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Luiz Gonzaga – Xamego

Colaboração do Cacai Nunes, do Blog Acervo Orígens.

“Gravado em 1958, esse disco, de nome ‘Xamego’, tem um conjunto de preciosidades compostas sob a parceria de Miguel Lima e Luiz Gonzaga. Miguel Lima foi o primeiro parceiro de Luiz Gonzaga, antes de Humberto Teixeira, o mais famoso deles. Os parceiros na vida de Luiz Gonzaga foram tão importantes quanto sua sanfona. Luiz, por muito tempo, procurou bons letristas, poetas que pudessem ajudá-lo a compor.

E encontrou. As biografias de Luiz Gonzaga mostram que muitas das músicas foram feitas unicamente por Zé Dantas ou Humberto Teixeira, tendo Gonzaga uma participação reduzida e, às vezes, nenhuma. E ele reconhecia isso. Uma vez, ele disse: Eu nunca fui nem compositor, nem letrista. E sempre fui dependente de um bom poeta. Eu não gosto de fazer uma música do início ao fim, e as poucas que eu fiz não se deram muito bem. Eu faço o monstro e entrego ao poeta. Eu sempre fui um sanfoneiro. Com Zé Dantas, às vezes era parceria mesmo, outras vezes ele fazia letra e música e eu fazia os arranjos. Eu sou mais um ‘sanfonizador’.

Miguel Lima foi um grande parceiro de Luiz Gonzaga. O primeiro sucesso da dupla foi em 1944, quando Carmem Costa gravou Xamego (a primeira faixa do Lado A). No ano de 1945, eles compuseram vários sucessos: a mazurka ‘Dança mariquinha’, os chamegos ‘Penerô Xerém’ e ‘Cortando pano’, a valsa ‘Perpétua’ e o samba ‘Dezessete e Setecentos’, todos eles presentes nesse disco da postagem de hoje. Miguel Lima também assina a autoria, em parceria com Waldir Azevedo, de Pedacinhos do Céu, uma das músicas mais notáveis do gênero Choro. Quando observamos a trajetória musical do velho Mestre Lua, constatamos que tudo o que ele fazia, fazia bem: tocar sanfona, dançar, cantar, compor e escolher parceiros. É inegável o talento de Miguel Lima. Foi, inclusive, no período da parceria de Luiz Gonzaga com ele que a carreira do Rei do Baião decolou. Esse disco de hoje, embora seja de Luiz Gonzaga, tem muito mais do que baião. Tem valsa, mazurka, samba, baião, maxixe. É imprescindível ouvir o disco inteiro.”

Luiz Gonzaga – Xamego
1958 – RCA

01. Chamego (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
02. Dança Mariquinha (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
03. Quer Ir Mais Eu (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
04. Três e Trezentos (Miguel Lima / Gerson Filho)
05. Galo Garnizé (Antônio Almeida / Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
06. Dezessete e Setecentos (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
07. Cortando Pano (Luiz Gonzaga / Miguel Lima / J. Portela)
08. O Xamego da Guiomar (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
09. Perpétua (Tradicional / Adpt. Luiz Gonzaga / Adpt. Miguel Lima)
10. Bamboleando (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
11. O Torrado da Lili (Helena Gonzaga / Miguel Lima)
12. Penerô Xerém (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)

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Luiz Vieira – Retalhos do nordeste

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB.

“Êta Luiz Vieira, gostoso de se louvar!
Nordestino que o ouça em seus versos e cantigas, é certo que vai dizer:

– Esse cabra é que nem água de barroca! É água de chuva que cai do céu e mata a sede do corpo e refresca até a alma d´um cristão!

‘Retalhos do sertão’ é o sertão fixado em poemas e melodias. Ouvindo esse disco,senti, por Deus que senti, cheiro de terra molhada.” (Palavras de Paulo Roberto, extraídas da contra capa)

O acompanhamento, no lado A, (faixas de 01 a 05), com Conjunto regional e no lado B (faixas de 06 a 10) com Orquestra sob a direção de Moacir Santos.

