Bacural, Genival Lacerda, Zé Pacheco e Zé Palito

Alguém sabe quem são esses?

É o Genival Lacerda e o Trio Luar do sertão, composto por Bacural (zabumba), Zé Pacheco (sanfona) e Zé Palito (triângulo).

Segundo a Katrina, filha do sanfoneiro Bacural, a foto é de 1968, e foi do início de sua carreira, quando ainda tocava zabumba.

Achei a foto no blog do DJ Rick, mas posteriormente descobri que ele a tinha pego com a própria Katrina.

Zé Calixto – Sanfoneiro bom é

Essa é mais uma colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB, mais um primoroso trabalho do mestre Zé Calixto. Outro dia estávamos conversando e ele prometeu emendar essa sequência de discos do Zé Calixto com uma sequência e discos do Abdias, não vejo a hora de poder publicá-los aqui para todos.

O disco tem duas faixas cantadas pelo Messias Holanda, são elas: “Adeus Marina” de Luiz Moreno e Jacinto José e “Saudade dela” de José Pereira.

“Zé é de uma geração de sanfoneiros que toca de tudo. Turma que começou no rádio e encontrou um espaço na noite e outro nas gravadoras. Foi assim que consolidou seu lugar no Rio, gravando pela primeira vez na Phillips no ano em que chegou, 1959, e mantendo uma respeitosa estrada de 26 álbuns. Tocou muito pelo Brasil, inclusive com o compadre Luiz Gonzaga, que batizou sua filha Neide. Quando a situação apertava, dispunha-se a realizar outras tarefas. “Trabalhei um pouco com outras coisas, aprendi a emboçar uma parece, botar fechadura embutida, cortar um cabelo, afinar sanfonas”, enumera. Esta última função, aliás, está cada vez mais rara, a não ser nos dois ou três instrumentos que mantém em casa. “Ainda afino algumas, mas lamentavelmente o oito baixos é um instrumento em extinção. Vejo pouca gente aprendendo, há poucos professores, mesmo no Nordeste. Preferem o acordeon, porque é mais fácil.” E resume: ‘O instrumentista da sanfona de oito baixos em geral não é escolarizado, não aprendeu a ler partitura. É o meu caso. Mas se tiver um rádio ligado consigo identificar na hora qual é o tom!’ ” (Trecho extraído do Overmundo)

Zé Calixto – Sanfoneiro bom é, Zé Calixto
1968 – Fontana

#01. Chôro gaiato (Moacyr Petronilho – De Castro)
#02. Festa do Chitão (Zé Calixto – De Castro)
#03. Adeus, Marina (Luiz Moreno – Jacinto José)
#04. Bucho com bucho (Rosil Cavalcante)
#05. Rouxinol Cearense (João de Deus Calixto – Dilson Doria)
#06. Piquenique (Manoel Serafim – Zé Calixto)
#07. Mesmo que queijo (João de Deus Calixto)
#08. Canarinho (Moacyr Petronilho)
#09. Saudade dela (José Pereira)
#10. Pula, moçada (Dilson Doria – João Machado)
#11. Saudade de Janete (João Batista dos Santos)
#12. Serenata do galo (Zé Calixto)

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Marinês – Mandacarú

O áudio é uma colaboração do Kalino, e as capas nos foram enviadas para complementar essa publicação pelo DJ Vini, de BH.

Cantora. Nascida no sertão pernambucano, seu pai, filho de índios Ariús, era seresteiro e a mãe foi cantora de igreja. A família mudou-se para Campina Grande. Lá tomou os primeiros contatos com a música do “Rei do baião”, Luiz Gonzaga, pelos auto-falantes da cidade. Aos 10 anos de idade começou a participar de programas de calouros, tendo chegado a competir num deles, com o também ainda menino Genival Lacerda. Foi casada com o sanfoneiro e produtor Abdias, com quem se casou aos 14 anos.

