Coronel Ludugero – Ludugero casa uma filha

Colaboração do Jorge Paulo, o Bandeirante do Norte

O lançamento original é de 1968, pela CBS. Relançado em 1971 pelo selo Entré/CBS. O exemplar do qual o áudio e as capas foram retirados são do relançamento.

O disco alterna as músicas com as peças humorísticas, produção de Abdias, destaque para “Vou pra tamarineira” de Elino Julião e para “A rede véia” de Luiz Jacinto e Luiz Queiroga.

Coronel Ludugero – Ludugero casa uma filha
1968 – CBS

01. A volta do regresso (Onildo Almeida – Irandir Costa)
02. Festa do casamento (Música: João do Pife – Texto: Luiz Queiroga)
03. A carta do Coronel (Texto de Luiz Queiroga)
04. Vou pra tamarineira (Elino Julião)
05. A rede véia (Luiz Jacinto – Luiz Queiroga)
06. Vou fazer na sua porta (Elino Julião – Luiz Jacinto)
07. Ludugero na escola (Texto de Luiz Queiroga)
08. Nós vamos se virando (Onildo Almeida)
09. Mourão voltado (Música: Luiz Jacinto – Texto: Luiz Queiroga)
10. Felomena Flor (Luiz Queiroga)

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Coletânea – É fogo nos 8 baixos

Colaboração do comunicador Léo Medeiros, de Sobral – CE.

Essa coletânea é composta por músicas gravadas pelos seguintes artistas: Zé do X, Tio Bilia, Zé Cupido e Pedro Sertanejo. Esse exemplar em especial aparenta ser um re-lançamento feito em 1975.

Produção de Anacleto Rosas Junior, destaque para o choro “Folha seca” de J. Benevennuti e M. de Oliveira, na interpretação de Zé do X ; e para “Roseira do norte” de Pedro Sertanejo e Zé Gonzaga, na interpretação do Pedro Sertanejo.

Coletânea – É fogo nos 8 baixos
1968 – Copacabana

01. Folha seca (J. Benevennuti – M. de Oliveira) Zé do X – Choro
02. Missioneiro (Tio Bilia) Tio Bilia – Vanerão
03. Meu prazer (Anacleto Rosas Junior) Zé Cupido – Cateretê
04. Festa em Geremoabo (Pedro Sertanejo) Pedro Sertanejo – Xamego
05. Serra de cima (Tio Bilia) Tio Bilia – Rancheira
06. Arrasta-pé em Tanguinho (Zé do X – Coronel Narcisinho) Zé do X – Arrasta pé
07. Siricutico (A. Rosas – A. Pinto) Zé Cupido – Arrasta pé
08. Casório do Batista (Tio Bilia) Tio Bilia – Vanerão
09. Roseira do norte (Pedro Sertanejo – Zé Gonzaga) Pedro Sertanejo – Chote
10. Forró em Guarabira (Zé do X – W. Vieira – Coronel Narcisinho) Zé do X – Forró
11. Coqueiro seco (Pedro Sertanejo) Pedro Sertanejo – Choro
12. Saudades da Dita (Zé Cupido) Zé Cupido – Valsa

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Anastácia – Anastácia

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Colaboração do Jorge Paulo, ‘O Bandeirante do norte’.

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Reparem no autógrafo da Anastácia para o Jorge Paulo, e a data, é claro, já que na época ainda não era costume registrar a data dos lançamentos.

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Destaque para “Flor de mussambê” de Buco do Pandeiro e Mendes.

Anastácia – Anastácia
1968 – Musicolor

01 Sucena (Julio Ricardo – J. B. de Azevedo)
02 Desejo de amar (Amado Régis – José Claudino)
03 Flor de macaçá (Anastácia – Rosil Cavalcanti)
04 O canoeiro (Nelson Macedo – Joca de Castro)
05 Flor de mussambê (Buco do Pandeiro – Mendes)
06 Também vou voltar pra quebrar (Anastácia – Italúcia)
07 Não é Zé (Julio Ricardo – J. B. de Azevedo)
08 Saudade de nordestino (Anastácia – J. B. de Azevedo)
09 Meu sentimento (Julio Ricardo – J. B. de Azevedo)
10 O problema é seu (Julio Ricardo – J. B. de Azevedo)
11 Quero dançar (Carlos Magno)
12 São João está chegando (Anastácia – Milton José)

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Clemilda – Rodêro novo

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Colaboração do José de Sousa, natural de Guarabira – PB.

