Marinês – Marinês e sua gente

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Esse é o priemiro disco da Marinês lançado pela RCA Victor, de 1960. O áudio é uma colaboração do Thiago Silva, lá de Recife – PE e as capas são mais um salvamento que o DJ Vinícius de Belo Horizonte – MG nos mandou, ele as conseguiu com um amigo dele, o Chiquinho Barros, mineiro residente, também em Recife – PE.

A contra capa guarda um texto muito interessante sobre o início da carreira da Marinês, de seu casamento com Abdias, da sua saída do nordeste para o Rio de Janeiro, até da origem de seu apelido, enfim, não conseguirei resumi-lo em tão pouco espaço, mas vale a pena ler. Na foto da capa, deduzi que o cabra da esquerda deva ser o Chiquinho, cunhado da Marinês, que está ao centro, e ao lado direito Abdias, seu marido.

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‘Aviso importante – Esta é uma gravação de alta fidelidade “New orthophonic”, projetada para o phonógrafo de hoje ou de amanhã. Tocada no aparelho que o ouvinte possui atualmente, oferece a melhor qualidade de reprodução. Tocada no fonógrafo estereofônico, oferecerá fidelidade ainda mais brilhante, mais real. Você pode comprar hoje, sem receio de obsoletismo no futuro.’ (Texto extraído da contra capa)

Marinês – Marinês e sua gente
1960 – RCA Victor

* 01. História de Lampião (Onildo Almeida)
* 02. Povo bravo (Wilson Rocha – Onildo almeida)
* 03. Trem da central (Mary Monteiro – Gordurinha)
* 04. A banda do Zé (Adelino Rivera – Antonio Barros)
* 05. Carestia (Onildo Almeida)
* 06. Viúva nova (Reynaldo Costa – Juvenal Lopes)
* 07. Chegou São João (Zé Dantas – Joaquim Lima)
* 08. Do lado de lá (Adelino Rivera – Antonio Barros)
* 09. Alô Paraíba (Mary Monteiro – Gordurinha)
* 10. Os ói de Anabela (Julinho – João do Vale)
* 11. Saudade do nordeste (Antonio Barros – Aleixo Ourique)
* 12. Depois da Asa Branca (Antonio Barros)

Para baixar esse disco, clique aqui.

Se estiver com dificuldade para baixar e descompactar os arquivos, tire suas dúvidas em nosso manual “passo a passo”, clique aqui.

13 comments

  • DIONÍSIO TOMAZ DE ARAUJO

    Como é maravilhoso este Blog! Ele nos proporciona a opotunidade de reviver e relembrar uma época em que se fazia músicas bonitas. Marinês é a rainha do forró, se inclui entre os maiores artístas da música nordestina. Junto com Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino e Jacinto Silva, cantaram o verdadeiro forró. Eles já estão do outro lado, contudo sua obra ficou e somos premiado por este Blog Marvilhoso que proporciona a todos colecionadores a chance de ter um disco deste em sua coleção. obrigado.

  • Maria Helena albuquerque

    gostaria de ter contato com Marinês,sou filha de djalma leonardo.
    pode entrar no meu e- mail obrigado

  • hugo fernando

    filho de nordestinos, estou tentando conhecer um pouco da cultura desta bela região. muito obrigado!

  • Job Neto

    K-legal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!????
    É bom muitas materias iguais a esta.
    – Eu gostaria tb de saber se alguem tem alguma materia de Marines e Sua Gente aqui na minha Cidade do Natal, nos idos 1970 ou 80?
    Queira entrar em contato comigo:
    Job Neto
    jobnetto@hotmail.com
    ou (84) 8733-4959
    (84) 3082-1500
    Fico mui agradecido
    A paz do Senhor fique com você.

  • Abílio Neto

    A música “Os Óio de Ana Bela” foi regravada por Clara Nunes em 1981 com o título de Magoada. Aqui é uma toada-baião e lá um baião. Maravilha de música de Julinho e João do Vale.

  • Antonio

    Toda semana eu visto este blog
    que eu acho o máximo da musica nordestina
    para ver as novidades
    parabéns ao idealizador deste blog

  • Paulo David

    Disco fenomenal. De fazer qualquer fã da cultura nordestina chorar de emoção. Bem superior a esses xotes românticos atuais que os ditos cantores de forró tradicional fazem a exaustão. Aliás, como esse disco bem ilustra, o forró tradicional não se limitava a xotes românticos.

  • Paulo David

    Disco sensacional. É de fazer qualquer fã da cultura nordestina chorar de emoção. Bem diferente desses xotes românticos que os ditos cantores de forró tradicional da atualidade cantam a exaustão. Aliás, como esse disco bem atesta, o forró genuino não se limitava a xotes, muito menos xotes com letras de roedeira.

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Um grade abraço,
DJ Ivan