Zé Paraíba – O Melhor do Forró

Colaboração do sergipano Everaldo Santana

Novamente a curiosidade é desse áudio ter sido captado a partir de uma fita K-7, a coletânea tem músicas do álbuns de 1981 a 1984, pelo que pude levantar, as músicas que estão sem os autores são do álbum “Homem do povo”, de 1982, também lançado pela RGE.

Zé Paraíba – O Melhor do Forró
1990 – RGE

01 – Forró tem que ser assim (Zé Paraíba)
02 – Catucando
03 – Zé Paraíba no forró (Zé Paraíba – Luiz Wanderley)
04 – Rainha do caratê (João Caetano – Zé Paraíba)
05 – Limpa banco (Zé Paraíba – Luiz Wanderley)
06 – Tiririca (Tirol – M. Valério – Janjão)
07 – O chamêgo
08 – Coça-coça
09 – Balanço da roseira (Aarão Bernardo)
10 – Moça de Caruarú (João Caetano – Zé Paraíba)
11 – Forró em Serra Pelada (Zé Paraíba)
12 – O Pacote da Filomena (Zé Paraíba- Reinaldo Silva)
13 – Deixe comigo
14 – Ela gosta de TV (Sinval Francisco – Zé Paraíba)

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Joquinha Gonzaga – É só se remexer

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

“…Joquinha Gonzaga, nome artístico dado por seu tio Gonzagão, que o presenteou com uma sanfona de oito baixos (pé de Bode) quando ele tinha apenas 12 anos.

Após dois anos, reconhecendo o talento do seu sobrinho, Gonzagão trocou os oito baixos por um Acordeon. JOQUINHA começou sua escola tocando em festas e forrós no Rio de Janeiro e, posteriormente, viajando por todo o Nordeste acompanhando o REI DO BAIÃO como músico (sanfoneiro).” (Fonte)

Produção executiva de João Silva, arranjos de Chiquinho do Acordeon, destaque para “Fogo na gangaia” de Luiz Guimarães e Tacyo Carvalho.

Joquinha Gonzaga – É só se remexer
1990 – Copacabana

01. É só remexer (João Silva / Joquinha Gonzaga)
02. Chuva e amor (João Silva / Joquinha Gonzaga)
03. Entra e sai (Luiz Guimarães / Osvaldo Eurico)
04. A madrugada chegou (João Silva / Dominguinhos)
05. Sanfoneiro da Serra do Araripe (João Silva / Joquinha Gonzaga)
06. É hoje (João Silva / Zé Mocó / J. Freitas)
07. Fogo na gangaia (Luiz Guimarães / Tacyo Carvalho)
08. Forró apimentado (D. Matias / Rafa Potyguar)
09. Precisando de amor (Cecéu)
10. Tributo ao apaziguador (João Silva / Gebardo Moreira)
11. Aguenta coração (João Silva / Joquinha Gonzaga)
12.
Nem se despediu de mim (Luiz Gonzaga / João Silva)
Pagode russo (Luiz Gonzaga / João Silva)
Meu Pajeú (Luiz Gonzaga / Raimundo Granjeiro)

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Toinho de Surubim – Vamos forrozar

Colaboração do Maicon Fuzuê, do Trio Araçá

“Toinho já está na estrada há muito tempo. Em 1985, conquistou o terceiro lugar no Festival Arizona, realizado no Recife. Gravou o primeiro trabalho em 1987, um compacto, incluindo as músicas ‘Nos laços do teu olhar’, ‘Como animal’ e ‘Xote da perna fina’. Depois lançou três LPs: ‘Vamos forrozar’ com Toinho de Surubim (1990), ‘Coração magoado’ (1992) e ‘Minha doença é amar’ (1994).

A arte está no sangue da família. O pai tinha um mamulengo em Surubim, cidade natal do cantor. O tio Naércio tocava violão, cavaquinho e, atualmente, o acompanha com a sanfona nas apresentações ao vivo.

Toinho, que está com cinqüenta anos, compõe desde os nove. Além de cantar e compor, ele também toca percussão. Relembra que foi criado no tempo do melê, espécie de bombo de borracha feito artesanalmente.