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Um raríssimo registro do início da carreira da Clemilda, vale a pena ouvir com atenção.

Clemilda – Rodêro novo
1968 – RCA Victor

01. Chuá Chuá (Pedro de Sá Pereira / Ari Pavão)
02. Acorda São João (José Cupertino de Souza)
03. Areia de Mariá (J. R. de Oliveira / José Caldas)
04. Revendo o Nordeste (Buco do Pandeiro / Mendes)
05. Sinhá Dona (Juvenal Lopes)
06. Menino Atentado (Florentino Coelho)
07. Rodeiro Novo (Clemilda / Gerson Filho)
08. Quadrilha Em Propriá (Clemilda / Gerson Filho)
09. Lenço de Yayá (Paulo Viana)
10. Mané Fulô (Sebastião Rodrigues / Nelson Macedo)
11. Saudação à Bahia (Alcyone / Antônio Ramos)
12. Vôo da Saudade (Clemilda / Gerson Filho)

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Pedro Raimundo – Adeus Mariana

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Acima a capa do relançamento pelo selo Phonodisc, do ano de 1977.

Acima as capas do original foi lançado em 1968 pelo selo Musicolor, enviadas posteriormente pelo Zé Lima, de Niteroi – RJ.

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“Pedro Raimundo nasceu em 29/06/1906, em Imaruí – SC.
Compositor. Cantor. Instrumentista. Sanfoneiro. Nasceu em berço pobre, e seu pai, João Felisberto, era pescador e sanfoneiro. Aos 8 anos começou a tocar sanfona. Até os 17, trabalhou como pescador. Trabalhou na Estrada de Ferro Esplanada-Rio Deserto, em Santa Catarina. Em 1929, mudou-se para Porto Alegre, onde trabalhou como condutor de bondes, inspetor de tráfego, guarda-freios, maquinista de usina, balconista e oleiro. Foi também chaveiro da estrada de ferro D. Teresa Cristina, onde foi vítima de um acidente que lhe deixou um defeito na mão, o que, entretanto, não o impediu de tornar-se um dos mais brilhantes sanfoneiros do Brasil.” (Fonte)

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“Sua descontração e exuberância valeram-lhe o slogan de O gaúcho alegre do rádio: alternava, em suas apresentações, músicas alegres com outras sentimentais. Foi o primeiro artista típico gaúcho a alcançar fama nacional. Apresentava-se com bombachas, lenço no pescoço, botas, esporas, chapéu e guaiaca. Percebendo a aceitação do seu traje regional, Luiz Gonzaga sentiu-se estimulado a apresentar-se como sertanejo nordestino.” (Fonte)

Destaque para “Escadaria”, na versão de seu compositor.

Pedro Raimundo – Adeus Mariana
1968 – Musicolor

01. Adeus Mariana (Pedro Raimundo)
02. Saudade de Laguna (Pedro Raimundo)
03. Gaúcho Largado (Pedro Raimundo)
04. Escadaria (Pedro Raimundo)
05. Sanfoninha Velha Amiga (Pedro Raimundo)
06. Prece (Pedro Raimundo)
07. Na Casa do Zebedeu (Pedro Raimundo)
08. Mágoas de Amor (Pedro Raimundo)
09. Se Deus Quiser (Pedro Raimundo)
10. Chico da Ronda (Pedro Raimundo)
11. Meu Coração Te Fala (Pedro Raimundo)
12. Oriental (Pedro Raimundo)

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Ary Lobo – Quem vem lá?

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Colaboração do Jorge Paulo, ‘O Bandeirante do Norte’.

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Mais um raro disco do Ary Lobo que não se encontra facilmente nos principais catálogos de discos.

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Direção artística de Pedro Sertanejo, com acompanhamento de ‘Os Patrícios e conjunto’, destaque para a faixa título “Quem vem lá” de Alexandre Alves e Cacau, cujo ritmo foi definido como ‘Batuque’.

Ary Lobo – Quem vem lá
1968 – Cantagalo

01 Adeus Quixeramobim (Altamir P. da Silva – Carlos Diniz) Côco
02 Pontos de atrações do Recife (Luiz Boquinha – Ary Lobo) Rojão
03 Resto de vida (Gordurinha) Samba
04 Velho barqueiro (Zito de Souza – M. Soares) Toada canção
05 Lamento do camponês (José Maria Viana) Côco
06 Palmeira triste (Zito de Souza – Alexandre Alves) Toada
07 Quem vem lá (Alexandre Alves – Cacau) Batuque
08 Me leva Seu Gabriel (Ary Lobo) Côco
09 Eu sou de Belém (Péricles Sales – Ary Lobo) Samba
10 Terezinha (Carlos Diniz – Audir Dudement) Marcha
11 Derróta (Eloide Warthon) Samba
12 Na fazenda do Seu futrica (Gildo Moreno – Luiz Gomes) Rancheira

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Coronel Ludugero – Ludugero e seu jumento

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Colaboração do Antonio Marcelino Gomes. Em seguida, alguns textos garimpados na rede para complementar a publicação.