Depois de premiada com um sabonete numa retreta de rua, espécie de concurso de calouros ao ar livre, no bairro da Liberdade, onde morava, resolveu inscrever-se num programa de calouros na rádio local e, para fugir da vigilância dos pais, acrescentou o Maria ao seu nome. Ao ser anunciada no concurso, o locutor acabou por chamá-la de Marinês, e ela, gostando, adotou o nome artístico. Em 1949 formou com o marido Abdias o Casal da Alegria. Em seguida, o casal juntou-se ao zabumbeiro Cacau e formou um trio.

Esse trio, no começo dos anos 50, passou a atuar como a Patrulha de Choque do Rei do Baião, especializada em realizar apresentacões nas praças das cidades onde Luiz Gonzaga iria tocar, interpretando músicas do seu repertório, anunciando sua chegada nas cidades do interior do Nordeste, num trabalho feito espontaneamente. Seu encontro com o Rei do Baião deu-se na cidade de Propriá, em Sergipe, apresentados pelo prefeito da cidade, Pedro Chaves. Na mesma noite do dia em que se conheceram, fizeram um show juntos. (Trechos extraídos do dicionário Cravo Albin da MPB)

Marinês – Mandacarú
1968 – CBS

#01. Ora viva São João (Antonio Barros)
#02. É no balanço do mar (Antonio Barros)
#03. O sininho do amor (Ribeiro Valente – Altamiro Carrilho)
#04. Fartura no nordeste (Antonio Bezerra – D. Castro)
#05. Matuto (Onildo Almeida)
#06. Urubu tá com raiva do boi (Gerando Nunes – Venâncio)
#07. Tara-ra-ra (Onildo Almeida)
#08. Sete punhá (Mário Tupinambá – José Jesus)
#09. Tema de amor (Geraldo Nunes – Venâncio)
#10. Amor é mais amor (Dilson Dória – Jacinto Silva)
#11. Cantiga de viola (Onildo almeida)
#12. Aproveita Pessoá (Juvenal Lopes)

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Severino Januário – Forró danado

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Há um certo tempo, quando ainda nem pensavamos em ter esse blog, já havia uma pessoa preocupada com a divulgação do nosso tão querido forró pé-de-serra. Essa pessoa é o Marcelo, que, na época, usou do Orkut para postar discos, alias, vale uma resalva aqui, não eram simplesmente discos de forró, e sim grandes relíquias e raridades.

Hoje então peço licença ao Marcelo para repostar aqui dois discos (um hoje e outro posteriormente) que ele disponibilizou no Orkut. Marcelo, se você for um frequentador aqui do blog também por favor se manifeste, seu trabalho foi muito importante para todos nós.

Escolhi como primeiro trabalho a ser repostado um disco do Severino Januário lançado pela RCA Victor, em 1968. Esse disco não tras apenas músicas instrumentais, tem também algumas músicas cantadas, interpretadas na voz de João Silva. Destaco desse LP duas maravilhosas músicas “Pra mode dessa mule” do próprio Severino Januário e “Baião da saudade” de Anely Miranda de Melo.

Severino Januário – Forró danado
RCA Victor – 1968

01. Arrasta pé em Medina (Manoel Gomes de Melo)
02. Forró em Sapucaia (Catarina de Melo Gomes)
03. Seu Januário (Severino Januário)
04. Capoeira (Anely Miranda de Melo)
05. Pra mode dessa mule (Severino Januário)
06. Forró de Mané Pedro (Manoel Gomes de Melo – Carlos Cardoso)
07. Forró em Santo Antão (Manoel Gomes de Melo)
08. Arrasta pé no Jequié (Catarina de Melo Gomes)
09. Forró do Zé Custodio (Catarina de Melo Gomes)
10. Apanheite mano veio (Manoel Gomes de Melo – Milton Santos)
11. Baião da saudade (Anely Miranda de Melo)
12. Arrasta pé no Araripe (Severino Januário)

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Carlos Diniz – Forró do bom

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Essa é mais uma colaboração do nosso colaborador mineiro, o DJ Vinícius de Belo Horizonte.

Sobre o Carlos Diniz, pelo excesso de homônimos, ficou difícil de descobrir informações sobre sua vida e obra.