O forrozeiro é bastante conhecido na Zona da Mata Norte de Pernambuco, Nazaré, Carpina, Goiana, onde divulga seu trabalho por meio das emissoras de rádio. ‘Minha doença mesmo é o forró’, afirma. (Fonte)

Toinho de Surubim – Vamos forrozar
1990 – RBS

01 Você mexeu com a minha vida (Antonio Arruda – Naécio do Acordeon)
02 Vania (Antonio Arruda – Naécio do Acordeon)
03 Escravo do amor (Antonio Arruda)
04 Tem que ter você, meu bem (Antonio Arruda)
05 Ela doou pra outro (Antonio Arruda)
06 To querendo merengar (Antonio Arruda)
07 Maria se pinta a toa (Antonio Arruda – Mário Siqueira)
08 Você é uma mentirosa (Antonio Arruda)
09 É no balanço da peneira (Antonio Arruda)
10 Estrada do viajante (Antonio Arruda)

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Genival Lacerda – Negócio da China, com aquilo!

Um disco gravado em São Paulo – SP, no verão de 1990,

Seguindo a tradição de composições de duplo sentido, mas com muito bom gosto e belos arranjos. Participação do filho do Genival, ainda beeem jovem, na faixa “O dengo da neném” de João Caetano e Graça Góis.

A música que ficou mais conhecida desse disco é o xote “Vou de golzinho” de Nicéas Drumont e Graça Góis; outro xote que foi bastante divulgado aqui em São Paulo é “Prato do dia” (Virado à paulista) de Cecílio Nena e Genival Lacerda.

Arranjos e regência de Sivuca, que também gravou os acordeons ao lado de Dominguinhos, pandeiro de Durval, zabumba de Coronel e triângulo de Cobrinha, destaque para o xote “Troncho de saudade” de Jorge de Altinho e Genival Lacerda; e para o forró “Até o pó levantar” de Marluce e Graça Góis.

Genival Lacerda – Negócio da China, com aquilo!
1990 – Continental

01. Vou de golzinho (Nicéas Drumont / Graça Góis)
02. Negócio da China com aquilo (Orlando Barbosa / Graça Góis)
03. A intimidade dela (João Caetano / Graça Góis)
04. Prato do dia (Virado à paulista) (Cecílio Nena / Genival Lacerda)
05. O dengo da neném (João Caetano / Graça Góis)
06. Troncho de saudade (Jorge de Altinho / Genival Lacerda)
07. Corpo moreno (João Caetano / Graça Góis)
08. Você só pensa naquilo (João Gonçalves / Genival Lacerda)
09. Pão manteiga e beijinho (Osmar Navarro / Genival Lacerda)
10. Pimenta de cheiro (Arandas Júnior / Genival Lacerda)
11. A ditadura mole (Nicéas Drumont / Graça Góis)
12. Até o pó levantar (Marluce / Graça Góis)

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Erivaldo de Carira – Ainda sou bom nisso vol 5

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Colaboração do Jorge Paulo, ‘O Bandeirante do Norte’.

Erivaldo de Carira, ou Erivaldo Cícero de Oliveira, nascido em 16/10/49, em Carira – SE. Filho de Manoel Cícero de Oliveira (Manoelzinho de Carira, sanfoneiro de oito baixos) e Julita Almeida de Oliveira.

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Começou a tocar aos 10 anos acompanhando seu pai. No decorrer do tempo, em homenagem a sua terra natal, ganhou o nome artístico, Erivaldo de Carira.

Em seus 34 anos de carreira, já se apresentou ao lado de Luiz Gonzaga (sua grande inspiração), Dominguinhos, Flávio José, Clemilda, Adelmário Coelho, Osvaldinho do Acordeon, Pedro Sertanejo, Mestre Zinho, Trio Nordestino, Antonio Barros e Cecéu, Josa – O Vaqueiro do Sertão, dentre muitos outros.

Continuando na História de pai para filho, hoje Erivaldo de Carira tem três filhos dando continuidade a sua vida artística. São eles : Erivaldinho (sanfoneiro), Mestrinho do Acordeon (sanfoneiro) e Thaís Nogueira (cantora).

