Jacinto Limeira – Jacinto Limeira

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Existem poucas informações sobre a carreira artística de Jacinto Limeira, mas com certeza não podemos deixá-lo de fora do blog.

Destacamos suas participações nas coletâneas, “São João da Cidade” em 1975, “Seleção de Carimbó – Vol. 2” em 1976 e “Pau de Sebo” de 1977 à 1981. Gravou diversos discos solos tendo como característica principal, e o que difere dos demais artistas, o trombone, dando ritmo e cadência as suas composições.

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O disco de hoje, gravado pela CBS em 1976, é seu segundo LP, nele podemos observar que quase todas as faixas são de sua composição, excluindo “Metade e Meia” de Naldo Aguiar, ou seja, além de um bom cantor e trombonista, é também um excelente compositor.

As músicas que se evidenciam nesse álbum são os xotes, “Mulher Teimosa”, “Ninguém Fica Sem Brincar” e o forró “Briguinha de Amor . (Texto e disco enviados por DJ RICK; capa do Jorge Paulo)


Jacinto Limeira – Jacinto Limeira

1976 – CBS

01. Festa sem mulher não presta (Jacinto Limeira)
02. Mulher teimosa (Jacinto Limeira)
03. Trono da salvação (Roldão Brasil – Jacinto Limeira)
04. Ninguém fica sem brincar (Jacinto Limeira)
05. Mandinga no carimbó (Jacinto Limeira – Abdias)
06. Forró quentão (Jacinto Limeira)
07. Briguinha de amor (Jacinto Limeira)
08. Há certas coisas que o nortista não esquece (Jacinto Limeira)
09. O bom motorista (Jacinto Limeira)
10. Me de seu endereço (Jacinto Limeira)
11. Quando eu amo e quero bem (Roldão Brasil – Jacinto Limeira)
12. Metade e meia (Naldo Aguiar)

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Alceu Valença – Cavalo de pau

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Alceu Paiva Valença, nascido em São Bento do Una – PE, no dia 01 de julho de 1946. Influenciado inicialmente por Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês. E em casa, a formação ficou por conta do avô, Orestes Alves Valença, que era poeta e violeiro.

Aos 10 anos foi para Recife, onde manteve contato com a cultura urbana. Recém-formado em Direito no Recife, em 1969, desistiu das carreiras de advogado e jornalista e resolveu apostar no talento e na sensibilidade artística. Sua música e seu universo temático são universais, mas a sua base está na nordestinidade.

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É considerado um artista que atingiu maior equilíbrio estético entre as bases musicais nordestinas com o universo dos sons elétricos da música pop. Por conta disso, conseguiu dar nova vida a uma gama de ritmos regionais, como o baião, coco, toada, maracatu, frevo, caboclinhos e embolada e repentes cantados com bases rock’n’roll. (Trechos extraídos do Wikipedia)

Destaque para as versões originais de músicas que se tornaram hinos para várias gerações, como “Tropicana”, “Como dois animais” e “Pelas ruas que andei”.

Alceu Valença – Cavalo de pau
1982 – Ariola

* 01. Rima com rima (Alceu Valença)
* 02. Tropicana (Alceu Valença – Vicente Barreto)
* 03. Como dois animais (Alceu Valença)
* 04. Pelas ruas que andei (Alceu Valença – Vicente Barreto)
* 05. Martelo alagoano (Alceu Valença)
* 06. Lava mágoas (Alceu Valença – Dominguinhos)
* 07. Cavalo de pau (Alceu Valença)
* 08. Maracatú (Ascenso Ferreira – Alceu Valença)

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Elba Ramalho – Paisagem

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Elba é prima de Zé Ramalho, ambos tiveram influência da música importada sobre suas origens nordestinas. Estilos variados, mas sempre com muita influência do forró dentro de cada música gravada por Elba.

Nesse disco, temos um arranjador diferente pra cada música, nas faixas que tem sanfona, Dominguinhos ou Oswaldinho, entre os percussionistas, Durval e Marcos Suzano.

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Destaque para duas re-gravações, “A massa” de Raimundo Sodré e Jorge Portugal e para “Tudo passa” de Antônio Barros e Cecéu, que originalmente chamava-se “Dor de cabeça”, era apenas de autoria de Antônio Barros e tinha uma estrofe a menos.

