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Cap19 – Cenário atual no Brasil – Livro – O que é o Forró? (2022)

Quando a indústria fonográfica parou de injetar flashs e recursos para manter o Forró Universitário em evidência na mídia, outros estilos passaram a dominar o mercado, tirando o Forró outra vez de cena.

Em meados da década de 2000, o Forró Tradicional voltou a se fortalecer, na esteira de eventos voltados exclusivamente para o segmento, induzindo a formação de novos trios, com jovens músicos dedicados ao gênero tradicional.

O ramo tradicional do Forró continua existindo, renovado a cada ano, com surgimento de novos artistas dedicados à produção cultural mais próxima da escola pioneira.

A diferença básica hoje é o andamento, o Forró Tradicional feito no Nordeste (mais rápido) e no Sudeste (mais lento). Talvez pela forma de se dançar, no Nordeste os dançarinos se adaptaram melhor aos andamentos acelerados. Já no Sudeste o andamento das músicas é mais próximo das gravações antigas, um pouco mais cadenciado.

Hoje, mais de um século após o nascimento de Luiz Gonzaga, principal referência dos apreciadores do segmento, o Forró se espalha novamente pelo mundo, impulsionado pela dança e música peculiares, recheadas de significados e estéticas aparentemente imunes a modismos e distorções.

Um crescente e estimulante exemplo a ser seguido pelos próprios brasileiros, no geral ainda distantes de suas raízes culturais, tão respeitadas e exaltadas em todo o mundo.

Para tal, é necessário, fundamentalmente, ouvir – e, se possível, dançar – muito mais e com maior frequência as sonoridades originais. O tal “mercado” nunca fica parado. Bobeou, passou. Estudar e difundir a história da música brasileira e, particularmente, o Forró, além de prazeroso e pessoalmente enriquecedor, é parte incondicional na estratégia coletiva de resistência, em resposta às evoluções rítmicas e poéticas que renovam sazonalmente o cenário da inventiva e inigualável musicalidade nacional.

Parte do livro: O que é o Forró? Um pequeno apanhado da história do Forró./ Ivan Dias e Sandrinho Dupan. 2022 ISBN978-65-997133-0-9
Projeto contemplado pela 2a Edição do Fomento ao Forró, da “Secretaria Municipal de Cultura” da cidade de São Paulo.

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Cap19.1 – Principais Artistas Recentes do Forró Tradicional – Livro – O que é o Forró? (2022)

Segue listagem de alguns dos principais grupos e artistas mais recentes ligados ao ramo tradicional do Forró, com influências e performances diferentes, mas todos dentro da mesma proposta musical.

Principais Artistas Recentes do Forró Tradicional

• Santanna (1994)
• Mestre Ambrósio (1996)
• Cascabulho (1998
• Trio Forrozão (1998)
• Silvério Pessoa (2000)
• Trio Pé de Serra (2001)
• Targino Gondim (2001)
• Clã Brasil (2002)
• Trio Dona Zefa (2004)
• Nicolas Krassik (2004)
• Trio Potiguá (2006)
• Josildo Sá (2006)
• Trio Juriti (2007)
• Quarteto Olinda (2009)
• Trio Alvorada (2010)
• Diego Oliveira (2010)
• Dona Zaíra (2011)
• Pé de Mulambo (2011)
• Trio Lampião (2011)
• Trio Bastião (2012)
• Ó do Forró (2013)
• Trio Macaíba (2013)
• Mestrinho (2014)
• Jorge do Rojão (2014)
• Nando Nogueira (2015)
• Os Fulanos (2015)
• Coisa de Zé (2015)
• Dois Dobrado (2016)

Parte do livro: O que é o Forró? Um pequeno apanhado da história do Forró./ Ivan Dias e Sandrinho Dupan. 2022 ISBN978-65-997133-0-9
Projeto contemplado pela 2a Edição do Fomento ao Forró, da “Secretaria Municipal de Cultura” da cidade de São Paulo.