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Esse é o quinto LP, “Ainda sou bom nisso”, foi lançado em 1990, pela Polydisc, através do selo RBS, e faixa ‘A Melancia’, de Miraldo Aragão, foi seu destaque. (Fonte)

Erivaldo de Carira – Ainda sou bom nisso, vol 5
1990 – RBS

01 A melancia (Miraldo Aragão)
02 Como é bom (Durval Vieira)
03 Não corte não (Durval Vieira)
04 É São João (Everardo Sena – Erivaldo de Carira)
05 Saudade de Pernambuco (Everardo Sena)
06 Me lembro da Manoela (Durval Vieira)
07 Ainda sou bom nisso (Galeguinho Aboiador – Erivaldo de Carira)
08 Vamos fazer amor (Erivaldo de Carira – Zé de Zilda)
09 Xanduzinha (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
10 Amor de viúva (Candido Ferreira de Jesus – José de Jesus “Binha”)

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Pedro Sousa – Forró Bonito

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Colaboração do Walmir Frota.

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“Pedro Sousa era sanfoneiro de Várzea Alegre, município do estado do Ceará. Ripei o vinil mas não consegui identificar o ano da gravação (provavelmente antes de 1991).”

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Arranjos e regência de Tony Maranhão e Luizinho, voz e concertina do Pedro Sousa e acordeon de Zé do Norte, destaque para “Forró de Seu Elói” de Pedro Souza e Luiz Sérgio.

Pedro Sousa – Forró Bonito
1990 – Nação Carin discos

01 – São João no Ceará (Pedro Souza – Souza Sobrinho)
02 – Forró bonito (Pedro Souza – Nonato Souza)
03 – Arrastadinho (Pedro Souza)
04 – A fia do Zé (Vicente Almeida – Lelê)
05 – Xote teimoso (Pedro Souza)
06 – Eu e ela (Nonato Souza)
07 – Vem amor (Pedro Souza – Nonato – Geraldo Menezes)
08 – Pra me amar (Nonato Souza)
09 – Conversa de sanfoneiro (Pedro Souza)
10 – Forró de Seu Elói (Pedro Souza – Luiz Sérgio)

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Sivuca – Um pé no asfalto, um pé na buraqueira

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Mais um disco do Sivuca, o melhor acordeonista que já existiu.

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Participação especial de Glória Gadelha,sua esposa, na faixa “Quem disse que o frevo acabou” de Moraes Moreira e Glória Gadelha; e na faixa “Forró da gente” de autoria da Cecéu.

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Arranjos e regência do próprio Sivuca, a outra participação especial é a de Rildo Hora, na faixa “Arco-íris” de Sivuca e Glória Gadelha.

Sivuca – Um pé no asfalto, um pé na buraqueira
1990 – Copacabana

01. Bom e bonito (Oswaldinho do Acordeon)
02. Um pé no asfalto outro na buraqueira (Dominguinhos)
03. Casa amarela (Sivuca)
04. Forró da gente (Cecéu)
05. Entortando o forró (Jorjão)
06. Quem disse que o frevo acabou (Moraes Moreira / Glória Gadelha)
07. Sanhauá (Sivuca / Glória Gadelha)
08. Arco-íris (Sivuca / Glória Gadelha)
09. Brejo das freiras (Sivuca / Glória Gadelha)
10. Guararema (Sivuca / Glória Gadelha)

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Clemilda – Coitadinha da Tonheta

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Colaboração do sergipano Everaldo Santana. Mais um disco da ‘Rainha do Forró’, com arranjos e regência do Oswaldinho do Acordeon.

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“Dona de uma das vozes mais conhecidas e respeitadas do forró, Clemilda iniciou sua carreira no Rio de Janeiro, nos anos 60, cantando em rádios cariocas. Foi no estúdio da Rádio Mayrink Veiga que Clemilda conheceu o sanfoneiro Gerson Filho, com quem passou 28 anos casada. Juntos gravaram três faixas para o disco ‘É pra valer’, lançado em 1964. O álbum foi o estopim para a sua carreira como cantora, considerada até hoje como a rainha do forró.