Luiz Vieira – Retalhos do nordeste
1958 – Copacabana

01. Meus canarin (Luiz Vieira / Timóteo Martins)
02. Na asa do vento (Luiz Vieira / João do Vale)
03. O coco é meu (Luiz Vieira)
04. Maria Filó (O Danado do Trem) (Luiz Vieira / João do Vale)
05. Embolada mudou (Luiz Vieira)
06. Menino de Braçanã (Luiz Vieira / Arnaldo Passos)
07. O vaqueiro (Luiz Vieira) Participação: Trio Guaraní
08. Os olhinhos do menino (Luiz Vieira)
09. Cantiga da lembrança (Luiz Vieira / Epaminonas Souza)
10. Bicha coirãna (Luiz Vieira)

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Ary Lobo – Forró com Ary Lobo

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O áudio é uma colaboração do DJ Dinei, de São Paulo – SP, já as capas são do DJ Vinny de Belo Horizonte – MG.

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Em 2004 o álbum foi remasterizado a partir das fitas originais e re-lançado em formato CD, em uma publicação de muito bom gosto, na qual as capas originais foram preservadas. As imagens do CD foram enviadas pelo João Gabriel, de Niterói – RJ.

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“Senhor absoluto do Rojão, do côco e do batuque – gêneros musicais afins – e dono de uma arte cem por cento genuína, Ary Lobo é a personificação do intérprete ideal das canções regionais do nosso Norte (da Bahia pra cima), traduzindo em sua bem timbrada voz as magníficas melodias e ritmos do caboclo sertanejo daquelas bandas. Possuem as criações de Ary a rara característica de evocar cenas típicas daquelas regiões – através do soteque puro, do ritmo dinâmico, do poder sugestivo dos versos.” (Trecho inicial do texto da contra capa)

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Destaque para tres composições de Gordurinha: “Paulo Afonso”, “Pedido a Padre Cicero” e “Quixeramobim”.

Ary Lobo – Forró com Ary Lobo
1958 – RCA

#01. Paulo Afonso (Gordurinha)
#02. Faroleiro (Gordurinha)
#03. Leva eu sodade (Tito Neto – Alventino Cavalcante)
#04. Aracati (Geraldo Figueiredo)
#05. Pedido a Padre Cicero (Gordurinha)
#06. Juvita (J. Rodrigues – Elias Soares)
#07. Tempo de menino (Edgar Ferreira)
#08. Fruta gostosa (Miguel Lima – Paulo Gesta)
#09. Forró do Cabo Gato (Barbosa da Silva – José Pereira)
#10. Quixeramobim (Gordurinha)
#11. O criador (Edgar Ferreira)
#12. Sentinela do mar (Alventino Cavalcante – Hilton Somôes)

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Ary Lobo – Último pau de arara

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Colaboração do DJ Thomaz, de São Paulo – SP. Dessa vez um raríssimo disco de 10 polegadas do Ary Lobo, uma gravação bem antiga, capas e disco em ótimo estado de conservação.

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“Quem vem acompanhando o movimento musical popular de nossa terra, deve ter notado que, no setor nortista, um cantor vem-se destacando sobremaneira de uns tempos pra cá. Senhor absoluto do rojão, do côco e do batuque – gêneros musicais afins – e dono de uma arte cem por cento genuína, Ary Lobo é a personificação do intéprete ideal das canções regionais do nosso Norte (da Bahia pra cima), traduzindo em sua bem timbrada voz as magníficas melodias e ritmos do caboclo sertanejo daquelas bandas.” (Trecho extraído da contra capa)

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Infelizmente uma das faixas estava com um pulinho que ficou difícil de arrumar, então pedi ao DJ Tick a faixa “Renda dá” de Gadé e Walfrido Silva, para completar a publicação. O destaque fica para os clássicos “Último pau de arara” de Venâncio, Corumba e J. Guimarães e para “O vendedor de caranguejo” de autoria de Gordurinha.