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Cap20 – O Forró conquistando o Mundo – Livro – O que é o Forró? (2022)

Apoiado pela massificação da internet, o Forró atravessou fronteiras e conquistou pessoas que nunca tinham ouvido ou dançado o estilo, e que agora rodopiam e arrastam os pés tão bem quanto os melhores dançarinos brasileiros. Diferentes povos têm se envolvido com a língua portuguesa e a cultura brasileira pelas mãos, braços e abraços do Forró, ajudando a difundir e fomentar o que há de melhor nas veias e vias sonoras do País.

Em meados da década de 2000, por meio da dança, o Forró começou a ganhar espaço fora do Brasil. Com isso, houve o primeiro êxodo de profissionais brasileiros, os professores de dança.

Em especial na Europa, o Forró ganhou força e surgiram eventos de Forró, regulares e sazonais, em diversos países. Em tais eventos, adeptos de várias nacionalidades viajam e reúnem-se para dançar, para aprender ou aperfeiçoar-se na dança, e com isso prestigiar essa nova cena artística. Essa demanda impulssionou o segundo êxodo de profissionais brasileiros, os músicos e DJs brasileiros que migram e/ou fazem turnês para ajudar a expandir a cena forrozeira.

Hoje, ocorrem Forrós em todos os continentes, com bailes semanais e grandes festivais. Por conta da grande aceitação, num futuro breve, a quantidade de adeptos do Forró superará a de dançarinos de Salsa, que hoje é o estilo de dança de salão mais praticado em todo o globo.

O Forró (dança) é muito mais fácil para se aprender os passos básicos. É um estilo versátil, tem a facilidade de absorver floreios, trejeitos e técnicas oriundas de outros estilos de dança, é plasticamente bonito, hipnótico, cativante e encantador, tanto para quem pratica quanto para quem assiste.

Essa mesma mistura ocorre também dentro da música e renova a cada dia o Forró. A integração entre músicos locais, misturados ou não aos brasileiros, com diferentes formações técnicas e influências próprias, cada um com uma linguagem específica, com métricas e harmonias peculiares, adaptam-se e celebram o Forró, cantando em português e em outras línguas também.

A receptividade do mundo pelo Forró tem sido grande e, de forma geral, deve-se a um conceito de entretenimento saudável. Música aliada à dança, unindo a amizade proporcionada pela alegria do contato da dança e a atividade física. Com essa internacionalização em franca expansão, o reconhecimento do Forró como gênero musical se solidifica dentro da história da música mundial.

Parte do livro: O que é o Forró? Um pequeno apanhado da história do Forró./ Ivan Dias e Sandrinho Dupan. 2022 ISBN978-65-997133-0-9
Projeto contemplado pela 2a Edição do Fomento ao Forró, da “Secretaria Municipal de Cultura” da cidade de São Paulo.

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Cap20.1 – Principais Artistas Recentes do Forró no Mundo – Livro – O que é o Forró? (2022)

• Fuzué (1993) Holanda
• Forró in the dark (2003) EUA
• Forró For All (2006) EUA
• Zeu Azevedo (2008) França
• Mirkka (2009) Finlândia
• Baião Brasil (2010) Espanha
• Douglas Marcolino (2011) França
• Orquestra do Fubá (2012) França
• Forró de Rebeca (2013) França
• Pimenta com Pitú (2013) França
• Luso Baião (2014) Portugal
• Forró Afiado (2014) Espanha
• Forró Bamba (2014) Inglaterra
• Toninho Almeida (2014) França
• Forró Mior (2015) Itália
• Forró Pifado (2015) França
• Michael LaValle (2016) EUA
• Bel Air de Forró (2016) França
• Forró de KA (2017) Alemanha
• Forró Raffut (2017) França
• Lu Garrote (2020) Argentina
• Da Gota (2020) Chile

Parte do livro: O que é o Forró? Um pequeno apanhado da história do Forró./ Ivan Dias e Sandrinho Dupan. 2022 ISBN978-65-997133-0-9
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Cap21 – Influências do Forró na música contemporânea – Livro – O que é o Forró? (2022)

Internacionalmente, 1950 foi a década do Baião, influenciou na formação de músicos pelo mundo afora e gerou inúmeras gravações, desde reproduções tradicionais, imitações, híbridos e versões em diferentes idiomas, com cada local e intérprete.
Já consolidado nas grandes capitais e na mídia brasileira, ganhou espaço em todos os continentes e diversificou ainda mais o seu público ao conquistar as grandes telas de cinema.