Elba Ramalho – Paisagem
1995 – Polygram

* 01. Proibir pra quê (Dalmo Medeiros – Carlos Pita)
* 02. Paisagem na janela (Lô Borges – Fernando Brant)
* 03. Caranguejo dance (Moraes Moreira)
* 04. O bom da vida (Jorge Zarath – Dito)
* 05. Eu quero é botar meu bloco na rua (Sergio Sampaio)
* 06. Nascido em 22 de abril (Altay Veloso)
* 07. Incendia, incendiê (Cláudio Rabello – Francisco Gileno)
* 08. Água fria (Emiliano Zuleta)
* 09. A massa (Jorge Portugal – Raimundo Sodré)
* 10. Tudo passa (Cecéu – Antônio Barros)
* 11. Que baque é esse? (Lenine)
* 12. Acaba quando começa (Gerônimo – Saul Barbosa)
* 13. Contradições (Fausto Nilo – Dominguinhos)

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Zé Ramalho – A peleja do diabo com o dono do céu

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José Ramalho Neto, ou apenas Zé Ramalho, nascido em Brejo do Cruz – PB em 3 de outubro de 1949. Com um estilo próprio de composições e interpretações, misturando ritmos e tendências diversas, como elementos da cultura nordestina e o rock.

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Há elementos de psicodelia, da mitologia grega e de histórias em quadrinhos em suas músicas. O interessante de se ouvir esse disco, é ver como as músicas evoluem com o tempo. Nele estão as primeiras versões de “Admirável gado novo” e “Frevo mulher”, bem diferentes das versões que escutamos hoje em dia.

Destaque para a faixa título, “A peleja do diabo com o dono do céu”, assim como todas as demais, uma composição do próprio Zé Ramalho.

Zé Ramalho – A peleja do diabo com o dono do céu
1979 – Epic

* 01. A peleja do diabo com o dono do céu (Zé Ramalho)
* 02. Admirável gado novo (Zé Ramalho)
* 03. Falas do povo (Zé Ramalho)
* 04. Beira-mar (Zé Ramalho)
* 05. Garoto de aluguel (Taxi boy) (Zé Ramalho)
* 06. Pelo vinho e pelo pão (Zé Ramalho)
* 07. Mote das amplidões (Zé Ramalho)
* 08. Jardim das Acácias (Zé Ramalho)
* 09. Agônico (Zé Ramalho)
* 10. Frevo mulher (Zé Ramalho)

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Avelina – Coisas do sertão

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Essa semana faço uma homenagem a um amigo, Francisco Barros, o Chiquinho. Ele que me apresentou este disco, foi um dos incentivadores da minha pesquisa e é um grande colecionador também, desde a época do projeto juazeiro, um dos forrós mais tradicionais de BH, até hoje em atividade.

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Não temos nenhuma informação sobre este disco, pois é uma gravação regional, o selo Mocambo era um selo de Recife – PE, onde gravaram artistas conhecidos no nordeste. Destaque para o xote “Tem Jacutinga” e o xaxado “Quixabeira”. (Texto e disco enviados pelo DJ Vinícius – BH)

Avelina – Coisas do sertão
1962 – Mocambo

* 01. Meu herdeiro (Pereirinha)
* 02. Bezerro de Iaiá (Heleno Silva)
* 03. Tem Jacutinga (Pereirinha)
* 04. Chô arara (Antonio Clemente)
* 05. Liá (Antonio Clemente)
* 06. Agricultor (Antonio Clemente)
* 07. Chera eu (Tem)
* 08. Leva eu também (Heleno Silva)
* 09. Guisado de Saguim (Tem)
* 10. Quixabeira (Antonio Clemente – Heleno Clemente)
* 11. Lembrança (D. Matias)
* 12. Eu não minto (João Araújo – Jonas Nunes)

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Biliu de Campina em entrevista

Essa é mais uma das entrevistas que publicaremos, o entrevistado é Biliu de Campina e o entrevistador é, novamente, Osvaldo Travassos, produtor e locutor do programa “Paraíba é sucesso”, da Radio Tabajara FM de João Pessoa, na Paraíba.

Severino Xavier de Sousa, Biliu de Campina, nasceu em Campina Grande em 01/03/1949. Formado em Direito, deixou a profissão para fazer forró.

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CD – Tom Zé e José Miguel Wisnik – Parabelo

“Parabelo” é a trilha sonora de um espetáculo do Grupo Corpo, fundado em Belo Horizonte – MG em 1975, a cada ano, eles lançam um novo espetáculo com nova coreografia e trilha. Este disco foi feito com apoio do Ministério da cultura, Pronac e Ministério das comunicações.

