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Quinteto Violado – Asa Branca

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens

“…Mas esse disco do Quinteto Violado é particularmente especial. Ele foi o primeiro do grupo, lançado pela gravadora Phillips, antes do Quinteto realizar as históricas gravações com a Marcus Pereira.

A história da capa desse disco também é curiosa. Nesse mesmo ano (1972) uma banda de hard Rock inglesa, chamada Paladin, lançou o disco Charge!, com essa capa que vemos abaixo:

Reparem que é praticamente idêntica à capa do disco do Quinteto Violado. Quem fez a ilustração do disco do Paladin foi Roger Dean, um ilustrador que assinou as capas de dezenas de discos de bandas progressivas da década de 1970. Parece que a Phillips, gravadora do disco do Quinteto, usou o desenho e ainda introduziu nele algumas alterações, como o chapéu de cangaceiro do cavaleiro. Foi em uma turnê ao Japão que os músicos do Quinteto tomaram conhecimento dessa cópia, e, a partir daí, os relançamentos desse disco passaram a ter outra capa, com essas aves brancas voando.

Exatamente por isso, os LPs com essa primeira capa são raridades, peças de colecionador. Mas as músicas são as mesmas.

Como foi o primeiro disco do Quinteto Violado, está repleto de clássicos, como Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, Vozes da Seca e de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O destaque fica para o belíssimo arranjo de Asa Branca.”

Quinteto Violado – Asa Branca
1972 – Philips

01-Asa Branca (Luiz Gonzaga-Humberto Teixeira)
02-Freviola (Marcelo Melo)
03-Santana (Fernando Filizola)
04-Reflexo (Luciano Pimentel-Fernando Filizola-Toinho Alves)
05-Imagens do Recife (Deda- Marcelo Melo-Toinho Alves)
06-Roda de ciranda (Marcelo Melo-Toinho Alves)
07-Baião da garoa (Luiz Gonzaga-Hervê Cordovil)
08-Acauã (Zé Dantas)
09-Marcha nativa dos índios Quiriris (Marcelo Melo-Toinho Alves)
10-Vozes da seca (Luiz Gonzaga- Zé Dantas)
11-Agreste (Fernando Filizola-Sando)

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CD – Galo da Madrugada 2012 – Galo, Frevo e Folião – Homenagem a Gonzagão

Colaboração do Jairo Melo, de Vicência – PE

“O CD Galo da Madrugada 2012 – Galo, Frevo e Folião em homenagem ao centenário do Rei Luiz Gonzaga. O disco vem composto pelas 12 músicas que concorreram a música oficial do Galo da Madrugada 2012.

A música vencedora é a do título do CD, a faixa 8, Galo, Frevo e Folião, composição de Nuca e Eriberto Sarmento, com interpretação do forrozeiro Josildo Sá.”

Galo da Madrugada 2012 – Galo, Frevo e Folião – Homenagem a Gonzagão

01 – A Asa Branca e o Galo Multicor – intérp. João Lima (Cláudio Almeida)
02 – O Rei do Baião no Reino de Momo – intérp. Ed Carlos (Ed Carlos)
03 – O Galo e o Rei – intérp. Gil Cordas (Edson Rodrigues e Paulinho Mafe)
04 – O Galo no Terreiro do Sertão – intérp. Fernando Azevedo (Fernando Azevedo)
05 – Luiz, Lua, Luar – intép. Alessandra e Bia Cavalcanti (Getúlio Cavalcanti)
06 – O Galo Canta pra Gonzaga – intérp. Almir Rouche (Jota Michiles)
07 – O Galo e o Rei do Baião – intérp. Nena Queiroga (Nena Queiroga)
08 – Galo, Frevo e Folião – intérp. Josildo Sá (Nuca e Eriberto Sarmento)
09 – Luiz Gonzaga no Galo – intérp. Quinteto Violado (Dudu Alves)
10 – Romance da Asa Branca com o Galo da Madrugada – intérp. Rogério Rangel (Rogério Rangel)
11 – Vira e Mexe do Galo – intérp. Banda Som da Terra (Rominho, Zé Carlos e Cayto)
12 – No Mundo do Lua – intérp. Ligia Miranda (Tiago Asfora)

