Vanja Orico – Compacto – Lampião rei do cangaço

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Colaboração do Joca, o Rojão Stéreo, de Brasília – DF.

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Nesse compacto duplo, Vanja Orico interpreta músicas do filme “Lampião Rei do Cangaço”.

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Um disco raríssimo.

Vanja Orico – Compacto – Lampião rei do cangaço
Chantecler

01.É Lampa (Gabriel Migliori)
02.Lá Vem Virgulino (Catulo de Paula)
03.O Nordeste Não Se Rende (Catulo de Paula)
04.Canção da Tristeza (Catulo de Paula)

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Vanja Orico – 1967 – Compacto

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Colaboração do DJ Vinny, de Belo Horizonte – MG

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Músicas da trilha sonora do filme “Cangaceiros de Lampião”

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O selo Mocambo era um selo da antiga fábrica de discos Rozemblit.

Vanja Orico – Compacto
1967 – Mocambo

01 Pedro Boiadeiro (Carlos Coimbra)
02 São os do norte que vem (Ariano Suassuna – Coimbra)

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Jackson do Pandeiro – e os Nordestinos

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Mais um disco da série Nova História da Música Popular Brasileira, vol 63.

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O encarte é um item de colecionador, com textos e fotos preciosas de parceiros e influências do Jackson durante sua carreira.

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Sequencia de fotos que mostra a desenvoltura do casal Jackson e Almira.

Jackson do Pandeiro – e os Nordestinos
1979 – Abril Cultural

01 – Cantiga do Sapo (Jackson do Pandeiro – Buco do Pandeiro) Jackson do Pandeiro
02 – Meu Noivado (João Pernambucano) Jararaca
03 – Trem de Ferro (Lauro Maia) João Gilberto
04 – Sodade, Meu Bem, Sodade (Zé do Norte) Vanja Orico
05 – Sebastiana (Rosil Cavalcanti) Jackson do Pandeiro
06 – O Último Pau-de Arara (Venâncio – Corumba – J. Guimarães) Fagner
07 – Chicletes Com Banana (Gordurinha – Almira Castilho) Jackson do Pandeiro
08 – Oito Pés de Quadrão (Otacílio – Lourival Batista) Otacílio e Lourival Batista

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Vanja Orico – Vanja Orico

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“Vanja Orico foi cantora, atriz e cineasta, atuando com grande talento em todas essas áreas. Ela nasceu em berço erudito, filha de um acadêmico e escritor. Desde criança, mostrou interesse e talento pelas artes. Ela estreou no cinema em 1954, na Itália, no filme “Mulheres e Luzes”, dirigido por Alberto Lattuada e Frederico Fellini. De volta ao Brasil, participou do clássico “O Cangaceiro”, de Lima Barreto. Ela fez vários filmes no Brasil e no exterior, principalmente relacionados ao cangaço. Ela viajava tanto para lá e para cá que Sérgio Porto, o Stanislaw Ponto Preta, criou para ela o slogan Vanja Vai Vanja Vem.

Ela ficou famosa por um belo gesto de coragem e generosidade. Um dia, no ano de 1968, saindo do Teatro Opinião, Vanja e mais um conjunto de artistas participavam de uma passeata de protesto. Soldados e tanques reprimiram a manifestação violentamente, inclusive espancando estudantes. Vanja, então, ajoelhou-se na frente dos carros militares, e gritou: “Não atirem, somos todos brasileiros!”. Por isso, ela foi presa e acabou em exílio. Para ela, isso nem foi o pior. Ela conta que, naquele dia, um estudante caiu morto por uma bala ao seu lado, e isso ela nunca conseguiu esquecer. A imagem e a arte de Vanja foi, então, sempre associada à resistência e à luta por liberdade. Fora isso, ela era uma artista de excepcional talento.

Como cantora, gravou o primeiro LP em 1954. Esse LP da postagem de hoje é o terceiro de sua carreira. Nele, ela apresentou canções inéditas, inclusive Opinião, de Zé Kéti, que depois ficou muito famosa na voz de Nara Leão. Vale a pena ler, na contracapa, o texto de apresentação do disco e de Vanja Orico, escrito por Ary Vasconcelos, um dos maiores musicólogos que o Brasil já teve.”

Vanja Orico – Vanja Orico
1965 – Chantecler

01-Dandara (Jorge Ben)
02-Arunda (Carlos Lira – Geraldo Vandré)
03-Afoché (Dorival Caymmi)
04-A morte do Deus do sol (Roberto Menescal – Ronaldo Bôscoli)
05-Ascender as velas (Zé Keti)
06-É Lampa(Gabriel Migliori)
07-Opinião (Zé Keti)
08-Maria Moita (Carlos Lira – Vinicius de Morais)
09-Sassaruê (Pernambuco – Marino Pinto)
10-Carroussel (Dulce Nunes – Ronaldo Bôscoli)
11-O Nordeste não se rende (Catulo de Paula)
12-Canção da tristeza (Catulo de Paula)

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Compacto Triplo – Lampião – Rei do cangaço

Esse é um raro compacto ‘triplo’.