Ary Lobo – O último pau de arara
1958 – RCA Victor

#01. Último pau de arara (Venâncio – Corumba – J. Guimarães)
#02. Que choro é esse (Manoel Francisco – Pires Cavalcante)
#03. Forró de Piancó (Jayme Florence – N. Wanderley)
#04. Dona Conceição (Pires Cavalcante)
#05. O vendedor de caranguejo (Gordurinha)
#06. Tum-tum-tum (Tito Neto – De Vandia)
#07. Renda-dá (Gadé – Walfrido Silva)
#08. Visite o terreiro (Edgar Ferreira)

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Camarão – Lá vai brasa

O áudio é uma colaboração de Thiago Silva, de Recife – PE, e as capas são do Tick, que comprou esse disco, só pra complementar essa postagem. Thiago, nosso colaborador pernambucano, disse:

“É o primeiro disco de Camarão gravado pela Mocambo e é o primeiro que ele tocava 8 baixos. Eu acho o máximo pela sua habilidade no pé-de-bode, nessa época ele não só gravou esse disco com pé-de-bode ele gravou várias participações. A música que eu destaco é a primeira, que é ‘Lá vai brasa’ e uma outra com o Déo do Baião”

Nós já publicamos alguns álbuns do Camarão, mas ainda não tínhamos achado informações sobre sua vida e obra. Tive mais sorte nesse último garimpo pela rede, achei esse documento que fala sobre ele:

“O primeiro contato do menino Reginaldo Alves Ferreira com uma sanfona de oito baixos foi pelas mãos de seu pai, o sanfoneiro Antônio Ferreira, quando tinha sete anos. Corria os anos 50 e o forró fervia os pequenos bailes ocorridos no município agrestino de Brejo da Madre de Deus, a 200 quilômetros do Recife. Com 28 discos gravados, Camarão comemora este ano 60 anos de carreira e é um dos escolhidos, junto a Luiz Queiroga (in memorian), como homenageado do São João do Recife de 2007.

Ainda criança, aos 10 anos segue para Caruaru onde começa a trabalhar em outras áreas, mas o amor pelo forró falou mais alto, como as notas de seu acordeon. Era a época áurea do rádio e na Rádio Jornal de Caruaru tem sua primeira oportunidade de participar dos programas Expresso da Alegria e Vesperal das Quintas, onde conheceu cantores como Orlando Silva e Altemar Dutra. Foi lá que o cantor Jacinto Silva o apelidou de “Camarão”, fazendo referência à cor da sua pele, que ficava vermelha quando saía ao sol. Convidado para as comemorações do primeiro ano de fundação de Brasília, Camarão sobre ao palco junto a Luiz Gonzaga, levando o forró de Pernambuco ao coração do Brasil. Em 1964 lança seu primeiro LP pela gravadora Rozenblit, Sanfoninha choradeira, onde gravou mais quatro discos.” (Trecho extraído do sítio da Prefeitura do Recife – PE)

Camarão – Lá vai brasa
1958 – Mocambo

01 Lá vai brasa (Camarão)
02 O choro do Lacerda (Camarão)
03 Camarão no Xote (Camarão – M. Cabral)
04 Izabé (Zé Maurício)
05 Forró no caroá (Camarão)
06 Jitirana (Camarão)
07 Guisado de Camarão (Camarão)
08 Espanta boiada (Camarão)
09 No caminho do meu roçado (Camarão – Déo)
10 Choro da Rã (M. Cabral – Camarão)
11 De serra em serra (Camarão)
12 Ao clarear do dia (Camarão)

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Os Brasileiros – Os Brasileiros na Europa

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Essa é uma colaboração do Lourenço Farias Molla, acordeonista, estudioso e fomentador do folclore, do teatro e da música regional, nascido em João Pessoa – PB. Ele disse:

“Cresci ouvindo as rádios AM do meu lugar, onde aprendi que Luiz Gonzaga tem tudo a ver com a nossa terra e com a nossa gente nordestina, que é o maior cancioneiro que esse Brasil grande já teve, pois que cantou tudo e todos.”