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CD – Xico Bizerra – Forroboxote 09

Colaboração do Xico Bizerra

“Candeeiros e Neons são cúmplices da luz, cada qual ao seu modo. Se um reluz menos, compensa seu menos-brilhar com o sentimento da saudade, da lembrança, do romantismo. Se mais o outro brilha, sua luz se confunde com clarões outros, tão intensos e modernos quanto a dele, difundindo-se. Mas, ao final, cumprem a mesma função de desescurecer o que claro deve estar, num terreiro do sertão ou num asfalto da metrópole.

A luz deles emanava e emana, antes e agora. O tradicional evolucionou para o moderno, com deslocamentos graduais e harmônicos, sem perder sua característica principal e sem desvirtuar o objetivo essencial do iluminar. Apenas evoluiu, transformou-se acompanhando seu tempo, modernizando-se, mas mantendo o elemento físico contra o qual se dirigem suas operações: A LUZ. O raio do novo, a luminosidade do luzente, a claridade de um sol recente depois da espessa e densa neblina da escuridão.

O Candeeiro é SIMPLES e TRADICIONAL. O Neon é MODERNO, é SOFISTICADO. Buscamos, em quase 200 horas de estúdio e com o apoio de 58 pessoas diretamente envolvidas no processo – intérpretes, compositores, músicos, técnicos, arranjadores, produtores, designer gráfico, tornar confluentes esses conceitos antagônicos, promovendo a convergência do tradicional, representado pelos ritmos nossos, com o moderno, vestindo-os com um figurino atualizado. As canções, simples e sem maiores complexidades melódico-harmônicas, plenamente entendível para qualquer ouvido, se revestem de sofisticação – sem a presunção que o termo sugere, mas consciente do cuidado na elaboração dos arranjos e nas escolhas que fizemos para a consecução de cada uma delas.

Não sei se é um disco de forró, embora alguns deles aqui estejam. Talvez melhor classificá-lo como um disco de música regional, ou, simplesmente de um disco. Só. De um disco que não envergonharia àquele a quem dedico o trabalho: TOINHO ALVES, pela competência, pelo talento e por tudo que representou para a nossa Música, além de reunir em sua obra todos os conceitos que dão sustentação a esse trabalho. Ele também era tradicional e moderno, simples e sofisticado. Por isso era tão bom, por não se render à acomodação da mesmice, ao pé fincado apenas no ontem, sem o coração no hoje, sem a alma no amanhã, sem a crença no sempre.

Aí está o CANDEIROS e NEONS. Devem ser acendidos sem preconceitos. E que a luz que deles advir resulte no despertar da importância da arte na consolidação de nossa Nordestinidade. Ontem, hoje e sempre.

XICO BIZERRA, numa noite de um quase Outubro do ano 10, vendo uma estrela passear sobre o mar do Recife, refletindo na alma de quem vê sua LUZ o desejo de que os homens sejam do bem, de que o mundo seja melhor, de que os dias sejam de paz. E será.”

Textos retirados do sítio oficial de Xico Bizerra, para mais informações, acesse: http://www.forroboxote.com.br

Xico Bizerra – Forroboxote 09
2011

01. Cores da alegria (Xico Bizerra – Maria da Paz) Irah Caldeira
02. Pano do dia um (Xico Bizerra – Maciel Melo – Zeh Rocha) Maciel Melo
03. Estrada longa (Xico Bizerra – Bráulio Medeiros) Cezzinha e Elba Ramalho
04. Santa Trindade (Xico Bizerra – André Macambira) André Rio
05. Eu e nós (Xico Bizerra – André Macambira) André Macambira
06. Hoje tem forró (Xico Bizerra – Fábio Passadisco) Silvério Pessoa
07. Ciço e Luzia – Uma opereta matuta (Xico Bizerra – Carlos Villela) Xangai e Bia Marinho
08. Festa das cores (Xico Bizerra – Maria da Paz) Cristina Amaral
09. Claridádiva (Xico Bizerra – Zeh Rocha) Geraldo Maia
10. Pise de mansinho (Xico Bizerra – Luiz Gonzaga) (Parc Póstuma) Santanna
11. Domingos (Xico Bizerra – Carlos Villela) Nena Queiroga
12. O romance do fole com a viola (Xico Bizerra) Zé Brown e Xico Bizerra
13. Noites do meu lembrar (Xico Bizerra – Carlos Villela) Carlos Villela
14. Baião das cores (Xico Bizerra – Carlos Villela) Flávio Leandro
15. O longe é perto (Xico Bizerra) Edilza Aires e Bárbara Aires
16. Olinda, Holanda (Xico Bizerra – Toinho Alves) Toinho Alves e o Quinteto Violado