Esse disco tem um carimbo da Rádio Tupanci, de Pelotas – RS, ou seja, foi gravado pela extinta gravadora Rosenblit, em Recife – PE, umas das pioneiras a sustentar o forró naquela época, e foi parar no sul do País. Isso bom pra se ver como as fronteiras eram definidas apenas pelo gosto musical e não por interesses econômicos e de mídia.

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Entre vários arrasta-pés, alguns xotes, destaque para os côcos “Côco do Tibiribe” do próprio Carlos Diniz em parceria com Jacinto Silva e “Côco no rio” também de Carlos Diniz mas dessa vez em parceria com J. Nilo.

Carlos Diniz – Forró do bom
1968 – Rosenblit

01 O pinto piou (Carlos Diniz – J. Nilo)
02 Pá pul – Baião (Dilson Dória)
03 Amor de pai – Corrido (Carlos Diniz – J. Nilo – João Bezerra)
04 Casamento de Roberta – Xote (Raymundo Evangelista – Carlos Diniz)
05 Viva o sanfoneiro – Quadrilha (Carlos Diniz – Gaspardo Alves)
06 Côco do Tibiribe (Carlos Diniz – Jacinto Silva)
07 Os zóio matadô – Arrasta-pé (Agripino Aroeira – Onildo Almeida)
08 Gogó da ema – Toada (Carlos Diniz – Walter Luiz)
09 Tá tá tá – Xote (Carlos Diniz – Demostenes de Oliveira)
10 Sanfoneiro de vocês – Xote (Carlos Diniz – J. Nilo)
11 Acauâ increnqueira – Xote (Carlos Diniz – Nelson Barbalho – Zézé Silva)
12 Côco no rio (Carlos Diniz – J. Nilo)

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Coletanea – Pau de sebo, Vol 2

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Estava eu passeando esses dias pelo blog e percebi que temos poucas coletâneas por aqui, e muito menos alguma que tenha músicas em ritmo de arrasta-pé. Ai me deparei com esse disco que comprei há pouco tempo e pensei… é agora sua vez…

Nessa coletânea lançada pela CBS em 1968 encontramos quase todos os artistas que se destacavam naquela época, temos aqui nada mais nada menos do que Marinês, Trio Nordestino, Jacinto Silva, Abdias, Osvaldo Oliveira e Coronel Ludugero.

Reparem que nessa foto da capa, vemos Lindú, Coroné, Coronel Ludugero, Oswaldo Oliveira, Marinês, Abdias, e Cobrinha.

Coletânea – Pau de sebo, Vol 2
CBS – 1968

01. Marinês – Aproveita Pessoá
02. Osvaldo Oliveira – Nem Santo Antônio
03. Abdias – Nós Semos Cantador
04. Trio Nordestino – Vamos Pular Gente
05. Jacinto Silva – Quero Ver Rodar
06. Abdias – Direito de Encher
07. Coronel Ludugero – Não Vai Ser de Cassuá
08. Trio Nordestino – Naquele São João
09. Marinês – Tará-rá-rá
10. Coronel Ludugero – Lá Vem o Dia
11. Jacinto Silva – Lenço de Sinhá
12. Abdias – Capim da Lagoa
13. Osvaldo Oliveira – Festejo Junino
14. Marinês – Ora Viva São João

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Luiz Wanderley – O mundo girou com Luiz Wanderley

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Fez sua estréia em disco em 1952, pela gravadora Star, cantando o samba “O palhaço chegou”, de Rosângela de Almeida e Enso Passos. Em 1955, gravou pela Polydor o xote “Moça véia”, de sua autoria e Portela, e o baião “Pisa mulata”, de João do Vale, José Cândido e Ernesto Pires.

Em 1956, gravou ainda na Polydor o baião “Bebap do Ceará”, de Catulo de Paula e Carlos Galindo, e o rojão “O segredo da dança”, de João do Vale, Onaldo Araújo e Vicente Longo Neto. No mesmo ano atuou na TV Paulista. Em 1957, gravou o xote “O cheiro de Carolina”, de Amorim Roxo e Zé Gonzaga, e o samba “Charuto brabo”, de Talismã e Agenor de Souza e Silva. No mesmo ano gravou o samba “Iracema”, de Adoniran Barbosa. Em 1958 fez sucesso com “Forró em Catumbi”.