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“Nessa mesma época, foi criado, com incentivo de Hilton Marques e de alguns amigos, o personagem Coronel Ludugero, interpretado por Luiz Jacinto, que logo de início, o interpretava sozinho. Pouco tempo depois, com a atriz Rosa Maria, nasceu a primeira companheira do Coronel, chamada de Dona Rosinha.

No mesmo ano, a atriz, Mercedes Del Prado dava a vida a personagem Dona Felomena (esposa do Coronel) que, junto ao ator Irandir Peres Costa (Otrópe), formaram um trio humorístico, de simplicidade típica de nordestinos pacatos e puros, inundados de irreverência. Uma trupe que fazia rir um país inteiro.

Pouca gente sabe que o Ludugero existiu mesmo…não como um “coroné” típico daquela época, mas, sim um amigo muito engraçado, que morava em Caruaru que se chamava Ludugero e o inspirou tal personagem.

A Rádio Cultura de Caruaru (PE) foi uma das maiores responsáveis pela divulgação dos sucessos do Coronel Ludugero e toda sua turma, levando em suas ¨ondas¨ toda a alegria de seus ¨causos¨.” (Fonte)

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“Retratava com bom humor a figura lendária dos coronéis, muitos dos quais pertenciam à Guarda Nacional e gozavam de grande prestígio junto a população. Era um homem simples de poucas palavras, amante da verdade e sincero. Gabava-se de si próprio.

Contador de histórias fantásticas, era casado com dona Filomena. Bom aboiador, bom cantador de viola e poeta. Mantinha um secretário (Otrópe) que o orientava nos negócios e nas questões políticas. Ludugero se sentia feliz em contar histórias, dando expansão ao seu gênio brincalhão, quando não estava em crises de impaciência e nervosismo.” (Fonte)

Coronel Ludugero – Ludugero e seu jumento
1968 – CBS

01. TV Carcará (Texto de Luiz Queiroga)
02. A carta da Véia Filomena (Texto de Luiz Queiroga)
03. A flor do Ananás (Luiz Queiroga)
04. O rabo do jumento (Dilson Dória – Elino Julião)
05. Lá vem o dia (Onildo Almeida)
06. Você cai (Luiz Jacinto)
07. Horário do jumento (Texto de Luiz Queiroga)
08. Não vai ser de cassuá (Osvaldo Oliveira – Luiz Jacinto)
09. Mulher basta uma (Luiz Queiroga)
10. Abc do amor (Jacinto Silva – Juarez Santiago)

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Trio Luar do Sertão – Os brasas do xaxado

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Colaboração do DJ Thomaz, de São Paulo – SP. Esse disco ele tinha prometido já há algum tempo e finalmente agora podemos ouví-lo e degustá-lo.

Para levantar as informações abaixo, tive a oportunidade de conversar com o sanfoneiro Bacural, que atualmente toca no trio ‘Os Filhos do Nordeste’.

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Bacural, conhecido como compositor por Severino Sérgio, já teve algumas músicas de sua autoria gravadas por Adolfinho e Abdias, por exemplo.
Amigo de infãncia de Zé Pacheco, ambos imigrantes que, no final da década de 1950, chegaram ao Rio de janeiro, ainda crianças e vindos da Paraíba. Bacural é de Alagoa Grande e Pacheco de Rio Tinto.

O Trio Luar do Sertão existiu durante aproximadamente dois anos, no final da década de 1960 e início da década de 1970. Eles acompanhavam Genival Lacerda, que já era ídolo na época, em seus shows, o que lhes abriu a oportunidade de gravar esse disco, que é o único do trio.

O trio era formado por Bacural (zabumba), Zé Palito (triângulo) e Zé Pacheco (voz e sanfona), e foi esse sanfoneiro, José Pacheco Marinho filho, que se tornaria base para a formação um outro trio, que em 1973, ficaria famosíssimo em todo Brasil: ‘Os 3 do nordeste’.

