Coletânea – Viva São João – vol. 6

Colaboração do José de Sousa, de Guarabira – PB

Dessa raríssima coletânea participam Jair Pimentel, Jacinto Silva, Maria dos Prazeres, Martins da Sanfona, Déo do Baião, Carlos Diniz, Irma Santos e Manoel Maurício.

Coletânea – Viva São João – vol. 6
Mocambo

01 Jair Pimentel – Forró Emulestado
02 Jacinto Silva – Aquela rosa
03 Maria dos Prazeres – Côco de Camaragibe
04 Martins da Sanfona – Polquinha da Dona Zefa
05 Déo do Baião – A mulher de Mané Amaro
06 Jair Pimentel – Zabumba do menino
07 Carlos Diniz – Sanfoneiro ruim
08 Jacinto Silva – Na base do tamanco
09 Jair Pimentel – Desmanchando o clarinete
10 Irma Santos – Vingança de Vitalina
11 Manoel Maurício – A rainha do baile
12 Maria dos Prazeres – A beleza do homem é a mulher
13 Déo do Baião – A chuva chegou
14 Martins da Sanfona – Chote do vai e vem

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Coletânea – Viva São João vol.5

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Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB. Para comemorar o dia de Santo Antonio casamenteiro, que é amanhã, dia 13 de junho, uma rara coletânea da década de 1960, creio eu. A capa é um vitral de Wilton de Souza.

Essa coletânea reúne os seguintes artistas: Coronel Ludugero, Jacinto Silva, Mêves Gama, Manoel Maurício, Déo do Baião, Camarão e Genival Lacerda.

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A faixa 01 corresponde ao lado A inteiro, tem 16 minutos de Coronel Ludugero, cantando e atuando. Já no lado B estão os demais artistas, com 07 faixas instrumentais e cantadas. Destaque para “Toda moça qué casá”, um arrasta-pé de Onildo Almeida, na voz de Déo do Baião.

Coletânea – Viva São João vol.5
Mocambo

01 A inleição do Coronel Ludugero
-Zabumba de Honorato da Paraíba
-Si tivé mulé – Arrasta-pé – (Onildo Almeida – Luiz Queiroga) Coronel Ludugero
-Fiscá fulero – chote – (Luiz Queiroga) Coronel Ludugero
-Zabumba de Honorato da Paraíba
02 Chora banananeira – Marcha de roda – (Onildo Almeida) Jacinto Silva
03 Arranjei um casamento – Baião – (Gildo Branco) Mêves Gama
04 Forró de Zé menino (Manoel Maurício) – oito baixos – Manoel Maurício
05 Toda moça qué casá – Arrasta-pé – (Onildo Almeida) Déo do Baião
06 Xaxado em Cachoeira (Camarão) – oito baixos – Camarão
07 Porque mudou? – Marcha junina – (Aldemar Paiva) Mêves Gama
08 Cajueiro abalou – Côco – (Adapt. Antonio Clemente – Genival Lacerda) Genival Lacerda

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Trio Nortista – Trio Nortista

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Colaboração do DJ Thomaz, de São Paulo – SP, aquele que corria atrás de Benta, na semana passada, ele passou aqui em casa e trouxe vários LPs, todos de altíssima qualidade.

Vamos começar a publicar suas colaborações com essa raridade, que é o primeiro disco do Trio Nortista, na época formado por Camarão, Déo do Baião e Zé Cobrinha.

Não sabemos a data exata desse LP, mas deve ter sido gravado e lançado no meio da década de 1960, pois Déo do Baião e Camarão, em suas carreiras solo, já tinham gravarado discos de 78 RPM, até o ano de 1964, aproximadamente.

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Contemporâneo do Trio Nordestino e provavelmente usando seu formato como referência, esse pode ter sido o registro de um dos primeiros Trios de forró, afinal na época eram mais comuns os artistas em suas carreiras solo, apresentando-se acompanhados de um regional.

Digo isso pois, no texto da contra capa, escrito por Aluízio Morais, há uma preocupação grande com a descrição dos instrumentos, algo que atualmente para nós é sabido e notório, na época, era novidade.
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A maior parte das composições são de Déo do Baião, que tocava triângulo e cantava, Camarão na sanfona e Cobrinha (que não é o mesmo Cobrinha do Trio Nordestino) tocava zabumba.

Destaque para “Serra da Borborema” de Agripino Aroeira, para “Distinção de cor” de Heleno Clemente e para “Quem espera sempre alcança” de Déo do Baião e Camarão.

Trio Nortista – Trio Nortista
Mocambo

01 Mudando pro norte (Déo do Baião)
02 Serra da Borborema (Agripino Aroeira)
03 Amor de mocinha (Déo do Baião)
04 Distinção de cor (Heleno Clemente)
05 No caminho da poeira (Déo do Baião)
06 Bom mesmo é a Bahia (Manoel Cabral)
07 Pau de arara malvado (Déo do Baião)
08 Quem espera sempre alcança (Déo do Baião – Camarão)
09 Mandando brasa (Camarão)
10 Começo do mundo (Déo do Baião)
11 Cabra não se meta (Onildo Almeida)
12 Primeiro perdão (Déo do Baião)

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Coletânea – Nordeste cabra da peste

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Colaboração do Jorge Paulo, mais um disco bastante raro, assim como a maioria dos álbuns lançados pela Mocambo.

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As capas do disco vinham protegidas por um plástico que era colado nessa proteção de papel vegetal (abaixo) fazendo com que depois de todo esse tempo, esse disco deve ser da década de 1960, tanto as capas quanto o vinil em sim estejam em ótimo estado, práticamente novos.