Em 1959, transferiu-se para a gravadora Chantecler, onde gravou no mesmo ano o baião “Boi na cajarana”, da dupla Venâncio e Corumba, o côco “Matuto transviado”, parceria com João do Vale, e o hoje clássico “Baiano burro nasce morto”, de Gordurinha, obtendo grande sucesso com todas as três.

Gravou ainda da dupla Venâncio e Corumba o forró “Piada de papagaio” e o foxtrote “Paulificante”. Em 1960, gravou de sua autoria e Elias Soares o baião “Mineiro sabido” e de sua autoria o batuque “Padroeira do Brasil”.

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Em 1961, passou a gravar na RCA Victor, onde registrou a marcha “Marcha do berimbau”, de sua autoria e Sebastião Nunes, e o samba “Não acredito em ninguém”, de sua autoria, William Duba e Aldacir Louro. Gravou também no mesmo ano o chá-chá-chá “Rei Pelé”, de sua autoria, Wilson Batista e Jorge de Castro. Em 1962, gravou os boleros “Amarga solidão”, de sua autoria, e “Me leva contigo”, em parceria com Luís de Carvalho. Em 1963, gravou pela Philips “Número um”, de Benedito Lacerda e Mário Lago, e “Coronel Limoeiro”, dele e Romário Vanderley.

Como compositor, um de seus principais parceiros foi Elias Soares, com quem compôs, entre outras, os xotes “A sopinha do Zarur” e “O cozido do papai” e a marcha “A marcha do Chacrinha”. Em 1967 lançou pela Polydor o LP “Moço velho”, um dos mais vendidos naquele ano. Em 1970, Tim Maia regravou com grande sucesso o baião “Matuto transviado”, também conhecido como “Coronel Antônio Bento”. (texto retirado do site Dicionário Cravo Album de música brasileira)

Luiz Wanderley – O mundo girou com Luiz Wanderley
1968 – Chantecler

01. Morunga, morunguê (Luiz Wanderley)
02. Amor de louco (Luiz Wanderley)
03. Rosario de amargura (Luiz Wanderley – Ary Monteiro)
04. Deus é o dono do mundo (Luiz Wanderley – Darcy Muniz)
05. Paraíba, mulher macho, sim senhor (Humberto Teixeira – Luiz Gonzaga)
06. Quem me chama de mentiroso, mentiroso é (Chico Anisio)
07. Mineiro sabido (Luiz Wanderley – Elias Soares)
08. O mundo girou (Luiz Wanderley – Miguel Lima)
09. Baiano burro nasce morto (Gordurinha)
10. A pequena estória de Virgulino Ferreira, o Lampião (Luiz Wanderley)

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Trio Nordestino – É forró que vamos ter

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Tai um dos discos que demorei mais para conseguir para a minha coleção, uma preciosidade lançada em 1968 pela CBS. As capas foram enviadas pelo José de Souza.

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O Trio Nordestino começou a gravar discos em 1962 quando lançaram o álbum de nome “Trio Nordestino” pela gravadora Copacabana, seus 3 próximos Lps também foram lançados pela Copacabana. Porém em 1967 eles sairam da Copacabana e passaram a gravar pela CBS.

Pela CBS o nordestino gravou 7 LPs, de 1967 a 1972. Esse “É forró que vamos ter”, é o segundo, que foi lançado depois do LP “Vamos xamegar”.
Após sair da CBS o trio voltou a lançar seus discos pela Copacabana.

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Nesse grande LP podemos encontrar músicas de grandes compositores da música nordestina, como Antônio Barros, Gordurinha, Jacinto Silva, Riachão entre muitos outros. Destaque para duas composições, a primeira é “Rosinha indiferente”, um lindo xote de Agripino Aroeira e Lindolfo Barbosa, o Lindú, vocalista do Trio Nordestino, e a segunda é “Chega de chorar” do Antônio Barros.

