro muito. Nesse disco Siri do Forró apresenta uma levada que se assemelha muito ao estilo de Jackson do Pandeiro.

Nesse disco eu gostaria de destacar 3 faixas em especial, a primeira é o “Baião do bambolê” que originalmente foi gravada por Jackson em 1959 no disco “Jackson do Pandeiro”, essa música é uma composição do grande Antonio Barros em parceria com Almira Castilho.

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Outra música que me agrada nesse discos é “Passei dos trinta”, essa me lembra muito o Rouxinol Paraíbano, que para quem não conhece é um cantor que vive aqui em São paulo. E a última faixa que gostaria de destacar desse discos é “Baião no morro” uma ótima composição de Germano da Silva.

Siri do Forró – Mandando brasa
Continental – 1965

01. Gosto não se discute (José Batista de Oliveira)
02. Baião do bambolê (Antonio Barros – Almira Castilho)
03. De a Cesar o que é de Cesar (Rodrigo da Silva)
04. Vai pescador (Germano da Silva)
05. Vida de peixe (Arlindo Veloso – Nelson Santos)
06. Passei dos trinta (Severino Ramos)
07. Pegando fogo (Germano da Silva)
08. Fui a umbanda (Delmiro Ramos)
09. Baião no morro (Germano da Silva)
10. A volta do pó de mico (Siri do Forró – J. M. Pereira – Carlos alberto)
11. Silencio no forró do limoeiro (Astrogildo Silva)
12. Estou de colher (Paulo Patricio)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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