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Essa coletânea reúne fonogramas lançados originalmente em 78 RPM. Uma ou no máximo duas músicas de cada artista, são eles: Camarão, Jacinto Silva, Aguinaldo Batista, Manoel Maurício, Déo do Baião, Coronel Ludugero, Jair Pimentel, Mêves Gama, Genival Lacerda e Carlos Diniz.

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Destaque para “Coco trocado” de autoria e na interpretação de Jacinto Silva, “Tomaram o meu amor” canção de domínio público com adaptação e interpretação de Genival Lacerda e para “Côco do Tibiribe” de Carlos Diniz e Jacinto Silva, na voz de Carlos Diniz.

Coletânea – Nordeste cabra da peste
Mocambo

01. Cabra da peste (Camarão) Camarão
02. Coco trocado (Jacinto Silva) Jacinto Silva
03. Tadinha da Maroca (A. Batista / Martins da Sanfona) Aguinaldo Batista
04. Forró do Xicurú (Manoel Maurício) Manoel Maurício
05. Serra da Coirana (Onildo Almeida / Déo) Déo do Baião
06. Se tivé mulé (Onildo Almeida / Luis Queiroga) Coronel Ludugero
07. Segure o dedo (Jair Pimentel) Jair Pimentel
08. Minha roseira (Onildo Almeida) Mêves Gama
09. Fungado bom (Camarão) Camarão
10. Tomaram o meu amor (Tradicional / Adpt. Genival Lacerda) Genival Lacerda
11. Fiscá fulêro (Luis Queiroga) Coronel Ludugero
12. Treis por um (Jair Pimentel) Jair Pimentel
13. Coco do Tibiribe (Carlos Diniz / Jacinto Silva) Carlos Diniz
14. Saudade do meu sertão (Manoel Maurício) Manoel Maurício

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Déo do Baião – Déo do Baião

O disco é uma colaboração do DJ Xeleléu, do Rio de Janeiro – RJ. O texto a seguir foi enviado pelo Carlos Jr. (Neto de Déo do Baião), a quem somos muito gratos, pelas informações e por nos ajudar a registrar e publicar parte da história de um de nossos ídolos

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“José Antonio da Silva Filho, mais conhecido como Déo do Baião, nasceu no sítio Terra Vermelha, em Caruaru – PE. No dia 14 de julho de 1928, filho do casal José Antonio da Silva e Maria Francisca dos Santos.

Sua vida artística começou na Rádio Difusora de Caruaru (atual Rádio Jornal), por onde passaram grandes nomes da música popular brasileira, onde iniciou com o Nome ‘Déo do Baião’. Foi integrante de um dos primeiros trios de forró que existiu, o ‘Trio Nortista’, formado por ele, que entrou no lugar de Jacinto Silva (voz e triângulo), Camarão (sanfona) e Zé Cobrinha (zabumba) quando foi gravado um LP na década de 1960, com algumas músicas de sua autoria. Depois partiu em carreira solo, participando de algumas coletâneas de forró e gravando um LP solo. Ainda cantou junto com Azulão, Jacinto Silva, Jackson do Pandeiro e com o Rei do Baião Luiz Gonzaga, que o levou para se apresentar em Brasília-DF. Também fez várias apresentações pelo interior do nosso Estado, principalmente em campanhas políticas e no período junino. Possui várias músicas gravadas por artistas nacionais, entre elas, ‘Balanço da Sereia’ (Xangai) e ‘Oh Amaro’ (Silvério Pessoa/Cascabulho).

Em 1959, conheceu Marinalva Cristóvão de Melo, sua companheira por trinta e oito anos, com quem teve cinco filhos: Lindinalva, Adelmo, Adelson, Adeilson (falecido) e Lidiane. Paralelamente a música, foi sapateiro, engraxate e motorista, quando em 1971 fazendo praça – Caruaru/Catende – gostou de nossa terra, e veio com a intenção de morar aqui no máximo dois meses, vendendo o seu disco. Foi o que não aconteceu, este tempo, transformou-se em vinte e seis anos. Onde foi proprietário do famoso salão de dança ‘Forró Déo do Baião’, que funcionou inicialmente na Rua Pedro Duca (Rua da Linha), depois do bairro Jardim Diamante e por ultimo na Rua bela Aurora. Faleceu na véspera da sua festa preferida no dia 23 de junho de 1997 e está sepultado no Cemitério Campo de Santana em Catende-PE.

O São João da cidade de Catende em 2009 ficou mais alegre, com uma bela homenagem do Prefeito Otacílio Cordeiro, que realizou a festa junina com o seu nome Forró Déo do Baião.”
(Texto do livro “Memória Histórica de Catende”, autor Eduardo Menezes)

Esse selo ‘Esquema’ tem coisas muito boas, nesse disco, arranjos belíssimos e um balanço único, com a percussão bem na frente da mixagem, 7 cordas e cavaquinho na esquerda e a sanfona na direita, gravada nesse disco por Severo.
como a maior parte dos discos do Azulão de Caruarú.

Déo do Baião – Déo do Baião
Esquema

01. Meu fraco é mulher (Déo do Baião)
02. Tesourinha (Déo do Baião)
03. Sede de saber (Tiago Duarte)
04. Serra da Borborema (Agripino Aroeira)
05. Segura Zé (Tiago Duarte)
06. De longe também se ama (Tiago Duarte – Déo do Baião)
07. Para sereno (Azulão – Sebastião Porfirio)
08. Balanço da sereia (Déo do Baião)
09. Quem casou, casou (Elias José Alves)
10. Toda moça quer casar (Onildo Almeida)
11. Quem espera sempre alcança (Déo do Baião)
12. Puxe o fole Zé Bicudo (Zé Bicudo)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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