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CD – Coletânea – Viva Gonzagão! É forró é xote é baião

Colaboração do Nilson Araújo, da Sala Nordestina de Música

“Olha uma raridade!
LP lançado em 1994, posteriormente lançado em CD, mas difícil de ser encontrado.
Uma preciosidade, principalmente para os fãs de Gonzagão.”

Coletânea gravada em 1994 com os seguintes artistas: Fagner, Alceu Valença, Dominguinhos, Alcione, Chico Buarque, Mastruz com leite, Geraldo Azevedo, Oswaldinho do acordeon, Sivuca, Marinês, Zé Ramalho, Quinteto Violado, Luiz Gonzaga e Gonzaguinha.

Coletânea – Viva Gonzagão! É forró é xote é baião
1994 – BMG

01 -São João de Gonzagão – Fagner e Marinês
Olha pro céu ( L. Gonzaga e José Fernandes)
São João na roça (L. Gonzaga e Zédantas)
Noites brasileiras (L. Gonzaga e Zédantas)
02 -Baião (L.Gonzaga e H. Teixeira) – Alceu Valença
03 -Vem morena (L. Gonzaga e Zédantas) – Dominguinhos
04 -Qui nem jiló (H. Teixeira e L. Gonzaga) – Alcione
05 -Xote das meninas (L. Gonzaga e Zédantas) – Chico Buarque
06 -São joão do carneirinho (Guio de Moraes e L. Gonzaga) – Forró Mastruz com leite
07 -Sabiá (L. Gonzaga e Zédantas) – Geraldo Azevedo
08 -Viva Gonzagão – Oswaldinho, Dominguinhos e Sivuca
Pagode Russo (L. Gonzaga e João Silva)
Eu quero chá ( L. Gonzaga e Zé Marcolino)
Fuga da África (Luiz Gonzaga)
09 -Asa branca (L. Gonzaga e H.Teixeira) – Fagner
10-Forró no escuro (Luiz Gonzaga) – Marinês
11-Paraíba (H.teixeira e Luiz Gonzaga) – Zé Ramalho
12-Juazeiro (L.Gonzaga e H.Teixeira) – Quinteto Violado
13-A vida de viajante (Hervê Cordovil e Luiz Gonzaga) – L. Gonzaga e Gonzaguinha

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CD – Xico Bizerra – Forroboxote 04 – Cantadores da nação de Seu Luiz

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Colaboração do Nilson Araújo, da Sala Nordestina de Música.

“Tentar homenagear Gonzagão é mais perigoso do que navalha amolada na mão de barbeiro míope. Isto porque qualquer reverência que se preste ao Rei do Baião, por maior que seja, ela será sempre muito pequena ante a grandiosidade de sua obra, à imensidão de seu perfil artístico, como cantor, como instrumentista, como homem, reconhecido do Oiapoque à Baixa da Égua, da Caixa-Prego ao Chuí, do Exu ao Mundo. Mas mesmo assim e modestamente, ousei fazê-lo, emboramente tenha me dado um esfriamento espinha abaixo, pela responsabilidade.