Valeu Lourenço, aguardamos suas novas colaborações!!

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Em 1958, esse álbum é fruto de uma excursão ao exterior, idealizada por Humberto Teixeira, quando percorreram a Europa divulgando a música brasileira, o Trio Irakitan ao lado de Abel Ferreira, Sivuca, Pernambuco, Dimas e do maestro Guio de Morais.

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Um álbum que não é propriamente de forró, mas entre lindos sambas, tem alguns baiões muito bons dentro do repertório, é só reparar nas músicas de autoria do Humberto Teixeira.

Destaque para o acordeon de Sivuca e para o clarinete de Abel Ferreira, arranjos belíssimos e muita energia e balanço. Realmente um disco raro e indefectível. Ouçam e comprovem.

Os Brasileiros – Os Brasileiros na Europa
1958 – Odeon

01. Maracangalha (Dorival Caymmi)
02. Brasileirinho (Waldir Azevedo)
03. A fonte secou (Monsueto / Tufic Lauar / Marcléo)
04. Carrapicho (Humberto Teixeira)
05. No paraiso das mulatas (Guio de Morais)
06. Vai na paz de deus (Ataulfo Alves / Antônio Domingues)
07. Nega (Waldemar Gomes / Afonso Teixeira)
08. Vai com jeito (João de Barro)
09. O baião em Paris (Humberto Teixeira)
10. Zezé (Humberto Teixeira / Caribé da Rocha)
11. Mulata mulata (Roberto Martins / Jair Amorim)
12. Fantasia carioca (Osvaldo Santiago / Alcyr Pires Vermelho)

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Gilvan Chaves – Encantos do Nordeste

Essa é uma colaboração de um dos frequentadores do blog, Gilvan Chaves, Jr. filho do glorioso Gilvan Chaves que gravou esse disco entre muitos outros, atuando fortemente dentro da música brasileira na década de 1950.

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As capas coloridas, foram enviadas posteriormente pelo Goes.

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O LP “Encantos do Nordeste” foi gravado em 1958 na Columbia e também foi premiado, a exemplo do anterior “Caiçara” gravado em 1957. Gilvan deixou Olinda pelo Rio de Janeiro em 1956 para assinar contrato com a Columbia do Brasil.

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O seu primeiro contrato com gravadora (Mocambo-Rozemblit) vigorou de 1953 até 1956 e lá gravou diversos 78rpm e um LP 5 polegadas com 8 músicas que obteve grande sucesso entre a crítica e audiência.

Já viajava pelo nordeste em “temporadas” pelos clubes sociais e em programas de rádio, na época com auditório ao vivo.

“Encantos do Nordeste” contém a primeira gravação pelo Gilvan de seu maior sucesso, “Prece ao Vento”, que já havia sido gravada por outros intérpretes como o Trio Nagô. Gilvan deu a parceria desta música ao filho do folclorista Luiz da Câmara Cascudo e este, sem sua autorização, incluiu mais tarde o Alcyr Pires Vermelho.

“Encantos do Nordeste” faz uma viagem desde o interior até o litoral e inclui piadas e pequenos “causos” e “matutadas” como Gilvan costumava chamar suas poesias. Na contra capa, um emocionado depoimento do Mestre Câmara Cascudo sobre o Gilvan, a quem nomeou membro titular da Sociedade Brasileira de Folclore. Divirtam-se com Encantos do Nordeste!

Gilvan Chaves – Encantos do Nordeste
1958 – Columbia

01 – Benvindo nortista (Gilvan Chaves)
02 – Aboio do carreiro (J. Alex)
03 – Derna de piquinininho (Gilvan Chaves)
04 – As 4 coisas do mundo (D. P. adap. Fernando Luis da Câmara Cascudo – Gilvan Chaves)
05 – Moleque de cancela (Gilvan Chaves)
06 – Sete folegos (Gilvan Chaves)
07 – Serenata (Fernando Luis Camara Cascudo)
08 – Topada (Gilvan Chaves)
09 – Sina danada (Nazareno de Brito – Gilvan Chaves)
10 – Cabôca da peste (Gilvan Chaves)
11 – Ida e volta (Gilvan Chaves)
12 – Prece ao vento (Gilvan Chaves – F. L. Câmara Cascudo – Alcyr P Vermelho)
13 – Matuto (J. Cavalcante)
14 – Pregões diversos (D. P.)
15 – Vovó Sabina (J. Cavalcante)