Na Itália, a atriz Silvana Mangano cantou o “Baião de Ana” no filme “Arroz amargo”, em 1949. Nos Estados Unidos, em 1950, Carmem Miranda cantou uma versão em inglês de “Baião” no filme “Nancy goes to Rio”, intitulada “Ca-room pa pa”. E na França, no Festival de Cannes, em 1953, o filme “O Cangaceiro”, de Lima Barreto, recebeu uma menção especial à sua trilha sonora.
No Brasil, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, participou do filme “Hoje o galo sou eu”, em 1958, cantando a música “Olha a pisada”. E no ano seguinte, em 1959, Jackson do Pandeiro cantou a música “Baião” no filme “Cala a boca Etelvina.
Tocado em todo o mundo, o Baião “Delicado”, de Valdir Azevedo, ficou muito famoso, recebeu diferentes arranjos e foi regravado diversas vezes. Um outro exemplo icônico é a cantora japonesa Keiko Ikuta que em 1956 gravou, em 78 RPM, versões em japonês das músicas “Paraíba” e “Baião de dois”.

Os produtores fonográficos norte-americanos também estavam atentos ao Baião, absorvendo suas influências em composições novas no idioma local, como a música “Save the last dance for me”, gravada em 1960 pelo conjunto vocal The Drifters.
O principal difusor do Forró no exterior foi o genial sanfoneiro Sivuca. Em 1959 ele foi morar na Europa, de onde viajou para o mundo durante cerca de 20 anos, tocando, gravando, ensinando e influenciando musicalmente por onde passou.

Uma lenda que circula dentre os músicos é que em meados da década de 1960 as ondas de rádio do norte do Brasil levaram a nossa música até a Jamaica. Bob Marley ouviu o som dos Xotes de Gonzagão e do Trio Nordestino e se deixou influenciar, transformando para sempre a sua música.

No Brasil, o Rock’n’roll viria a dominar o mercado no decorrer da década de 1960, o Baião aos poucos perdeu espaço na mídia e saiu de moda nas grandes cidades. Mas continua, firme e forte, através das gerações, tocando junto com os gêneros cultivados nos Forrós.

Por conta dessa transmissão orgânica de conhecimento, das migrações domésticas e da miscigenação do povo, muitos dos ritmos que compõem o Forró desfrutam de respeito e carinho por parte de muitos artistas, enraizados no subconsciente coletivo de todo brasileiro. Ícones de diferentes segmentos musicais, em algum momento de suas carreiras, reverenciaram o Forró em suas gravações.

Parte do livro: O que é o Forró? Um pequeno apanhado da história do Forró./ Ivan Dias e Sandrinho Dupan. 2022 ISBN978-65-997133-0-9
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Cap22/23- Cenário Futuro / Leituras Complementares – Livro – O que é o Forró? (2022)

O Forró sempre serviu de válvula de escape psicológica para suportarmos melhor as mazelas da realidade do dia a dia. Em todas as épocas e situações em que o Forró ocorreu, e ainda ocorre, as pessoas trabalham arduamente, em diversas funções e profissões, cansam seus corpos durante a labuta semanal, com o alento em mente de chegar ao final de semana, mudar de ambiente, vestir roupas confortáveis, confraternizar com os amigos e purificar a alma através da dança e da música. Isso não vai mudar! =)

Entretanto, com o passar do tempo, os conceitos sociais e éticos mudam, e hoje é possível abordar assuntos que, pouco tempo atrás, enfrentariam sérios pré-conceitos. Conceitos como igualdade étnica, social e de gênero, respeito à diversidade e às diferenças, por exemplo, hoje evoluíram tanto que algumas letras de músicas antigas passam a parecer assustadoras, e são. São retratos de uma época.