Trata-se da trilha sonora do filme: Lampião, Rei do cangaço.

A faixa “Canção da tristeza”, de Catulo de Paula é cantada pela Vanja Orico.

Compacto Triplo – Lampião – Rei do cangaço
1964 – Fermata

01 É Lampa (Tema nordest. de Gabriel Migliori)
02 Lá vem Virgulino (Catulo de Paula)
03 Maria Bonita (Catulo de Paula)
04 Bumba meu boi (Tema nordest. de Carlos Coimbra)
05 Canção da tristeza (Catulo de Paula) Vanja Orico
06 A viola está chorando (Catulo de Paula)

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Vanja Orico – Vanja Orico

Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte

Vanja Orico, nome artístico de Evangelina Orico, nascida no Rio de Janeiro, em 15 de novembro de 1929, cantora, atriz e diretora brasileira.

Surgiu no cenário artístico cantando ‘Mulher rendeira’, tema do filme “O Cangaceiro” (1953), de Lima Barreto, mas começou sua carreira cantando no filme “Mulheres e Luzes”, em 1950, de Federico Fellini. De volta ao Brasil, fez sua estréia no cinema brasileiro no clássico ‘O cangaceiro’, premiado no Festival de Cannes e sucesso no mundo inteiro, o que rendeu a ela o reconhecimento internacional, gravou discos na França e foi recordista de vendas no Brasil. Foi capa das principais revistas da época.

Uma marca forte da sua trajetória no cinema é sua presença em vários filmes do Ciclo do Cangaço, do qual é uma das musas. Além do citado O cangaceiro, também participou de Lampião, o rei do cangaço (1964), Cangaceiros de Lampião (1967) e Jesuíno Brilhante, o cangaceiro (1972).

Em 1981, lançou mais um LP pelo selo Seta, no qual incluiu “Lamento de um homem só” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), “Varandas antigas” (Kleidir Ramil e Fogaça), “Quem dá mais” (Noel Rosa) e “Acorda, Maria Bonita”, adaptação do folclore brasileiro por Marcus Vinícius.

Vanja Orico – Vanja Orico
1981 – Seta

01. Bandeira da vida (Herberto Filho)
02. Pra quê (Vicente Matos / Carlito Cavalcanti)
03. Lamento de um homem só (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
04. Roda morena (Jurandir)
05. Viaduto do chá (Afonso Gentil / Vladimir Capella)
06. Canto xavante (Adpt. Tereeuá / Adpt. Ary Sperling / Adpt. João Rebouças / Adpt. Josias Cordeiro)
07. ”Seleção de temas de Mulher Rendeira”
Mulher rendeira (Tradicional)
Acorda Maria Bonita (Volta Seca)
08. Encontro das águas (Herberto Filho)
09. Joana Calunga de Louça (Reinaldo Jardim / Paulo Magalhães)
10. Um pequeno nada (Catulo de Paula / Antônio Carlos de Souza e Silva)
11. Varandas antigas (Kledir Ramil / Fogaça)
12. Quem dá mais (Noel Rosa)

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Coletânea – No tempo dos bons tempos 4 – Em tempo de nordeste

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Taí um disco que faz tempo que eu estava querendo postar, hoje deixei a preguiça de lado e aqui está.

Esse é o volume 4 de uma série de discos lançados pela gravadora Fontana: “No tempo dos bons tempos”. Essa série apresenta gravações originais anteriormente lançadas em 78 RPM. No caso desse disco, por exemplo, retoma gravações de 1956, 1957 e 1958.

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Aqui neste LP contamos com a presença de 4 grupos bem marcantes por seus diferentes estilos, são eles: Jorge Fernandes, Vanja Orico, Trio Nagê, e o Trio Marayá.

Encontraremos entre essas gravações, versões de músicas já conhecidas em geral, como por exemplo “Boiadeiro”, interpretada pelo Trio Nagô e “Pé do Lagêro”, interpretada pelo Trio Marayá e mais conhecida pela versão de João do Vale, um dos seus compositores.

Coletânea – No tempo dos bons tempos 4 – Em tempo de nordeste
Fontana – 1972

01. Mulé rendeira – Vanja Orico (D.P)
02. Boiadeiro – Trio Nagô (Klecius Caldas – Armando Cavalcanti)
03. Rolete de cana – Jorge Fernandes (Oswaldo Santiago – Dilú Melo)
04. Choveu no Ceará – Trio Marayá (Catulo de Paula)
05. Prenda minha – Vanja Orico (D.P)
06. Baião do chofer – Trio Nagô (Miguel Gustavo)
07. Querer bem não é pecado – Jorge Fernandes (Osvaldo de Souza)
08. Maria Filó – Trio Marayá (Luiz Vieira – João do Vale)
09. Birimbau – Vanja Orico (J. L. Paiva Mello – Clodoaldo Brito)
10. Aquarela cearense – Trio Nagô (Waldemar Ressureição)
11. Baianinha – Jorge Fernandes (Babi Oliveira)
12. Pé do lagero – Trio Marayá (João do Vale – José Candido – Paulo Bangu)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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