Filme – Chapéu de Couro

*Link enviado pelo Eduard Fernandes

Publicado em 29/08/2012 por Jorge Paulo Nogueira

“Longa metragem feito em 1978 pela Capri Filmes, com produção de Edmar Tomy e Fabio Porchat, Autor Valter Negrão, dirigido por Salo Felzen, Com Jorge Paulo, Luiz Gonzaga, Ely Correia, Anastacia, Venancio, Zenilton, Vava Machado, Padre João Cancio, José Castor, Candango do Ypê, Jofre Soares, Sergio Hingst, Emmanuel Cavalcanti, Cristina Azevedo, Suely de Souza, Eduardo Mamede, Walmir Aguiar, Quinteto Violado, Antonio Moraes e grande elenco, rodado nas cidades de São Paulo, Embu das Artes, Juazeiro do Norte, Serrita, Avaré, Recife, com cenas ao vivo da Missa do Vaqueiro, horto do Padre Cicero em Juazeiro do Norte, Praia de Maria Farinha, no Forro Norte Sul no bairro do Bras em São Paulo e Ely Correa no começo de sua carreira.

Cenas ainda na Camara dos Deputados, com o athor principal do filme, cantor e Deputado Federal Jorge Paulo, criador dos programas Chapeu de Couro no Rádio e Televisão. hoje com a www.radiochapeudecouro.com.br – revivendo esses momento de gloria da autentica musica nordestina.”

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Venâncio e Corumba

*Fotos extraídas do livro da “Eu sou Anastácia” – Histórias de uma rainha

Bodega da Severina

Trecho do filme “Chapéu de couro” Direção: Salo Felzen, 1978.

No quadro, Anastácia e Venâncio, com a participação de Jorge Paulo.

Deste filme participaram também o radialista Eli Correa e os músicos: Zenilton (no papel do missionário Antônio), o grupo Quinteto Violado e o rei do baião, Luiz Gonzaga.

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Venâncio e Os Baianos de Aracajú – Brasil com “S”

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“Com o título de ‘Brasil com S’, estamos derramando por sobre o chão de todo o orbe terráqueo um trabalho musical integrado das condições antrtopológicas de quase todos os Estados da federação. As músicas tem cheiro de fumaça; fumaça de uma planta leguminosa Cáesalpinia echinata que dá o pau-brasil, essa madeira de onde se originou o nome dos ‘nossos’ 8.500.00Km2 de terra. Brasa é escrita com S, assim sendo não deve sair do ‘oitão’ da nossa casa, um Brasil com Z e sim Brasil com S – S de samba.” (Trecho extraído da contra capa assinado pelo próprio Venâncio)

Após o final da parceria com Corumba, em 1968, Venâncio, continuou a compor, sempre se voltando para os aspectos folclóricos da música nordestina. Criou o grupo Baianos de Aracaju e com ele gravou esse disco, alcançando boa aceitação por parte da crítica.

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Direção artística de Salatiel Coelho, produção de Marcos Cavalcanti de Albuquerque, gravado em 8 canais com arranjos e regência do Maestro Vidal França. Destaque para “Balança Esse Menino” de Venâncio e Clóvis Cavalcanti.

Venâncio e Os Baianos de Aracajú – Brasil com “S”
1978 – Premier/RGE

01. Brasil Caboclo (Oliveira Francisco de Melo – João Quindingues)
02. Segure a Louça (Venâncio – Guriatã do Coqueiro)
03. Rio de Ontem (Venâncio – Pechincha)
04. Frei Damião (João Rodrigues – Carlos Magno)
05. Prece ao Vento (Gilvan Chaves – Fernando Luis – Alcyr Pires Vermelho)
06. Cavalo do Cão (Clóvis Cavalcanti – Venâncio)
07. O Ensaio (Talismã – Getúlio Dórleans)
08. João Crioulo e Maria Mulata (Venâncio – Pechincha)
09. Baião da Viola (Venâncio – Corumba)
10. O Índio (Venâncio – Clóvis Cavalcanti)
11. Balança Esse Menino (Venâncio – Clóvis Cavalcanti)
12. Zé de Olinda (J. Cavalcanti – A. Carrasco)

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Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

Venâncio e Corumba – Pagodeando no côco

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Tá ai uma dupla de sucesso e de grande desconhecimento por parte dos apreciadores da boa música brasileira.

Marcos Cavalcanti de Albuquerque, o Venâncio é de Recife, PE e nasceu em 07/10/1909, Manoel José do Espírito Santo, o Corumba também é da mesma cidade e nasceu em 11/6/1914.

Venâncio iniciou a carreira artística cantando cocos nas festas de São João, Santana e São Pedro. Um dia foi convidado para substituir um ator numa apresentação teatral e acabou gostando tanto que foi fazer curso de teatro no Círculo Operário. Tornou-se diretor teatral do grupo de teatro do próprio círculo. Em 1928, conheceu Manoel José, o Corumba, formando uma das mais longas parcerias da música nordestina.

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Começaram a se apresentar na Rádio Clube de Pernambuco, onde permaneceram durante 11 anos, apresentando programas musicais e humorísticos. No princípio da década de 1940 resolveram mudar para o Rio de Janeiro para dar prosseguimento à carreira artística. Trabalharam nas rádios Tupi e Tamoio. (texto retirado do site Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira)

Compositores, cantores, radialistas e produtores tiveram suas músicas interpretadas por praticamente todos os maiores nomes da nossa música nordestina, entre eles estão: Jackson do Pandeiro, Marinês, Ary Lobo, Zito Borborema, Anastácia, Luis Wanderley, Sebastião do Rojão, Trio Nordestino entre diversos outros.

Nesse LP lançado em 1969 a dupla canta sucessos seus e músicas também de outros compositores. Destaco dessa dupla a bela adaptação “Boi da Cajarana” também gravada por Luis Vanderley e “O navio de Valença” de Antônio Valença.

Venâncio e Corumba – Pagodeando no côco
Premier – 1969

01. Mandaú quebrando pedra (Guriatã de Coqueiro – J. Haidar)
02. O navio de valença (Antônio Valença)
03. Minha Bahia (Venâncio – Corumba)
04. Sulandá (Motivo Popular do Norte – Adaptação: Venâncio – Corumba)
05. Côco rimado em Caruaru (Guriatã de Coqueiro – Vanderley Giacomini)
06. O côco sou eu (Venâncio – Corumba)
07. O boi da cajarana (Motivo Popular – Adaptação: Venâncio – Corumba)
08. Quando chego numa sala (Motivo Popular – Adaptação: Venâncio – Corumba)
09. É ou não é (Venâncio – Corumba)
10. Côco do B (José Luiz)
11. Côco do Ceará (Guriatã de Coqueiro – Reginaldo Santos)
12. Nossa saudação (Luiz de França – Venâncio – Corumba)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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