Um hábito, uma tradição, um conhecimento passado de pais para filhos durante séculos, uma dança que ficou preservada no tempo durante esse período. Hoje com escolas de dança dedicadas ao segmento, novas técnicas sendo incorporadas e a tecnologia disponível para todos, cada vez mais a dança e a música do Forró vão se espalhar pelo mundo.
A cada ano surgem novos adeptos, da dança e da música, renovando a cena artística. E mesmo com seus altos e baixos, o Forró continua firme e forte.

Como exercício individual, com aplicações coletivas, fica no ar a pergunta que só o futuro responderá com a solidez necessária: “Qual o próximo passo do Forró?”.

Em meio às variáveis previsões, apenas uma se faz perene e imutável:

Puxe o fole, sanfoneiro!

Leituras complementares

Existe um razoável repertório de livros e teses abordando a temática “forrozística” com o devido zelo documental e crítico. Ensaios, dicionários, livros reportagem e biografias (além de incontáveis documentários disponíveis na internet) têm surgido nas últimas décadas com regularidade promissora, embora ainda de forma tímida, considerando a vastidão de itens, fatos e personagens.

É campo aberto para novas e diversificadas pesquisas e abordagens. História em construção, as indicações de leitura que seguem não esgotam o assunto, mas servem como irrigação perene nesse chão fértil de possibilidades. Uma base para o plantio de outras colheitas.

Pesquise, leia, ouça, garimpe, mas acima de tudo, compartilhe o conhecimento, as músicas, os vídeos, os textos, as fotos, enfim… Multiplique o Forró!!

Parte do livro: O que é o Forró? Um pequeno apanhado da história do Forró./ Ivan Dias e Sandrinho Dupan. 2022 ISBN978-65-997133-0-9
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Cap24/25/26 – Autores / Agradecimentos / Bibliografia – Livro – O que é o Forró? (2022)

Pesquisa e texto (Research and text)

Ivan Dias (SP), pesquisador, DJ, músico, produtor artístico e de eventos, ativista cultural
(researcher, DJ, musician, artistic and event producer, cultural activist)

Sandrinho Dupan (PB), músico, produtor artístico e pesquisador
(musician, artistic producer and researcher)

Ilustrações (Illustrations)

Ramon Vieira (SP), cantor, compositor, pesquisador de Cultura Popular e artista plástico
(singer, composer, Popular Culture researcher and plastic artist)
Patri Salgado (SP), músico, artista plástico, editor, cineasta e cartunista
(musician, artist, editor, filmmaker and cartoonist)
Gabi Maurisso (MG), produtora digital e ativista cultural
(digital producer and cultural activist)

Agradecimentos (Thanks to)

À Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), ao Museu dos 3 Pandeiros (MAPP), ao professor da UFPB Dennis Bulhões, ao coreógrafo (choreographer) Mauro Araújo, à dançarina (dancer) Leandra Farias, à professora Elvira Gabriela, ao professor Carlos Sandroni; aos músicos (musicians): Parafuso, Marcos Farias, Roninho do Acordeon, Thiago Calixto, Alexandra Nícolas, Pedro Miguel, Kamilo Lima e Jader Finamore; aos colecionadores (collectors)/ pesquisadores (researchers): Érico Sátiro e Lourenço Molla.

Entrevistas com (Interviews with) Parafuso, Luizinho Calixto, Tiziu do Araripe, Edson Duarte, Cláudio Rabeca, Denis Ferreira, Cacai Nunes, Carlos Valverde, Dió de Araújo, Eduardo Monteiro, Amorim Filho e Zé Luan.

Referências Bibliográficas (Bibliographic References)
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Palestra com o pesquisador Paulo Vanderlei, na UEPB, maio/2012.
Museu de Arte Popular da Paraíba – UEPB (Pesquisa de áudios, vídeos e imagens)
Entrevista de Jackson do Pandeiro para a Revista Veja, em 13/05/1981.

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