Trio Nordestino – É forró que vamos ter
CBS – 1968

01. Naquele São João (Antonio Barros)
02. Véio mole (Rosil Cavalcante)
03. Uma prece para os homens sem deus (Gordurinha)
04. Atire no bicho (Agripino Aroeira – Onildo Almeida)
05. Não levo Maria (D. Matias – Jacinto Silva)
06. Jardim do amor (Lindolfo Barbosa – Antonio Ceará)
07. Vamos pular, gente (Riachão)
08. Rosinha indiferente (Agripino Aroeira – Lindolfo Barbosa)
09. Chega de chorar (Antonio Barros)
10. ABC da saudade (Onildo Almeida)
11. É forró que vamos ter (Antonio Barros)
12. Se teu pai deixar (Lindolfo Barbosa – Dilson Doria)

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Nino e seu Trio Paranoá – Foguete baiano

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Nesse disco, Nino de Braçanã, que nasceu em Monteiro, aparece tocando acompanhado de seu Trio Paranoá. O Trio Paranoá é um trio onde os integrantes se conheceram num parque de diversão em Brasilia.

Esse disco foi produzido por Venâncio, produtor, compositor e cantor. De Venâncio são sucessos como “Mata sete” e “Último pau de arara”.

O ‘mata sete’ é uma música que tem uma história legal, alem de ela ter sido gravada por Zito Borborema, Anastácia e outros artistas ela ganhou a resposta, “A resposta do mata sete” de Antonio Barros e gravada por Genival Lacerda. Mas não se bastando na resposta, nesse disco Nino canta “A volta do mata sete”.

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Nesse disco também podemos encontrar “Uma prece para os homens sem deus”, uma linda música de Gordurinha.

Nino – Foguete baiano
Chantecler – 1968

01. Foguete baiano (Aurino Santana da Silva)
02. Sombra do cajueiro (Nino de Braçana – Antonio Bispo)
03. A volta do mata sete (Fernando Silva – Cosme do Amaral)
04. Saudades de belém (Fernando Silva)
05. Mariazinha (Paulo Gitirana – Josilima – Pechinha)
06. Terreiro de fulô (Paulo Gitirana – Josilima)
07. Zé Modesto (Miudinho)
08. Pregresso da Bahia (Raimundo Dantas)
09. Noite de São João (Bruno Linhares)
10. Cidade mãe (Vira-Vira – Antonio Soares)
11. Uma prece para os homens sem deus (Gordurinha)
12. Pagode alagoano (Januário – Venâncio)

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Noca do Acordeon – O rei do teclado

Bom, seguindo ao estilo da minha última postagem, hoje disponibilizaremos um disco de mais um grande sanfoneiro, Noca do Acordeon.

Noca, na verdade chamava-se Adauto Pereira Mattos, nasceu em Jequié BA 18/11/40 e faleceu em 18/07/1985 no Rio de Janeiro.

Foi um dos grandes solistas de choro na sanfona, nas gravações que deixou, em seus diversos discos, suas músicas eram sempre muito bem tocadas.

Para variar um pouco pesquisando sobre o artista, pudemos coletar poucas informações sobre ele, porém isso não nos impediu de postar sobre o Nóca do Acordeon.

Nesse disco Noca mostra realmente como se toca uma sanfona, fazendo uma grande mistura de ritmos.

O lado A deste LP é dedicado ao chôro, com belas músicas.

Já no lado B Noca mostra uma grande variedade de estilos como o baião, o mengo, o bolero, o samba-canção e o samba-baião.

Esse disco é uma preciosidade, espero que seja do agrado de todos.

Noca do Acordeon – O rei do teclado
Musicolor – 1968

01. Perigoso (Adauto Mattos – Palmeira)
02. O rei do teclado (Adauto Mattos)
03. Dançando no azul (Adauto Mattos – Ivanildo Silva)
04. Deixa comigo (Olegário Bastos – João Barone)
05. Lamento (Adauto Mattos)
06. Bibop no chôro (Adauto Mattos – J. Luna)
07. Recordando o Havai (Adauto Mattos)
08. Revendo Iracema (Adauto Mattos – Waldemir Farias)
09. Silêncio por favor (Adauto Mattos)
10. Teclado que chora (Adauto Mattos)
11. Saudação de um pau de arara (Alberto Ribeiro)
12. Nostalgia (Adauto Mattos)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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