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Como não sou besta – embora dele possa até ter a cara, botei os pés na carreira, feito sangria desatada, fui na bodega de prateleiras sortidas de talento e enchi balaios e caçuás com grandes cantadores dessa Nação Nordeste, a eles entregando um pote cheio de canções: a cada tibungar do caneco, a acontecência de xotes, baiões, todas, arrasta-pés e sambas de latada. Em alguns casos, além de malinar as palavras, babosear os motes e escruvitiar as rimas, atrevi-me a melodiar versos. Noutros, para a felicidade de todos e o bem geral do forró, tive a sorte de contar com parceiragens honrosas na do-re-mi-zação dos meus poemas: afago especial para Maria Dapaz, Flávio Leandro, Genaro, Bruno César e Ozi dos Palmares, parceiros musicais e afetivos, hóspedes do meu peito, do lado esquerdo. Como serviço que se preza só presta se for bem feito, convoquei uma seleção de tocador arretada: capitaneada por Mestre Genaro, se achegaram Quartinha, Raminho, Toninho, Wellington, Apolo, Adelmo, Bozó, Chico Botelho, Egildo, Dora e Walkyria. Não bastasse o enxerimento, convidei o Quinteto Violado e eles aceitaram. Esses músicos, todos eles, são vizinhos parede-e-meia dos cabras citados ne’stante, dentro do meu coração.

O disco taí: agora, resta a escutação. Espero que gostem, como eu gostei. Da primeira vez que o bicho bateu nas minhas oiças, ainda demo e antes de ir pra maternidade pra ser parido ‘de vera’, o terreiro dos meus ‘ói’ foi aguado a cada faixa; só que eu sou suspeito: tenho pelos músicos, pelos intérpretes e pelos parceiros um respeito muito grande, só menor do que o bem que quero a todos eles; pelo homenageado, mais que isso, tenho idolatria, pelas carradas de alegria transportadas na carroceria de sua alma, subindo e descendo os pés-de-serra da vida para acarinhar e sertanejar as boléias dos corações matutos.

Dedico este disco a ‘seu’ Luiz e a todos os irmãos do forró, que com fé e luta juntam suas mãos às minhas na guerrilha da paz, empunhando punhais de amor e fuzis de alegrias mil para preencher as trincheiras das nossas almas com forró, emoção e bem-querença das grandes.
XICO BIZERRA, em Dezembro de 2004″

Para conhecer mais sobre o poeta Xico Bizerra, acesse http://www.forroboxote.com.br

Xico Bizerra – Forroboxote 04 – Cantadores da nação de Seu Luiz
2005

01 -Romeiros do destino- (Xico Bizerra) Israel Filho
02 -Pérolas de algodão-(Ozi dos Palmares/Xico Bizerra) Paulinho Leite
03 -Baião vagamundo-(Xico Bizerra) Flávio José
04 -Musa-(Genaro/Xico Bizerra) Dominguinhos
05 -Oração do sanfoneiro-(Xico Bizerra) Santanna, o cantador
06 -Bom de prosa-(Maria da Paz/Xico Bizerra) Petrúcio Amorim
07 -Farelim de nada-(Xico Bizerra) Maciel melo
08 -Chão dos amantes-(Maria da Paz/Xico Bizerra) Rogério Rangel
09 -Oceano do querer-(Maria da Paz/Xico Bizerra) Jorge de Altinho
10-Oferendar-(Flávio leandro/Xico Bizerra) Flávio Leandro
11-Toró de alegria-(Maria da Paz/Xico Bizerra) Joquinha Gonzaga
12-Esconderijo do amor-(Genaro/Xico Bizerra) Genaro
13-Fazedeira do amor-(Maria da Paz/Xico Bizerra) Anchieta Dali
14-Menina Bonita-(Bruno Cesar/Xico Bizerra) Ivan Ferraz
15-Aroma de alegria-(Xico Bizerra) Alcymar Monteiro
16-Lua Brasil-(Xico Bizerra) Quinteto Violado

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Quinteto Violado – A Missa do Vaqueiro

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Em 1976 Luís Gonzaga dividiu o palco da Missa do Vaqueiro com o Quinteto Violado. A partir daquele ano, o grupo passou a se apresentar em todas as edições do evento.

Também em 1976 o grupo levou ao palco e gravou em disco, pela primeira vez, a trilha musical da Missa, composta por Janduhy Finizola para a cerimônia litúrgica. O espetáculo teve cenografia inspirada na literatura de cordel. O palco, em forma de ferradura, simbolizava o espaço original da Missa – o Parque Estadual do Vaqueiro.