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Clemilda também é muito conhecida por ter lançado várias músicas de duplo sentido. Em 1985 estourou nas paradas de sucesso com a música ‘Prenda o Tadeu’ e ganhou seu primeiro disco de Ouro. Em 1987 gravou o LP ‘Forró Cheiroso’, mais conhecido como ‘Talco no Salão’, e vendeu novamente mais de cem mil cópias. Atualmente Clemilda comanda o programa Forró no Asfalto, na Aperipê TV e na Aperipê AM 630, e continua sendo presença garantida nas principais festas juninas do Nordeste.” (Fonte)

Clemilda – Coitadinha da Tonheta
1990 – Chantecler

01. Coitadinha da Tonheta (Durval Vieira / Clemilda)
02. Não tem mutreta (Durval Vieira / Clemilda)
03. É mais embaixo (Durval Vieira)
04. Funga no cangote dele (Durval Vieira)
05. Lambada da raposa (Miraldo Aragão)
06. Amor com lambada (Michel Martan / Clemilda)
07. Ele furou minhas botas (Durval Vieira / Clemilda)
08. Ela é um xuxu (Durval Vieira / Clemilda)
09. O computador (Jorge Geo / Antônio 2000)
10. Gosto diferente (Célio Antônio / Chico Doido / Valadares)
11. Um passeio com meu bem (João Caetano / Clemilda)
12. Ele diz que é valente (Durval Vieira)

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Alcymar Monteiro – Forró brasileiro

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Colaboração do Maicon Fuzuê, do Trio Araçá. Um álbum interessante do Alcymar Monteiro, com arranjos mais pra frente, ilustrando a evolução do forró tradicional, mas com muita qualidade e identidade.

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Gostei da dedicatória que o Alcymar fez nesse disco, que por sua vez, foi lançado no ano seguinte ao falecimento do rei. “Dedico esse trabalho ao mestre Gonzagão, que dos artistas brasileiros, foi o mais brasileiro dos artistas.”

Alcymar Monteiro – Forró brasileiro
1990 – Continental

01. Forró brasileiro (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
02. Sina (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
03. Cara-metade (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
04. Dito por não dito (Alcymar Monteiro / Cícero Monteiro)
05. Papai e mamãe – Artur e Maria (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
06. Tributo ao rei (Alcymar Monteiro / João Bandeira)
07. Eu gosto mermo é de ocê (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
08. Encontro marcado (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
09. O xente my love – Forró do Povo (Alcymar Monteiro / Francisco Cariri)
10. Carupina – Caruarú-campina Grande (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)
11. Sabor de limão (Alcymar Monteiro / Petrúcio Amorim)
12. Saideira (Alcymar Monteiro / João Paulo Júnior)

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Zinho – De documento na mão

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Há umas duas ou três semanas, encontrei com o Maicon Fuzuê, sanfoneiro do Trio Araçá, que está residindo atualmente aqui em São Paulo – SP. Ele estava indo para Maceió – AL pra fazer uns shows e ficou de me trazer uns LPs de lá. Ele trouxe cerca de 20 LPs que eu ainda não tinha, muitos que eu ainda não conhecia.

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Não tenho como expressar minha gratidão ao Maicon e aos outros colaboradores que fielmente tem nos ajudado a manter a constância aqui nas publicações. Sendo assim, aos poucos, vou passá-los para o computador e publicarei essa nova e maravilhosa colaboração. A primeira publicação será essa, do Mestre Zinho, um dos prediletos do Maicon, em um dos seus primeiros discos solo.

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Produção do próprio Mestre Zinho, que na época era conhecido apenas como Zinho, ainda sem o pré-nome de mestre. Destaques para a faixa título “De documento na mão” de Antonio Barros e para “Cintura de viola” de Pinto do acordeon.

Zinho – De documento na mão
1990 – Polydisc

01 Mulher e babado (Cecéu)
02 Pano de cuscuz (Zinho)
03 Forró pra dois (Zinho)
04 Teu tempero (Antonio Barros)
05 Queijinho do amor (Antonio Barros – Cecéu)
06 Aqui tá muito bom (Zinho)
07 De documento na mão (Antonio Barros)
08 Cintura de viola (Pinto do acordeon)
09 Amor reprodução (Cecéu)
10 Cho-ro-ro (Zinho)
11 Desencanto (Pinto do acordeon)
12 Amor e desprezo (Rossini Pinto)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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