Esse trabalho reuniu Tom Zé, Antônio José Santana Martins, nascido em 11 de outubro de 1936 em Irará -BA, compositor, cantor, arranjador e ator, tendo participado ativamente da Tropicália nos anos 1960 e se tornado uma voz alternativa influente no cenário musical brasileiro. E José Miguel Wisnik, que é músico, compositor e professor de Literatura Brasileira na USP.

Mas o que isso está fazendo num blog de forró? Simples, é nesse CD que foi gravado um dos forrós que mais fez sucessos nas pistas paulistanas na virada do século. Destaque pra ela, “Xiquexique”, com sanfonas de Toninho Ferragutti e percussão de Marcos Suzano.

Tom Zé e José Miguel Wisnik – Parabelo
1997

01 Emerê (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
02 Emoremê (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
03 Assum branco (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
04 Baião velho (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
05 Uauá (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
06 Canudos (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
07 Bendegó (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
08 Cego com cego (Tom Zé – José Miguel Wisnik)
09 Xiquexique (Tom Zé – José Miguel Wisnik)

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Genival Lacerda – A fubica dela

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Mesmo tendo esses discos do Genival há um bom tempo, sempre me surpreendo quando observo suas capas, hoje em dia seria impensável usar uma concepção estética como essa.

Arranjos e regência de Sivuca, sanfonas dele e de Dominguinhos, baixo de Magrão e zabumba de Coronel, entre outras feras que gravavam na época com o Senador do rojão ou o Rei da munganga, como preferirem.

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Destaque para “Fio dental” de Jorge de Altinho e Genival Lacerda, um xote muito bom, quem costuma cantar essa música é o Zé Paraíba, grande amigo e sanfoneiro de quem sou fã, radicado em Campinas -SP, é a ele que, óbviamente, dedico essa postagem.

Genival Lacerda – A fubica dela
1987 – RCA

* 01. Carro velho é fubica (Osmar Navarro – Graça Gois)
* 02. É nois aqui forrumbando (Accioly Neto – Genival Lacerda)
* 03. Transplante de coração (Verinha Neves – Genival Lacerda)
* 04. Trepadeira (Osmar Navarro – Graça Gois)
* 05. A cobra de camelô (João Gonçalves – Genival Lacerda)
* 06. Dieta já (Tony Domito – Calioy – Graça Gois)
* 07. Fio dental (Jorge de Altinho – Genival Lacerda)
* 08. Funcionário do forró (Verinha Neves – Graça Gois)
* 09. Beth close (João Gonçalves – Genival Lacerda)
* 10. Seu amor é mesmo um doce (Cecilio Nena – Genival Lacerda)
* 11. Sua última chance (Ivan Edson – Graça Gois)
* 12. A pizzaria (Osmar Navarro – Graça Gois)

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Os 3 do Nordeste – No coração do povo

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Esse LP foi gravado, auge da passagem de Zinho pelos 3 do nordeste. Formação: Zinho, Zé Pacheco e Parafuso.

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Arranjos de Chiquinho do acordeon e composições de Cecéu e João Silva, entre outras. Curiosidade para a faixa título, “No coração do povo” que é de autoria conjunta dos integrantes do trio.

Destaque para “Forró apimentado” de Zinho e Aluisio J. Silva e para “Aqui não chora ninguém” de Zinho e Cesar Fontes.

Os 3 do Nordeste – No coração do povo
1984 – Copacabana

* 01. Forró apimentado (Zinho – Aluizio J. Silva)
* 02. Estrela de fogo (Agripino Aroeira – Rosilda Santos)
* 03. Homem pra derreter (Cecéu)
* 04. No coração do povo (Zinho – Zé Pacheco – Parafuso)
* 05. Carinhoso amor (Agripino Aroeira – Rosilda Santos)
* 06. Aqui não chora ninguém (Zinho – Cesar fontes)
* 07. Festa boa (Manoel Euzébio – J. B. de Aquino)
* 08. Mas que coisa boa (João Silva – J. B. de Aquino)
* 09. Minha paixão (Aluizio J. Silva – Zinho)
* 10. No cheirinho dela (Afrisio Acacio – Barbosa Vieira)
* 11. A rede do amor (Tiziu – Adélio da Silva)
* 12. Rosa amarela (Edson de Oliveira – Parafuso)

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Quem somos

Somos uma rede filantrópica colaborativa de colecionadores e músicos.

Uma comunidade que se conheceu e se comunica virtualmente, unidos em torno de uma paixão comum, o forró tradicional.

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Um grade abraço,
DJ Ivan

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