O Quinteto voltou a trabalhar o tema da Missa do Vaqueiro em 1991, quando regravou a trilha com uma roupagem contemporânea de arranjos e instrumental. Em 1992, realizou o vídeo Missa do Vaqueiro, com direção de Tizuka Yamasaki. (Texto extraído do Sítio oficial do Quinteto Violado)

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Essa é mais uma colaboração do Jaílson Gonzaga, de Simões Filho – BA. Creio que retirada a partir do Blog Cápsula da Cultura. Ele escreveu as seguintes palavras:

“Que bom que vcs gostaram e publicaram o song book que eu enviei de Hermeto Pascoal, aproveito e agradeço pelo song book do Gonzagão. Desta vez estou enviando Quinteto Violado com A Missa do Vaqueiro, espero que também seja do agrado, abraço”

Regravação da Trilha sonora da Missa do Vaqueiro de 1976, composta por Janduhy Finizola, com a inclusão do poema de D. Helder Câmara: ”Vaqueiro, meu irmão vaqueiro”, em disco comemorativo dos 20 anos do grupo. (Trecho extraído do sítio do Instituto Memória musical Brasileira)

Quinteto Violado – A Missa do Vaqueiro
1991

01. Vaqueiro Meu Irmão Vaqueiro (D. Helder Câmara) – Poema de D. Helder Câmara – Ilustração musical do Quinteto Violado
02.

  • Toada de Gado (Vavá Machado / Arlindo Marcolino)
  • A Morte do Vaqueiro (Nelson Barbalho / Luis Gonzaga)

03. Jesus Sertanejo (Janduhy Finizola)
04. Kyrie Eleison (Janduhy Finizola)
05. Gloria (Janduhy Finizola)
06. O Credo (Janduhy Finizola)
07. Ofertório (Janduhy Finizola)
08. Sanctus Sanctus (Janduhy Finizola)
09. Pai Nosso (Janduhy Finizola)
10. Comunhão (Janduhy Finizola)
11. Canto de Despedida (Janduhy Finizola)

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CD – João do Vale – João Batista do Vale

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Esse CD foi idealizado por Chico Buarque e ganhou o premio Sharp de melhor disco de música regional, em 1994, ano de seu lançamento.

“Foi o quinto de oito irmãos, dos quais apenas três sobreviveram à infância pobre. Os pais eram agricultores pobres e sem terra. Por volta dos seis anos de idade foi apelidado de “Pé de xote”, pois vivia pulando e dançando.”(Trecho extraído do Dicionário Cravo Albin de MPB)

O trabalho reúne diversos artistas, como Alcione, Alceu Valença, Chico Buarque, Ednardo, Edu Lobo, Fagner, Geraldo Azevedo, Ivon Cury, João Bosco, Luiz Vieira, Maria Bethânia, Marinês, Miucha, Paulinho da viola, Quinteto violado e Zé Ramalho.

Cada música tem um time diferente de instrumentistas e arranjadores, a maioria dos arranjos foi feito por Sivuca, Zé Américo e Marquinhos, destaque para “Pisa na fulô”, “De terezina a São Luiz”, “Forró do beliscão”, “Na asa do vento”, “Peba na pimenta” e “”Matuto transviado”.

João do Vale – João Batista do Vale
1994 – RCA

01 Minha história (Raimundo Evangelista – João do Vale)
02 Pisa na fulô (Silveira Jr. – Ernesto Pires – João do Vale)
03 De Terezina a São Luiz (Helena Gonzaga – João do Vale)
04 Carcará (José Cândido – João do Vale)
05 Pipira (José Batista – João do Vale)
06 O canto da ema (Alventino Cavalcanti – Ayres Vianna – João do Vale)
07 Forró do beliscão (Ary Monteiro – João do Vale)
08 A voz do povo (Luiz Vieira – João do Vale)
09 Estrela miúda (Luiz Vieira – João do Vale)
10 Na asa do vento (Luiz Vieira – João do Vale)
11 As morenas do grotão (José Cândido – João do Vale)
12 Peba na pimenta (Adelino Rivera – José Batista – João do Vale)
13 Uricuri (José Cândido – João do Vale)
14 Matuto transviado (Luiz Wanderley – João do Vale)
15 Maria Filó (Luiz Vieira – João do Vale)
16 O bom filho à casa torna (Eraldo Monteiro – João do Vale)