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Produção artística de Genival Lacerda, que também tem diversas das composições do álbum. O disco foi gravado em São Paulo – SP, em um estúdio que era do Venâncio. Um belo LP, é como se fosse um disco antigo do Genival, só que com a voz do Zé Pacheco, um registro único.

Destaque para “Tomaram meu amor” de Genival Lacerda e Antonio Clemente e para “Casa com ela Zé” de autoria de Zé da Ema e Genival Lacerda.

Trio Luar do Sertão – Os brasas do xaxado
1968 – Bemol

01 Forró na Bahia (Eufrásio de Souza – Genival Lacerda)
02 Tomaram meu amor (Genival Lacerda – Antonio Clemente)
03 Casa com ela Zé (Zé da Ema – Genival Lacerda)
04 Coco do Mané (Ataide Pereira – Zequinha)
05 Se o rojão não subir (Sebastião Soares – J.B. de Azevedo)
06 Horizonte do nordeste (Joca de Castro – Genival Lacerda)
07 Maria sanfoneira (Marti Campos)
08 Xaxado no sertão (Genival Lacerda – Ary Monteiro)
09 Psicose no coco (Tito de Souza – Alexandre Alves)
10 Xaxado no Ceará (Genival Lacerda – Severino Alves de Souza)
11 Cumpadre de São João (Buco do Pandeiro – New Carlos)
12 Coco diferente (Buco do Pandeiro – Genival Lacerda)

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Alventino Cavalcanti – E muita cantiga nordestina

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Colaboração do Jorge Paulo, mais um disco raro e de um artista do qual temos muito pouco material.

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Alventino é compositor de uma música que todo forrozeiro sabe de cor, é o “Canto da ema”, composta em parceria com Ayres Viana e João do Vale, quatorze anos antes desse disco ser gravado.

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Destaque para dois baiões, “Zé Caraúna” de autoria de Ismael Rufino e Rimasier e para “Não bota que Nerêde bebe” de Hélio Nascimento e Paulinho da Ilha.

Alventino Cavalcanti – E muita cantiga nordestina
1968 – Fontana

#01. Zé Caraúna (Ismael Rufino – Rimasier)
#02. Coração falhando (Florentino Coelho – J. Ferreira)
#03. Meu Akicó (Anastácio – Carlos Carvalho – R. Conceição)
#04. Tudo é alegria (Sebastião Rodrigues – Decastro)
#05. Caçador de abelhas (Celson Carlos – J.B. Aquino)
#06. Iê iê iê sertanejo (J. Cavalcante – Alventino Cavalcante)
#07. Não bota que Nerêde bebe (Hélio Nascimento – Paulinho da Ilha)
#08. Fla x Flu (Almeida Freire – Mário Tupinambá – Paulinho da Ilha)
#09. Festa na taba (Ayres Viana – Zé Casemiro – Rimasier)
#10. Ilusão de caboclo (Dilson Dória – João Barone)
#11. Chapéu de couro (Alventino Cavalcante – Uzias da Silva – Celson Carlos)
#12. Guanabara (J. Cavalcante – Claudio Paraíba)

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Abdias – Eu de cá, você de lá

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Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB.

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Mais um lindo disco do início da carreira do Abdias, com poucas faixas cantadas, a maioria instrumentais e algumas apenas com “refrões” cantados pelo coro.

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Belos sambas e choros, além de forrós, baiões, frevos e arrasta – pés, um álbum de primeira. Destaque para “Preferiu a boneca” de Ayrão Reis, Cosme Silva e Ayrão Filho, dentre as cantadas e dentre as instrumentais, para “Mentira da cabra” motivo popular adaptado por Abdias Filho.

Abdias – Eu de cá, você de lá
1968 – CBS

01. Preferiu a boneca (Ayrão Reis – Cosme Silva – Ayrão Filho)
02. Nós semos cantador (Adapt: Osvaldo Oliveira – Delmiro Ramos)
03. Direito de encher (Abdias Filho)
04. Querendo me derrubar (Ayrão Reis – Cosme Silva – Ayrão Filho)
05. Eu de cá você de lá (Rosil Cavalcanti)
06. Bela Veneza (Amadeu Macedo – Garcia Santos)
07. Quadrilha da meia-noite (Genival Lacerda)
08. Mentira da cabra (Adapt: Abdias Filho)
09. Saindo pela tampa (Jacinto Silva)
10. Quadrilha no terreiro (Genival Lacerda)
11. Capim da lagoa (Adapt: Abdias Filho)
12. Semente do amor (Jacinto Silva – Juarez Santiago)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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