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Zé Gonzaga – Danças e ritmos do Nordeste

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Hoje venho aqui postar mais um disco que nos foi encaminhado. O responsável por nos mandar esse disco foi o Dj Vinícius, lá de Belo Horizonte – MG.

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Vinícius é um amigo de longa data e grande colecionador de discos também, esse ano ele estará participando do Festival Rootstock mostrando o melhor do forró pé de serra diretamente do vinil.

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Essa é a quarta postagem que fazemos sobre Zé Gonzaga, um dos irmãos de Luiz Gonzaga. Já tinhamos aqui postados dois 78 RPM e um LP desse artista. Agora chegou a vez de um segundo LP. Lançado em 1958 pela Copacabana tras duas músicas que muito me agradam, “Prisão do Quelemente” e “Aquarela carioca”.

Zé Gonzaga, Danças e ritmos do Nordeste
Copacabana – 1958

01. Maria José (Lourival Passos)
02. Festa na casa grande (Zé Gonzaga)
03. Voltar a Pernambuco (Carlos Diniz – Silveira Junior)
04. Paulistinha (Zé Gonzaga)
05. Prisão do quelemente (Carlos Diniz – Silveira Junior)
06. Flor do mandacaru (Zé Gonzaga)
07. Caçada de onça (Atilla Bezerra)
08. Cascatinha (Zé Gonzaga)
09. Aquarela carioca (Zé Gonzaga – Nadim Abraham)
10. Frevinho na roça (Zito Borborema – Zé Gonzaga)
11. Cada um sabe de si (João Vale – J. Ferreira – Silveira Junior)
12. Cachorro ventania (Zé Gonzaga – J. Portela)

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Jackson do Pandeiro – Forró do Jackson

As capas foram enviadas posteriormente pelo Everaldo Santana. Complementando o último 10 polegadas que publicamos do Jackson, hoje trazemos o álbum completo, porém sem a raridade “No quebradinho”, mas com todas as demais músicas, que se tornaram grandes sucessos na época.

Acima, o selo original e de um de seus re-lançamentos. Em 1958 ainda havia a preocupação de se colocar o nome do ritmo junto aos nomes das músicas, conhecimento que hoje em dia se perde cada vez mais rápido já que as coleções tornaram se virtuais e sem a preocupação da origem de cada música.

Destaques para “Falso Toureiro”, de autoria do Jackson com Heleno Clemente, regravada por Gilberto Gil; “Ele disse”, um rojão de Edgar Ferreira que retrata a saga de Getúlio Vargas, um dos nossos ex-presidentes; e “Meu enxoval” de Gordurinha, um dos melhores retratos sobre a ilusão que a migração para o sul e o conseqüente retiro do sertão poderiam aliviar o sofrimento que a seca causava.

Jackson do Pandeiro – Forró do Jackson
1958 – Copacabana

01. Falso Toureiro (Heleno Clemente – José Gomes) Côco
02. Rosa (Ruy de Moraes e Silva) Baião
03. Ele Disse (Edgar Ferreira) Rojão
04. Forró em Limoeiro (Edgar Ferreira) Rojão
05. Cumpadre João (Rosil Cavalcanti – Jackson do Pandeiro) Côco
06. Meu Enchoval (Gordurinha) Côco
07. Moxotó (José Gomes – Rosil Cavalcanti) Rojão
08. 17 na Corrente (Manoel Firmino Alves – Edgar Ferreira)
09. Coco do Norte (Rosil Cavalcanti) Côco
10. Êta Baião (Marçal Araujo) Baião
11. Cajueiro (Raimundo Baima – Jackson do Pandeiro) Côco

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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