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Quinteto Violado – Enquanto a Chaleira não Chia

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Em 1971 surgiu em Pernambuco um grupo musical que traçava um novo caminho para a MPB. O ‘Quinteto Violado’ apresentava uma proposta fundamentada nos elementos musicais da cultura regional, através de trabalhos de pesquisa e da própria vivência de cada um dos seus integrantes, todos nordestinos.

Toinho Alves, voz e contrabaixo do Quinteto Violado, é o responsável pela coordenação musical dos arranjos, repertório, produção artística dos discos e direção musical dos espetáculos.
Fernando Filizola, violeiro e sanfoneiro desde a primeira formação do Quinteto Violado.
Marcelo Melo, violão e voz predominante do Quinteto Violado, passou também a tocar viola de 12 cordas, após a saída de Fernando Filizola.
Luciano Pimentel, explorava bastante os acessórios percussivos, tinha o hábito de usar um ganzá enquanto tocava a bateria, proeza que instigava a curiosidade dos músicos e dos observadores mais atentos.
Luciano Medeiros, é um dos integrantes mais antigos do Quinteto, toca violão em alguns arranjos.
Sando, tinha apenas 13 anos de idade quando entrou para o Quinteto, antes da gravação do primeiro disco, estudava flauta desde os sete anos e chamava a atenção pelo seu virtuosismo, saiu em 1977. Da formação inicial foi o primeiro a abandonar o grupo.
Um músico que passou pelo Quinteto e deve ser citado é o recifense Zé da Flauta, que entrou em 1977, deixou o grupo em 1981 e hoje é um ativo produtor fonográfico da nova cena musical pernambucana.

Conseguindo extrair das mais simples manifestações populares a sua essência rítmica e melódica, o Grupo criou uma nova concepção musical, cujo traço fundamental é a interação entre o erudito e o popular, sem desfiguração, reafirmando a idéia de que toda arte é sempre a universalização do popular.

O Quinteto Violado foi um dos primeiros artistas brasileiros a incorporar o conceito de grupo musical-empresa. Para viabilizar uma mobilidade que se fazia necessária, atendendo às exigências da infra-estrutura de som e cenários que as apresentações demandavam, a saída foi comprar um ônibus, que permitiu ao Quinteto realizar a proeza de percorrer mais de 1 milhão de quilômetros por estradas de todas as regiões do Brasil – alcançando ainda alguns países da América do Sul. (Informações extraídas do site oficial do Quinteto)

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Os ritmos do forró predominam neste LP, voltado para o período junino, que traz as participações especiais de Luiz Gonzaga, na marchinha “Lorota Boa”, e de Dominguinhos, em “A Fé do Lavrador”.

Foi o único lançamento do Quinteto Violado pela RCA, destaque para a produção de Oséas Lopes, do Trio Mossoró e para a música: “O forró ta cheio” de João silva e Manoel Euzébio.

Quinteto Violado – Enquanto a Chaleira não Chia
1984 – RCA

01. Enquanto a Chaleira não Chia (João Silva – Zé Mocó)
02.
Noites Brasileiras (Zé Dantas – Luiz Gonzaga)
Fogueira de São João (Luiz Gonzaga – Carmelina Albuquerque)
Lorota Boa (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
03. Bom Demais (Jorge de Altinho)
04. Erva Doce (João Neto – Maciel Melo)
05. Último Pau de Arara (Venâncio – Curumbá – José Guimarães)
06. Pipoca Real (Fernando Filizola)
07. O Forró tá Cheio (João Silva – Manoel Euzébio)
08. De Viola e Rabeca (Toinho Alves)
09. A Fé do Lavrador (Dominguinhos – Janduhy Finizola)
10. Amar é… (Toinho Alves)
11. Azul Maceió (Marcelo Melo – Edson José)
12. Aracajú (Toinho Alves – Ciano)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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