Programa Pedro Sertanejo – Música e Alegria

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

“Gravações ao vivo feitas na Rádio Clube de Santo André, com participações de Luiz Gonzaga, Marinês…”

Programa Pedro Sertanejo – Música e Alegria

01 – A Sorte é cega (Luiz Gonzaga)
02 – Mané e Zabé (Luiz Gonzaga e Marinês)
03 – Maceió (Luiz Gonzaga)
04 – Xaxado (Luiz Gonzaga)
05 – Forró em Caruarú (Jackson do Pandeiro)
06 – Capoeira mata um (Jackson do Pandeiro e Almira Castilho)
07 – O Navio tá bom na Marcha (Jackson do Pandeiro e Almira Castilho)
08 – Baixaria (Jackson do Pandeiro e Raimundinho)
09 – Zé do Padre (Raimundinho)
10 – Secretária do Diabo (Jackson do Pandeiro e Almira Castilho)
11 – Berimbau (Jackson do Pandeiro e Almira Castilho)
12 – 1×1 (Jackson do Pandeiro e Almira Castilho)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

8 comments

  • Diêgo Andrade (Juazeiro-ba)

    Quero parabenizar o forró em vinil e ao everaldo santana por esse aúdio maravilhoso, isso é uma raridade que não tem preço, estou sem palavras para resumir a alegria que fiquei ao poder ouvir esse trabalho !!!

  • rafa sanfoneiro

    Que maravilha parabéns é tão bom poder usufruir destas
    Maravilhas olvir Gonzaga cantar ao vivo não tem
    Preço PARABÉNS

  • Everaldo Santana

    Pedro Sertanejo gravava todos episódio importante do programa que mantinha na Rádio Clube de Santo André na décad de 70. Destes Arquivos que estão em poder do Castanheiro foram feitos 2 CDs que já estão em poder do Ivan para serem postados. As músicas foram retiradas de fitas K7 pelo Tião, um técnico da antiga gravadora Cantagalo. Eu editei as faixas no Sound Forge para dar uma melhorada. No outro CD tem uma seleção de 8 Baixos do Abdias ao vivo e trambém Marinês e Zé Gonzaga cantando ao vivo.

  • Correia Filho

    Caríssimo Everaldo, sou o filho de Correia do Oito Baixos, seu conterrâneo sergipano. Preciso entrar em contato contigo. Meu e-mail é correiabass@yahoo.com.br . Parabéns pela maravilha de postagem aqui no blog. Esse material ao vivo é de suma importância para mim. Valeu!

  • Ademir

    Everaldo, parabéns pelo cd, pena que não é em vídeo. Vê se consegue estas relíquias em vídeo sou admirador da musica nordestina, em especial de nossa eterna rainha do xaxado MARINES. Se voce tiver mais video da MARINES, Favor publicar. Obrigado Ademir seu conterraneo de Aracaju.

  • Bob Cavalcante

    Everaldo, sou amante das coisas de Luiz e demais nordestinos, quero parabenizar por essa relíquia, eu procuro jingles de Luiz Gonzaga, quando eu era criança ouvia na rádio Novo Nordeste de Arapiraca um jingle do CAFÉ SUL-AMERICANO, quem tiver esse jingle ou outros entre em contato pelo email: boblimacavalcante@hotmail.com

    Quem sabe se FORRÓ EM VINIL, não posta um disco só de jingles de Luiz Gonzaga e outras feras do forró…

    Sou amante pelos jingles de Gonzaga pode entrar em contato, vamos divulgar essas raridades!

  • jose alves de lima

    Bob.
    tenho aqui uma seleção de 43 jingles do gonzaga
    mas não tem o que você quer.
    tem o café pretinho.

    obs. você querendo o gonzaga e eu querendo os de elino julião.

    ZE LIMA NITEROI

  • Fernando Moura

    Toc, toc, toc…
    “Dono da casa, boa noite, boa noite, boa noite!”
    Saudações a todos…

    Antes de entrar na ampla sala dos debates, preciso me apresentar. Sou jornalista, historiador e pesquisador musical. Há tempos que usufruo e me deleito com este espaço relevante e democrático, essencial como fonte de prazer e documental. Como biógrafo de Jackson do Pandeiro, infelizmente, à época da pesquisa, o “Forró em Vinil” não existia (ou não conhecia), não podendo contar com esse valioso canal de referências musicais “reais”, cujas preciosidades, tanto referentes a Jackson como a outros intérpretes, músicos e compositores que gravitaram em seu “reinado dos ritmos”, a exemplo de Jacinto Silva, Elino Julião, Severo, Raimundinho, Antonio Barros, Abdias, Ary Lobo, entre outros. teriam ajudado a compreender melhor e em menos tempo esse vasto e fascinante universo nordestino. Talvez tenha sido até melhor, pois com uma discografia tão vasta e representativa como esta, disponível a um “clique”, a pesquisa demorasse ainda mais que os 8 anos originais. Tudo tem seu tempo.

    Pelo acúmulo de afazeres, vinha adiando essa interação com os responsáveis e colaboradores deste “sítio”, aguardando o melhor momento para “pagar” o que tenho recebido de forma tão generosa e organizada. Inevitavelmente, essa hora vai chegar. É produtivo e revigorante colaborar com iniciativas como a do “Forró em Vinil”. Enche o peito de orgulho e nos tranquiliza um pouco, ao saber que a discografia brasileira tem uma adequada e digna acomodação, em meio ao descaso predominante. Estou mais perto que longe de quebrar essa relação unilateral.

    Me antecipo em alguns meses, no entanto, em decorrência dessa postagem do Everaldo Santana. É de uma importância sem mensuração, principalmente no que se refere a parte de Jackson e Almira, exatamente pela escassez de fontes sonoras como a coletada e disponibilizada por aqui. Tão valioso, que peço licença para incluir na edição revista e ampliada da biografia “Jackson do Pandeiro – O Rei do Ritmo”, prevista para ser lançada em comemoração ao centenário do ritmista, em 2019. Além do correto registro das fontes, também precisaria esclarecer, com mais detalhes, as circunstâncias de tal gravação. Vi um comentário do Everaldo, mais acima, onde ele dá as pistas iniciais, mas sem a data, local e outras minúcias sobre o encontro.

    Para ajudar na cata desses dados, caso o amigo se disponha a mexer nesse angu, asseguro que não deve ter sido após 1967, como me parece ser a informação disponível. Após a separação de Almira e o fim dos compromissos contratuais, nunca mais eles se encontraram depois de 67 para realizar qualquer show, gravação ou programa radiofônico. Tanto a própria Almira, familiares de Jackson e a segunda e última mulher de Jackson, Neuza Flores, asseguraram isso.

    Bem, de qualquer forma, independente da data certa, já é um documento inestimável e muito bem vindo, agora, ao acervo que disponho sobre o rei. De certa forma, foi um presentação de Natal.

    Se tiver mais, aceito como presente de aniversário.

    Grande abraço e grato a vocês por esse trabalho inigualável.

    João Pessoa, 2 de dezembro de 2015

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